Ler Dogs Mask (Novel) – Capítulo ↫─História Extra 02.6 (E se…) Online


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Extra IF – Máscara de Cachorro 06

O engraçado era que, mesmo tendo voltado no tempo, os arredores de Lee Jaeha estavam repletos de obrigações que ele precisava cumprir.

Não era a época de se alistar, mas Kim Ran-hee, que queria de alguma forma afastar Jaeha de sua vista, começou a trazer sutilmente à tona o assunto de intercâmbio ou alistamento militar. O ponto fraco de Lee Ik-hyung era converter rapidamente essa sugestão de Kim Ran-hee como se fosse a parte mais necessária para a educação de Lee Jaeha.

Quando, na verdade, ele apenas queria se libertar do complexo de inferioridade em relação à herança deixada pela falecida esposa. No entanto, como Jaeha não tinha a intenção de preparar um intercâmbio ou o alistamento militar tão cedo, tanto há mais de dez anos quanto agora, ele precisava manter suas atividades externas ativas.

— O senhor chegou.

— Ah, Jaeha. Agora você virou um adulto completo.

O interlocutor não parecia estar apenas fazendo um cumprimento de cortesia, mas sim genuinamente admirado. Afinal, a atmosfera de Jaeha dificilmente pareceria a de um jovem de vinte e dois anos ainda imaturo. Como não podia dizer que o que estava por dentro era um pai de família de trinta e poucos anos, Jaeha apenas deu um sorriso discreto.

Hoje era o dia da reunião regular de um clube social ao qual havia se associado por meio da família de sua mãe. Não era um encontro pesado, mas sim um evento onde se reuniam para realizar pequenos leilões, e costumavam aparecer itens muito bons. Em vez de ter a arte como um hobby, Jaeha comprava obras com potencial de valorização, guardava-as e, quando o preço subia, dava-as de presente para parceiros de negócios. Embora ainda estivesse na condição de estudante, ele se lembrava de ter participado de leilões ocasionalmente, por isso resolveu comparecer.

— A sua mãe também tinha um gosto muito refinado, quando vinha a esses lugares levava embora apenas as melhores peças.

— Deve ter sido lamentável para o senhor.

O homem era um deputado de quatro mandatos e havia sido colega de escola primária de sua mãe. Como o tempo de convivência com ela era longo, ele gostava de agir como um mais velho diante de Jaeha, mas, por causa de sua personalidade surpreendentemente simples, era uma figura que tornava compreensível o motivo pelo qual sua mãe não havia cortado relações e continuado a manter o vínculo.

Não era do tipo que gostava de ouvir histórias sobre sua mãe vindas de terceiros, mas o interlocutor não era alguém que falava mal dela, guardando apenas a lembrança pura de um amor platônico de infância, por isso era perfeitamente tolerável.

Enquanto conversavam, como o evento não era tão rígido a ponto de exigir formalidades extremas apesar dos valores astronômicos que circulavam no leilão, sentiu uma vibração dentro do blazer casual que vestia levemente.

— Senhor, recebi uma ligação.

— Ah, sim, pode atender.

Jaeha pediu licença e se virou enquanto pegava o celular. Um garçom que passava notou que sua taça estava vazia e estendeu a bandeja; Jaeha agradeceu com os olhos, deixou a taça e, no momento em que olhou o nome do interlocutor na tela:

— …….

Jaeha segurou a respiração por um instante. O nome de uma figura inesperada — não, talvez não tão inesperada assim, mas de alguém cujo ato de esperar pela ligação ele considerava um luxo. Ele apertou imediatamente o botão de atender.

— Sim, Taegun.

Por qual motivo ele teria ligado? Preocupado que outra pessoa pudesse ouvir o nome dele, Jaeha moveu-se rapidamente e olhou para o lado de fora da janela da varanda do salão de eventos privados do hotel. Após dar cerca de cinco passos largos, encontrou uma varanda vazia, abriu a porta de vidro e entrou.

Durante esse tempo, o outro não disse absolutamente nada. Achando estranho, chamou o nome dele mais uma vez.

— Taegun?

— Quando você vem?

