Ler Dogs Mask (Novel) – Capítulo ↫─História Extra 02.10 (E se…) Online


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Extra IF – Máscara de Cachorro 10

Depois de voltar do hotel, sempre que tinha um tempo livre, Taegun se agarrava à cintura de Jaeha.
— A faca é perigosa.
— Não existe faca perigosa para mim.
Ele estava no meio da cozinha quando o outro se grudou nele, e por isso falou aquilo, mas só recebeu uma resposta desinteressada. Jaeha deu uma risadinha e parou com o sermão. Era só ele mesmo tomar mais cuidado.

Na semana passada, tinha ido para Gangwon-do com Taegun. Enquanto caminhavam juntos pela praia, no curto intervalo em que Jaeha foi à loja de conveniência, Taegun estava conversando com alguém. Era um grupo de ômegas que pareciam um pouco mais velhos que a idade de Taegun.
Não parecia que estavam pedindo informações. Os ômegas que o cercavam estavam com as bochechas coradas e pareciam animados. Taegun apenas tragava o cigarro em silêncio, mas seu olhar permanecia fixo neles. Jaeha não pensou duas vezes e caminhou a passos firmes em direção a eles.
— …Por isso, quando o seu amigo chegar, nós também juntos…
— Nós não somos amigos.
Como o ômega que estava mais ativo entre eles tentou tocar de leve no braço de Taegun, Jaeha se intrometeu no meio, tirou o cigarro que estava na boca de Taegun, colocou na própria boca e sorriu.
Ele sentiu o olhar de Taegun, cujos olhos que estavam semicerrados de forma indolente se abriram um pouco mais, encarando-o.
— Ah, ah… Se não são amigos, então…
Para qualquer um que visse, ambos eram alfas, então o fato de não serem amigos parecia estranho. Jaeha tragou o filtro do cigarro, que estava levemente molhado na ponta, a ponto de afundar as covinhas de suas bochechas, e depois virou de leve a cabeça para que a fumaça não fosse na direção do ômega à sua frente, respondendo:
— Pois é. Viajamos juntos e dividimos o mesmo quarto.
Ele soltou as palavras casualmente e, sem tirar o sorriso que pairava no canto dos lábios, jogou a bituca totalmente consumida no cinzeiro. Em seguida, segurou e puxou o pulso de Taegun. Como Taegun veio sendo puxado olhando apenas para o rosto de Jaeha, este virou levemente a cabeça e se despediu do grupo com um aceno leve. Eles também exibiam uma expressão aérea, assim como Taegun.
— …O que foi aquilo agora há pouco?
— O que tem o quê?
Jaeha tinha respondido de forma intencionalmente ríspida. Isso porque, passado um tempinho, de repente ficou sem jeito. Só então Taegun, caindo na real, provocou Jaeha durante o resto da viagem inteira.
— Já que dividimos o mesmo quarto, vamos dar uma foda também.
— …Ou coisas do tipo.
— Se viajamos juntos e dividimos o mesmo quarto, não deveríamos tomar banho juntos também?
Dizendo isso, ele também entrava de repente no banheiro. Jaeha, que no começo fingia não notar por vergonha, no fim das contas não teve escolha a não ser rir.
A viagem para Gangwon-do tinha deixado lembranças preciosas daquela forma.

Jaeha relembrou brevemente enquanto colocava a comida que havia preparado nos pratos. Por cima do macarrão repleto de brotos de samambaia, ele derramou bem de leve um pouco de óleo de gergelim e óleo de trufa. Dizem que o broto de samambaia tem o efeito de diminuir a libido… Será que faria efeito em Taegun também? Ele chegou a desejar que, não muito, mas só um pouquinho, surgisse um leve problema na libido dele, antes de finalmente recobrar o juízo. Lee Jaeha estava pagando caro ultimamente pelo preço de morar junto com alguém mais jovem.
— Não costuma ter coisas como o trote dos calouros hoje em dia? Não precisa ir ver?
Jaeha, que terminou de passar o macarrão para os pratos de duas pessoas, perguntou a Taegun, que vinha trazendo o vinho. Quando lhe ensinou como se bebia vinho, ele tinha bebido metade do vinho guardado na adega em apenas meio dia.
— …Você bebeu tudo isso?
— Sim. Estou um pouco alto.
Terminando de falar aquilo, Taegun entrou no quarto, tirou um cochilo e, ao acordar de noite, foi fazer compras com Jaeha. Depois daquela época, ele passou a entender de vinho ainda melhor do que Jaeha, e sua habilidade de trazer o vinho combinando com a comida era de alto nível.
Jaeha pegou a garrafa de vinho que Taegun lhe estendia e esperou pela resposta dele, mas Taegun exibia uma expressão entediada.
— Não vou.
— Por que? Seria bom se você fosse.
Mesmo ele mesmo nunca tendo ido a coisas como trote de calouros, quando Taegun disse que não iria, sentiu uma pontada de desapontamento sem motivo. Ele pensava que, já que Taegun não pôde ter uma vida normal de estudante de ensino médio, seria bom se ele pelo menos aproveitasse bem a faculdade.
No entanto, Taegun balançou a cabeça enquanto segurava o abridor.
— Que saco. Quero ficar com você.
Diante daquelas palavras, Jaeha não conseguiu responder. Ultimamente, Taegun tinha mudado a forma de chamá-lo, deixando de lado termos como “você aí” ou “Lee Jaeha”, e passou a se referir a Jaeha como “você”. Como aquilo o fazia lembrar de algo de forma insuportável, Jaeha às vezes escondia um sorriso amargo.
Contudo, ele precisava apagar o sorriso rapidamente para não ser pego por Taegun, que tinha uma percepção aguçada feito um fantasma.

