Ler Noite De Caça – Capítulo 211 Online

Modo Claro

 

Meus braços estavam presos, e todo o meu corpo tremiam de forma lamentável. A respiração de Baek Doha ficou mais pesada enquanto ele me olhava fixamente, como se fosse me devorar. Apenas o olhar cru e direto dele já me deixava tão excitado que a ponta dos meus mamilos ardia e meu ventre se agitava.

— Por que você está tremendo assim?

— Po-porque… estou com tanta vergonha que acho que vou morrer…

— Diz que vai morrer de vergonha, mas está encharcando.

Sua voz, penetrando profundamente em meus ouvidos sensíveis, soava como um estímulo, fazendo meu pescoço e ombros se contraírem. Como ele disse, mesmo tremendo daquele jeito, eu deixava um fluxo constante de lubrificação escorrer entre minhas pernas. Envergonhado, enterrei meu rosto e me contorci, mas isso só pareceu estimulá-lo visualmente ainda mais. A respiração de Doha ficou ainda mais pesada.

— Você vai realmente me deixar louco…

Eu também já estava à beira da loucura. Minhas pernas estavam tão fracas que mal conseguia ficar em pé, e acabei desmoronando. Se ele não estivesse segurando meus braços, eu certamente teria caído no chão. Doha me sentou na cama, tirou o sobretudo e jogou-o de lado, depois arrancou o paletó do terno e subiu para cima da cama.

Instintivamente, recuei, ele, como um animal, engatinhou, abriu minhas pernas e se aproximou, desfazendo o nó da gravata com força, abrindo os botões da camisa e soltando o cinto e a fivela da calça. O olhar dele me fez sentir que eu seria devorado. O aroma intenso de feromônio alfa me deixou zonzo e meu peito parecia prestes a explodir.

Como um predador observando sua presa, ele se posicionou entre minhas pernas e ficou me encarando por um momento.

Eu poderia ter desviado o olhar se sua expressão voraz fosse demais para mim, mas, como se estivesse enfeitiçado, fixei meus olhos nos dele. Não conseguia desviar.

As pupilas de Baek Doha eram anormalmente claras, e talvez por isso o desejo sexual que transbordava nelas fosse tão visível. A respiração quente e úmida escapava por entre seus lábios ligeiramente entreabertos. Não era só o sopro – todo o corpo dele exalava um feromônio denso. O ar ao nosso redor parecia tomado por ele. O contato do ar com minha pele era pegajoso e quente, como se eu estivesse exposto ao abafado e úmido calor de pleno verão.

Engoli em seco. Se fosse possível personificar a luxúria, certamente seria assim.

E ainda nem tínhamos realmente começado, mas meu buraco já estava completamente encharcado. O calor se acumulava ali, a ponto de arder, e a cada respiração mais lubrificação espessa escorria. Os lábios avermelhados de Baek Doha se curvaram ligeiramente num sorriso enviesado.

— Haa… esse cheiro vai me deixar maluco…

A voz baixa e rouca carregava umidade, fazendo meus ouvidos se arrepiarem como se estivessem molhados por dentro. Meu corpo tremeu. Ele, com a respiração ofegante, deixou seu olhar deslizar lentamente do meu rosto para o pescoço, peito e abdômen.

— Como pode ser tão bonito assim? Por que é tão provocante? Seu cabelo é bonito, seus olhos são lindos, seu nariz é fofo, sua boca é adorável… e seus mamilos, porra… como é possível serem dessa cor rosa?

— N-não… não é rosa…

Minha pele clara fazia os mamilos parecerem levemente rosados, mas não chegavam a ser cor de rosa. A mão de Doha subiu pela camisola e, com a ponta dos dedos, puxou um deles.

— Haah!

Um gemido escapou, e meu corpo inteiro se arqueou. Já tão sensível, até o simples toque do ar fazia arder e latejar – e ele ainda puxava e torcia os mamilos cruelmente. O prazer agudo, como um choque, fez meu corpo se debater como um peixe fora d’água. Minhas pernas abertas se ergueram e caíram de volta na cama.

— Haaah… uuh…

— Até o seu pau é fofo… e suas bolas também são tão pequenas que chega a me enlouquecer. Droga, como tudo em você pode ser tão pequeno e ao mesmo tempo obsceno?

