Ler Controle – Capítulo 67 Online

Modo Claro

Ao entrar na pista, Siheon pôde sentir claramente o cheiro do feromônio de Yohan, mesmo em meio àquela multidão. Não tinha certeza se era algo que só ele sentia ou se os outros também estavam percebendo. De qualquer forma, para Siheon, aquele cheiro era forte o bastante para deixá-lo zonzo. Nesse nível, era difícil acreditar que os outros não notassem também.

Ele agarrou o braço de Yohan, que estava rindo e se esfregando no cara que o abraçava pela cintura. Com um puxão, tirou Yohan de perto do outro e o trouxe praticamente arrastado para dentro do seu abraço. O homem com quem ele dançava franziu a testa, irritado por ter sido interrompido, mas logo se afastou ao sentir o feromônio mais forte de um alfa.

— Haa…

Yohan apoiou a testa no ombro de Siheon, soltando um suspiro quente.

— Isso é covardia.

Murmurou ao pé do ouvido dele, erguendo o rosto. Provavelmente Yohan também estava reagindo ao feromônio que ele liberou para afastar o outro alfa. Quando Siheon baixou o olhar, encontrou os olhos, úmidos, transbordando desejo. O cheiro do feromônio dele se tornou ainda mais forte.

‘Isso vai me deixar louco.’

No meio de toda aquela gente, parecia que ele ia entrar no cio. A mistura de raiva por saber que outros estavam vendo Yohan daquele jeito e o desejo animal de possuí-lo ali mesmo bagunçavam sua cabeça.

Sem dizer nada, ele segurou o braço de Yohan e o tirou da pista de dança, arrastando-o direto para o banheiro. Havia um cara lavando as mãos em frente à pia, mas Siheon o ignorou, empurrou Yohan para dentro de uma cabine e bateu a porta com força. O som fez o outro sair correndo, assustado.

— Meu braço… tá doe-…!

Yohan reclamou, mas não conseguiu terminar a frase, Siheon o puxou mais para perto e o calou com um beijo voraz. Ele respondeu imediatamente, como se também estivesse desesperado, entrelaçando suas línguas, Siheon mordeu de leve, depois sugou sua língua com força.

— Mmh…

Um gemido fraco ecoou na cabine apertada. Quem estivesse do lado de fora saberia exatamente o que estava acontecendo ali dentro.

A mão de Siheon entrou por baixo da camisa dele, subindo pela pele quente até encontrar o peito. Assim que beliscou o mamilo, Yohan deixou escapar um grito curto.

— Você…!

Siheon franziu a testa. Não fazia sentido, ele estava realmente excitado. Mas por quê? Ele só tinha dançado na pista, mas o cheiro de feromônio era forte demais. Siheon conseguia senti-lo tão nitidamente que se perguntou o motivo. Mesmo sendo ômega ele sempre foi muito cuidadoso com isso e manteve os feromônios sob controle. Esse estado não fazia sentido.

— Você não tomou o inibidor?

Enterrou os dentes em seu pescoço e perguntou em um tom baixo.

— Tomei… Isso é por sua causa, mmh…

Yohan estremeceu quando Siheon passou a língua pela pele, deixando o resto da frase escapar num gemido.

— Então não foi o feromônio de outro cara que te deixou assim?

— Não… hngh… é por sua causa…

O peito dele subia e descia rapidamente e mesmo ofegante, insistia que era por causa de Siheon.

— Ah, não me sinto bem, ngh…!

Ele pressionou a virilha contra a coxa de Siheon, se esfregando descaradamente. Mesmo por cima da roupa, o calor do seu corpo era evidente.

Siheon abriu o zíper de suas calças e enfiou a mão dentro. O membro dele já estava quente e rígido na palma da mão.

— Ah… faz alguma coisa, por favor… ahn…

Yohan envolveu os braços em volta do pescoço de Siheon e se agarrou a ele, esfregando o rosto em seu ombro. Um líquido transparente já escorria da ponta do pênis dele. Quando esfregou a ponta com o polegar, ele soltou um grito e tremeu como se estivesse enlouquecendo.

— Haa… Humm… ah!

Siheon abaixou suas calças até as coxas e, com a outra mão, abriu suas nádegas tocando a entrada apertada e úmida. Só de encostar levemente os dedos, Yohan estremeceu inteiro, sem saber o que fazer.

