Ler Entrega especial – Capítulo 02 Online
soju pra fazer o Kiju vomitar por dentro.
—comprei duas garrafas pra enfiar isso no nariz de alguém.
quero que coma. eu sou isso.— ki-joo colocou uma lata de cerveja na minha frente e sorriu timidamente… (você tá realmente doente?)
gyu-won lembrou de repente das palavras do hyeonu. não achava que fosse possível, mas o kim ki-joo, que normalmente bebe uma garrafa de soju e ainda limpa tudo depois de beber, trouxe cerveja pra ter uma conversa séria… era tão estranho que deu até arrepio na espinha.
—não é isso. ki-joo olhou com atenção pra expressão do gyu-won dizendo que não era isso. o rosto distante do ki-joo era difícil de ler, por causa das emoções quase invisíveis. aquela entrega, por motivos desconhecidos, deixava todo mundo com o pé atrás.
—então o que é?
—é só um problema pessoal.
—ei, o que que tá acontecendo que eu não sei? sua mãe até mandou fazer uma viagem pro exterior no ano passado pra comemorar o aniversário de 60 anos, e cantou uma música quando sua irmã casou! né? você e seu cunhado jogaram golfe semana passada também, ué. que diabos de “problema pessoal”é esse que eu não sei?.
devia ter uma razão. mas por algum motivo, aquilo parecia triste. dizer que era só um assunto pessoal soava frio demais. gyu-won tomou um copo de soju enquanto olhava pro ki-joo, que traçou essa linha ridícula e demonstrava decepção.
—tá, digamos que tem. mesmo assim, a gente tá junto há anos, mas eu acabo sabendo dessas coisas no trabalho e por acaso. você devia falar comigo primeiro! se eu ganho menos, já me tratam como mendigo. sabia? que caminho você vai seguir, hein?—
—irmão, eu tô grávido. ki-joo kim, que não tem sangue nem lágrimas, e ki-joo, que nem sangraria se fosse esfaqueado, não mostraram nenhuma expressão enquanto diziam uma fala que nem aparece mais em drama hoje em dia. gyu-won olhava pro ki-joo sem entender, com aquele cabelo ridículo que parecia um ninho de passarinho todo bagunçado durante a conversa. na lata de cerveja do ki-joo, que ele olhou sem querer, tava escrito em letras grandes “zero”. até o “bebida com gás muito leve” escrito embaixo ficou marcado nos meus olhos. sem álcool e kim ki-joo. era uma combinação impossível. —então não mexe na minha carta de demissão e deixa ela quieta.
gi-joo saiu de casa, deixando gyu-won, que ficou paralisado e sem saber o que pensar. gi-joo parou em frente à porta grande, soltou um suspiro leve, colocou as mãos nas costas por um momento e olhou pra parte baixa do abdômen antes de sair andando como se nada tivesse acontecido.
(ao contrário da gravidez feminina, não ocorre ovulação periódica, então o período fértil é irregular. manter a gravidez também é difícil e detectar cedo é complicado por causa da falta de consciência da sociedade…)
ouvindo o som do código sendo digitado na porta, gyu-won tirou os olhos do monitor do notebook. tendo passado a noite inteira acordado, gyu-won pressionou os olhos com os dedos médios das duas mãos. vendo gyu-won, que nunca acordava antes de ser chamado, ki-joo fez uma careta que ele não conseguiu ver, e gyu-won levantou o queixo e olhou com seriedade. as consequências da bomba lançada pelo anfitrião dias atrás ainda estavam ali.
—o quê?
—o quê?
—por que você tá acordado?
—não acha que eu não dormi justamente porque tava acordado?
—ah, não!
ki-joo, que estava de pé na porta de entrada, correu até gyu-won um mês depois, segurou as bochechas dele e virou o rosto pra encará-lo. young não estava com uma aparência boa. ki-joo tirou um pacote de máscaras da geladeira e entregou pra gyu-won.
—toma um pouco disso. você tá parecendo uma criança de três anos agora.
—tá tudo bem, porque daqui a três anos vou estar bonito.
—qual o sentido de não dormir sabendo que tem gravação amanhã de manhã?
—é só um comercial. você vai saber improvisar.—
—pra que usar seu irmão mais velho se vai pagar uma taxa cara de modelo? se você assina um contrato com essa cara e ela tá feia, não tem que devolver metade do cachê?
—metade? gi-joo balançou a cabeça enquanto olhava pra gyu-won, que franziu a testa e abriu o pacote com cara de poucos amigos.
—porque tá muito ruim. devia é pagar multa.
—ei, cara, pior é você! gyu-won jogou o pacote na mesa com força, fazendo barulho, irritado. pra ser bem direto, foi o próprio anfitrião que causou aquele estrago no rosto. ki-joo simplesmente saiu da casa do gyu-won daquele jeito e nem entrou mais em contato. gyu-won ficou várias vezes tentado a pegar o celular, clicar no nome do ki-joo na lista de chamadas… e depois desistia. porque mesmo que ki-joo atendesse, ele não saberia o que dizer.