Era uma voz um tanto ranzinza. Sem que percebesse, o canto de sua boca relaxou em um sorriso frouxo, visível através do vidro da varanda.

— Você já comeu?

— Você não é meu pai para sair sempre deixando a comida pronta. Consigo me virar sozinho.

O significado era uma reclamação de quem estava sendo tratado como uma criança. Jaeha, sabendo perfeitamente disso, mudou de assunto mais uma vez.

— Quer que eu compre algo gostoso quando for para casa mais tarde?

— Tem cerveja em casa, sabia?

— Cerveja……. não pode. Aguente só mais um pouco. O ano novo já está chegando.

Como sabia o tipo de infância que ele havia enfrentado, poderia muito bem deixar passar o consumo de bebida alcoólica, mas enquanto estivesse na posição de protetor por iniciativa própria, desejava que ele passasse esse tempo como qualquer outro jovem de dezenove anos, na medida do possível. Embora o outro certamente não fosse concordar.

— Você me vê mesmo como uma criancinha.

O tom de voz de quem soltou um riso nasalado estava ligeiramente abafado, fazendo Jaeha perceber que ele estava fumando, mas resolveu não dar bronca sobre isso e deixou passar.

Lembrou-se da frente de um restaurante de carne onde costumavam fumar juntos.

— …..Quer dar uma volta de carro no fim de semana?

— Sim. Prepare a cadeirinha de bebê. Já que eu sou um recém-nascido.

Diante daquela resposta que elevava o nível da provocação, foi impossível conter o riso. Jaeha continuou a puxar assunto com conversas triviais apenas para arrancar respostas dele.

Embora pensasse que sua atitude atual parecia a de alguém dando em cima de um garoto mais novo, ele continuou a falar de propósito porque queria ouvir como Taegun havia vivido até agora. E então, diante das piadas feitas com aquele tom desinteressado característico de Taegun, um sorriso aberto e leve escapava de seus lábios.

— Jaeha, você estava aqui.

Foi nesse momento. O mais sensato dentre os sujeitos que conhecia desde a infância abriu a varanda e falou com Jaeha. Aquele garoto devia ser inclusive mais novo que Taegun e ainda estar no ensino médio, mas ao ver que ele já frequentava esse tipo de lugar, Jaeha sorriu com simpatia pela surpresa do reencontro, afastou ligeiramente o celular do rosto e respondeu:

— Ah, Yeon-oh.

Como fazia muito tempo que não se viam, Jaeha sussurrou rapidamente no bocal do telefone:

— Taegun, nos vemos mais tarde.

E então desligou. Cho Yeon-oh, que estava encostado na janela, ergueu uma das sobrancelhas.

— É ela?

A audácia de levantar o dedo mindinho para fazer graça era absurda.

— Deixe de brincadeira.

— Só perguntei porque você estava sorrindo todo bobo, algo raro de se ver.

Como ele não costumava aparecer nesses lugares sob o pretexto de sair com amigos próximos, foi uma grata surpresa vê-lo ali. Jaeha configurou o celular para o modo silencioso e o guardou na parte interna do blazer.

Pensando bem, havia ouvido falar recentemente que o outro tinha se casado, mas não havia recebido o convite de casamento. Parecia que era porque iam ter um filho. Embora estivesse curioso, nesta linha temporal o garoto sequer havia terminado o ensino médio; se perguntasse se algo havia acontecido, seria tratado como um louco, então abriu totalmente a porta de vidro para entrarem.

— Vamos entrar.

— Sim. E o Jaeho?

— Foi para a estação de esqui.

Conversou sobre assuntos triviais com Yeon-oh. Enquanto isso, olhou fixamente para o rosto mais jovem do que na sua lembrança. Embora fosse jovem, pelo fato de ser claramente um Alfa, Jaeha não sentia nenhuma vontade de protegê-lo ou de cuidar dele. No entanto, por que sentia esse tipo de sentimento em relação a Taegun, que era apenas um ou dois anos mais velho que Cho Yeon-oh e estava prestes a se tornar adulto? Era um mistério.

