Ler Cão Real. – Capítulo 27 Online

Modo Claro

As lágrimas que escorriam em fluxo constante de seus olhos eram, em parte, uma reação fisiológica ao prazer, mas também vinham da frustração. Ele queria matar Pavel, de verdade. Tanto há sete anos quanto agora, ele queria matar e eliminar aquele filho da puta que detinha um poder esmagador, contra o qual ele não podia competir, e que usava esse poder para oprimi-lo.

— Não me ch… chame de Anjo… seu filho da puta… ngh!

O prazer lancinante fez suas nádegas se contraírem, mas, não querendo fazer barulho, ele mordeu os lábios até sangrar.

— Então devo chamá-lo de Rosie, hyung?

— Não se atreva a me chamar por esse maldito nome de cachorro…

Os dedos que remexiam dentro dele, de repente, se retiraram. Foi então que, antes que o buraco pulsante pudesse se fechar, algo grosso e duro enterrou-se de uma vez.

— Nghhh!

Era incomparavelmente mais espesso que os dedos. Hayul teve espasmos, incapaz até de respirar direito. Não conseguia acreditar, mesmo estando molhado, como aquilo podia entrar de uma só vez?

— Jin… Jin. Relaxe um pouco.

A passagem era estreita demais para que Pavel conseguisse avançar mais. Ele acariciou a sua cintura e as nádegas tensas, como se o acalmasse. Era o mesmo gesto de sete anos atrás. Naquela época, ele só havia conseguido colocar a ponta antes de se retirar.

— Tire você mesmo… tire isso. Acho que não vou aguentar…

‘Você acha que isso é possível, seu desgraçado?’

Era o que queria dizer, encarando Pavel com ódio. Mas, no instante em que relaxou para falar, Pavel o enfiou até a raiz. O pouco de força que restava em seu torso desmoronou, colando-o contra o chão. Seu tronco tremeu colado ao tapete, enquanto sua bunda permanecia erguida, sendo atravessada. — Ha, haa,— ofegante, Hayul arranhou o chão. Mesmo sabendo que não podia escapar, ele se debateu desesperadamente, tentando se libertar.

— Tire…

Mas, contradizendo suas palavras, seu buraco se contraiu e apertou, como se estivesse mastigando.

— Tire, por favor… não… não faça isso.

Seu buraco pulsava, como se estivesse feliz, devorando com ganância o pênis grosso que preenchia seu interior por completo. Ele queria que aquilo parasse. Estava com medo. Queria que Pave tirasse. Mas, contra sua vontade, suas nádegas erguidas balançaram. Um fluido quente jorrou pelo buraco que se contraía violentamente e escorreu em pingos. Seu pênis pendurado também ficou completamente ereto e balançou, Hayul sentiu seu escroto ficar tenso, como se fosse explodir.

— Haa… Jin… hyung… hyung Hayul…

Nem Anjo, nem Rosie – mas sim Jin Hayul. Ele pronunciou seu nome corretamente. O pênis enterrado no buraco moveu-se como uma criatura viva. A voz que ecoava em seus ouvidos junto com o hálito quente fez com que ele sentisse que enlouqueceria instantaneamente. De algum lugar dentro, um fluido quente jorrou e seu buraco se contraiu com força. ‘Droga.’ Deveria ter dito para ele chamá-lo de Anjo ou por um nome de cachorro. Hayul lamentou tarde demais.

— Você consegue me sentir?

Aquela voz era o verdadeiro problema, doce e aveludada, sussurrando em seu ouvido.

— Hyung Hayul.

A cada vez que o chamava assim, um arrepio corria por sua nuca e coluna.

— C-cala a boca… tire isso… seu desgraçado!

— Haa… é muito gostoso.

Quando xingou, o pau dentro dele ficou ainda maior e mais duro.

‘Você  continua o mesmo de sempre, um bastardo depravado.’

— Eu disse para tirar… ahhh!

De repente, sem aviso, o pênis saiu. E então enterrou-se novamente com força, com uma investida. A dor agonizante era ainda mais intensa que a da primeira penetração, fazendo sua boca se abrir involuntariamente e sua coluna se arquear violentamente, como um peixe empalado por um arpão.

