Ler Cão Real. – Capítulo 31 Online
— Não pode, hyung. Mesmo que o seu corpo esteja um pouco melhor, não se levante de repente.
— Você enlouqueceu mesmo, não é?
Ele sorriu com uma gentileza insuportável e tentou amparar Hayul para sentá-lo no sofá.
— Não importa quantas vezes você pergunte, a resposta vai ser sempre a mesma. Eu sou louco por você, hyung.
Era uma maneira de calar qualquer resposta. Ele sentiu o ambiente ao redor ficar pesado. Seu corpo inteiro tremeu de vergonha. Se insistisse em discutir, não sabia que absurdos aquele desgraçado poderia soltar na frente de todos, então preferiu calar.
Pavel sentou Hayul no sofá e voltou a falar com o médico. De repente, uma fome alucinante o atacou, e ele devorou o chá e os petiscos sobre a mesa.
— Então, doutor Wilson, vamos continuar a conversa de antes? É possível, não é, doutor? Ter filhos?
Maldito Pavel Kirov, ele era insistente até o fim. O médico de meia-idade, franzino, não conseguia nem falar direito, apenas suava frio e arregalava os olhos, com medo fique podia acontecer.
— Eu sou apenas um médico comum… o ideal seria procurar alguém do sistema de compatibilidade…
— Mas o senhor também trabalhou no centro do sistema de compatibilidade, não foi?
— Para ser honesto, é impossível. Não faz sentido algum. Uma criança? Francamente!
O médico acabou soltando uma risada de desdém sem perceber.
— Não faz sentido?
O tom da voz de Pavel se elevou de maneira cortante, e o rosto do médico empalideceu.
— O sr. Jin é um sub-beta.
— Ele é um ômega.
— Mesmo que tenha sofrido mutações, a constituição original do sr. Jin é de sub-beta.
— Mas atualmente ele é um ômega, certo?
Pavel persistiu, agarrando-se às palavras do médico. O médico ficou sem resposta, apenas abrindo e fechando a boca como um peixe fora d’água. A expressão em seu rosto era como se pensasse: mas que tipo de maluco é esse? Provavelmente ele sentia a mesma frustração que Hayul já conhecia tão bem.
Nesse momento, o celular do médico tocou e seu rosto se iluminou de repente.
— Ah, entendi! Já estou indo! Sr. Kirov, recebi uma chamada de emergência do hospital, preciso sair agora.
O médico, aliviado, por atender a ligação, sem nem se despedir direito, pegou sua maleta médica e fugiu apressadamente. No quarto, restaram apenas alguns subordinados. Hayul queria xingar, mas estava fraco demais, então se concentrou em comer. Pensando bem, ele não tinha comido nada desde que se levantou, então não tinha energia nenhuma.
Pavel o observou em silêncio, enquanto Hayul devorava a comida, como uma fera faminta.
— Hyung.
— Cala a boca.
Hayul fez uma careta enquanto enfiava um pedaço de pão na boca.
— O que foi que eu falei?
— Só cala a boca. Não diga nada.
Ao comer um pão do tamanho de seu punho, ele engasgou. Tentou pegar a garrafa de água, mas sua mão escorregou e a deixou cair no chão.
Um dos homens que estava por perto se abaixou e pegou a garrafa para ele. Era um sujeito de aparência intimidadora, com a cabeça raspada e tatuagens geométricas brilhando na pele.
— Obrigado.
Ele agradeceu por educação, já que estava grato por ele pegar a garrafa, e o homem sorriu levemente para ele. Era surpreendente como seu rosto de urso parecia mais gentil quando ele sorria.
— Como ousa olhar para ele dessa maneira?
Naquele momento, a voz gelada de Pavel cortou o ar. Hayul pensou que fosse com ele, mas aparentemente era para o homem careca tatuado. O subordinado pareceu surpreso e olhou para Pavel, como se estivesse se perguntando o que havia feito de errado.
— Hã? Chefe? Eu fiz algo errado…?
