Ler Desire Box (Novel) – Capítulo 13 Online

13ª Parte
— Tem mesmo que ser nessa posição?
Tenen disse, cobrindo o rosto com uma das mãos.
Tenen estava em uma situação na qual mantinha o joelho da perna esquerda erguido sobre o peitoril da janela e a perna direita estendida em direção ao chão.
A camisa estava desfeita e amplamente aberta, enquanto na metade inferior do corpo ele não vestia um único fio de roupa. Por entre as pernas escancaradas, o orifício revelava-se timidamente, e o membro masculino rigidamente ereto estava meio oculto pela barra da camisa.
O peitoril da janela, onde o sol não tocava diretamente, estava gélido. Como ele mantinha a pele nua em contato ali, sentiu uma sensação fria até a espinha dorsal, e Tenen de algum modo encolheu o corpo.
A mão de Landif envolveu a coxa de Tenen. Landif, acariciando a pele macia, diminuiu lentamente a distância entre os dois e parou a uma distância onde a respiração de um tocava o outro.
Era uma conjuntura de quem fora encurralado em um beco sem saída. Não havia mais lugar para recuar para trás. Tenen ignorou o toque de Landif que deslizava de mansinho para o lugar profundo e tateava o interior das nádegas.
— A posição está desconfortável?
— Em vez de desconfortável…
Tenen hesitou nas palavras. Mesmo que tentasse dizer que era constrangedor, Landif não compreenderia. Não, ele não demonstraria compreensão.
Cada vez que o dedo longo de Landif roçava o orifício massageando com cautela o espaço entre as nádegas, o orifício estremecia, e o membro oculto na barra da camisa oscilava como se respondesse ao estímulo. Como ele estava sentado em uma posição que exibia aquilo abertamente, apenas esperando que algo acontecesse, uma sensação de ansiedade se apossou dele.
— Se vai fazer, faça logo.
Mordendo os lábios repetidamente, ele apoiou a testa na janela coberta pela cortina. O sol penetrava na cortina de tom bege com padrões elegantes, fazendo o perfil do rosto apoiado ali ficar aquecido.
Enquanto despia as calças e abria as pernas, o prazer que atiçava a impaciência de Tenen havia diminuído bastante. Tenen controlou a mente com esforço para não sentir nada e prestou atenção ao som que se ouvia fracamente do lado de fora da janela. O som do vento soprando. O som dos criados movendo-se apressados e conversando. Gravando coisas como o gorjeio dos pássaros na mente, ele imaginou a paisagem exterior.
— Não poderia abrir as pernas um pouco mais?
Ele obedeceu docilmente ao toque que tateava e abria o interior da coxa. Foi aberto a ponto de a pelve ficar dormente. Diante do espaço das pernas escancaradas, o orifício não conseguiu se fechar inteiramente, mesmo encolhendo-se com toda a força que tinha. O dedo de Landif penetrou nessa fresta e massageou as pregas como se as esmagasse.
— Hnn…
Para ignorar a sensação que tocava a região inferior, ele despertou inúmeros pensamentos em sua mente, mas aquilo não foi muito eficaz. Assim que o dedo de Landif massageou o orifício de mansinho e começou a abrir caminho por entre a fresta estreita, todos os pensamentos pararam e os sentidos de todo o corpo concentraram-se no movimento de um único dedo.
— É estreito, mas macio.
Landif não utilizou nenhum tipo de lubrificante, como se quisesse desfrutar ao máximo o contato de ser envolvido pela mucosa apertada.
O dedo não conseguiu ser inserido nem pela metade, parando envolvido pela mucosa seca. Se ele puxasse o dedo, a pele aderida era puxada junto, e se ele empurrasse para dentro, o orifício que inflara de forma volumosa era empurrado de forma côncava.
Tenen piscou os olhos tentando parecer calmo com esforço. Ele fingiu ignorar o fato de que a região dos olhos já começava a arder e o calor subia por sua espinha dorsal. Massageando a testa apoiada na janela, ele exalou uma respiração conscientemente compassada. Mesmo assim, o calor acumulava-se passo a passo.
Landif jamais se apressava. Como se pudesse massagear o orifício dele o dia inteiro, inseriu apenas um dedo e moveu-se vagarosamente.