Morar junto com Taegun era algo muito divertido. Isso porque ele conseguia vislumbrar um lado dele que não conhecia. O Taegun que Lee Jaeha conhecia sempre parecia transbordar serenidade, e ele pôde perceber que essa parte se devia ao fato de ele ter se tornado cada vez mais firme à medida que envelhecia.
Taegun, que era muito mais jovem que o esposo de Jaeha, além de ser extremamente ciumento, também parecia ter um temperamento um tanto impaciente. Se fosse falar apenas de ciúmes, o lado mais velho também não ficaria para trás, mas Jaeha corrigiu seu pensamento de que Taegun era uma pessoa serena.
Isso porque o Jang Taegun que não havia sido moldado pelo tempo tinha um lado impaciente e bruto.
— Vamos nos beijar.
No entanto, no fato de amarem Lee Jaeha, ambos eram exatamente iguais. Jaeha acabou deixando a faca de cozinha de lado, puxou o queixo do seu futuro esposo em sua direção e o beijou. Era ridículo como ele avançava com pressa, como se fosse alguém que viveu a vida inteira sem sequer ver a cor de um beijo. Nos últimos dias, se os olhos deles se cruzassem, eles entregavam seus corpos um ao outro, e se não fosse isso, passavam o tempo com alguma parte do corpo colada.
Para Jaeha não era algo muito estranho, mas vendo que com Taegun também era da mesma forma, ele parecia gostar de contato físico por natureza. Dava para notar isso só pelo fato de ele deixar marcas de beijos na sua nuca sem conseguir esperar um instante sequer, mesmo no momento de preparar a refeição.

No fim das contas, a preparação da refeição atrasou porque ficaram se agarrando sem motivo. Os dois alfas sentaram-se diante da mesa simplesmente arrumada e finalmente começaram a refeição tardia.
— Está comestível?
— Está tudo gostoso. E até quando você não vai falar informalmente comigo? Da outra vez você me chamou direitinho de Taegun, por que de repente está fazendo cerimônia de novo? Está me achando estranho?
Diante daquelas palavras, Jaeha ficou com o rosto constrangido sem perceber. É claro que agora ele já falava informalmente com o esposo, mas o Taegun de agora era jovem demais em comparação, e ele sentia que se falasse informalmente, não conseguiria se controlar.
Isso porque, mais do que amá-lo, ele queria expressar o quanto ele era adorável. Se ele se aproximasse de forma muito repentina, o outro lado poderia se sentir pressionado, então ele era cauteloso. É claro que ele sabia que aquilo era uma preocupação apenas sua, mas mesmo assim, Jaeha não conseguia falar informalmente de prontidão.
— Com aquele desgraçado você deve ter falado informalmente.
Taegun frequentemente se referia a si mesmo mais velho como “aquele desgraçado”. Era bizarro ele xingar a si mesmo, mas Jaeha não o impedia particularmente. Em vez disso, queria perguntar por que ele se importava tanto com aquilo.
— …De qualquer forma, é porque já faz bastante tempo que estamos casados.
Se somasse até o período em que estiveram separados, muito tempo havia se passado. Como respondeu em um tom de quem não entendia o porquê de ele perguntar aquilo e achava estranho, uma das sobrancelhas de Taegun se ergueu torta.
— Então porra, por que comigo isso não dá? Casa comigo também.
“Eu já sou casado com você.” Jaeha queria dizer aquilo, mas a ação de Taegun foi mais rápida. Ele esticou seu braço longo, agarrou a nuca de Jaeha que estava do outro lado da mesa e o puxou para si. Os lábios se tocaram e se afastaram.
— Responde rápido. Estou dizendo para casar comigo.
— Eu já sou casado com o senhor Taegun…
— Fora isso, você não casou comigo de verdade.
Quem ali era o falso e quem era o verdadeiro não era algo que se pudesse definir. No entanto, como parecia não ser a resposta que ele queria, Jaeha apenas assentiu com a cabeça em silêncio. Taegun pressionou os lábios mais uma vez com força e depois soltou a nuca de Jaeha. Graças a isso ele ficou livre, mas estava atordoado. Em seguida, um sorriso de canto escapou. Era porque o ciúme de Taegun era considerável, mais do que ele pensava.
— Não ri. Eu também sei que estou parecendo um idiota.
— Como você pode dizer uma coisa dessas, Taegun?
Ele tinha falado informalmente assim como o outro queria, mas os dois olhos de Taegun, que estava com a testa franzida como se estivesse amargurado no fundo, se arregalaram. Ao descobrir que o olhar que o encarava estava trêmulo, Jaeha sentiu uma leve pena.
— Não fale assim. Você não é esse tipo de pessoa.
O ele dentro das memórias de Taegun que Jaeha vislumbrou quando formaram a marca passava a vida se rebaixando apenas diante de Jaeha. Jang Taegun, que mesmo em meio a tempos infelizes mantinha uma natureza altiva como uma fera que não tinha lembranças de ninguém olhando-o de cima, apenas em assuntos relacionados a Jaeha se rebaixava, considerando-se inferior a um inseto que vive grudado em uma árvore.
Para Jaeha, era algo incompreensível. Qual de fato era a razão para Taegun pensar daquela forma? Pelo contrário, quem estava ansioso por ter largado tudo para recebê-lo e ainda assim não conseguir largar mais era ele mesmo.

