Ler My Perfect Omega (Novel) – Capítulo 05 Online


Modo Claro

ꕥ Capítulo 5 – Identificação de Amigo ou Inimigo

↫─⚝─↬

Locke W. Rose encarava seu monitor, um mundo de texto e uma tela preta. O cursor piscante aguardava seu próximo comando, mas Locke não se moveu. Ele sentia que poderia esmagar o computador se o fizesse. Isso restringiria suas ações.

Ele havia trabalhado duro para construir um firewall irrastreável, mesmo através da dark web. Destruí-lo significaria repetir todo aquele processo tedioso.

Desenvolver o Feromônio Ácido não foi difícil. Levou algumas tentativas e erros, e a composição variava ligeiramente, mas não era destinado a curar ninguém, nem precisava de aprovação do FDA.

Por que não tinha pensado nisso antes? Ele havia batido no próprio joelho quando a ideia de criar e distribuir uma nova droga lhe ocorrera pela primeira vez.

Isolar-se em uma ilha, acumulando conquistas de pesquisa, não era o suficiente. O reconhecimento pífio de algumas citações não conseguia aplacar seu ressentimento.

Quer ele gostasse ou não, Owen Rose se expunha implacavelmente à mídia, forçando Locke a vê-lo.

Por que levara tanto tempo para chegar à conclusão de que, se não pudesse ignorar ou reconhecer Owen, ele deveria eliminá-lo?

Mas, embora chegar a essa conclusão tenha levado tempo, ele não hesitou depois. Não havia razão para jogar limpo. Owen não jogara. Ele escondera seu poder monstruoso e atacara de forma covarde. Locke responderia na mesma moeda. Era apenas justiça.

Elimine a testemunha.

Confirmado.

Ele respirou fundo e digitou as duas palavras. A resposta apareceu instantaneamente, como se estivesse à espera. Então, toda a conversa foi coberta com ❊❊❊ e bloqueada.

Sem ligações, sem reuniões presenciais. Ele se comunicava com o contratado apenas pela dark web. “Contratado” era um termo generoso; o homem era mais como um garoto de recados. Ele havia enrolado por semanas, incapaz de encontrar o momento certo para administrar a simples injeção de Feromônio Ácido e, mesmo quando tentou, falhou.

Embora Owen Rose não fosse fácil de abordar, sua segurança era surpreendentemente frouxa. Invadir a entrada do prédio parecia mais difícil do que passar pelos guardas. Após semanas seguindo-o, ele finalmente teve a oportunidade perfeita, e a desperdiçou!

O coração de Locke disparou quando soube que poderia haver uma chance no heliporto. Owen Rose, no cio, ofegante no meio de Manhattan, sem cobertura. Se um alfa tivesse sido atraído pelos feromônios que Owen não conseguia controlar, quão espetacular teria sido? O presidente Owen Rose, agarrando qualquer alfa que encontrasse e se acasalando com eles – transmitido ao vivo pela rede. Mesmo um monstro como Owen Rose não poderia resistir àquela dose!

Ele até preparou pipoca. Todos os monitores da casa estavam ligados, volume no máximo. Ele esperou com a respiração suspensa pelas notícias de última hora. Nunca antecipara tanto um filme.

O filme acabou sendo um fracasso. O noticiário mostrou um breve clipe de Owen Rose, parecendo perfeitamente bem, prestando depoimento à polícia antes de voltar para casa.

O punho vazio de Locke tremeu. Uma raiva insuportável buscava uma saída.

— Hngh…

O gemido de um ômega fraco veio de trás dele. Locke virou-se para a cama. Ele encontrara sua saída. Como o estalar de um chicote, ele liberou seus feromônios selvagens.

Seu primeiro sujeito fora um sem-teto que ele encontrara por acaso. Ele poderia pagar por cobaias, mas isso poderia deixar rastros. Os experimentos de Locke não eram exatamente legais.

Ele não desenvolvera a droga porque queria ganhar dinheiro com ela, ou porque queria ver o mundo queimar com alfas e betas agindo desenfreadamente.

O nome “Feromônio Ácido” fora algo que o distribuidor inventou, dizendo que precisava de um nome sexy. Locke não tinha o sentimentalismo necessário para nomear uma mera droga.