— Por que está me encarando tanto? Se me acha bonito, é só elogiar, Jaeha.

— Você? Você está mais para o tipo delicado do que propriamente bonito.

Jaeha soltou um riso nasalado e passou por Cho Yeon-oh.

— É mesmo? Tenho cara de quem seria a ruína de uma nação inteira?

Diante do estudante de ensino médio que aumentava a provocação, Jaeha apenas balançou a cabeça sorrindo. Ao olhar para Cho Yeon-oh, que tinha uma idade semelhante, sentiu saudades de Taegun. Decidiu que iria embora após observar o leilão de forma superficial.

— Vamos entrar. A cerimônia vai começar.

Mesmo diante das palavras de Jaeha, Cho Yeon-oh olhou de relance para o próprio celular e balançou a cabeça sorrindo.

— Não quero. Eu vou embora.

— Vai se encontrar com um amigo?

O amigo próximo de Cho Yeon-oh era o filho de alguém que Jaeha também conhecia, sendo o protagonista de um escândalo bastante barulhento naquele meio.

Lembrando-se de que, na infância, sua mãe costumava se referir à mãe daquele garoto como uma romântica, ele perguntou sobre o assunto, fazendo o jovem Alfa franzir o cenho imediatamente.

— O interesse é excessivo.

— Certo. Não vou me meter. Quem era o senhor mesmo?

Jaeha respondeu calmamente. As sobrancelhas elegantes de Cho Yeon-oh, que pareciam desenhadas a carvão, ergueram-se de lado.

— Onde você aprendeu esse tipo de piada? É estranho vindo de você.

— Haha.

Jaeha apenas riu. Pelo visto, como vivia colado a Jang Taegun há muito tempo, acabou pegando um pouco do jeito dele de falar. Isso devia ser porque costumava ver muito o outro segurando a criança que ainda não tinha completado um ano e fazendo brincadeiras parecidas, o que o fazia rir sem perceber.

A vontade de vê-lo surgiu de repente. É claro que o Taegun que o esperava em casa agora também era ele, mas sentia uma falta imensa daquela temperatura corporal que podia segurar pelas mãos e abraçar. Esse mundo dos sonhos era tão longo que ele se perguntava quanto tempo teria que passar para poder encará-lo daquela forma novamente.

Soltando um suspiro, Jaeha despediu-se de Yeon-oh, que disse que ia embora, e participou do leilão. Sentado com uma taça de champanhe na mão, erguia o braço sempre que surgia uma obra interessante. Como muitas das obras de artistas novatos passavam a receber grande atenção mais tarde, ele garantiu a maioria delas antecipadamente.

Os demais itens não tinham tanto valor, então ele encerrou sua participação por ali e se levantou. Pessoas de vários lados exibiram expressões de questionamento como se perguntassem se ele já ia embora, mas Jaeha apenas sorriu educadamente e deixou o local do evento.

Antes de ir para casa, passou em um restaurante de tacos e comprou quesadillas e tacos para viagem. Jaeha, que fez questão de incluir até um refrigerante para o menor de idade que queria beber cerveja, sentiu-se orgulhoso pelo simples fato de comprar as comidas que Taegun — que gostava de experimentar sabores diversos e coloridos — costumava comer com prazer, e dirigiu o carro batucando levemente no volante com o dedo indicador.

As ruas estavam repletas de um clima natalino. As árvores da avenida estavam vestidas com roupas de lâmpadas para comemorar o Natal que estava muito próximo. O fato de o Natal estar batendo à porta significava que o ano novo também viria logo. Pensou que seria bom descer para um hotel em Gangwon-do para ver o nascer do sol.

Não seria má ideia ir mais uma vez com Taegun àquele lugar para onde havia partido vestindo qualquer roupa, incapaz de controlar seus sentimentos em relação a ele. Naquela época, não sabia por que estava tão sério a ponto de gastar toda a sua energia apenas comendo, dormindo e nadando.

Desta vez, gostaria de descer junto com Taegun para comemorar os seus vinte anos. Desejava sobrepor uma nova lembrança àquela memória de ter visitado Gangwon-do para resolver as pendências de Jang Hanyong. Ele planejava fazer o convite cuidadosamente quando chegasse em casa.

