Ler Introducing My Manager (Novel) – Capítulo 08 Online


Modo Claro

── ⋆⋅☆⋅⋆ ── S#2.6

Faltando um mês para o College Scholastic Ability Test (CSAT), a escola estava repleta de uma atmosfera inquieta e distraída. Apesar da tensão esperada, as conversas giravam em torno de cardápios de almoço e apostas no jogo de futebol na hora do almoço. Assim que o intervalo começou, alguns alunos caíram sobre suas mesas. Eunho, prestes a memorizar o vocabulário inglês, olhou para o assento ao lado dele.

— Filmando um filme?

— Sim.

O aluno sentado ao lado dele era ninguém menos que Ji Hyeon. Assim como no segundo ano, eles estavam na mesma turma novamente no último ano. Como ambos eram altos, sentaram-se na última fila e naturalmente passaram dois semestres como colegas de mesa.

— Então não irei à escola a partir de amanhã.

Ji Hyeon falou casualmente, rolando uma moeda de 500 won entre os dedos. A moeda, começando entre os dedos indicador e médio, viajou para o espaço entre os dedos anelar e mindinho e depois voltou à sua posição original. Foi um movimento lento e deliberado, mas tornou-se mais suave a cada repetição.

— Deve ser difícil.

Era comum Ji Hyeon faltar à escola, então Eunho não reagiu com muita surpresa. Eles nem se deram mais ao trabalho de chamá-lo para comparecer, então não havia necessidade de fingir surpresa. A rigor, ele estar aqui assim foi a coisa mais inacreditável.

— ……Provavelmente não voltarei até a formatura.

— Realmente?

Fazia sentido. Era outubro e as filmagens do filme levariam pelo menos três meses, mesmo no menor período possível. Quanto ao CSAT, não importava, pois ele não iria aceitá-lo de qualquer maneira. Era bem provável que ele também não pudesse comparecer à cerimônia de formatura em fevereiro.

— Não pode ser ajudado. Tenha cuidado.

— …….

Apesar de suas palavras sinceras, Ji Hyeon não respondeu. Ele simplesmente manteve a boca fechada e se concentrou em brincar com a moeda.

Ele está durando bastante dessa vez. Assim que Eunho pensou nisso, alguém se aproximou deles.

— Hyeon.

— …….

A moeda rolando suavemente caiu abruptamente. Ele rolou em direção à mesa de Eunho e parou bruscamente. Esta foi a quinta vez. Contando mentalmente, Eunho olhou para algo que estava sendo oferecido a Ji Hyeon.

Meu amigo me disse para dar isso a você.’

— ……Oh.

O olhar de Ji Hyeon se desviou da moeda que rolava e ele soltou uma suave exclamação. Foi um breve momento, mas Eunho notou um lampejo de descontentamento em seus olhos. Claro que, quando olhou para o aluno que lhe chamou, não sobrou nenhum vestígio disso.

— Isso é para mim?

— Sim, ele é seu fã…….

O item oferecido era uma caixa pequena e lindamente embrulhada. Apontando com o dedo indicador para a porta da frente, onde o aparente dono do presente, um estudante que Eunho nunca tinha visto antes, ficou olhando timidamente para Ji Hyeon. Ele parecia estar observando de longe, incapaz de entrar devido à regra ‘Sem entrada para alunos de outras classes’.

‘Agradeço a ideia, mas…… a empresa fica chateada se eu recebo muitos presentes pessoais.’

Com um olhar apologético, Ji Hyeon falou com uma voz arrependida. Ele acrescentou que seria problemático se houvesse itens caros misturados e pediu compreensão. Quando o aluno estava prestes a dizer mais alguma coisa, Ji Hyeon gentilmente curvou os olhos e estendeu a mão em direção à caixa.

— Então vou pegar a carta.

Ele pegou a carta que lhe foi entregue junto com o presente. Mesmo quando outros alunos o visitaram antes, Ji Hyeon recitou os mesmos versos e só pegou as cartas. Aqueles que inicialmente pareciam desapontados não puderam deixar de recuar diante de seu sorriso gentil.