— Eeut…
Quem estava ansioso era o lado de Tenen. Era um movimento monótono, mas como ele massageava de forma obstinada, o fluido lubrificante viscoso escorria da parede interna e molhava o dedo de Landif. Diante do movimento ainda mais macio, o dedo penetrou mais profundamente, e a sua carne interna aderiu ao dedo como se acolhesse a invasão externa.
— Hnn.
Prendendo a respiração por um instante, ele mordeu a unha. Parecia que quanto mais tentava conter, mais sensíveis ficavam os sentidos. A ponta dos dedos tremeu e o interior do orifício contraiu-se intensamente como se convulsionasse.
— Está doendo?
Os dedos aumentaram para dois. Landif não hesitou e enterrou os dedos profundamente até a raiz. Diante do toque que tateava o interior, o calor concentrou-se abaixo do umbigo. Tenen preferiu fechar os olhos de uma vez. Parecia que o calor acumulado na região dos olhos derramaria lágrimas a qualquer momento.
Como Landif dissera certa vez, talvez Tenen de fato tivesse talento para receber um homem. O seu próprio orifício que devorava os dedos dele chegava a ser sôfrego. A parede interna aderiu de forma libertina aos dedos e contraiu-se intensamente, abrindo e fechando o orifício como se pedisse mais.
— Ut, mmm…
Junto com a saída da respiração que ele havia reprimido, um gemido terno fluiu. Tenen pressionou a boca e o nariz com a mão e segurou a respiração até o limite.
— Tudo bem se falar com franqueza. O senhor não ficava contente quando este lugar era estimulado?
— Hreut.
Tenen, que fechou os olhos com força, balançou a cabeça intensamente.
Landif examinou a reação de Tenen, cujos músculos do interior da coxa começavam a convulsionar, e revirou o interior do orifício suavemente. Aumentando os dedos para três, ele acariciou de leve o local proeminente que parecia um caroço.
— Mmm…!
O corpo de Tenen deu um sobressalto. Landif fingiu não ver a reação dele e estimulou a próstata. Como se desenhasse o contorno ao redor dela, ele massageou em círculos e depois deslizou o dedo para pressionar o local saliente. Cada vez que isso acontecia, Tenen estremecia emitindo um som semelhante a um soluço.
— Hnn, mmm…!
Encolhendo os dedos dos pés que se tingiram em vermelho, Tenen contorceu o corpo. O peito revelado por entre a camisa estava rubro. O prazer doce misturou-se ao som da respiração reprimida. Tenen encolheu o corpo ao máximo para contrair firmemente o orifício e depois apoiou a cabeça para trás junto com a respiração exalada. No instante em que a tensão do corpo relaxou, a sua parede interna contraiu-se em espasmos repetidos e sugou o dedo.
Landif, sem retirar o dedo, tocou a zona erógena de forma obscena. Como ele massageou o local volumoso de forma obstinada, apenas nesse momento Tenen afastou a mão que tapava a boca e suplicou.
— Pare…! Haa, não, mmm…!
Todo o corpo, onde flores rubras de calor desabrocharam, começou a tremer intensamente. Tenen finalmente balançou a cabeça com dificuldade enquanto trazia lágrimas penduradas no canto dos olhos. Um prazer agudo e cortante revolvia o seu interior sem descanso.
— Haa…! Hnn, aí, pare…! Ahnn.
As lágrimas que caíam em gotas acumularam-se no queixo de Tenen e depois caíram no braço de Landif que revolvia o orifício. Tenen estendeu a mão que cobria a boca e segurou o braço de Landif como se o empurrasse.
— Está sofrendo?
A voz que baixou em um tom grave pousou na testa molhada de suor. Ao contrário do toque furioso que vasculhava o orifício, o beijo que tocava a testa era suave. Tenen, mantendo o corpo trêmulo enquanto segurava o braço dele, assentiu com a cabeça.
— Relaxe. Quanto mais se tensionar, mais difícil será para você.
— N-Não consigo… Hreuk, mmm…!
A ponta do nariz que exalava uma respiração compassada esfregou-se nos cabelos dourados que adquiriram uma cor escura. Landif, como se acalmasse Tenen, beijou vários pontos do rosto avermelhado e depois encontrou o olhar de Tenen.