Os lucros inesperados eram um bônus. Ele recusou quando o distribuidor sugeriu baixar a pureza para aumentar as margens, e novamente quando ele sugeriu ajustar a concentração para se igualar a outras drogas do mercado devido aos frequentes incidentes de overdose. Ele ameaçara trocar de distribuidor se o homem interferisse em sua fórmula novamente, e o homem finalmente se calou.

Independentemente de como o mercado a utilizasse, o Feromônio Ácido era uma droga criada para o prazer de Locke.

Todo ômega sucumbia aos feromônios de um alfa assim que seus supressores perdiam o efeito. O impaciente Locke não queria esperar.

Aqueles superexpostos ao Feromônio Ácido perdiam o controle de seus feromônios. O estimulante potencializado forçava seus feromônios para fora das profundezas.

Naquele dia, ele esperava o de sempre – outro ômega rastejando a seus pés, pingando fluidos. Mas o ômega que ele trouxera naquele dia gritou em agonia. A cobaia era um ômega marcado.

Ele não sabia disso porque nunca havia tentado antes. O Centro Nacional de Traços também não saberia. Tais experimentos seriam considerados uma violação dos direitos humanos e nunca seriam aprovados.

Forçar um banho de feromônios em um ômega marcado era tortura. A resistência do ômega, empurrando-o, trazia de volta a sensação de ser rejeitado por Owen Rose.

Ele falhara com Owen Rose, mas tivera sucesso com a cobaia.

Drogar um ômega marcado e depois banhá-lo com feromônios fazia-os gritar.

Simplesmente subjugar um ômega não tinha mais graça. A vergonha que sentiam ao acordar, percebendo que haviam sucumbido aos seus instintos animais, era monótona. A rendição submissa era entediante. Tinha sido o suficiente antes, mas não agora. Ele preferia uma resistência forte. Havia descoberto a emoção de conquistar uma resistência feroz.

— Hah… Ugh!!

Os sons vindos do ômega atualmente encolhido em sua cama não eram de prazer. Eram os sons da agonia começando.

Não havia como conduzir esses experimentos legalmente.

Os lábios de Locke se curvaram em um sorriso silencioso.

Para a gestão de riscos, indivíduos sem-teto e sem família para procurá-los eram as cobaias ideais. Depois de limpá-los e desinfetá-los, alguns pareciam decentes o suficiente para considerar mantê-los por perto, mas Locke não tinha tanta falta de autoconsciência a ponto de fazer sexo com um ex-sem-teto.

Ele gostava mais de ouvir seus gritos e quebrar marcas existentes do que de suar em cima de um ômega.

A parte lamentável era a falta de oportunidades.

Uma vez que ele penetrava com sucesso na marca e infundia seus feromônios, as cobaias paravam de gritar. Tinham que parar; entravam em convulsão e desmaiavam.

Locke buscava uma maneira de manter seu prazer. Ele podia sentir a marca enfraquecendo depois que o ômega era saturado com Feromônio Ácido. Aumentar a dosagem certamente aumentaria a taxa de sucesso, mas o risco de choque era um problema. Ver um ômega colapsar por choque matava sua excitação.

Ocasionalmente, um ômega se recusava a se submeter mesmo sob a influência da droga, e esses dias traziam de volta a sensação daquele dia maldito com Owen.

— …

Com um último som de engasgo, esta cobaia também estava acabada. Um corpo inconsciente e espumando não era interessante. Havia uma sensação de vitória, mas nenhum desejo de fazer nada com aquilo.

Locke saiu da cama e foi até a janela. A janela panorâmica oferecia uma vista clara do oceano, mas ele não sentia nada. Cenários naturais não o comoviam.

Ele colocou a palma da mão na janela, e um bipe suave respondeu. O vidro transparente transformou-se em um monitor. Seus dedos moveram-se rapidamente, com familiaridade, em direção ao arquivo desejado. Com um toque final, a imagem de Owen Rose substituiu a vista do oceano.

— …

O olhar de Locke, transbordando de aversão, percorreu o rosto ampliado de Owen.

Por que uma criação falha de Deus, nascida com um órgão sexual masculino, mas incumbida de carregar filhos, recebera tal poder monstruoso? Por que Deus fizera uma piada tão cruel?

As pontas dos dedos de Locke traçaram a lateral da tela, parando nas palavras “Presidente Rose”.