— Você estava olhando para o Jin com olhos de cobra. Por acaso ficou enfeitiçado pelo feromônio dele?
Dessa vez, Hayul só conseguiu soltar um longo suspiro.
— Si-sim? Ah, eu nunca… não, me desculpe.
O homem tentou se justificar, mas logo percebeu que não adiantaria e abaixou a cabeça, levantando-se rapidamente. Apesar de seu corpo imponente, como um urso russo, ele estava tão intimidado quanto uma criança, uma visão tão patética que era de dar pena, quase fazendo querer chorar.
— Chega. Seu desgraçado! Veio de uma família de gangsters do interior, sem valor nenhum, que só te ensinou a agir como um marginal valentão?
Ao ouvir Hayul disparar contra Pavel, o careca tatuado estremeceu. Pavel, no entanto, caiu na risada.
— Aposto que só você, hyung, ousa chamar o clã Kirov de gangue do interior.
— Então para de agir como um valentão.
— Haha. Valentão, é?
Pavel torceu os lábios e sorriu levemente, com um ar de escárnio
— É normal sentir ciúmes. Não dá para evitar. Ter um amante tão atraente como você, hyung, me deixa exausto.
Hayul ficou sem palavras e apenas o encarou, atônito. Ele sempre foi assim? Ou só agora estava mostrando? Já era uma criatura misteriosa antes, mas agora parecia impossível de compreender. Diziam que um alfa real tinha inteligência acima da média… mas que pensamentos viviam girando naquela cabeça?
— Eu não suporto que olhem para você. Também odeio que toquem em você. Não suporto que você olhe para outro, que fale com outro. Quero que o hyung só olhe para mim, só sorria para mim, só fale comigo. Eu queria ser o único a conhecê-lo, hyung. Se eu pudesse, eu o amarraria e o trancaria para sempre.
As palavras que ele murmurou em seguida eram ainda piores. O tempo estava bom, e uma brisa fresca entrava pela janela aberta, fazendo as cortinas brancas de linho ondularem agradavelmente. Era uma manhã linda e pacífica. Mas o tom baixo e úmido de Pavel foi tão sinistro que arrepios percorreram os braços de Hayul.
Parecia que aquele bastardo era perfeitamente capaz de fazer algo assim. Mesmo agora, Hayul estava preso, e sete anos atrás, sua liberdade também havia sido restringida. Não havia cordas, mas no fundo era como ter voltado àquele tempo. Embora tivesse sido trancado no quarto por dias, como seu corpo estava confortável, ele até se esqueceu do fato de estar confinado. Esse era o verdadeiro terror: ele estar se acostumando à obsessão de Pavel.
— Eu vou te matar.
Mesmo assim, Hayul o encarou sem piscar e cuspiu as palavras. Ele precisava matar aquele homem. Caso contrário, seria engolido por aquela loucura e acabaria se tornando para sempre o cachorro dos Headington – não, dos Kirov.
— Eu vou te matar, pode ter certeza.
‘Assim que esse inferno de ciclo de cio acabar.’
Pavel sorriu, radiante.
‘Ótimo. Ria enquanto pode.’
Ele queria ver aquele desgraçado de joelhos, chorando, implorando por misericórdia. A simples ideia o fazia estremecer de prazer.
Pavel se aproximou a passos largos do sofá, pegou uma uva e a colocou na boca antes de perguntar:
— Pois é. Você sempre diz que vai me matar. Mas antes disso, que tal tomar café da manhã? O que você gostaria de comer?
— Você acha que é brincadeira? Não é.
— É sempre bem-vindo, hyung. Pode me matar quantas vezes quiser. Mas então deixamos o café para depois?
Inclinando-se, Pavel mergulhou o nariz nos cabelos desgrenhados de Hayul. O cheiro adocicado das uvas se misturou ao cítrico de sua pele, e no mesmo instante o corpo de Hayul incendiou por dentro. Sua parte de trás se umedeceu sem controle.