— Está quase acabando. Está indo bem.
Era um encorajamento suave que não combinava com ele. Era uma reverberação inacreditável para a voz de alguém que revolvia o orifício de Tenen de forma libertina, emitindo um som encharcado e viscoso.
Tenen, deixando grossas gotas de lágrimas caírem, balançou a cabeça repetidamente, mas não resistiu ao toque que massageava a próstata como se a esmagasse e inspirou o ar profundamente. Da boca aberta, nem sequer um pequeno arquejo conseguiu escapar. O corpo que tremia de leve vacilou e inclinou-se em direção a Landif.
Era um prazer a ponto de causar náuseas. Tenen, apoiando a testa no ombro de Landif, envolveu o corpo dele como se estivesse pendurado em seu braço. Diante do dedo que cutucava o orifício cada vez mais rápido, parecia que a sua mente queimava até se tornar branca.
— Hnn, hreuk…! Mmm, haa…!
Do membro masculino rigidamente ereto, um fluido transparente escorria continuamente. O fluido seminal ralo alongou-se e acumulou-se no peitoril da janela e no chão. Mesmo sem ser tocada, a ponta do membro que oscilava por si mesma inflou como se estivesse prestes a explodir a qualquer momento.
O prazer havia subido preenchendo até o topo da cabeça, mas ele não conseguia despejá-lo. Parecia que apenas massageando o membro algumas vezes seria possível expelir esse calor, mas o prazer agudo apenas continuava cortando o interior sem conseguir explodir para fora.
O olhar de Landif que observava Tenen, cujo corpo inteiro tremia como se estivesse em espasmos, preencheu-se com uma luz sombria. Ele friccionou o dedo rapidamente no orifício que ardia em calor. Diante da contração do interior que se movia de forma libertina como se ansiasse pelo clímax, veias azuis também saltaram no dorso da mão de Landif.
— Landif…, aaah…! Não, não consigo…, hreuk, eu, não…, haa, mmm…!
Tenen esfregou a bochecha ardentemente molhada contra o ombro de Landif de forma desordenada. Com o rosto inteiramente desfeito, o olhar ébrio fitou Landif com desespero.
— Só mais um pouco para a frente.
As pupilas que baixaram em um tom sombrio observaram o mestre que amadurecera vermelho como um fruto. Ele retirou a mão que amparava Tenen levemente e segurou o queixo dele. Juntou os próprios lábios secos aos lábios dele que estavam abertos devido ao arquejo e empurrou a língua profundamente.
— Mmm, mmm…!
Ele envolveu e puxou a língua de Tenen que se encolhera como se estivesse assustada, sugando-a suavemente. Tenen exalou uma respiração arfante e entregou o corpo conforme Landif conduzia, para então abraçar o pescoço dele e juntar as bocas com pressa.
— Hnn, mmm…! Mmm, mmm…!
Neste momento, o pensamento de que o beijo era apenas um ato formal para seguir o testamento não surgiu. A melancolia de alguns dias atrás foi vã. O beijo continuava doce, e o corpo aquecido parecia prestes a derreter.
Tenen, deixando as lágrimas correrem, concentrou-se em buscar a respiração de Landif.
O prazer agudo que assolava todo o seu corpo atormentando-o só então mudou de direção. Contraindo-se como se fosse esmagar o dedo que massageava calorosamente a parede interna, ele exalou uma respiração arfante. No instante em que a respiração úmida se misturou e a língua dos dois se envolveu sem brechas, o membro de Tenen oscilou para cima e para baixo, despejando o sêmen esbranquiçado.
Apenas após misturarem as línguas por um longo tempo, a ponto de não se saber de quem era a saliva que molhava os lábios, os lábios dos dois se separaram junto com um suspiro lânguido.
Tenen, olhando para Landif com as pupilas azuis encharcadas de volúpia, soltou um riso sem forças.
Se de qualquer forma era algo que ele precisava suportar, não havia necessidade de ferir a si mesmo sobrepondo os seus sentimentos àquele ato. Mesmo que não fosse romântico como um romance de ficção, o beijo continuava doce.
— O senhor se saiu bem hoje também. Meu amo.