—esse pacote custa 20 mil wons. pega e usa.
—isso aqui são 20 mil wons? eu tô ganhando centenas de milhões num comercial! você não sabe que se encostar qualquer porcaria na cara, ela estraga? o que é um gerente, afinal? ator.
—mesmo que beba e durma com a cara no asfalto, não dá nada. só pega e cola, não desperdiça dinheiro.
—você tava falando disso naquela época, e ainda tá falando disso até hoje!
—só passaram uns anos, dá pra atualizar isso aí. eu bebi mês passado… pronto. agora você vai usar.
de manhã, o ataque verbal do ki-joo veio como uma adaga afiada, e gyu-won limpava o rosto com a mão, que ainda parecia áspera mesmo depois de se arrumar. mesmo depois de tomar banho e se vestir, continuava consciente do espelho. apesar de o rosto estar igual ao de sempre, ele se sentia estranho — tudo culpa do ki-joo, que acabava com o humor de qualquer um de manhã cedo. em vez de aumentar a autoestima do ator como gerente, ele pisoteava o ego. gyu-won se sentou no batente da porta e ficou olhando com cara feia pro ki-joo calçando os sapatos, arrumando briga por coisa boba.
—você comeu ramen ontem? minha cara explodiu hoje.
—eu não ganho dinheiro com minha cara, então tanto faz. pode explodir ou encolher. mas meu irmão…
ki-joo, que já estava de pé com os sapatos calçados, olhou pra gyu-won parado atrás dele e soltou aquelas palavras. gyu-won levantou a voz, se sentindo como se tivesse tomado uma chuva de comentários maldosos só de olhar a cara do ki-joo, mesmo sem saber o contexto.
—por quê? o que que eu sou, o que tem minha cara?! gyu-won encarou as costas do ki-joo, que disse pra ele sair logo e ligou o carro, com um olho torto, depois olhou pro espelho na porta de entrada. no fim, gyu-won foi até o closet, pegou um par de óculos escuros e saiu pela porta, porque achava que seu rosto não tava apresentável. gyu-won abaixou a mão no último segundo, quando estava prestes a dar um tapa na nuca do ki-joo, que dirigia enquanto ele fervia por dentro. ainda não tá claro se…
(você tá realmente doente?)
gyu-won lembrou de repente das palavras do hyeonu. não achava que fosse possível, mas o kim ki-joo, que normalmente bebe uma garrafa de soju e ainda limpa tudo depois de beber, trouxe cerveja pra ter uma conversa séria… era tão estranho que deu até arrepio na espinha.
—não é isso ki-joo olhou com atenção pra expressão do gyu-won dizendo que não era isso. o rosto distante do ki-joo era difícil de ler, por causa das emoções quase invisíveis. aquela entrega, por motivos desconhecidos, deixava todo mundo com o pé atrás.
—então o que é?
—é só um problema pessoal.
—ei, o que que tá acontecendo que eu não sei? sua mãe até mandou fazer uma viagem pro exterior no ano passado pra comemorar o aniversário de 60 anos, e cantou uma música quando sua irmã casou! né? você e seu cunhado jogaram golfe semana passada também, ué. que diabos de “problema pessoal” é esse que eu não sei?
devia ter uma razão. mas por algum motivo, aquilo parecia triste. dizer que era só um assunto pessoal soava frio demais. gyu-won tomou um copo de soju enquanto olhava pro ki-joo, que traçou essa linha ridícula e demonstrava decepção.
—tá, digamos que tem. mesmo assim, a gente tá junto há anos, mas eu acabo sabendo dessas coisas no trabalho e por acaso. você devia falar comigo primeiro! se eu ganho menos, já me tratam como mendigo. sabia? que caminho você vai seguir, hein?
—irmão, eu tô grávido. ki-joo kim, que não tem sangue nem lágrimas, e ki-joo, que nem sangraria se fosse esfaqueado, não mostraram nenhuma expressão enquanto diziam uma fala que nem aparece mais em drama hoje em dia. gyu-won olhava pro ki-joo sem entender, com aquele cabelo ridículo que parecia um ninho de passarinho todo bagunçado durante a conversa. na lata de cerveja do ki-joo, que ele olhou sem querer, tava escrito em letras grandes “zero”. até o “bebida com gás muito leve” escrito embaixo ficou marcado nos meus olhos. sem álcool e kim ki-joo. era uma combinação impossível.
—então não mexe na minha carta de demissão e deixa ela quieta.
gi-joo saiu de casa, deixando gyu-won, que ficou paralisado e sem saber o que pensar. gi-joo parou em frente à porta grande, soltou um suspiro leve, colocou as mãos nas costas por um momento e olhou pra parte baixa do abdômen antes de sair andando como se nada tivesse acontecido.
(ao contrário da gravidez feminina, não ocorre ovulação periódica, então o período fértil é irregular. manter a gravidez também é difícil e detectar cedo é complicado por causa da falta de consciência da sociedade…)
ouvindo o som do código sendo digitado na porta, gyu-won tirou os olhos do monitor do notebook. tendo passado a noite inteira acordado, gyu-won pressionou os olhos com os dedos médios das duas mãos. vendo gyu-won, que nunca acordava antes de ser chamado, ki-joo fez uma careta que ele não conseguiu ver, e gyu-won levantou o queixo e olhou com seriedade. as consequências da bomba lançada pelo anfitrião dias atrás ainda estavam ali.