— Quero que coloque….. Coloque isso dentro de mim. Por favor…

Yohan implorou, apertando com a mão a frente da calça de Siheon. O doce aroma de seu feromônio invadiu os sentidos de Siheon, fazendo o desejo ferver em sua cabeça a ponto de latejar, mas ir até o fim dentro de um banheiro de balada não era uma opção. Mesmo assim, seu instinto estava fora de controle, implorando para avançar como um animal.

— Segure-o com a mão.

Siheon abriu o zíper da própria calça, tirou seu pênis já rígido e fez Yohan segurar junto com o dele. Quando começou a mover o quadril, os dois pênis se esfregaram dentro das mãos.

— Haa…

Até pouco tempo atrás Yohan ainda tentava conter os gemidos, mas agora não tinha mais como segurar. O som ecoava alto no cubículo apertado.

Ele rapidamente cobriu os lábios de Yohan como se fosse devorá-los. Entre as bocas coladas, os gemidos abafados se misturavam num ritmo quente. Ao mesmo tempo, Siheon enfiou os dedos na bunda de Yohan, abrindo a entrada apertada. Já estava tão molhado que não houve resistência – dois dedos deslizaram para dentro com facilidade.

Squish, squish. Clank.

O som úmido dos dedos entrando e saindo, misturado aos corpos se chocando, ecoava no pequeno espaço. A sensação de estar quase gozando fez Yohan perder o controle e soltar a mão que segurava os dois membros.

— Não solta.

Siheon cobriu a mão de Yohan com a sua, acelerando os movimentos enquanto continuava a foder seus dedos dentro dele.

— Mmh, hngh!

O corpo de Yohan arqueou como se fosse pular, depois endureceu. Depois de gozar nas mãos de Siheon tanto pela frente quanto por trás, suas pernas ficaram moles, e ele quase desabou. Segurando-o para que não caísse, Siheon respirou fundo, o seu coração ainda estava loucamente acelerado. Yohan, que estava em seus braços, ainda respirava com dificuldade o suficiente para fazer seu peito subir e descer.

Ele arrancou o lenço de papel pendurado na parede, limpou as mãos sujas e os dois dedos, pegando as roupas de Yohan e as suas. O ômega, que estava sentado no vaso sanitário, olhou para Siheon com um brilho manso, como se tivesse se acalmado um pouco.

— Ainda não está satisfeito?

Em vez de responder, os cantos da boca e dos olhos de Yohan curvaram-se em um sorriso provocante.

— Não vamos fazer mais aqui. Vamos para casa

— Um motel aqui perto também serve.

— Você disse que não ia em um motel.

— Ah, mas aquilo foi só porque era a minha primeira vez.

— Esquece. Vou te foder em casa até você implorar pra parar de tanto gozar.

— Hehe…

Yohan apenas sorriu docemente ao ouvir aquelas palavras, que não conseguia distinguir se eram punição ou recompensa.

Ele queria mesmo ver Cha Siheon ficar com ciúmes, então o estimulou de propósito enquanto dançava com outro cara na pista de dança. Quem imaginaria que ele correria em sua direção daquele jeito, emitindo feromônios alfa, avançando como um animal? E o mais estranho era ele mesmo: quando o outro alfa mostrou o feromônio, não sentiu nada, mas bastou Siheon segurá-lo e o virar de costas no meio daquela multidão, cercados de perfume e cheiro de gente, que aquilo o deixou louco.

Não sabia se Siheon fez de propósito ou por instinto, mas ficou claro como um grito: estava marcando território, dizendo que Ryu Yohan era dele. Diante disso, como não ficar excitado?

***

Não lembrava direito como tinham chegado até o apartamento de Siheon. Um orgasmo fraco no banheiro não tinha sido suficiente – o calor acumulado ainda o consumia por dentro. O caminho de táxi de volta parecia interminável.

Assim que abriram a porta, não deu tempo nem de respirar – os dois começaram a arrancar as roupas um do outro, ansiosos. Com a calça ainda pendurada numa perna, Siheon virou Yohan de costas e enfiou os dedos entre suas nádegas.

— Você já está todo molhado aqui… Dá pra sentir escorrendo.

Como se estivesse esperando, o buraco estreito ficou se contraindo.

‘Por que essa criatura é tão obscena assim? Onde foi que aprendeu essas coisas?’