No entanto, dentro do elevador que subia para o apartamento, Jaeha teve o pressentimento de que algo grave aconteceria se não modificasse os planos que havia traçado. O calor familiar começou a subir.

Olhou para a data com uma sensação de tontura, mas era impossível lembrar como funcionava o seu ciclo de rut de mais de dez anos atrás. Essa era uma época em que, por receio de que Kim Ran-hee descobrisse sua agenda e enfiasse um Ômega qualquer em seu quarto, ele sequer mantinha um secretário separado. Como o rut não era severo, aquele período era algo que ele conseguia resolver sozinho.

No entanto, o Jaeha de agora não sabia nada sobre o seu eu de vinte e dois anos. Ele sequer se lembrava de qual era o medicamento adequado para o período de rut, e não tinha lembrança de quantos dias o período se estendia. Algo parecia surgir vagamente, mas ao pensar detalhadamente, parecia ser um evento de cerca de três ou quatro anos mais tarde.

Mantendo a testa aquecida, como se uma febre baixa subisse, encostada na parede do elevador por um momento, Jaeha tomou uma decisão. Subiria para o apartamento imediatamente, verificaria se havia supressores entre as bagagens guardadas e depois partiria para um hotel.

Era lamentável por Taegun, que ficaria sozinho, mas se ele estivesse por perto, não tinha confiança de superar o rut de forma sã. Embora sua racionalidade costumasse ser muito mais forte no dia a dia, Lee Jaeha também era um Alfa. Além disso, o seu eu atual era diferente daquele de trinta anos que conseguia reprimir o corpo com a força da razão até certo ponto. O sentimento de insegurança de que poderia não ser capaz de vencer o impulso caso ele se agitasse mais uma vez continuava a surgir.

Estalando a língua, Jaeha saiu do elevador e digitou imediatamente a senha da porta de entrada. Como se estivesse esperando lá dentro, Taegun vinha em direção ao corredor que se conectava à porta interna.

— Por que em vez de tocar a campainha você fez questão de entrar direto pela…….

Ele hesitou e calou-se. Jaeha recolheu os lábios e cobriu as vias respiratórias com a palma da mão. Não que isso fosse esconder o aroma denso dos feromônios que exalavam de seu corpo. Sentindo-se como um bandido que havia invadido a casa de outra pessoa de repente, Jaeha tentou explicar a situação com calma, mas não foi fácil.

— Bem, hum……. Não imaginei que o ciclo viria agora. Acho que terei que ficar em um hotel por um tempo. Se acontecer algo, não deixe de me ligar.

Ele percebeu tardiamente que estava um pouco atrapalhado, mas não havia tempo para correções. Evitando o olhar de Taegun de forma sem jeito, entrou no quarto e começou a procurar o local onde teria deixado os supressores.

Foi quando revirava as gavetas do criado-mudo e os locais onde organizava coisas importantes. Jang Taegun, com o antebraço apoiado no batente da porta, disse com um tom de voz sarcástico:

— ……Parece que você tem alguém com quem passar esse período junto.

Surpreso com aquelas palavras, Jaeha ergueu abruptamente a cintura que havia curvado para olhar o criado-mudo.

— O que você quer dizer com isso? Alguém com quem passar.

Nunca havia escutado esse tipo de cobrança antes. Embora Jang Taegun tivesse demonstrado ciúmes dele muitas vezes até então, era a primeira vez que perguntava como se estivesse dando a sua infidelidade como certa. Parecia menos um ciúme e mais uma pergunta natural de quem assumia que haveria um parceiro, o que fez o coração de Jaeha sobressaltar.

Sem conseguir sequer avaliar a expressão de Taegun, Jaeha acrescentou apressadamente:

— Nunca agi com tamanha falta de consciência a ponto de arrumar um parceiro separado para passar o rut enquanto desejo que você fique aqui, Taegun.

Ao tentar falar como quem pede um voto de confiança, ele acabou dando dois passos em direção a ele sem perceber. Parado muito próximo, Jang Taegun olhou fixamente para Jaeha, esfregou a nuca e desviou o olhar.