— Que cheiro delicioso.
O sussurro de Pavel, carregado de riso, soou perto demais. ‘Cala a boca, por favor.’ Mas em vez disso, aquele homem mordeu sua orelha, arrancando um gemido. A mão de Pavel desceu até a nuca de Hayul, acariciando devagar, e sua voz veio baixa, carregada de ordem:
— Todos, saiam.
Foi apenas uma frase, mas tinha peso absoluto. Nenhum homem ousou desobedecer, em uníssono, eles deixaram o quarto. Nem houve tempo para pedir que fechassem as cortinas. Num instante, ele estava fervendo, perdendo a razão. A velocidade, intensidade e duração de sua reação aos feromônios de Pavel estavam ficando cada vez mais rápidas, mais violentas e mais longas. Ferver levava apenas um instante, mas demorava muito para o calor diminuir.
Entre beijos intensos e respirações entrecortadas, quando percebeu já estava deitado na cama. Pavel não se preocupou em tirar completamente o pijama; apenas puxou para baixo a parte de baixo e abriu suas pernas às pressas. A penetração também foi fácil. Nem precisou de preliminares. No momento em que sentiu o cheiro dos feromônios, sua parte inferior ficou completamente molhada e excitada.
O pênis, que ele já havia provado tantas vezes, entrou de uma vez, afundando profundamente e envolvendo-se perfeitamente em suas paredes internas encharcadas. O interior contraiu-se avidamente, sugando o membro do homem para mais fundo. Cada vez que ele tentava sair, as contrações mastigavam-no com ganância. O pênis entrava e saía rapidamente, fazendo um som molhado e esguichante “splurch, splurch”, enfiando-se fundo e depois retirando-se. Os soluços de Hayul, os gemidos roucos de Pavel e o som de fricção encharcado “squelch” que vinha de abaixo ecoavam de forma indecente.
A cada estocada para cima, Hayul era sacudido violentamente e soltava gritos. Tomado pela excitação, ele balançava a bunda inconscientemente, apertava o pênis latejante o sacudia furiosamente, até espalhar seu esperma por todos os lados, enquanto derramava fluidos para trás também. Dessa forma, eles atingiram o clímax várias vezes. Pavel também ejaculou dentro de Hayul duas vezes, intensamente.
Nesse meio-tempo, o café da manhã foi entregue no quarto.
Exausto, Hayul apenas arfava deitado, então Pavel trouxe uma bandeja na cama e organizou a refeição sobre o colchão. Ao contrário de quando havia agido como um animal, Pavel gentilmente ajudou Hayul a se sentar, colocando até algumas almofadas em suas costas.
A região sob as nádegas, que tocava o lençol, estava dolorida, a ponto de fazer com que quisesse soltar palavrões. Mas, quando ele sentiu o aroma delicioso da comida, uma fome louca o invadiu, mesmo tendo devorado pão e doces há pouco. Lidar com Pavel consumia uma energia tremenda, e não importava o quanto comesse, seu estômago esvaziava num instante.
No momento em que ele terminou de comer os ovos mexidos e o iogurte com frutas e pegou o copo de leite, fez força no baixo ventre e um fluxo de líquido jorrou “walchak” de seu ânus. O sêmen que o canalha do Pavel havia ejaculado dentro dele e seus próprios fluidos, misturados, escorreram, encharcando a área sob suas nádegas.
— Merda… — murmurou, franzindo o rosto e xingando, interrompendo a refeição.
— O que foi? A comida não está do seu gosto?
— Parece que estou mijando pelo cu, que droga.
Pavel soltou uma gargalhada. Para ele parecia engraçado, mesmo enquanto Hayul ainda sofria. Ele tentou contrair o músculo para fechar o buraco, mas o líquido morno continuou a escapar, pingando pelo orifício.
