Ler Controle – Capítulo 85 – Side 1. Noah e Jaryeong (15) Online

Modo Claro

 

A viagem de volta à Coreia, que levou pouco mais de uma hora, pareceu incrivelmente longa. E isso só foi possível porque ele havia pegado o jato particular de seu pai, que fora modificado.

Durante o trajeto de táxi do aeroporto até a casa de Jaryeong, Noah não soube dizer quantas vezes pressionou o motorista para acelerar. Se estivesse dirigindo ele mesmo, com certeza teria ultrapassado todos os sinais e limites de velocidade sem pensar duas vezes.

Ao descer do táxi, viu Jayun, o irmão mais novo de Jaryeong, parado na rua, andando de um lado para o outro, ansioso.

— O que você está fazendo aqui fora?

— Noah hyung!

Assim que viu Noah, a expressão de Jayun se iluminou em alívio.

— O Jaryeong hyung…

Ele devia estar em choque, afinal, tinha visto o irmão em pleno ciclo de calor. Noah então retirou do bolso o cartão de acesso do seu apartamento e o entregou ao garoto.

— Vou anotar o endereço. Fique lá hoje à noite… não, fique alguns dias. Alguém vai cuidar da casa, então comida e acomodação não serão problema. Felizmente, você está de férias agora, certo?

Jayun segurou o cartão com uma expressão confusa, misturando perplexidade e preocupação com o irmão.

— Vai ficar tudo bem. Não precisa se preocupar com ele.

Ao bagunçar os cabelos de Jayun com um sorriso tranquilizador, o garoto assentiu em silêncio.

Noah colocou o dinheiro do táxi nas mãos de Jayun e o mandou embora. Em seguida, correu para dentro da casa com pressa. Assim que abriu a porta, um cheiro doce e pesado o envolveu, o aroma era tão forte que ele mal conseguia respirar. Ele cobriu o nariz e a boca com a mão, mas foi inútil.

— Ugh.

Seu sangue ferveu na parte inferior de seu abdômen, e a visão ficou turva. Mesmo tendo tomado o supressor de rut com medo de perder o controle e machucar Jaryeong, o perfume de um ômega no cio ainda fazia sua razão vacilar.

— Jaryeong… Woo Jaryeong…

Chamou por ele enquanto tirava os sapatos e entrava. Instintivamente, virou a cabeça em direção ao cômodo de onde o cheiro vinha mais forte. Ao se aproximar do quarto, ouviu respirações ofegantes vindas de dentro. Segurou a maçaneta, respirou fundo, só aquele ar inalado fez seu pênis latejar dolorosamente.

‘Será que vou conseguir manter o controle até o fim?’

A cada segundo, sentia-se menos confiante.

Claque.

Com um pequeno clique, a porta se abriu. Uma onda sufocante de feromônio denso o envolveu por completo.

— Sunbae…

Jaryeong o chamou com a voz completamente embebida de desejo. Os cantos dos seus olhos estavam vermelhos e as pupilas úmidas, já tomadas pelo cio.

— Eu… não estou bem… — ele arfou, com os dedos se contorcendo no lençol. — Hng… Sinto que vou enlouquecer…

A voz embargada de Jaryeong rompeu o último fio de racionalidade de Noah. Ele se aproximou rapidamente, agarrou o rosto do omega e cobriu seus lábios com os dele. — Agh — o simples entrelaçar das línguas fez Jaryeong gemer. Até a saliva dele tinha gosto doce. Todos os sentidos de Noah pareciam estar em chamas, como se algo dentro dele gritasse: “Tome ele agora. Faça ele seu, para sempre.”

Desesperado, começou a tirar a própria roupa e também arrancou as de Jaryeong. Ao segurar suas coxas e abri-las, viu que a pequena entrada de seu corpo já estava completamente molhada. Quando o garoto tentou levar a mão até lá para se tocar, Noah a interceptou, segurando seu pulso com firmeza.

— Não toque. Eu vou fazer isso por você.

— Aaah… depressa… por favor…

Jaryeong, tremendo, envolveu o pescoço de Noah com os braços. Seu corpo já estava tomado por um calor intenso, acima do suportável, e ele apenas tremia, sem saber o que fazer.

O sangue de Noah também desceu de vez, fazendo seu pênis inchar a ponto de parecer prestes a explodir. Sua mente parecia à beira da loucura desejando penetrá-lo de uma vez, sem nenhuma preparação.

Inclinando-se, Noah mordeu o peito de Jaryeong enquanto sua mão desceu, para envolver o pênis do outro. — Nghh! — Jaryeong soltou um gemido alto e arqueou as costas. Quando a língua de Noah lambeu a marca dos dentes, todo o corpo do garoto estremeceu. Movendo a mão devagar para cima e para baixo, Noah começou a masturba-lo.

— Ahh… ahh… para… por favor… haa… ngh…

Jaryeong se contorceu, os dedos cravando-se nos ombros de Noah, até que um líquido quente jorrou da pequena fenda da glande. Quando Noah passou a mão molhada por seu membro e períneo, Jaryeong estremeceu e se agarrou a ele, contorcendo-se.