— Diga obrigado ao seu amigo.

Assim como uma celebridade, ele lidou com a situação com habilidade. Aceitar presentes, rejeitá-los e seu sorriso habitual pareciam naturais. Enquanto o aluno assentia e se afastava, Eunho murmurou algo em que estava pensando.

— Hoje tem muita gente dando presentes.

Era algo que acontecia às vezes, mas hoje a frequência era especialmente alta. Que vinham ver Ji Hyeon, ou além de ver vinham para dar presentes, ou que esses presentes estavam todos embrulhados de forma bonita. Já era quase o final do semestre, não no início. O que havia de especial para ser assim.

‘Assim seria.’

Ji Hyeon respondeu sem emoção e pegou a moeda que havia deixado cair antes. A carta que havia recebido ficou arrumada num canto da carteira. Brincando com a mão como antes, Ji Hyeon disse com um tom despreocupado.

‘Hoje é meu aniversário.’

‘O quê?’

Tap, a ponta do lapiseira quebrou. Porque Eunho sem perceber havia pressionado o lapiseira com força. Virou surpreso e olhou para lá, e Ji Hyeon mandou um olhar dizendo que ele era o mais sem graça.

‘Não sabia?’

‘…’

Por que não saberia. A menos que dissesse diretamente, que forma havia de saber quando era o aniversário. Claro que o aniversário de Ji Hyeon apareceria só de pesquisar na internet, mas a sensibilidade de Eunho era exatamente desse nível.

‘Bom, faz sentido não saber. No ano passado no dia do aniversário não vim à escola.’

‘…Hm.’

Eunho coçando constrangido a nuca com a mão que não segurava o lapiseira. Porque mesmo sem ser particularmente desolado, ficou de alguma forma incomodado. Enquanto virtualmente todos os alunos da escola o comemoravam, não havia conseguido dizer nem uma única palavra de parabéns.

‘Você comeu sopa de algas.’

‘Não.’

Era uma frase que havia dito querendo mudar de assunto. Porque Eunho no aniversário sempre comia a sopa de algas que a avó fazia. Mas por que, aqueles olhos baixos ficaram tão presentes na memória.

‘Originalmente não como essas coisas.’

‘…’

Aquele cara desnecessariamente com pestanas longas. A aparência bonita em geral parecia tão melancólica assim. Ji Hyeon estava apenas concentrado em brincar com a moeda, mas Eunho havia chegado ao ponto de colocar também o lapiseira de lado e perguntar.

‘…Você vai sair mais cedo hoje também?’

Naquele dia, Eunho pela primeira vez na vida pulou o muro na hora do almoço. Ji Hyeon que havia pulado o muro junto perguntou o que era isso, mas apenas caminhava em silêncio para a papelaria perto da escola.

E chegando assim ao local, Eunho esvaziou toda a fortuna e comprou um colar.

‘Por que um colar?’

Era um colar com uma corrente de prata fina com uma letra maiúscula do alfabeto. Era um colar de iniciais que estava na moda, e a letra que Eunho escolheu era não outra senão “H”. Para Ji Hyeon que perguntava por que comprou isso, Eunho estendeu o colar e soltou uma única palavra.

‘Presente de aniversário.’

Havia pensado a manhã toda. O que seria bom dar para esse cara exigente. Escrever uma carta tardia parecia não ter coragem de fazer uma ação tão embaraçosa, e comprar vouchers culturais como os outros seria Ji Hyeon mesmo.

E o que havia visto por acaso foi o pescoço ereto aparecendo entre as golas da camisa.

‘Achei que ficaria bonito em você com um colar.’

‘…’

Ji Hyeon em vez de receber o colar piscou os olhos em silêncio. O olhar que havia se movido devagar foi para o colar na mão de Eunho. Aquela aparência parecia um pouco surpresa, então Eunho desviando o olhar de lado justificou.