Presidente. Ele se sentiria seguro naquela posição, não sentiria? Lugares altos ofereciam essa ilusão.

Ele queria arruinar aquela fachada perfeita, expor aquele poder anormal ao mundo e assistir Owen implorar por perdão. Os fracos eram todos iguais. Se ele pudesse moê-lo, despi-lo de seu status de ômega e então esmagá-lo, isso poderia oferecer uma pequena medida de retribuição.

Sua excitação subjugada retornou. Seu pênis flácido começou a se agitar. Abrindo o roupão frouxamente amarrado, Locke levou a mão para baixo. Encarando a janela panorâmica que mostrava o oceano escuro, ele moveu a mão para frente e para trás. Apenas o pensamento era suficiente para deixá-lo próximo do ápice.

— Hah… Hah…

Sua mão movia-se mais rápido entre suas pernas abertas. Um líquido turvo espirrou contra a janela onde estivera a foto de Owen Rose.

— Peço desculpas por fazê-lo vir até aqui. Minha agenda tem sido difícil de gerenciar.

Owen falou após esperar que o detetive Josh se sentasse.

— De forma alguma. Deve ser inconveniente para o senhor visitar a delegacia constantemente. Eu entendo. Ou poderíamos ter falado com seu advogado.

— O Sr. Spyros subirá em breve.

— Ah, sim.

Como se fosse um sinal, a porta se abriu com a notícia da chegada do advogado. Os dois homens, com seus olhos aguçados, trocaram breves saudações.

— Então… o que quer dizer com incidente?

Spyros começou depois que a porta se fechou completamente.

Owen decidiu ouvir enquanto Spyros explicava.

— É o que mencionei ao telefone. O perpetrador morreu na enfermaria da prisão.

— Causa da morte?

— Parece que ele se envolveu em um incidente violento dentro da prisão. Foi encontrado estrangulado esta manhã.

Josh olhou para o Presidente Rose, escolhendo cuidadosamente suas palavras.

— O culpado foi pego?

— Atualmente sob investigação.

— Ou seja, vocês não o pegaram.

Se tivessem pego, ao menos mencionariam um suspeito.

— Mas eu entendi que ele estava confinado à enfermaria. Como ele pôde se envolver em um incidente violento?

— Nunca se sabe com esses tipos. Ele tinha antecedentes criminais. Apareceu no escaneamento de impressões digitais. Ele era o tipo de cara que arrumava briga com qualquer um, em qualquer lugar. Ele reclamava tanto de dor que tivemos pouco tempo para interrogá-lo. Bem… Ele realmente tinha o ombro e o pulso quebrados, então não era um ferimento leve.

Josh esfregou o polegar contra o sulco nasolabial, segurando a vontade de mencionar que o bom samaritano que salvara o Presidente fora um pouco… entusiasmado demais.

— Então, parece que vocês nem conseguiram um depoimento do suspeito. De onde veio a teoria de que o ataque foi feito por um novo grupo religioso?

— Ele mesmo revelou isso. Afirmou ser membro dos “Filhos Puros”, que acabou se revelando um grupo real. Mas é tão novo que eles não tiveram nenhuma atividade significativa. O endereço registrado, as informações de contato, tudo era falso.

— Então o caso está encerrado.

Owen Rose, que estivera ouvindo em silêncio, finalmente falou.

— Sim. Parece que será encerrado devido à morte do acusado. Também lamentamos que as coisas tenham terminado assim.

Uma vez que o noticiário desta noite fosse ao ar, haveria uma enxurrada de críticas sobre a segurança frouxa nas instalações correcionais. Seu pedido de desculpas era sincero em muitos níveis.

— Detetive Josh.

A voz de Spyros rompeu os pensamentos sombrios de Josh.

— Sejamos francos por um momento.

— …O que quer dizer?

— Mesmo que as taxas de reincidência sejam altas, quais são as chances de alguém com um período de recuperação de 12 semanas, incapaz de se alimentar sozinho, se envolver em uma briga de prisão?

— …

— Não é incomum que detentos sejam contratados como terceirizados com o propósito de destruir evidências.

— Não há evidências.