A mão seguiu para trás. Mesmo sem ter sido tocado, o líquido translúcido já escorria em abundância do buraco rosado. Embora Noah já soubesse como um  ômega em ciclo de cio ficava, ver Jaryeong naquele estado o deixava extremamente excitado.

Desejo. Fora isso, todo o resto sumiu de sua mente. Noah empurrou as pernas de Jaryeong para frente o dobrando quase pela metade e enfiou o rosto entre suas nádegas.

— Ah…! Não faça isso… ahh…!

Quando a língua de Noah tocou a entrada enrugada, Jaryeong se contorceu, agarrando os lençóis com força. ‘Ah, porra.’  Noah engoliu um palavrão no fundo da garganta. Tudo era tão doce – o cheiro de Jaryeong, seus fluidos – tudo era doce a ponto de deixá-lo tonto. Mesmo sem ter entrado nele ainda, seu pênis já pulsava violentamente.

— Eu avisei. Mesmo que você chore e implore, eu não vou conseguir parar.

As palavras com as quais ele sempre brincava durante as videochamadas não eram mais piadas. Ele realmente não achava que conseguiria parar. Com a língua e os dedos, começou a alargar a estreita entrada que nunca havia sido tocada por ninguém. Mesmo sendo claramente sua primeira vez, o corpo do ômega já estava encharcado e pulsando, como se estivesse preparado para recebê-lo.

— Só… ah… coloca logo… por favor… ah… sunbae…

Jaryeong ergueu levemente a parte superior do corpo e estendeu a mão para agarrar o pênis de Noah. Num reflexo, Noah segurou o braço dele e o empurrou de volta contra a cama. Se aquele garoto encostasse nele agora, ele certamente enlouqueceria.

— Não faça nada. Eu… eu vou cuidar de tudo, então só fique quieto.

Sua voz rouca e grave fez Jaryeong engolir em seco enquanto olhava para ele. Seu reflexo nos olhos grandes de Jaryeong parecia o de uma fera. E naquele instante, não havia como negar: ele era mesmo uma fera selvagem. Uma besta prestes a devorar aquele pequeno ser assustado e trêmulo.

— Hmpf!

Selou os lábios de Jaryeong com os seus, levantou uma das pernas dele e a apoiou sobre o ombro antes de começar a invadir sua entrada estreita com o membro. — Hmn…— Jaryeong tentou virar a cabeça, como se estivesse sofrendo, mas Noah não soltou seus lábios. Segurando seu queixo para impedi-lo de escapar, empurrou tudo para dentro de uma vez até a base. — Hmhp! — O gemido abafado do ômega morreu entre os beijos.

Mesmo sentindo pena do garoto tremendo sob a pressão nunca antes sentida em seu interior, ele não conseguia parar como havia feito antes.

— Jaryeong… Woo Jaryeong…

Enquanto chamava seu nome, lambia sua orelha. — Ah, hng, mm! — A cada investida de Noah, Jaryeong se contorcia sem saber o que fazer. Squelch, squelch. O som molhado e ritmado se repetia lá embaixo.

— Hngh… sunbae… ah…!

Poc!

O som da carne batendo ecoou quando Noah investiu com força. Cada vez que a mão de Noah acariciava sua pele, um gemido escapava de seus lábios.

— Ah… isso é… ah!

Em certo momento, Jaryeong soltou um gemido agudo e começou a se debater para escapar. Noah segurou suas mãos e voltou a pressioná-lo contra a cama, cobrindo seus lábios com os dele. Ao mesmo tempo, investia seu pênis com tanta força dentro do outro que o som das estocadas enchia o quarto. Incapaz de soltar um gemido adequado por causa do beijo, o corpo de Jaryeong enrijeceu, e seus músculos da coxa tremeram visivelmente. Ao mesmo tempo, um líquido quente jorrou da frente e de trás.

Sentindo as paredes internas apertando seu membro como se quisessem arrancá-lo, Noah também engoliu um gemido.

Mas ainda não era o suficiente. Ele não ficaria satisfeito assim.

—Huh, huh.

Ofegante, Noah puxou os braços de Jaryeong e o colocou sentado em seu colo. Mordiscando seus ombros e pescoço, ouviu os gemidos fracos enquanto o corpo dele se contorcia. Mesmo ainda dentro dele, Noah sentia seu pênis ficando ainda maior, o que fez os olhos de Jaryeong se arregalarem.

— Eu vou marcar você.

Ele sussurrou enquanto mordia o lóbulo da orelha de Jaryeong. Antes que o garoto pudesse reagir, Noah moveu o quadril e se enterrou ainda mais fundo. Era possível sentir o membro se expandindo lá dentro, como se fosse perfurar sua barriga. — Hng…— apavorado, Jaryeong se agarrou a ele com força.