‘É muito barato então se não precisar pode jogar fora…’

‘Você está louco?’

Uma voz afiada cortou as palavras de Eunho. Ji Hyeon arrancando de certa forma o colar das mãos de Eunho o cerrou na mão. Os dois olhos bem franzidos pareciam repreender Eunho.

‘Por que jogar fora isso.’

Enfim, era um cara discretamente sensível. Isso incluía o jeito como examinava o colar com uma expressão que parecia genuinamente assim. Antes havia se desculpado por ter dito que o celular de Eunho era uma peça velha, e diferente do tom áspero as ações não eram nada assim.

‘Se eu usar todo mundo vai achar que é de grife.’

Havia uma marca famosa com um design similar, disse Ji Hyeon dando um sorriso leve. Era uma mudança de expressão pequena quase imperceptível, mas parecia muito mais agradável do que o sorriso que havia mostrado na sala de aula.

Diante disso o peito coçava de alguma forma, então Eunho colocando as mãos no bolso da calça abriu a boca sutilmente.

‘Boa sorte nas gravações do filme.’

‘…’

‘Não se machuque à toa nos takes de ação.’

Era uma despedida tosca, mas eram palavras as mais sinceras de todo aquele tempo. Porque sabia que Ji Hyeon às vezes voltava com pequenos machucados depois de gravar. Por que aquele precioso ator não sabia poupar o próprio corpo. Porque às vezes por conta disso ouvia muita reclamação de quem parecia ser o representante, também sabia disso.

‘…Ei.’

Somente depois de um longo tempo Ji Hyeon finalmente com muito custo chamou Eunho. Sinalizando para falar com um aceno de cabeça, logo Ji Hyeon perguntou com uma expressão séria.

‘Você é inteligente, não é?’

‘…Não deve ser ruim?’

‘Não deve ser ruim, que bobagem.’

Sendo o primeiro da escola, que tipo de bobagem era essa, Ji Hyeon questionou com a lógica contrária ao esperado. Achando graça de por que estava sendo assim, Ji Hyeon acrescentou ordenando.

‘Memoriza. 010…’

E enquanto dizia foi um número de onze dígitos que parecia ser um número de telefone. Ji Hyeon que havia repetido claramente duas vezes verificou se Eunho havia memorizado corretamente mandando que dissesse de volta. Depois que Eunho memorializou o número com sucesso, assentiu com uma expressão satisfeita.

‘Liga às vezes. Estou ocupado então não vou responder bem.’

‘Não tenho celular.’

‘…Caramba, não vai comprar depois do exame nacional?’

Era um número obtido somente depois de mais de um ano. Porque Eunho não tinha celular com que fazer ligações, e tampouco nenhum dos dois havia perguntado primeiro. Como de qualquer forma quando ia à escola se viam pessoalmente, era correto dizer que não havia sentido necessidade.

‘Mas você não disse que receber presentes você levaria uma bronca?’

‘É claro que era mentira. Quem vai me dar bronca?’

A conversa comum não muito diferente da usual terminou somente quando chegaram perto da escola. Ji Hyeon foi embora no carro que havia ficado esperando, e Eunho olhando para aquele traseiro saltou o muro e voltou para a escola. Segundo o que havia ouvido, ele partia naquela noite de avião, então para se encontrar de novo teria que passar alguns meses.

Assim ao voltar para a sala de aula, Eunho primeiro salvou o número de Ji Hyeon no celular descartável que havia na gaveta. Casa, professor de turma, dono do minimercado. Ao nome monótono dos contatos foi adicionado o nome “Ji Hyeon”. Que havia jeito mais eficiente de anotar ou salvar logo, que tipo de pessoa mandava decorar de cabeça da forma mais primitiva no século 21.

‘…O final é o aniversário.’

Era um número que combinava bem com aquele rosto bonito. Havia decorado o número porque era fácil, mas era ao ponto de se perguntar se uma celebridade podia usar esse número assim.

