Ler Controle – Capítulo 91 – Side 2. Tornando-se família (6) Online

Modo Claro

 

— Ngh, hngh!

A massa que enchia sua boca não deixava espaço nem para gemidos. Siheon segurava firme a cabeça pequena de Yohan enquanto movia os quadris com força. Era possível ver claramente o pênis escuro entrando e saindo entre os lábios avermelhados. A saliva que ele não conseguia engolir escorria pela boca entreaberta.

O movimento entrava tão fundo que chegava a tocar sua garganta, fazendo-o engasgar de tempos em tempos, mas Siheon não diminuía o ritmo. E com o estímulo insuportável vindo de baixo, seu cérebro parecia derreter.

Bzzz…

O brinquedo enfiado entre as nádegas de Yohan vibrava sem parar desde antes. “Squelch, squelch.” Era um som contínuo, impossível saber se vinha de cima ou de baixo. O simples fato do pênis de Siheon roçar o céu da boca já era atordoante, mas o brinquedo, vibrando dentro dele e estimulando suas paredes internas, o deixava completamente fora de si. Já fazia um tempo que um líquido transparente gotejava na ponta do membro de Yohan.

— Não toque.

Quando Yohan tentou segurar seu órgão genital com a mão, Siheon imediatamente o advertiu. Ao mesmo tempo, empurrou o membro até o fundo de sua garganta. — Hngh! — As lágrimas se acumularam nos olhos dele com a sensação  intensa. Siheon passou os dedos pelos olhos molhados, forçando-o a olhar para cima, quando Yohan o olhou de volta, encontrou aqueles olhos azuis e frios. O toque era gentil, mas o olhar permanecia gélido.

Yohan pressionou a língua contra a carne macia, provocando, o alfa respirou fundo e retirou o pênis brilhando de saliva de sua boca. Só então o ar preso escapou de seus pulmões. Mesmo assim, o brinquedo lá embaixo ainda vibrava dentro dele, fazendo seu corpo estremecer.

— Gostou tanto assim? A ponto de ficar soltando feromônios?

Siheon se agachou, ficando na altura de Yohan, que estava de bruços. Será que ele realmente estava exalando feromônio sem perceber? Talvez outras pessoas não notassem, mas Siheon, sendo hipersensível ao cheiro dele, certamente notava.

Yohan, com as mãos trêmulas, agarrou Siheon.

— Me… me dê o seu pau de verdade… por favor…

Com um suspiro curto, Siheon estendeu o braço por baixo de Yohan. “Sshrrk,” o brinquedo deslizou para fora, roçando suas paredes internas. Só isso já fez Yohan gemer alto de prazer.

Vendo a reação dele, Siheon franziu o cenho e, de repente, enfiou o brinquedo de volta. — Haaah! — Yohan se contorceu todo e agarrou os lençóis. Estava sentindo tanto que nem conseguia gemer direito, apenas tremia.

— Já que isso parece ser o suficiente para você, então não precisa mais do meu, não é?

Diante da frase fria, Yohan sacudiu a cabeça com força. Mas era difícil saber se ele queria dizer que precisava do verdadeiro ou se era só um reflexo do prazer.

Siheon segurou a base do brinquedo e começou a movimentá-lo para dentro e para fora. — Nh, nnngh… — Yohan gemia, os sons saiam abafados pelo travesseiro. Estava completamente molhado, tanto na frente quanto atrás. Siheon quase riu de incredulidade. Sabia que ele era acostumado com brinquedos, mas ainda assim era difícil acreditar que ele conseguia sentir tanto prazer com um, mesmo com o seu alfa ali na frente.

Com o desconforto crescendo, o feromônio alfa se intensificou. Yohan, ao sentir, prendeu a respiração, completamente perdido.

‘Reage ao meu cheiro, mas continua gemendo por um pedaço de plástico?’

Aquilo o deixava irritado.

— Se você conseguir aguentar sem gozar até o fim, eu coloco o meu de verdade.

Vendo os olhos de Yohan vacilarem, Siheon começou a mover o brinquedo com mais força. — Ngh, ah, ahh… — Os gemidos dele se tornavam curtos e entrecortados, como se algo bem fundo estivesse sendo tocado. As veias nas mãos, apertando o lençol, estavam saltadas de tanto esforço.

Squelch, squelch.

O som ficava cada vez mais molhado, agora não só por causa do lubrificante, mas pelos próprios fluidos de Yohan.

— Haa… P-para… Nhoc! Si… Sihe…on! Ngh!