— Merda…
Ele bebeu um gole de leite, xingou, bebeu outro gole e xingou novamente. Mesmo assim, terminou o leite e colocou o copo vazio de volta na bandeja. Pavel, que não havia comido nada, apenas observando, aproveitou o momento. Segurou o queixo de Hayul e o puxou para um beijo.
— Você é tão fofo.
— Não faz isso, porra…
Pavel colou os lábios outra vez, estalando o beijo.
— Por que você é tão fofo assim?
— Eu disse para parar…
— Seus lábios têm gosto de leite.
Ele lambeu de leve os lábios entreabertos de Hayul e sussurrou:
— É delicioso.
A língua que lambia seus lábios forçou-se pela fenda entre eles e revirou o interior. A mão de Pavel acariciou a orelha e a nuca de Hayul. O peso de seu corpo empurrou a bandeja para o lado, até que ela caiu no chão e os pratos se estilhaçaram, mas ele não ligou. De qualquer forma, não seria Pavel quem limparia.
Num gesto brusco, Pavel rasgou a parte de cima do pijama de Hayul, estourando os botões que saltaram pelo quarto, com isso a gola se abriu, expondo seu peito suado. Ele chupou com sua língua envolvente, densa e habilidosa, enquanto acariciava amplamente o peito ofegante de Hayul. Seus dedos frios mas suaves percorreram a forma dos músculos do peito e então beliscaram o mamilo.
Hayul arqueou violentamente diante da pontada de dor. Nunca tinha percebido o quanto aquela região era sensível. Parecendo se divertir com a reação, Pavel insistiu em provocar, girando e esfregando a ponta entre os dedos.
— Não importa onde eu toque, seu corpo sempre reage.
O sussurro pegajoso de Pavel escapou pela fenda entre seus lábios unidos. Pavel continuou a brincar com os mamilos, esmagando-os entre as pontas dos dedos, enquanto esmagava o corpo trêmulo de Hayul contra o seu. A parte inferior de Pavel enroscou-se como uma serpente entre as pernas de Hayul, que rangiam e se moviam. O pênis quente grudou-se firmemente na parte interna úmida da coxa de Hayul.
— Você é meu.
Os lábios se moveram em um murmúrio. O calor ardiam como se tivesse sofrido uma queimadura, deixando a boca em brasa. Pavel pressionou seus lábios novamente sobre os dele e sussurrou mais uma vez.
— Você é meu.
Como se quisesse hipnotizar Hayul, obrigando-o a acreditar que pertencia a ele. Seu hálito era sufocantemente doce, a voz era incomparavelmente melosa. Mas Hayul cravou os dentes nos lábios macios de Pavel, mordendo com força.
— Para de falar merda. Eu não pertenço a ninguém, filho da puta.
Mesmo com o sangue escorrendo dos lábios mordidos, Pavel sorriu estivesse adorando. Ele parecia estar à beira da loucura de tanto prazer. Nos olhos azuis curvados, uma emoção vibrante cintilava. Infelizmente o desgraçado tinha um sorriso bonito demais. Toda vez que o canalha sorria daquele jeito, o coração de Hayul disparava.
— Pare de sorrir. É irritante.
Ele empurrou o queixo de Pavel, mas o outro se inclinou como um cachorro grande e carente, pedindo carinho. E, no fim, conseguiu encostar novamente os lábios nos de Hayul.
— Eu gosto tanto de você.
O movimento dos lábios, roçando contra os dele, o fez estremecer. Dessa vez, ele moveu os lábios um pouco para o lado e deu um beijo rápido “chok” bem no centro dos lábios de Hayul.
— Gosto muito. De verdade.
Era um sussurro com gosto de sangue. Seus olhos azuis sorridentes, que se fixavam em Hayul brilhavam como joias, como o mar da tarde no Mediterrâneo.
Quem não ficaria encantado por aquele sorriso? Com aquele rosto, com aqueles olhos, sussurrando que você era só dele – quem seria capaz de resistir? Se Pavel quisesse, ele poderia ter tornado qualquer um sua propriedade. Quantas pessoas deslumbrantes haviam cercado aquele cara? Todo tipo de pessoa brilhante olhava para Pavel Headington com olhos de admiração e reverência.