A voz do detetive Josh endureceu. Algumas coisas, mesmo quando todos sabiam, era melhor que permanecessem não ditas. A questão da segurança frouxa por si só levaria a medidas disciplinares, mas notícias de negociações criminosas dentro da prisão escalariam para um grande escândalo.

— Sim, está certo. Todos na área jurídica sabem que geralmente não há evidências nesses casos e, mesmo que um suspeito seja pego, ele negará tudo. Apenas continue respondendo como fez agora pouco.

— Perdão?

— Se repórteres o abordarem após o anúncio da polícia esta noite com perguntas, ou mesmo se trouxerem teorias da conspiração semelhantes ao que acabei de mencionar, responda exatamente como fez agora pouco.

— Você está dando diretrizes à polícia?

— Na verdade, esta proposta veio do departamento de polícia primeiro.

— …O quê?

— Você ouvirá os detalhes quando voltar, não ouvirá? Não conheço os procedimentos exatos, já que não fazemos parte da organização interna deles. Não será a notícia principal esta noite; apenas um breve relatório. Não seria bom para a polícia se a notícia da morte de um detento sob custódia se espalhasse amplamente, então eles nos contataram antecipadamente para pedir nossa compreensão. Agora, vamos, detetive Josh. Desça ao escritório da nossa equipe jurídica por um momento e depois sairemos juntos.

Spyros colocou a mão nas costas do detetive confuso e levantou-se. Owen também se levantou e trocou um breve aceno com o detetive Josh enquanto ele saía.

O que Spyros disse era verdade. Eles haviam recebido uma ligação antecipada, oferecendo o envio de um oficial para explicar a situação e pedindo compreensão para minimizar a cobertura jornalística. Owen concordara em minimizar o incidente. Ele queria evitar a imagem de um CEO de empresa farmacêutica sendo alvo de um grupo religioso, mesmo que marginal.

Ao retornar ao seu assento, soltando um suspiro curto, a porta se abriu abruptamente novamente.

— Senhor, isso é realmente inapropriado.

— Será apenas um minuto.

Eram Ted e a tia Catherine. Através da porta aberta, ele só conseguia ver os dois e parte da equipe de secretariado. Felizmente, o advogado e o detetive Josh pareciam ter pegado um elevador diferente.

Tempo impecável.

Talvez fosse o melhor. Um confronto apenas aumentaria as preocupações da tia Catherine. Owen assentiu para Ted.

— Tia Catherine, eu lhe disse que não tinha tempo hoje. Se era urgente, poderia ter ligado. Devo lembrá-la que este comportamento coloca em risco o emprego do Ted.

Uma secretária não podia impedir uma parente do Presidente e diretora registrada de entrar à força. Mesmo sabendo disso, Owen não demitiria Ted injustamente, mas precisava aplicar alguma pressão. Ele não podia permitir que ela continuasse tratando-o como uma criança.

— Isso é algo que não posso adiar. Sente-se. Você está ocupado, então seremos rápidos.

Owen suspirou em resignação e voltou ao seu lugar.

— Recebi uma ligação da Cindy.

— Eu a conheço?

Owen vasculhou sua memória.

— Ela mora em frente à Mansão Rose há 50 anos. Você poderia chamá-la de vizinha.

— Ah…

Ele se lembrava vagamente dela. Uma mulher muito, muito antiquada.

— Ela perguntou quem é o jovem que se despede de você todas as manhãs. Disse que ele parece um guarda-costas, mas esta manhã ele te beijou na bochecha? Com a porta escancarada? Para todo mundo ver?

Não era para todo mundo ver; a saudação de Nick e o tempo de Owen com a porta não haviam se alinhado.

Olhos aguçados para uma velha.

— Ela perguntou se Owen Rose agora está dormindo com seu guarda-costas.

Ela era uma mulher que sonhava em retornar a uma sociedade baseada em classes. Aos olhos dela, um escândalo com o que ela percebia como um criado era uma desgraça.

— Eu lhe disse, tia Catherine. Estamos em um relacionamento sério.

— Sim, você disse. Eu também acho que a Cindy está quase senil. O problema é que ela ainda não está totalmente senil e, portanto, é perfeitamente capaz de falar. Você considerou o tipo de rumores que ela vai espalhar?

— Não.

Ele se lembrava de que o vocabulário dela parecia preso aos seus anos de adolescência.