— ……Então você pode ficar aqui. Por que insistir em ir embora.

Isso é porque preciso proteger você de mim. No entanto, como não podia dizer tal coisa, Jaeha apenas soltou um suspiro baixo. O olhar de Taegun, que havia sido desviado, voltou a perseguir Jaeha.

— O meu rut não chega a ser violento, mas nem por isso ele é brando a ponto de não representar uma ameaça para outro Alfa. Caso o seu órgão sensorial de feromônios detecte um sinal de ataque nos meus feromônios devido à perturbação do sistema, isso seria ruim.

Era uma mentira. Embora o Jang Taegun desta época ainda não tivesse se dado conta, ele já se encontrava em um estado de marca latente com ele. Não existe Alfa que receba os feromônios do parceiro de marca como um sinal de ataque. No entanto, dar uma desculpa daquelas seria melhor tanto para Taegun quanto para si mesmo.

Seria um problema grave se continuasse a ficar aqui sem nenhum senso de perigo e acabasse abraçando Taegun por hábito. Conseguindo finalmente encontrar os supressores nesse meio-tempo, Jaeha enfiou-os diretamente na bolsa e recolheu algumas mudas de roupa às pressas.

Na verdade, já estava difícil olhar para Taegun mesmo agora. Não que o desejo estivesse transbordando, mas sim que conter a vontade de envolver a cintura dele e aspirar o aroma de seu corpo estava se tornando árduo. Como havia se tornado um hábito passar o período junto com o parceiro quando era o rut de Jaeha ou de Taegun, seria uma ruína se o puxasse para um abraço sem perceber conscientemente. Era correto que ele próprio, sendo alguns anos mais velho, tomasse cuidado com esse tipo de situação.

Com a bolsa totalmente arrumada, Jaeha aproximou-se de Taegun, que ainda continuava encostado no batente da porta. O outro o encarava com um olhar silencioso, e foi surpreendente perceber que conseguia ler o significado por trás dele.

Quando o conheceu pela primeira vez, muitas vezes não conseguia saber o que ele estava pensando, o que o deixava ansioso e com uma vontade fervorosa de descobrir, mas agora parecia muito evidente. Engolindo um pouco o riso, Jaeha falou em tom de recomendação para Taegun, que parecia ansioso:

— Por garantia, também vou te passar o hotel onde ficarei hospedado. Se achar que não estou atendendo o telefone, entre em contato com a recepção. Vou deixar avisado.

— …….

Taegun não respondeu, mas Jaeha não podia ficar esperando por isso. Isso porque estava se tornando realmente difícil de suportar a partir de agora. Jaeha não teve escolha a não ser passar por Taegun e seguir em direção à entrada.

— Quando você vem?

Uma frase ranzinza foi ouvida vinda de trás de suas costas. Jaeha prometeu com dificuldade:

— Provavelmente…… poderei vir antes do Natal. Poderemos passar o ano novo juntos.

Não disse que estava ansioso. Isso porque pareceria ridículo demonstrar empolgação sozinho, esquecendo a própria idade. Encerrando aquele diálogo, Jaeha seguiu para o hotel.

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Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Dogs Mask (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Lee Jaeha, herdeiro do poderoso Grupo Yushin e um alfa acostumado a estar no topo de tudo, vê sua vida mudar ao conhecer Jang Taegun, um alfa enigmático e perigoso que desperta nele sentimentos e desejos que jamais imaginou sentir. Determinado a ficar ao lado de Taegun, Jaeha desafia a oposição de todos e aceita abrir mão de tudo para se casar com ele.
No entanto, o casamento nasce sem amor e sob condições cruéis. Enquanto o império Yushin começa a ruir, a relação entre os dois se transforma gradualmente, revelando segredos, feridas do passado e uma atração impossível de ignorar. Entre orgulho, obsessão e sentimentos que nenhum dos dois consegue compreender por completo, Jaeha e Taegun precisarão decidir até onde estão dispostos a ir um pelo outro.
Nome alternativo: O Co Por Trs Da Mscara

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