E parecia que esse ponto era o mesmo com o Taegun de agora. Jaeha levantou-se do lugar, aproximou-se de Taegun e o abraçou. Graças a Taegun, que abriu os braços por reflexo para receber Jaeha, Jaeha ficou preso entre as pernas dele.
— Me diga tudo o que você quer. Eu também te procurei porque queria realizar isso para você.
— ……
Jang Taegun não respondeu. Apenas a força dos braços que abraçavam a cintura dele pareceu se tornar um pouco mais firme. Jaeha pôde perceber naturalmente que ele só agora tinha passado a acreditar nele. O calor dele era adorável e precioso.

Depois daquele dia, a vida dos dois alfas tornou-se cada vez mais confortável e carinhosa um para com o outro. Jaeha impediu Taegun de ir ao escritório. Ele entrou em contato diretamente com o lado de Jang Changshik e avisou que, por enquanto, Taegun o ajudaria em seus assuntos. Jang Changshik, que adivinhou que aquilo era uma oportunidade, quis que ele estipulasse o preço pelo neto útil.
— Aquele garoto é o único que trabalha bem e de forma confiável perto de um velho, mas como pode um jovem cavalheiro que tem tudo tirar de uma vez o que pertence a um velho?
Como já sabia que ele era um idoso ganancioso por natureza, Jaeha não se surpreendeu e pagou o preço que ele queria. Ele manteve segredo de Taegun. Isso porque, sem precisar falar muita coisa, fazer a vontade de Jang Changshik era o que trazia mais paz de espírito. Jang Changshik especificou que seria por um período limitado, mas Jaeha não se importou particularmente. Se precisasse do preço desejado, era só pagar de novo. Mais do que coisas daquele tipo, o fato de Jang Taegun viver confortavelmente era o mais importante.

De qualquer forma, como não havia ninguém procurando por ele, Jang Taegun aproveitava a serenidade à sua maneira. De manhã, ele acordava mais cedo que Jaeha, ia para a sala, abria as cortinas e fazia flexões vestindo apenas roupa íntima. Quando Jaeha acordava, tateava o lado e, vendo que ele não estava, ia para fora, conseguia ver os músculos das costas e os músculos eretores da espinha dele se movendo com flexibilidade sob a luz do sol da nova primavera. Então Jaeha fixava o olhar nas costas dele por um momento e logo entrava na cozinha para preparar o café da manhã.
Taegun também, terminando o exercício, seguia Jaeha, colava-se atrás das costas dele e observava a preparação como se estivesse dando palpites, antes de entrar para se lavar. Tomavam o café da manhã daquela forma e sentavam-se no sofá para tomar café. Enquanto Taegun deitava apoiando a cabeça no colo de Jaeha para tirar um breve cochilo, Jaeha passava o tempo lendo um livro ou mexendo no cabelo de Taegun.