Siheon engoliu o palavrão que subia na garganta enquanto via Yohan, por conta própria, levar os braços para trás, agarrar as nadas e abrir escancarar tudo. A carne rosada, úmida, exposta daquele jeito fez o alfa engolir em seco.

— Anda logo…

Yohan olhou por cima do ombro, encarando Siheon com um pedido manhoso. Levou os próprios dedos até a entrada úmida, tentando enfiá-los.

— Eu já disse pra não fazer isso.

Siheon segurou a mão dele, rosnando baixo.

— Eu avisei. Enquanto estiver comigo, não pode enfiar nada além do meu pau nesse buraco. Seus dedos não são exceção.

Ele se agachou, meteu o rosto entre as nádegas de Yohan e passou a língua no anel enrugado. Quando sua língua lambeu o orifício enrugado, Yohan arqueou-se para frente com um gemido agudo, quase caindo. Conseguiu se apoiar na parede com as mãos para não desabar, mas cada vez que sentia a língua de Siheon tocando ali, o corpo inteiro tremia.

— Haa… Não… aah!

Quando a língua abriu o buraquinho e se enfiou, seus músculos das coxas tremeram. Sem perceber, Yohan levou uma mão para frente, agarrou o próprio pênis e começou a se esfregar. O jeito como a língua cutucava por dentro era bom demais, mas não entrava fundo, o que deixava uma ânsia frustrante. Ao mesmo tempo, cada lambida dentro fazia uma onda quente de prazer correr até a ponta dos pés.

— Hng, direito… não assim, aah…!

Um líquido, fosse saliva de Siheon ou outra coisa, escorria pelas coxas. A sensação era tão intensa que sua cabeça girava. Seu corpo inteiro estava à beira do delírio, tão sensível que se continuasse assim tinha medo de enlouquecer.

Siheon se levantou e encostou o próprio pênis na entrada.

— Anda logo, vai….

Yohan tentou empinar o quadril tentando engolir o membro rígido, mas, de propósito, Siheon afastou o quadril, impedindo a entrada. O desejo de ter aquilo preenchendo todo seu interior já o deixava à beira da loucura. Tentou levar a mão para trás para puxar o pênis do alfa, mas até isso o outro desviou.

— Vou dizer só uma vez, então escuta bem.

Ele se inclinou sobre Yohan, roçando os dentes no pescoço e ombro dele, a voz baixa, quase um rosnado.

— Não deixe mais ninguém tocar em você. Nem mesmo o Ryu Noah. Não libere seus feromônios para outros. Nem sem querer, nem por acidente. Não permita que ninguém além de mim te deseje.

Os lábios dele roçaram na orelha de Yohan. O calor da respiração contra seu ouvido o deixou ainda mais tonto. Ele mal conseguia processar a ameaça – só concordou com a cabeça, implorando para que o alfa finalmente o fodesse.

Só então a cabeça grossa do pau começou a forçar a entrada apertada.

— Aah…

Sua boca abriu-se em um gemido impotente. Com um único empurrão, Siheon preencheu tudo de uma vez até o final. O corpo de Yohan foi jogado para frente, preso entre a parede e o corpo de Siheon, e um grito curto escapou na hora.

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Continua…

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SpinOffs de ESCAPE.
— Esse é o Jenny, veio dos Estados Unidos. Ao lado está o Alexei, que está comigo desde a Rússia, é um dos mais antigos. O próximo é o Jordi, que vem direto da França. E por último, aquele ali é o mais novo, o “Honey”. Escolhi ele porque achei que teria o tamanho ideal para hyung Siheon. O que acha, gostou?
À medida que ele ia apontando um por um com o dedo e explicando, o rosto de Siheon ia ficando cada vez mais sombrio. ‘Parece que ele entendeu perfeitamente.’ Yohan olhou para Siheon e sorriu com um ar inocente, quase doce.
— Pode cumprimentar. Todos já passaram pelo mesmo buraquinho.
— Haa…
Siheon soltou um som comprido, que ninguém saberia dizer se era um suspiro ou uma risada vazia. Em seguida, lançou um olhar fulminante para os brinquedos enfileirados.
— Está me dizendo que eu estou no mesmo nível que essas coisas?
— Bom, eu não disse exatamente isso… Mas, no fim das contas, o único ser humano que já entrou em mim foi você, hyung.
 
(Trecho de CTRL.)

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