Enfim um cara peculiar de todas as formas. Pensando assim, alguém chamou Eunho.

‘Eunho, o professor quer você na sala dos professores.’

No começo achou que sim, que tinha sido pego por ter pulado o muro. Enquanto ia para a sala dos professores também estava pensando com afinco que desculpa usar. Mesmo assim com a imagem construída até então, não levaria uma bronca tão grande, assim Eunho que havia tentado se consolar recebeu do professor de turma uma expressão diferente do esperado.

‘Ah, Eunho…’

Era uma expressão difícil. Se fosse apenas para repreender Eunho não haveria necessidade de fazer essa expressão. Além disso o próximo prefácio nada comum que se seguiu.

‘Ouve sem se assustar.’

‘…’

Não era possível não perceber aquela atmosfera para alguém que tinha dezoito anos. No instante em que Eunho ficou sério o professor cuidadosamente segurou a mão de Eunho. E o que se seguiu eram palavras sobre um assunto que Eunho queria nunca ouvir na vida.

‘Sua avó…’

A imaginação vinda da ansiedade era inúmera, mas entre elas havia suposições que inevitavelmente não se conseguia escapar. Por exemplo um futuro em que depois de os pais ambos terem falecido, o único familiar restante também parte deste mundo. Olhando para a avó que envelhecia dia após dia, o desejo de crescer logo e o anseio de que o tempo não passasse coexistiam. Então.

‘Vovó!’

Quando foi correndo para o hospital, a avó estava deitada com um tubo de oxigênio. O médico explicou diversas circunstâncias, mas palavras que realmente chegavam aos ouvidos direito não havia. O que ficou na memória foram apenas duas coisas. A aparência da avó com os olhos gentilmente fechados e uma preocupação que havia surgido como se uma pedra houvesse descido.

‘A conta do hospital…’

Era esse o destino miserável. Fazer lamenter até mesmo aquele presente que havia dado com alegria porque não havia nem dinheiro para passagem. A autocrítica pela culpa de ter tido aquele arrependimento que se tornava ressentimento de uma pobreza que nunca havia culpado antes. Ter que se preocupar primeiro com o preço do quarto de internação antes de tudo na frente de um familiar doente.

Lembra de ter recolhido na sala de espera do corredor do hospital cartões de “empréstimo no dia mesmo” e de lutar contra o enjoo.

Depois disso tendo imediatamente aumentado os trabalhos de meio período, Eunho não compareceu à escola a partir do dia seguinte. Começou a acumular o dinheiro para pagar a conta hospitalar da avó trabalhando de dia em obra, de noite em PC bang, e nos fins de semana em minimercado. Sem celular e sem responsável. Não havia ninguém para parar aquele Eunho.

‘Isso tudo conta como falta não justificada. Sabe?’

Na véspera do exame nacional, o professor de turma que sempre havia sido gentil foi especialmente até a casa de Eunho e o repreendeu. A voz era severa ao contrário da expressão preocupada, mas ao ver o interior da casa sem aquecimento apenas soltou um suspiro vago.

‘O que vai fazer sendo assim.’

‘…’

‘Com uma capacidade dessas é errado fazer isso.’

Não havia palavras para responder. Primeiro não havia cara para encarar, não havia folga, e tampouco tinha capacidade verbal suficiente para explicar os próprios pensamentos de forma coerente. Também era vergonhoso não poder retribuir o professor que havia até pago as taxas de inscrição sabendo da situação difícil.

‘Eunho, vamos fazer o exame primeiro.’

Ainda lembra do toque da mão que havia vindo cuidadosamente segurar a sua. Quando havia passado a notícia de que a avó havia sido levada ao hospital, também o professor havia se preocupado com Eunho com uma expressão semelhante a essa.

‘As faltas o professor vai tentar resolver de alguma forma…’

‘…Me desculpe.’