Pavel agarrou firmemente as duas nádegas de Hayul com ambas as mãos e começou a mover seus quadris com força. Aquilo era só o começo. Quando estava parado lá dentro, ainda dava para respirar, mas agora ele não conseguia nem respirar. Era literalmente penetrado sem parar, com força, “pluk plak, pluk plak”. Cada vez que o penetrava até a raiz, parecia que seus órgãos internos eram empurrados para cima. Era mais assustador do que ele imaginara. Aquilo não era sexo – era tortura.

— Ha… haaahh! Nghhh! Aahhh… ahhhh!

Um som impossível de definir – um gemido, um soluço, um grito – derramou-se descontroladamente de sua boca. Pavel o atingia sem trégua no ponto mais profundo, o mesmo que seus dedos haviam tocado antes. Cada vez que aquele lugar era estimulado, o corpo inteiro de Hayul se arqueava violentamente, enquanto de dentro dele jorrava um líquido quente, espesso, em golfadas. Aparentemente, aquele era o seu ponto de prazer. Foi naquele instante que, pela primeira vez em sua vida, tomou consciência exata de onde ficava sua própria próstata.

— Sabe? Sonhei com este momento durante sete anos.

Enquanto para Hayul a sensação era de morte iminente, o homem por trás dele mal parecia cansado, apenas respirava um pouco mais pesado.

— E- eu vou te matar… ha… haaah, ahhh!

— Eu que estou… te mandando de prazer.

Pavel falou com naturalidade, girou os quadris para ajustar o ângulo de penetração e remexendo suas paredes internas. A membrana mucosa, encharcada e derretida até ficar uma bagunça, foi esmagada sem piedade. Seu interior estava todo sensível, a ponto de se desfazer. Tomado pelo prazer, Hayul mal conseguia emitir sons; apenas tremia, soluçando em silêncio. Tinha certeza: aquele desgraçado estava mesmo tentando matá-lo.

— Haaah…— Pavel soltou uma respiração pesada e trêmula, curvando o tronco sobre o dele. Com a sensação do pênis se movendo dentro dele, Hayul mordeu o lábio com força, mas, mesmo assim, gemidos molhados escaparam entre eles. Lágrimas escorriam em filetes, e a pele ao redor de seus olhos ficou tão sensível que parecia prestes a se romper.

— Relaxe e afrouxe a força. Se já está exausto agora, o que vai fazer depois?

A voz de Pavel era insuportavelmente doce. Sua mão acariciava o corpo de Hayul como se estivesse tentando consolá-lo, era extremamente gentil.

— Ha… uhhh…

— Hyung, você tem um cheiro maravilhoso. Nunca senti um aroma tão bom assim.

Em contraste com a voz tagarela e a gentileza da mão que o acariciava, o pênis enterrado nele por trás era selvagem, cruel e violento. Cru e brutal – aquilo era Pavel Headington em sua essência.

Não… agora era Kirov, não era? O perfume de Pavel Kirov se espalhava intensamente. O pensamento de Hayul era o mesmo: jamais havia sentido um cheiro capaz de enlouquecer alguém daquela forma.

Na vida imunda em que sempre havia rolado pela sarjeta, aquele era o único aroma que se destacava – o cítrico de Pavel. Sempre, em qualquer circunstância, ele brilhava intensamente. Entre todos os alfas que já havia encontrado, Pavel era o mais perfeito, mas, ao mesmo tempo, o mais distorcido, e o mais obsessivo. Durante sete anos, ele foi o homem que prendeu sua vida em correntes.

Na verdade, ele nunca havia esquecido Pavel, nem por um segundo. Ele sempre negava, dizendo que já havia superado, que o homem não passava de um morto, mas era impossível esquecê-lo. O maldito fantasma de Pavel o perseguia. E Hayul sabia: até o dia da sua morte, não conseguiria se livrar desse fantasma.

Quando respirou em busca de ar, os feromônios de Pavel o invadiram de uma só vez. O aroma sufocante se espalhou por todo o seu corpo, fazendo seu ventre se contorcer. Seu orifício pulsava, mastigando o pênis que estava firmemente cravado dentro dele. A sensação estranha era horrível – e, ao mesmo tempo, deliciosa. Era intoxicante. Era absurdamente prazeroso.