À tarde, saíam juntos para fazer compras. Se Jaeha colocava as coisas no carrinho sem nem olhar a etiqueta de preço, Taegun silenciosamente organizava aquilo de novo e enchia o carrinho com o item mais barato entre a mesma categoria. Então Jaeha ficava olhando aquilo calmamente e também perguntava coisas como: “Esse é melhor?”.
Como Taegun parado ao lado de Jaeha parecia bem manso, bastava eles passarem para que ambos os alfas atraíssem os olhares dos ômegas. Se estivessem parados lado a lado na área de fumantes pitando um cigarro, recebiam pedidos de fogo a todo momento. Havia vezes em que o pedido era direcionado a Taegun, e vezes em que era direcionado a Jaeha, mas a frequência era parecida para ambos. Só que a diferença era que, quando Jaeha recebia um pedido desses, Taegun, como se estivesse irritado, espantava a pessoa com a mão fazendo gestos bruscos com um rosto feio, como quem espanta uma mosca pousada na carne.
Por outro lado, no caso de Taegun receber o pedido, não precisavam se preocupar. Isso porque, antes mesmo de Jaeha se intrometer para falar algo, Taegun enfiava o isqueiro no bolso de Jaeha e respondia descaradamente: “Não tenho uma porra dessas?”. Então os ômegas davam as costas e iam embora com uma expressão de quem estava chocada com a recusa rude dele.

Quando terminavam as compras daquela forma e voltavam para casa, cozinhavam e comiam comida de novo. Às vezes faziam pratos que podiam comer acompanhados de vinho, e outras vezes esvaziavam uma garrafa inteira de vinho antes mesmo de terminar de fazer toda a comida. Jang Taegun bebia muito bem e a tolerância a álcool de Lee Jaeha também não ficava atrás, por isso ambos se divertiam bebendo.
— Você gosta de esquiar?
Como surgiu o assunto de viagem de inverno, Jaeha puxou o tema sobre esqui, e Taegun, que estava deitado no sofá apoiando a cabeça no colo dele, perguntou. Jaeha assentiu levemente com a cabeça. Lembrou-se do dia em que lhe ensinou esqui pela primeira vez. Lembrou-se dele dando chutes na bunda de Jeonggil e Myeongsun dizendo para irem deixando aqueles desgraçados de lado da próxima vez. Também foi o dia em que ficou sabendo que Jaeho estava tendo um romance sério, do jeito deles, com Jeonggil.
— …Está pensando naquele desgraçado de novo.
Como se tivesse adivinhado, Taegun pergunta com um tom emburrado. Jaeha deu uma risadinha, abaixou a cabeça, pousou os lábios sobre a testa dele e depois disse:
— Estou dizendo que estou pensando em você.
— Isso não é pensar em mim. Eu estou bem aqui, Lee Jaeha.
Ele achou que fosse brincadeira, mas a voz dele estava consideravelmente séria. Jaeha, surpreso, afastou os lábios e olhou para Taegun de cima. As pupilas dele oscilavam e carregavam alguma coisa. Jaeha ficou curioso para saber o que era aquilo.
— Fica comigo.
“Eu já não estou com você agora?”, ele não pôde dizer aquilo. Isso porque só então pôde perceber o que ele estava dizendo. No entanto, no fato de Lee Jaeha amar Jang Taegun, ele não podia amar apenas o Taegun de agora.
Como o Jaeha desconcertado não conseguiu dizer palavra alguma, Taegun estalou a língua com desdém, pressionou a nuca dele e fez com que ele abaixasse a cabeça em sua direção. Os lábios dos dois alfas colidiram. No entanto, aquilo não se estendeu para um beijo. Taegun, que deu um beijo curto, soltou a nuca de Jaeha e disse:
— A ganância do filho da puta é excessiva. Não é?
— ……
Jaeha, que não pôde dizer que não era e nem perguntar por que ele falava daquela forma, fechou a boca. Na sala, a luz do sol que acabara de acolher a primavera entrava através da janela. A estação radiante estava se aproximando lentamente.

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Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Dogs Mask (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Lee Jaeha, herdeiro do poderoso Grupo Yushin e um alfa acostumado a estar no topo de tudo, vê sua vida mudar ao conhecer Jang Taegun, um alfa enigmático e perigoso que desperta nele sentimentos e desejos que jamais imaginou sentir. Determinado a ficar ao lado de Taegun, Jaeha desafia a oposição de todos e aceita abrir mão de tudo para se casar com ele.
No entanto, o casamento nasce sem amor e sob condições cruéis. Enquanto o império Yushin começa a ruir, a relação entre os dois se transforma gradualmente, revelando segredos, feridas do passado e uma atração impossível de ignorar. Entre orgulho, obsessão e sentimentos que nenhum dos dois consegue compreender por completo, Jaeha e Taegun precisarão decidir até onde estão dispostos a ir um pelo outro.
Nome alternativo: O Co Por Trs Da Mscara

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