Mas entender a intenção não significava que o pensamento mudava. Eunho puxando a mão que havia sido segurada baixou o olhar. Ainda ajoelhado corretamente, só conseguia proferir essas palavras.

‘O dinheiro da inscrição vou pagar de volta quando ganhar dinheiro.’

Na pobreza incidem juros. Quando se faz escolhas baratas necessárias no momento, chega um momento em que não é possível arcar com os juros que foram crescendo um pouco. Se a avó idosa não houvesse trabalhado demais, se houvesse dormido num quarto um pouco mais quente e comido alimentos mais saudáveis, se não houvesse deixado o resfriado sem tratar por achar o remédio caro.

Da mesma forma, mesmo que no futuro viesse um dia de arrependimento por essa escolha de agora.

‘Não pretendo ir para a universidade.’

Alguns diriam que era uma escolha impulsiva, mas para o Eunho daquela época não havia outra saída. Mesmo que fosse aprovado na universidade, imediatamente não mudaria nada, e fazer mais um trabalho de meio período no tempo em que estaria na escola seria melhor. Afinal, a própria razão para querer ir à universidade não era para um dia poder cuidar da avó com as próprias mãos?

‘…’

O professor não disse nada. Apenas depois de muito tempo disse algo com uma expressão complexa. Que não precisava pagar de volta o dinheiro da inscrição, que sendo jovem não devia se preocupar com essas coisas. Que não precisava ser agora e que procurasse qualquer hora se precisasse de ajuda.

‘E o professor pesquisou um pouco…’

Os documentos que trouxe continham conteúdo relacionado com apoio a contas hospitalares para pessoas de baixa renda. O que documentos precisavam ser preparados, até onde ia o alcance. Estava marcado com marca-texto para que pudesse ser visto de uma vez.

‘…Mesmo assim vai vir para a formatura?’

Àquelas palavras também Eunho não conseguiu dar nenhuma resposta. Apenas lembrou de Ji Hyeon que estaria em algum lugar no exterior quando ouviu que os amigos estavam muito preocupados. Como havia dito que não conseguiria vir à escola até se formar, provavelmente a essa altura as gravações do filme estariam em pleno andamento.

‘Então o professor vai indo.’

Soube depois, no envelope de documentos que o professor havia deixado também havia um envelope com notas de cinquenta mil won. Uma anotação curta dizendo que era pouco mas esperar que ajudasse foi o último contato com o professor. Eunho não participou da cerimônia de formatura, e por volta da virada do ano entrou numa obra onde a moradia e a alimentação eram fornecidas.

Naturalmente, o laço com Ji Hyeon também acabou aí.

── ⋆⋅☆⋅⋆ ──

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Introducing My Manager (Novel) Yaoi Mangá Online

SINOPSE:
Kwak Eunho, que trabalha como empresário de Ji Hyeon há sete anos, recebe um dia uma proposta para participar do programa “Introducing my Manager” (Apresentando Meu Empresário). O programa, popularmente conhecido como “My Housemate” (Meu Colega de Quarto), é um reality show de variedades que mostra a química entre celebridades e seus empresários.
— Não quero obrigar o Ji Hyeon a fazer algo que ele odeia.
Sabendo que Ji Hyeon detesta expor sua vida privada, Eunho inicialmente deixa a proposta em espera. No entanto, ao contrário da expectativa de que recusaria, Ji Hyeon aceita prontamente aparecer no programa.
— Porque você pode desaparecer de novo.
— …….
— Se você estiver na TV, vou saber o que você está aprontando, onde quer que esteja.
Dez anos atrás, Eunho acabou sumindo do mapa — embora não de propósito — devido a circunstâncias inevitáveis. Por mais que ele tentasse explicar que não tinha sido por querer, Ji Hyeon simplesmente não ouvia.
E assim, os dois entram no “My Housemate”. Não demora para que os fãs comecem a chamá-los de “JiKwak”, já que eles parecem próximos demais para serem apenas amigos…
Nome alternativo: Introducing My Manager Check Out My Manager

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