—o quê?
—o quê?
—por que você tá acordado?
—não acha que eu não dormi justamente porque tava acordado?
—ah, não!
ki-joo, que estava de pé na porta de entrada, correu até gyu-won um mês depois, segurou as bochechas dele e virou o rosto pra encará-lo. young não estava com uma aparência boa. ki-joo tirou um pacote de máscaras da geladeira e entregou pra gyu-won. —toma um pouco disso. você tá parecendo uma criança de três anos agora.
—tá tudo bem, porque daqui a três anos vou estar bonito.
—qual o sentido de não dormir sabendo que tem gravação amanhã de manhã?
—é só um comercial. você vai saber improvisar.
—pra que usar seu irmão mais velho se vai pagar uma taxa cara de modelo? se você assina um contrato com essa cara e ela tá feia, não tem que devolver metade do cachê?
—metade? gi-joo balançou a cabeça enquanto olhava pra gyu-won, que franziu a testa e abriu o pacote com cara de poucos amigos.
—porque tá muito ruim. devia é pagar multa.
—ei, cara, pior é você!” gyu-won jogou o pacote na mesa com força, fazendo barulho, irritado. pra ser bem direto, foi o próprio anfitrião que causou aquele estrago no rosto. ki-joo simplesmente saiu da casa do gyu-won daquele jeito e nem entrou mais em contato. gyu-won ficou várias vezes tentado a pegar o celular, clicar no nome do ki-joo na lista de chamadas… e depois desistia. porque mesmo que ki-joo atendesse, ele não saberia o que dizer.
—esse pacote custa 20 mil wons. pega e usa.
—isso aqui são 20 mil wons? eu tô ganhando centenas de milhões num comercial! você não sabe que se encostar qualquer porcaria na cara, ela estraga? o que é um gerente, afinal?
—ator. mesmo que beba e durma com a cara no asfalto, não dá nada. só pega e cola, não desperdiça dinheiro.
—você tava falando disso naquela época, e ainda tá falando disso até hoje!
—só passaram uns anos, dá pra atualizar isso aí. eu bebi mês passado… pronto. agora você vai usar.
—de manhã, o ataque verbal do ki-joo veio como uma adaga afiada, e gyu-won limpava o rosto com a mão, que ainda parecia áspera mesmo depois de se arrumar. mesmo depois de tomar banho e se vestir, continuava consciente do espelho. apesar de o rosto estar igual ao de sempre, ele se sentia estranho — tudo culpa do ki-joo, que acabava com o humor de qualquer um de manhã cedo. em vez de aumentar a autoestima do ator como gerente, ele pisoteava o ego. gyu-won se sentou no batente da porta e ficou olhando com cara feia pro ki-joo calçando os sapatos, arrumando briga por coisa boba.
—você comeu ramen ontem? minha cara explodiu hoje.
—eu não ganho dinheiro com minha cara, então tanto faz. pode explodir ou encolher. mas meu irmão…
ki-joo, que já estava de pé com os sapatos calçados, olhou pra gyu-won parado atrás dele e soltou aquelas palavras. gyu-won levantou a voz, se sentindo como se tivesse tomado uma chuva de comentários maldosos só de olhar a cara do ki-joo, mesmo sem saber o contexto. —por quê? o que que eu sou, o que tem minha cara?! gyu-won encarou as costas do ki-joo, que disse pra ele sair logo e ligou o carro, com um olho torto, depois olhou pro espelho na porta de entrada. no fim, gyu-won foi até o closet, pegou um par de óculos escuros e saiu pela porta, porque achava que seu rosto não tava apresentável. gyu-won abaixou a mão no último segundo, quando estava prestes a dar um tapa na nuca do ki-joo, que dirigia enquanto ele fervia por dentro. ainda não tá claro se…
Ler Entrega especial Yaoi Mangá Online
Gyu-won e seu empresário Ki-ju passaram
por altos e baixos juntos no diffcil mundo
do entretenimento.
Então, um dia, o proprietário
repentinamente anuncia sua renúncia
E quando Gyuwon pergunta o porquê, ela
faz um anúncio bombástico de que está
grávida,
“Ok, digamos que existam circunstâncias
Mas você e eu estamos juntos há apenas
alguns anos, e você ouviu esse tipo de
conversa no trabalho, por acaso. Você
deveria ter falado comigo primeiro! Eu te
pago pouco, então te trato como um
mendigo. Você sabe disso, né? Onde no
mundo você pode encontrar alguém tão
bom quanto eu:..!”
“Irmão, estou grávida.”
Gyu-won fica triste com o silêncio de Gi-ju
quando perguntam quem é o pai da criança
Ele se esforça para mudar a opinião de Gi-ju
de alguma forma, mas mal-entendidos e
erros vão se acumulando aos poucos