Enquanto falava, suas mãos continuavam atormentando meus mamilos. A barra da camisola subiu, revelando minhas coxas e toda a parte inferior. A cada movimento, meu pau ereto balançava, e mais fluido escorria, molhando os lençois. O som úmido da pele esfregando no tecido encharcado era enlouquecedor. Eu sentia que ia morrer – cada toque era um estímulo insuportável.

— Aah… ahhh… dói… dói…

— Eu também sinto que vou explodir aqui embaixo…

Sussurrando com voz quente, ele torceu meu mamilo. Eu quase gritei. Suas mãos eram implacáveis, focando cruelmente em um lado, beliscando e torcendo, me levando à beira da loucura.

— Dói… dói muito… solta… por favor… haaaah…

Meu pedido desesperado saía entrecortado de soluços. Com as mãos trêmulas, tentei segurar o pulso de Baek Doha, que continuava a apertar e torcer meu mamilo. Mas se eu puxasse com força, meu mamilo viria junto, então não consegui me opor.

— Doha… Doha, por favor… está ardendo demais… para com isso…

As lágrimas escorriam pelo meu rosto, meu corpo se contorcia e toda a minha atenção estava nos mamilos. Doía, ardia, latejava, e a sensação era como se fossem arrancar. A dor aguda e ardente fazia meu corpo estremecer como se tivesse levado um choque. Mas meu choro e súplicas só serviram para excitar ainda mais Baek Doha.

— Sua voz chorosa… é absurdamente excitante…

A mão que estava apertando meu mamilo finalmente se afastou. Mas logo em seguida, seus lábios tocaram o mamilo que havia sido tão provocado. Com a língua quente, ele lambeu o mamilo, o segurou com os lábios e chupou violentamente. A sensação aguda e penetrante fez minha coluna inteira estremecer. O tecido da camisola ao redor do meu peito ficou úmido. Ser chupado junto com o tecido da camisola foi mais estimulante do que só o mamilo.

— Parece que está saindo leite dos seus mamilos.

Baek Doha murmurou essa bobagem enquanto mantinha os lábios no meu peito.

— Que bobagem, haak.

A mão de Baek Doha começou a brincar com o mamilo do lado oposto. Enquanto um era chupado, o outro era provocado, e eu soluçava intensamente. Com uma mão, tapei a boca, e com a outra empurrei a cabeça dele para longe do meu peito, que ele não queria largar. Me moví para tentar escapar do estímulo contínuo, abanando a cabeça e chorando copiosamente. Da ponta do meu penis ereto, fluía um líquido amarelado como se fosse urina, sem falar no que estava acontecendo atrás.

Por causa dos feromônios alfa, a dor virou prazer, mas o estímulo contínuo e cortante era difícil de suportar.

— Para! Por favor, para. Está realmente muito dolorido. Haauu.

Minha voz já estava rouca. Me mexia tanto que a alça da camisola escorregou totalmente, deixando os meus seios totalmente expostos.

— Isso é culpa sua, por usar essa roupa tão provocante.

— Quem comprou essa porcaria foi você, seu pervertido!

Não aguentei e xinguei, Baek Doha sorriu e tirou os lábios dos meus mamilos. Ele olhou com satisfação para os mamilos vermelhos e inchados de tanto serem chupados e mordidos. A carícia que parecia tortura parou, mas os mamilos ainda formigavam. A dor era insuportável, parecia que eu ia enlouquecer, olhando para ele com os olhos molhados de lágrimas, respirei pesadamente.

— Eu já não aguento mais. Não consigo mais suportar.

Então Baek Doha lentamente levantou o tronco, puxou a gravata até o final e a jogou para longe. Depois, segurou a gola da própria camisa e a arrancou. Ele jogou a camisa para longe e então abriu o cinto da calça, puxando-a para baixo. Seu enorme pênis surgiu ereto, quase encostando na barriga, já molhado e brilhante escorrendo líquido preseminal, abaixo dele, uma região pubiana negra e bem definida era visível. A glande do pênis rígido pulsava, as veias grossas estavam evidentes, os testículos firmes e as coxas grossas – não havia nenhum ponto que não parecesse ameaçador. Eu já estava acostumado a vê-lo, mas sob a luz do dia, parecia ainda mais intimidador.

Sem perceber, fiquei olhando fixamente para a parte inferior de Baek Doha. Ele sorriu e acariciou seu pênis com a mão grande.