Sete anos depois, nada havia mudado. Agora, como Pavel Kirov, quem poderia desafiá-lo? Todos desejavam aquele belo alfa real.
Mas Pavel, tanto no passado quanto agora, só olhava e desejava Hayul. Há sete anos, quando era Headington, e agora, como Kirov. Aqueles olhos azuis sempre olharam apenas para Jin Hayul.
Hayul pensou que era apenas uma brincadeira perigosa. Uma fuga passageira de um jovem nobre prestes a cair em um casamento arranjado. Naquela época, Pavel tinha apenas vinte anos. Um jovem mestre de apenas vinte anos, preso pelo controle de seu pai, escondendo sua verdadeira natureza e vivendo uma vida obediente e diligente.
Mas agora, sete anos depois, o homem tinha vinte e sete anos. O tempo havia passado e ele não era mais aquele rapaz inexperiente. Se tivesse sido apenas uma brincadeira perigosa, as chamas já deveriam ter se apagado. Mas Pavel ainda olhava para Hayul. Já não era possível pensar que era apenas uma brincadeira ou uma fuga.
‘Então, por que eu? Porque eu fui o primeiro a tentar te matar?’
Hayul fitou os olhos azuis voltados para ele e fez uma pergunta silenciosa. Os dois olhos azuis que o olhavam com uma cor constante pareciam dizer que não era apenas por vingança.
De qualquer forma, agora ele poderia perguntar diretamente a Pavel.
— Vamos conversar um pouco…
— Depois.
Ele pensou em tentar iniciar a conversa já que tinha lembrado, mas a situação não era favorável. A mão de Pavel acariciou amplamente sua coxa e penetrou entre suas pernas abertas. O pênis, úmido e quente do homem tocou a parte interna de sua coxa. Parecia que ia perfurá-lo e entrar a qualquer momento.
— Ei…
— Depois. Nós temos tempo.
A voz grave soou baixa, e logo depois Pavel o invadiu com força.
— Ah! — um gemido curto escapou de Hayul, enquanto o quadril e as nádegas tremiam com violência.
Mesmo depois de terem feito incontáveis vezes, seu interior, amolecido e derretido, contraía-se avidamente, apertando com força o membro que entrava e saía, como se nunca pudesse ficar satisfeito, não importa o quanto fosse ‘comido’.
Assim continuaram por muito tempo, Hayul gemendo e chorando, implorando que parasse quando o prazer se tornou insuportável. Seu orgulho já tinha desaparecido havia muito. Sua garganta ficou arranhada por causa dos soluços roucos, mas mesmo assim Pavel não parou. A mão branca acariciava seu corpo, tentando consolá-lo, enquanto o penetrava sem tirar, gozando dentro e voltando a se mover logo em seguida.
— Hyung. Hayul. Jin Hayul…
A voz dele repetia o nome, sem parar. No meio daquela tortura de prazer, aquilo era o único som claro que Hayul conseguia ouvir. Pavel murmurava o nome dele como um feitiço, repetidas vezes. Nem mesmo a própria mãe o havia chamado tanto assim por seu nome.
No dia em que ela morreu, Hayul pensou: Quem vai me chamar de Jin Hayul agora? Chegou a sentir rancor por ela não lhe ter dado um nome mais simples.
— Haah… Jin Hayul.
O rosto de Pavel se afundou em sua nuca enquanto ele gemia, enterrando-se até a raiz no interior que estava uma bagunça, cheio de fluidos e sêmen, e tremendo violentamente
Hayul nunca imaginou que ouviria de novo seu nome, aquele que acreditava ter sido perdido para sempre, nos lábios de um alfa real de olhos azuis. E, quando Pavel gozou, Hayul também estremeceu descontroladamente, atingido pelo clímax ao mesmo tempo que ele.
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Continua…
Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online
(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog