Ler Entrega especial – Capítulo 07 Online
—não se esforça demais. acho que vai ser difícil pra você aguentar mentalmente se continuar fazendo um trabalho tão importante assim sem mim por perto. você sabe que eu sou meio sensível quando tô trabalhando.
—… vou pensar nisso.
—vou terminar as gravações antes de você trazer o barco. vou tentar manter o cronograma certinho.
assim que ele falou do barco, ki-joo soltou um suspiro leve. já era uma batalha perdida.
quando a expressão de ki-joo ficou estranha, gyu-won se levantou e apontou pra fora.
—tá sufocante aqui. vamos sair.
gyu-won saiu na frente e começou a andar, e ki-joo foi atrás em silêncio. enquanto os passos de gyu-won iam na direção da área de fumantes, ki-joo falou:
—hyung, não posso fumar.”
—largou de novo? vamos ver se dessa vez você aguenta uns dias pelo menos.
—vão ser dez meses.
—ei, que tipo de cigarro você andou fumando esses dez meses…?
gyu-won não conseguiu responder. quando a frustração vem sem pensar, você acaba indo direto pra área de fumantes por hábito. era isso… ele ainda não tinha se dado conta de verdade.
gyuwon então virou e foi até a máquina de bebidas na sala de descanso. grávidas não podiam fumar, claro.
—suco de laranja?
—não, cidra.
quando ele perguntou se era suco de laranja, o suco acabou saindo mesmo assim, porque ele já tinha apertado o botão. gyu-won olhou pra ki-joo por um segundo e pegou o suco tremendo.
gyuwon resmungou baixinho enquanto colocava o cartão de novo na máquina.
—não tem mãos, nem pés?
—tenho mãos, tenho pés, tenho um filho.
—cidra? ki-joo sorriu como se já soubesse.
gyu-won passou a cidra pra ki-joo. franziu a testa enquanto tomava um gole do suco de laranja azedo, que desceu mal.
—careta.
—você não acha que é o maior responsável pelas minhas rugas ultimamente?
—ki-joo deu uma risadinha e deu um tapinha, como se estivesse batendo com o pé dormente.—não adianta tentar descobrir quem é o pai.
—isso é comigo.
—como tá seu irmão?
—ainda não dava pra pensar com clareza.
—seu pai sabe?
—porque isso nem existe.
—não seja idiota. eu perguntei se aquele desgraçado tá fingindo que não sabe ou se simplesmente não fala.
—só que… ki-joo hesitou e falou com dificuldade. sentada encolhida no sofá e brincando com uma lata de cidra, a postura curvada dela era de dar pena.mesmo quando era só uma criança que não tinha nada, parecia pequena demais. diferente de onde tinha nascido, onde era boa em conversar sem se abater.
gyuwon estalou a língua, porque simplesmente não se sentia bem com nada.
—foi ao hospital?
—fui.
—com quem?
—vai sozinho, vai com alguém.
—se tiver que ir de novo, vai com seu irmão.
—por que o meu irmão?
só de pensar em ki-joo sentado sozinho na sala de espera do obstetra e ginecologista, todo curvado e maltrapilho, não consegui explicar direito, mas me senti desconfortável.
—não, quando você vai ao hospital, é melhor ir com seu tutor. tá dizendo que eu não posso ir ao hospital com você uma vez? eu fui com você quando fizeram sua endoscopia do sono.
—é verdade, mas se a foto do meu irmão for tirada na clínica de obstetrícia e ginecologia, quem se cansa sou eu. tá tudo bem.
ki-joo riu por um momento enquanto recusava a sugestão de gyu-won, que dizia ser como um guardião, dando razões realistas. nesse ponto, gyu-won já devia saber cuidar de si mesmo, mas ainda agia como se quisesse alguém ao lado.a boa notícia era que ele era um pouco menos esperto e não era do tipo que faria algo que a sociedade condenaria. mesmo depois de ganhar muito dinheiro, não curtia vida noturna nem gostava de viajar, tinha uma personalidade natural.mas, qual era o problema com obstetrícia e ginecologia? ele tava emitindo um som tão brilhante que parecia destruir toda a imagem que gyu-won tinha construído dele até então.
—você pode colocar um chapéu e ir.
—tem que ser o go gyu-won de chapéu.
ki-joo venceu gyu-won, que agora falava com um tom relaxado. não era questão de altura ou tamanho, o chapéu só fazia ele se destacar mais ainda, e de forma desnecessária.
—então pensa nisso e vamos comer. que tal caldo de ossos?, assim que ouviu isso, ki-joo franziu levemente a testa e balançou a cabeça. a expressão negativa de ki-joo, que nunca dizia não a nada que gyu-won pedisse pra comer, fez gyu-won se irritar um pouco.
—okey. então vamos comer o que você quiser.
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Gyu-won e seu empresário Ki-ju passaram
por altos e baixos juntos no diffcil mundo
do entretenimento.
Então, um dia, o proprietário
repentinamente anuncia sua renúncia
E quando Gyuwon pergunta o porquê, ela
faz um anúncio bombástico de que está
grávida,
“Ok, digamos que existam circunstâncias
Mas você e eu estamos juntos há apenas
alguns anos, e você ouviu esse tipo de
conversa no trabalho, por acaso. Você
deveria ter falado comigo primeiro! Eu te
pago pouco, então te trato como um
mendigo. Você sabe disso, né? Onde no
mundo você pode encontrar alguém tão
bom quanto eu:..!”
“Irmão, estou grávida.”
Gyu-won fica triste com o silêncio de Gi-ju
quando perguntam quem é o pai da criança
Ele se esforça para mudar a opinião de Gi-ju
de alguma forma, mas mal-entendidos e
erros vão se acumulando aos poucos