— Você está me olhando como se quisesse me devorar. Está molhado aí atrás? Quer que eu encha seu buraco com a minha porra? Yoo Seolwoo.

— Pare de falar assim.

Franzi a testa e retruquei, mas meus olhos continuavam presos à sua parte inferior. A mão grande e masculina, com as veias evidentes, acariciava o pênis como se estivesse se masturbando, e aquilo era tão provocante que não consegui desviar o olhar. Só de ver, minha entrada já estava ficando quente.

Baek Doha percorreu meu corpo com os olhos brilhantes e lambeu os próprios lábios.

— Caralho. Sabe como você está agora? Você parece tão sexy que estou ficando louco.

A barra da camisola subiu totalmente, deixando tudo à mostra, e meus mamilos, depois de tanto serem mordidos e sugados, deviam estar vermelhos e inchados. Eu devia estar tremendo, ofegante, com o membro ereto e os olhos inchados de tanto chorar, encarando a parte inferior exposta de Baek Doha.

— Como você quer que eu te foda?

A voz grossa de Doha, carregada de umidade, entrou nos meus ouvidos. A mão grande ainda acariciava lentamente seu próprio pênis.

— Ah…, faça o que quiser.

Eu disse sem pensar, envergonhada.

— Vire de costas e abra bem as pernas.

A resposta dele foi tão descarada que eu fiquei ainda mais envergonhado.

— Não.

— A secretária Song deve estar vindo aqui agora. Eu saí correndo sem dizer nada.

Baek Doha olhou para o relógio.

— Tenho uma reunião em uma hora, então vamos terminar logo.

Como daqui até a empresa demora uns 30 minutos, ele queria que terminássemos em menos de uma hora.

— Então vá embora.

— Eu posso me satisfazer sozinho, mas você consegue? Sua parte de trás deve estar latejando, não vai enlouquecer com tanta vontade? Há um limite para o que os dedos podem fazer, não é?

Franzi a testa e olhei fixamente para Baek Doha. Ele tinha razão. Meu corpo estava completamente em chamas, e se ele fosse embora agora, eu seria o único a sofrer. Por mais que eu usasse os dedos, a vontade não iria passar. Já tentei antes, e usar os dedos só aumentava a sede. Por mais que eu tentasse, o calor do meu corpo não diminuía. Teria que esperar Baek Doha voltar do trabalho. Mesmo se eu vestisse roupas íntimas, não adiantaria – continuaria derramando fluidos pela frente e por trás, era impossível controlar.

— O tempo continua passando sem parar. Você realmente vai me deixar voltar para a empresa assim?

Com as palavras de Doha, eu estremeci.

“Não”, eu queria dizer. Queria ser penetrado por ele naquele momento. Engoli em seco e, muito lentamente, comecei a me mexer. Tremendo levemente, apoiei os cotovelos na cama e ergui um pouco a parte superior do corpo, virando-me devagar para ficar de barriga para baixo. Deitei de bruços, enterrando meu rosto no travesseiro e erguendo meu quadril para cima.

A barra da camisola enrolou-se até a altura da minha cintura, revelando meu bumbum empinado, branco e nu, diante dos olhos de Baek Doha. Seu olhar atingiu meu buraco completamente exposto. Entre as nádegas arredondadas e as coxas trêmulas, certamente tudo estava encharcado e brilhante. Mesmo tendo exposto minhas partes íntimas diante dele inúmeras vezes, fiquei tão nervoso que mal conseguia respirar.

— Você tem que abrir e me mostrar, não é?

A voz grave de Baek Doha soou atrás de mim. Como se estivesse hipnotizado por ela, estendi as mãos para trás e, sem hesitar, afastei a carne das nádegas. O interior estava quente e formigante, impossível suportar. Meu buraco pulsante estava completamente exposto, e os fluidos escorriam entre minhas coxas em um fluxo pegajoso. O toque do ar frio fez meu orifício contrair e relaxar repetidamente.

 

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Continua…

 

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— Porque eu? 
Foi uma pergunta que ninguém poderia me responder.
— Dê à luz ao meu filho.
Suas ordens eram absolutas.
— Meu corpo não pode ter filhos. Eu vou morrer.
— Você só saberá depois que tentar. Vou derramar tudo de mim em você, até que tenha um filho meu.
Mas decidi não dar ouvidos às suas ordens e fugi dele… Com o filho dele na minha barriga. 
A longa noite de caça começa.
Nome alternativo: Hunting Night

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