— Eu considerei. E isso me preocupa. Owen, decida-se. Ou torne oficial, ou termine.

A postura rígida dos ombros dela suavizou. Owen suspirou novamente e encostou-se no sofá.

— …Como exatamente se “torna oficial”? Está sugerindo que eu dê algum tipo de baile de debutante?

— Infelizmente, você já passou da idade para um debut.

O sarcasmo dela fez Owen ficar boquiaberto. Um baile de debutante?

O Bal des Débutantes era uma festa de apresentação para figuras da sociedade. Incrivelmente, ainda existia e era altamente exclusivo.

Para manter a natureza fechada da alta sociedade, dinheiro não era o suficiente; era necessária uma recomendação de um membro existente. Mesmo filhos de famílias estabelecidas não tinham vaga garantida. Havia até um processo de triagem.

— É melhor fazer um anúncio do que ser alvo de rumores confusos. Organize um encontro. Preciso finalmente conhecê-lo.

Os lábios de Catherine se pressionaram firmemente.

— Tia Catherine.

— Não vou recuar desta vez. Preciso vê-lo com meus próprios olhos.

“Gostaria que você conhecesse minha família.”

Ele achou que estava tendo um déjà vu, mas não estava. Nick dissera algo semelhante ainda esta manhã.

“Serei honesto com você. Estou ficando um pouco ansioso. Quero, pelo menos, estabelecer minha presença com sua família. Não me entenda mal, Owen. Não estou te pressionando. Posso esperar o tempo que você precisar, mas… você acreditaria se eu dissesse que sinto olhos em mim todas as manhãs ao redor do seu prédio?”

Ele ficara surpreso. Supusera que as janelas naquelas residências exclusivas de Nova York fossem puramente decorativas. Não percebera que elas realmente abriam e podiam ser usadas para espionagem.

“Há cada vez mais olhos vigilantes, como se estivessem guardando a Mansão Rose contra ladrões. Eu nem estou mais com meu ID; nesse ritmo, tenho medo que a polícia apareça e me leve embora.”

“Isso não é uma mansão. É apenas um prédio antigo.”

“É uma expressão simbólica. Pense nisso. Me convidar para ir à sua casa.”

E então Nick beijara sua bochecha, distraindo Owen de modo que ele se esquecera de fechar a porta.

— Vocês dois, por acaso, se falaram por telefone? Ou… se encontraram?

Os olhos de Owen se estreitaram com suspeita.

— Quem?

Os olhos da tia Catherine estavam límpidos, quase inocentes, enquanto ela perguntava.

— …Esqueça.

O momento era incrivelmente coincidente, como se planejado. Owen limpou a garganta.

Embora sentisse que Nick pudesse estar exagerando um pouco, ele entendia a posição dele. Não havia necessidade de prolongar as coisas desnecessariamente.

— Eu estava prestes a lhe dizer. Gostaria de apresentar o Nick à minha família. Você se importaria de contatar os outros, tia Catherine? Eu agradeceria.

Ele poderia pedir para sua equipe cuidar disso, mas parecia formal demais, embora não fossem particularmente próximos.

Tia Catherine pareceu surpresa. Ela fizera a exigência, mas claramente não esperava que ele concordasse tão prontamente. Ela recompôs-se rapidamente.

— Tudo bem, eu farei isso. Não se preocupe.

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna

Ler My Perfect Omega (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse: — Quero te abraçar como um louco, meu ômega.
Pela primeira vez na vida, Nick Stockton, ex-mercenário e chefe de uma empresa de segurança, encontra um homem deslumbrante e involuntariamente sente um feromônio que o excita intensamente.
O dono daquele feromônio é Owen Rose, CEO da Rose Pharmaceuticals.
No momento em que seus olhos se cruzam, Nick, convencido de que Owen é seu ômega, salva Owen de um ataque terrorista bem a tempo.
Owen, que sempre se reprimiu, acreditando ser um ômega “monstro” por ter machucado seu primo alfa quando jovem, fica sem palavras diante de Nick.
Enquanto investiga o terrorista que atacou Owen, Nick descobre que os homens que ameaçam Owen não estão apenas contra a Rose Pharmaceuticals, mas têm como alvo o próprio Owen.

Gostou de ler My Perfect Omega (Novel) – Capítulo 05?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!