Estrelas brancas explodiram diante dos seus olhos. A visão se alternava entre um branco ofuscante e uma escuridão total. O corpo todo formigava tanto que ele parecia prestes a desmoronar. Noah levantava sua cintura, seu corpo tremia. — Ah, ah, nnh! — Os gemidos entrecortados já nem pareciam seus.

— S-sunbae…

Como se respondesse ao chamado, Noah voltou a juntar os lábios aos dele, procurando por sua língua e sugando-a com força. A sensação de que a raiz da língua seria arrancada e o prazer subindo pela espinha fizeram sua cabeça latejar.

Aos poucos, sua consciência ia se esvaindo. A primeira vez de Jaryeong estava sendo intensa demais para que ele conseguisse aguentar. Só então descobriu que sentir tanto prazer podia ser assustador –como se seu corpo já não lhe pertencesse. Ainda assim, como tudo aquilo vinha de Noah, ele se esforçava para suportar.

— Jaryeong…

Sempre que ele o chamava pelo nome, parecia que seu cérebro ia derreter.

— Eu gosto… ah… gosto de você…

Nem sabia mais o que estava dizendo. A única certeza era que quem o abraçava naquele momento era Noah, Ryu Noah.

— Hah… haah…

Os suspiros ofegantes não tinham fim. O corpo de Jaryeong balançava sem controle sobre Noah. O pênis, que estava inchado a ponto de parecer impossível sair, agitava-se brutalmente dentro dele. Noah segurou sua cintura e o pressionou com força para baixo. Quando a ponta atingiu o fundo, o corpo frágil de Jaryeong estremeceu em espasmos. — Hnn… — Noah também prendeu a respiração e enrijeceu o corpo. —Nnh, nnh… — Só depois de despejar seu sêmen quente dentro dele foi que ele percebeu que Jaryeong havia desmaiado em seus braços.

Logo após despejar tudo dentro dele sua mente lentamente se acalmou. Depois de deitar Jaryeong com cuidado, ele finalmente tirou sua genital. O líquido turvo que transbordou escorreu pelas coxas do garoto. Noah, que tinha o sêmen fluindo em sua mão, esfregou a mão no abdômen de Jaryeong. Os fluidos de ambos se misturaram, assim como o aroma de seus feromônios.

O aroma que enchia o quarto agora parecia um pouco diferente. Ainda era intoxicantemente doce, mas instintivamente, ele sabia: aquele ômega agora era só seu.

Olhando para o rosto pálido e adormecido de Jaryeong, um sorriso surgiu em seus lábios. Quando ele acariciou sua bochecha, o garoto franziu a testa como se estivesse reagindo ao aroma de Noah e inclinou o rosto em direção à sua mão. Aquela cena era adorável demais.

— Fique ao meu lado… para sempre.

O desejo, impossível de conter, escapou em voz baixa. De qualquer forma, mesmo que quisesse fugir agora, não conseguiria. Noah passou a língua pelos lábios avermelhados de Jaryeong, ainda quentes e trêmulos.

‘Ah…  eu realmente quero te devorar por inteiro…’

Reprimindo o desejo perigoso, ele o abraçou com força. Mais uma vez, seu corpo começou a esquentar.

— Eu te amo.

Como se tivesse ouvido aquele sussurro, Jaryeong se aninhou ainda mais no peito de Noah.

‘Meu ômega. Meu amante perfeito, que ninguém pode tomar…’

Aquele sentimento era ainda mais arrebatador do que imaginava.

Noah acariciou seus cabelos e beijou-lhe a testa, prometendo a si mesmo que iria se controlar naquele momento, mas quando ele acordasse, o tomaria de novo. Quantas vezes fosse preciso, até que o interior de Jaryeong se moldasse ao seu formato.

Nos três dias seguintes, durante todo o ciclo de cio, Jaryeong não conseguiu sair da cama. E só então ele percebeu: que o amor que Noah sentia por ele era… avassalador e completamente possessivo.

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Continua…

 

 

Ler Controle Yaoi Mangá Online

SpinOffs de ESCAPE.
— Esse é o Jenny, veio dos Estados Unidos. Ao lado está o Alexei, que está comigo desde a Rússia, é um dos mais antigos. O próximo é o Jordi, que vem direto da França. E por último, aquele ali é o mais novo, o “Honey”. Escolhi ele porque achei que teria o tamanho ideal para hyung Siheon. O que acha, gostou?
À medida que ele ia apontando um por um com o dedo e explicando, o rosto de Siheon ia ficando cada vez mais sombrio. ‘Parece que ele entendeu perfeitamente.’ Yohan olhou para Siheon e sorriu com um ar inocente, quase doce.
— Pode cumprimentar. Todos já passaram pelo mesmo buraquinho.
— Haa…
Siheon soltou um som comprido, que ninguém saberia dizer se era um suspiro ou uma risada vazia. Em seguida, lançou um olhar fulminante para os brinquedos enfileirados.
— Está me dizendo que eu estou no mesmo nível que essas coisas?
— Bom, eu não disse exatamente isso… Mas, no fim das contas, o único ser humano que já entrou em mim foi você, hyung.
 
(Trecho de CTRL.)

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