‘Droga. Droga. Maldito seja.’

Seus sentimentos se agitavam, oscilando entre os extremos, subiram e desceram dezenas, centenas de vezes. A cada respiração difícil, seu corpo se soltava em resposta aos feromônios de Pavel. Era irritante.

— Hyung, você está gostando?

“Cala a boca.”

No momento em que ele ia dizer isso, apenas um gemido constrangedor escapou de sua boca aberta

— Você gosta?

Com crueldade, Pavel repetiu a pergunta, enquanto remexia dentro dele. E, como se fosse uma resposta, seu buraco se contraiu e a membrana mucosa se colou avidamente ao membro. O ponto profundo, que estava sendo atingido sem piedade, formigou de prazer, seu interior coçava e implorava por mais.

‘Tire, por favor, pare. Mexa-se, faça mais. Por que está parado? Meta mais forte. Não… já chega, eu vou enlouquecer. Faça alguma coisa, eu quero gozar.’

Os dois pensamentos opostos se alternavam rapidamente. Ele sentiu como se estivesse ficando louco, no final, a razão sucumbiu ao desejo.

— Hhh… nghhh… uhhh…

Suas nádegas, levantadas, balançavam de forma obscena. Como se estivesse implorando por mais, Hayul balançou os quadris para os lados, para cima e para baixo. Todo o seu corpo estava vermelho e quente, e ele agarrou seu próprio membro pulsante e o sacudiu furiosamente. Ele queria gozar, queria aliviar de qualquer maneira esse calor sufocante.

— Que fofo, haha. Você é muito fofo. Está me pedindo para enfiar mais fundo?

— Hhk… merda… caralho.

‘Malditos feromônios.’

Palavrões escapavam junto com soluços e gemidos. Pavel se movia no mesmo ritmo em que Hayul balançava os quadris. Estava ainda mais brutal do que antes. Mesmo enfiando sem parar, sua energia era impressionante.

— Haah… ahh! Aaagh! Hahh!

A cada investida, ele era sacudido sem piedade. A força das estocadas era tão violenta que sua respiração falhava intermitentemente, cortada em golpes. A mão que masturbava seu próprio pênis escorregou, e ele cravou as unhas no chão para não ser empurrado para a frente. Mesmo sem esfregar, seu pênis enrijeceu cada vez mais, até que, por fim, jorrou esperma em grande quantidade, espalhando-se por toda parte. Apesar disso, o calor em seu ventre não se dissipou nem um pouco, o membro permanecia ereto, latejante, vazando líquido em pequenas gotas.

O som úmido dos estalos, o ruído áspero da fricção e as respirações pesadas enchiam o ar. Eles eram humanos? Não só Pavel, mas também Hayul – nenhum dos dois parecia estar fazendo algo que pudesse ser considerado humano.

— Para… chega. Por favor… haah… ahk… por favor, para… me deixa viver… uuhhh…

Um pedido para poupar sua vida saiu involuntariamente. Súplicas para que parasse escorriam sem parar. Que cena patética devia estar fazendo – certamente grotesca. Um homem grande, chorando, fungando, suplicando por sua vida. Mas não era hora de se preocupar com isso.

O que aterrorizava Hayul não era apenas o avanço enlouquecido de Pavel, mas sim o fogo em seu próprio corpo que não se apagava. Como era possível? Como podia continuar assim? Mesmo soluçando, acabou atingindo um segundo orgasmo. Da ponta de seu pênis ereto, o sêmen voltou a jorrar. E, ao mesmo tempo, Pavel também explodiu dentro dele. O membro que estava enfiado até a base e cutucando bem no fundo, enrijeceu ainda mais antes de derramar uma quantidade absurda de fluidos, enchendo completamente suas paredes internas.

Com o orgasmo, o feromônio intenso e opressivo de Pavel se espalhou por todo lado, e Hayul sentiu que ia desmaiar. —Não! Droga, não.— Hayul soluçou, seus quadris tremendo violentamente. Mas, em vez de parar depois de gozar, Pavel apenas moveu os quadris lentamente, remexendo-se no interior já inundado de esperma.