Diante da voz que sussurrava suavemente, Tenen assentiu obedientemente com a cabeça. O coração sentiu cócegas diante do beijo que pousou com cuidado após os cabelos molhados serem jogados para trás.
— O que acha. Desse jeito, não seria eu uma prostituta consideravelmente excelente?
Embora fossem palavras ditas como piada, Landif não riu. Ele franziu o cenho e fitou Tenen demoradamente, para então balançar a cabeça devagar.
— Se há uma prostituta neste lugar, não seria você, mas sim eu.
— …
— Lembre-se de que eu não passo de uma mera caixa, incapaz de causar a você sequer um vestígio de arranhão. Nenhum ato que eu cometa poderá ferir a sua nobreza.
— Eu…
Tenen, que abriu a boca inadvertidamente, não encontrou palavras para acrescentar e apenas moveu os lábios.
Mesmo que um arranhão aconteça, quem se importaria com um corpo que desde o início não é considerado precioso? Tardiamente, a frase familiar surgiu em sua mente, mas ele não a colocou para fora da boca. Apenas aquilo era insuficiente. Não era esse o sentimento.
— Mesmo que cause um arranhão, será que alguém se importaria?
No fim, apenas após colocar para fora uma frase de autodepreciação, Tenen afastou o corpo de Landif.
Os lábios onde restava o contato do beijo sentiram cócegas. Tenen conteve a vontade de tatear os lábios com o dedo e apoiou o corpo de forma frouxa na janela. O gorjeio do pássaro que vinha de fora da janela acalmou a mente confusa.
À medida que o sol do meio-dia adicionava calor à superfície da terra, o verão avançava o equivalente a um dia.
Ele também se acostumou gradualmente com a nova solidão e a melancolia. Assim como o seu corpo incômodo que adoecia por qualquer motivo, era um pedaço do cotidiano que alguém de mente fraca precisava suportar.
— Preciso tirar uma soneca.
Ao sussurrar baixinho fechando os olhos de leve, uma temperatura corporal gélida que não combinava com o verão acariciou a bochecha suavemente e retirou-se.
O seu lacaio, que havia se retirado sem fazer barulho, retornou trazendo uma toalha mornamente umedecida e limpou perfeitamente o corpo que fora sujo. A cada local por onde a toalha úmida passava, os sentimentos oscilavam como ondulações na água.
A dor latejante no peito continuava de forma branda acompanhando os batimentos do coração. Tenen engoliu tudo aquilo para o seu interior junto com a saliva seca e submergiu no sol caloroso.
Os dias de sucessão cercados por musgo verde fluíam silenciosamente.
[5. Uma velha história]
No passado, antes de as histórias dos deuses se tornarem mitos.
Naquela época em que os deuses que desciam à terra ocasionalmente estimavam os humanos ou pregavam peças neles, havia um jovem cuja beleza era louvada.
Ele possuía cabelos prateados tão radiantes que a lua esplendorosa se escondia na noite escura por timidez, e era alguém com pupilas tão fascinantes que o sol ardente deixava a sua luz vermelha no subsolo e colocava o rosto para fora exibindo um tom amarelo.
Aquilo era, na verdade, um presente de um deus. Da cabeça aos pés, não havia um único lugar que não fosse belo. Os músculos que formavam o corpo do jovem jamais eram excessivos ou insuficientes. A sua silhueta vestindo uma túnica esvoaçante fazia lembrar um anjo que perdera as asas, e os cabelos que tremulavam ao vento eram misteriosos como a luz da lua que brilha por entre as folhas das árvores.
Os deuses também o estimavam, adornando-o com joias preciosas e tecendo roupas com materiais sagrados para vesti-lo.
Ele não precisava fazer nada além de mover o belo rosto para moldar um sorriso. Se ele estivesse deitado na grama à beira de um riacho de águas límpidas, mordendo os frutos que os pequenos elfos lhe entregavam, os deuses e os humanos que vinham para vê-lo competiam para oferecer presentes.
— Mostre-me o seu belo rosto.
— Poderia segurar a minha mão?
— Permita-me beijar o dorso do seu pé.
Aqueles que ansiavam até mesmo por um pequeno toque dele eram excessivamente numerosos. Ele apenas se fartava recebendo os elogios e o amor que lhe eram concedidos, desfrutando a alegria da vida. Como não havia nada que ele entregasse, era uma vida sem escassez. Ele era diariamente próspero e sozinho era rico.