Yohan estremeceu, a sensação de orgasmo subindo como uma maré. O cheiro de seus feromônios se intensificou a ponto de ser quase intoxicante. No entanto, por mais que o tempo passasse, ele não atingia o clímax. Seus punhos estavam tão cerrados que as unhas cavavam sulcos nas palmas das mãos. Siheon, com um sorriso sutil no canto dos lábios, finalmente retirou o brinquedo de dentro dele. Só então Yohan soltou um suspiro trêmulo e tombou para frente, ofegante.

O brinquedo, completamente molhado, ainda vibrava ruidosamente. Quando Siheon franziu a testa ao ver o movimento ondulante do anel central, pressionou um botão no controle remoto e desligou o aparelho.

Com o brinquedo desligado, restaram apenas os sons entrecortados da respiração de Yohan. Vendo os fios platinados colados na testa encharcada de suor, Siheon pensou que talvez tivesse exagerado um pouco.

— Agora…

Yohan estendeu a mão com esforço e tocou Siheon.

— Faz direito…. Eu aguentei até o fim.

Mesmo exausto, com a voz falhando, ele ainda o queria. Era irritante, mas também… derreteu um pouco o coração de Siheon, mais do que ele gostaria de admitir.

— O quanto quiser.

Deitou Yohan de costas, abriu suas pernas e se posicionou entre elas. O buraco já relaxado pelo brinquedo engoliu o pilar de Siheon com facilidade. Quando ele empurrou até o fundo, devagar, Yohan soltou um longo suspiro.

— Tá tão quente…

Yohan levou a mão até o próprio abdômen e murmurou:

— Como esperado, o de verdade é melhor… ah!

Antes que ele terminasse de falar, Siheon se inclinou e selou seus lábios. Como se já estivesse esperando, a língua de Yohan se entrelaçou com a dele. Os feromônios misturados os deixavam tontos. O ômega enlaçou os braços em volta do pescoço de Siheon e o puxou para mais perto, fazendo os lábios se pressionarem com ainda mais força.

Enquanto se movia dentro dele, abafando os gemidos com beijos, os sons abafados ecoavam na boca entreaberta de Yohan. Quando a língua tentava recuar, ele a segurava e sugava com força, arrancando sons trêmulos de prazer.

As paredes internas de Yohan, ferventes, se contraíam com força ao redor da carne rígida de Siheon. O homem engoliu um gemido alto e se enterrou ainda mais fundo. Era inaceitável, ser comparado a um brinquedo. Não importava quão bem feito fosse, nada poderia substituí-lo, queria marcar o corpo de Yohan de uma forma que ele nunca mais esquecesse quem era o original.

— Ah! Noc… T-Tão grande… Aah!

À medida que o membro de Siheon inchava dentro dele, Yohan começou a se encolher, tentando recuar como se estivesse assustado. Mas Siheon pegou uma de suas pernas, segurou-a pela coxa e aumentou o ritmo, as investidas agora tão fortes que o som da pele batendo contra a pele enchia o quarto.

Sem perceber, o membro de Siheon começou a inchar, como se estivesse prestes a realizar o nó. Se continuasse assim, acabaria marcando Yohan sem o consentimento dele. Quando puxou de uma vez só para fora, Yohan estremeceu e chegou ao clímax, com seu corpo tremendo violentamente ele gozou. Seu abdômen ficou encharcado de sêmen.

Siheon passou a mão pelo líquido espesso no abdômen de Yohan e subiu até os mamilos, apertando um deles. — Ahh! — Yohan soltou um gemido agudo, e seu tronco arqueou. Por causa da textura escorregadia, o toque causava uma sensação estranha, e ele tentou fugir, mas Siheon o manteve no lugar.

— E se eu te marcasse agora mesmo?

Ao soltar essas palavras sem pensar, os olhos de Yohan se arregalaram, e logo começaram a tremer. Até esse sujeito frio se abalava com a ideia de ser marcado, e isso quase fez Siheon rir.

— Dizem que depois da marca, você não consegue mais sentir nada com ninguém, não é? Então até os brinquedos vão se tornar inúteis.

Siheon falava sério, ele não mais podia aceitar aquilo. Não queria dividir Yohan com ninguém – nem com outra pessoa, nem com um objeto. Mesmo que aquele brinquedo fosse uma réplica perfeita dele, não suportava a ideia de compartilhar Yohan. Nesse caso, a única resposta possível era marcá-lo.

— Isso…

Yohan franziu a testa, sem conseguir dizer nada. Mesmo depois de seis meses vivendo juntos, ele nunca tinha mencionado a marca antes. Quando soube que Noah e Woo Jaryeong haviam se marcado logo que começaram a namorar, Yohan havia criticado: disse que era precipitado demais, que era loucura confiar tão cedo.

Não era só Yohan que se sentia assim. Siheon também estava na mesma situação. Mas, ao contrário de Yohan, ele já havia refletido sobre a marcação.

— Se não quiser…

A mão de Siheon deslizou do peito de Yohan até o abdômen. Passou pela parte inferior da barriga, e começou a circular perto de seu membro, como se estivesse prestes a tocá-lo, mas sem de fato fazê-lo. Talvez por isso fosse ainda mais torturante, dava para ver a pele de Yohan estremecer.

— Se quiser fugir, é agora.

Siheon se inclinou e sussurrou no ouvido dele:

— Se eu colocar meu pau de novo dentro de você… acho que não vou conseguir me segurar.

A sinceridade na voz baixa de Siheon pareceu tocar Yohan, cujo corpo ficou rígido. Siheon ergueu o rosto e o encarou diretamente, os olhos verdes de Yohan tremulavam suavemente.

— Você… quer mesmo isso?

Seja lá o que tivesse passado por sua mente, os olhos de Yohan pararam de vacilar e focaram em Siheon com firmeza. O alfa não respondeu com palavras – apenas sustentou o olhar. Com uma das mãos, segurou o rosto de Yohan e deslizou o polegar por seus lábios. Ele fechou os olhos e respirou fundo, virando o rosto na direção da palma de Siheon, então passou a língua pela ponta de seus dedos. O arrepio e o calor subiram pelo braço de Siheon, partindo da ponta dos dedos.

— Você não deveria provocar assim…

Enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dele, Siheon o advertiu. Mas Yohan envolveu seus braços ao redor do pescoço dele, puxando-o para mais perto.

— Você está dizendo que vai se entregar todo para mim, Cha Siheon. Pelo resto da vida.

Siheon, que até então pensava que era ele quem estava reivindicando a posse de Yohan, soltou uma risada baixa com a resposta inesperada. Sim… era bem a cara dele mesmo.

— Em troca, você nunca mais vai conseguir ficar com outra pessoa além de mim.

— E eu me importo? Nunca consegui até agora… e duvido que vá encontrar alguém tão  impressionante quanto você no futuro.

Ao ouvir isso, os cantos dos lábios de Siheon se curvaram em um sorriso calmo. Então ele colou seus lábios aos de Yohan e, com firmeza, voltou a empurrar seu pau já duro e latejante para dentro do corpo dele.

— Hngh…

O gemido de Yohan ecoou entre seus lábios unidos.

Quando Siheon chegou ao fundo, seu membro começou lentamente a inchar na base. Com a sensação de estar sendo completamente preenchido, Yohan se contorceu em choque.

— Ahn… espera, ah…!

Ao tentar recuar, foi impedido – Siheon o segurou e voltou a beijá-lo com força. Com um beijo intenso, devorava cada suspiro, cada palavra que Yohan tentava dizer. Mesmo quando ele cravou as unhas nas costas dele, Siheon não parou. O processo do nó já havia começado.

Os olhos azuis do homem brilhavam com desejo. Não era o olhar de um ser humano… mas sim o de uma fera diante de sua presa.

— Haa, isso… ahh, o que é… ah!

Cada movimento lento do homem deixava Yohan mais perdido, contorcendo-se sem saber o que fazer. Mas com os dois conectados daquela forma, não havia como Siheon sair de dentro até que ejaculasse o deixando, completamente preenchido.

Segurando firmemente as mãos de Yohan contra a cama, Siheon cravou os dentes em seu ombro. O cheiro doce do omega, intensificado pelo êxtase, inundou seus sentidos, ameaçando apagar sua razão por completo.

 

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Continua…

 

Ler Controle Yaoi Mangá Online

SpinOffs de ESCAPE.
— Esse é o Jenny, veio dos Estados Unidos. Ao lado está o Alexei, que está comigo desde a Rússia, é um dos mais antigos. O próximo é o Jordi, que vem direto da França. E por último, aquele ali é o mais novo, o “Honey”. Escolhi ele porque achei que teria o tamanho ideal para hyung Siheon. O que acha, gostou?
À medida que ele ia apontando um por um com o dedo e explicando, o rosto de Siheon ia ficando cada vez mais sombrio. ‘Parece que ele entendeu perfeitamente.’ Yohan olhou para Siheon e sorriu com um ar inocente, quase doce.
— Pode cumprimentar. Todos já passaram pelo mesmo buraquinho.
— Haa…
Siheon soltou um som comprido, que ninguém saberia dizer se era um suspiro ou uma risada vazia. Em seguida, lançou um olhar fulminante para os brinquedos enfileirados.
— Está me dizendo que eu estou no mesmo nível que essas coisas?
— Bom, eu não disse exatamente isso… Mas, no fim das contas, o único ser humano que já entrou em mim foi você, hyung.
 
(Trecho de CTRL.)

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