Certo dia, o deus que colecionava coisas belas aproximou-se e olhou para ele.
— Mesmo somando tudo o que possuo, é inferior a você.
— Bela criança humana, permita que a sua voz seja guardada em meus ouvidos.
— Vamos colocar isto. Vamos vestir isto. Brilha dez vezes mais do que quando deixado na prateleira.
Era um deus de muita ganância. No entanto, o deus não achava um desperdício entregar objetos para a bela criança. Os tesouros que o deus colecionara alcançavam verdadeiramente o valor de um tesouro quando utilizados pelo belo humano.
A afeição do deus não secava facilmente. O belo humano que recebeu o amor do deus que tirava o fôlego permaneceu exatamente como era em sua época mais bela, sem envelhecer e sem adoecer, sendo louvado por centenas de anos.
No entanto. Assim como o riacho raso secou com o passar do tempo, o longo amor e a paciência do deus também se desgastaram.
— Criança. Você jamais sabe como ser agradecida.
— Como apenas recolhe o que recebe e não sabe como entregar aos outros, você é uma criança com uma ganância maior do que a minha.
— O seu rosto é mais nobre do que qualquer coisa no mundo, mas esse coração que não sabe conceder amor é mais insensível do que uma rocha, não sendo diferente de uma caixa de joias belamente decorada.
Por isso, o belo humano tornou-se a caixa de joias mais nobre do mundo, cuja beleza jamais desbotaria.
— Se não sabe como entregar, você será para sempre apenas isso.
O deus amaldiçoou ao entregar a caixa ao rei dos humanos que possuía o maior armazém.
Desde então, inúmeras pessoas ofereceram a ele a sua ganância mais preciosa e secreta, mas a fome da caixa não pôde ser saciada.
Ele era uma caixa por onde os tesouros e a ganância permaneciam e depois partiam.
Ele, que apenas recebia e não tinha o hábito de entregar, tornou-se uma caixa justa que devolvia tanto quanto recebia.
—
Jeremy era um cavalariço que trabalhava na vila de verão de Bluemost, que era chamada de “a mansão do espectro amaldiçoado”.
Quando criança, para Jeremy aquela mansão era um lugar assustador e bizarro. A mansão erguida com tijolos de cor pálida parecia gélida mesmo no auge do verão, e as árvores e plantas que cresciam excessivamente de forma desordenada para a mansão de um nobre pareciam com certeza um cemitério sombrio. Como o mestre não permanecia ali com frequência, o lugar que ficava vazio na maioria dos dias não recebia visitas além dos criados que entravam e saíam para a manutenção.
— Desgraçado amaldiçoado! Dizem que o seu avô também foi enfeitiçado por aquela mansão e cava túmulos toda madrugada para comer cadáveres?
Quando criança, Jeremy foi imensamente atormentado pelas crianças do vilarejo. Isso porque o seu avô era o cavalariço que trabalhava na mansão.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna
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Sinopse:
Como herança de seu avô, Tennen recebeu uma mansão silenciosa e um homem. Landiff, um espírito amaldiçoado que habitava a mansão sem dono. O homem, que jamais envelhecia e cuja beleza nunca desbotava, chamava a si mesmo de “Caixa”.
“A caixa é transferida para Tennen Skyler.”
O que foi herdado por Tennen, ao aceitar o bizarro testamento de seu avô, era a vergonha secreta do velho que não podia ser mostrada a ninguém. Era o próprio desejo impuro, preservado em seu estado mais cru. Até que o fundo da caixa fique completamente vazio, a herança, uma vez iniciada, não irá parar.
“Você já teve relações com um homem antes?”
O desejo trazido à tona pelo homem apático submerge completamente o jovem mestre nobre e puro.
“Seu talento é impressionante, meu mestre.”
Em meio a dias de luxúria que experimentava pela primeira vez, o desejo de Tennen se torna ainda mais profundo.
“Lembre-se bem de sensações como esta, meu mestre.” “Isso é o que chamam de desejo.”
Na terra de musgo azul, na vila de verão de Blue Moss, começa o verão mais quente de sua vida.
Nome alternativo: Desire Box Caixa Dos Desejos