De repente, o interior de Hayul queimava em chamas. Não era imaginação. Como se tivesse sofrido uma queimadura, as paredes internas, a mucosa e todo o orifício ardiam. O calor, a dor e a ardência fizeram suas lágrimas fluírem. Com o prazer acompanhado de uma dor cortante, e o medo de que suas entranhas estivessem derretendo, a ponto d a carne se desfazer – suas mãos e pernas começaram a tremer incontrolavelmente.

— Eu vou morrer… vou morrer. Você vai me matar.

Ele nem sabia o que estava murmurando. Enquanto balbuciava incoerentemente, o pênis de Pavel saiu de repente. Quando o objeto enorme que estava cravado dentro dele foi puxado para fora, o sêmen acumulado escorreu em fios. Foi uma sensação horrível. O buraco ainda delatado, do mesmo tamanho que a coisa do homem, não fechava facilmente, ficando exposto e sensível. Isso também era terrível.

— Contraia o buraco. Não deixe escorrer, engula tudo, não desperdice uma gota sequer.

Pavel disse essa bobagem e deu um tapa “Pam” na bunda trêmula de Hayul. Com o impacto, o buraco se contraiu rapidamente. Atrás dele, a risada baixa de Pavel soou.

— Vou te matar. Maldito… vou te matar.

Hayul rangia os dentes, repetindo isso várias vezes. Enquanto derramava lágrimas, ainda tinha fluidos claros pingando da ponta de seu pênis, que estava ereto novamente depois dele ter gozado duas vezes, e o sêmen que Pavel tinha despejado dentro dele escorria aos poucos de seu traseiro. ‘Vou matar esse desgraçado. De qualquer jeito, vou matá-lo.’ Ele só murmurava, deitado de bruços no chão, incapaz de se mover. Não era exagero; ele realmente não conseguia mover um dedo, até respirar era difícil.

— O chão é duro, deve estar te machucando.

Pavel colocou uma mão sob o peito de Hayul e o levantou, segurando-o como se estivesse embalando uma criança. Então, colocou algo no chão e deitou Hayul cuidadosamente sobre isso. Suas costas tocaram uma superfície macia, parecia uma manta de pele.

— Se você fosse sempre tão comportado, seria adorável.

Pavel murmurou, olhando para Hayul, que estava deitado imóvel, completamente nu e esticado.

— Você é lindo, hyung.

Enquanto dizia isso, ele sorriu. O rosto que estampava um sorriso, era absurdamente lindo.

— Eu vou te matar.

— Hmm.

— Vou te matar, seu filho da puta.

— Claro. Me mate quando quiser.

Pavel respondeu de forma carinhosa e gentil enquanto afastava as pernas de Hayul, colocando as mãos na parte interna de seus joelhos e erguendo-os para cima. As pernas foram levantadas, e os quadris dele se elevaram. A ponta do pênis do Alfa tocou a entrada do seu buraco, que ainda ardia e latejava, sensível. Ele esfregou o membro em torno do orifício de onde escorria lentamente o próprio sêmen.

— Eu vou te matar. Hhhk!

Mais uma vez foi penetrado de uma só vez. Embora fosse um pouco mais fácil do que a primeira penetração, a dor permanecia insuportável. A membrana mucosa, encharcada, envolveu o pênis inserido com avidez, como se o estivesse esperando. O orifício, ansioso, se contraía e pulsava em volta do pilar. Aquele desejo sem fim, sem limites, começou a assustá-lo. O calor dentro do seu corpo, que não diminuía nem um pouco, não importava o quanto ele ejaculasse, era aterrorizante.

Pavel voltou a se mover como um animal. Hayul já não conseguia sequer pensar em conter os sons: gemidos, soluços e gritos escapavam sem controle. Ele realmente gritou como um animal. Seu corpo inteiro estava encharcado por fluidos viscosos e a cada investida fazia brilhar uma luz branca diante de seus olhos, enquanto o interior era esmagado sem piedade. Um inferno vivo do qual jamais conseguiria escapar.

Hayul chorava, soluçava, gritava como alguém prestes a se afogar, debatendo os braços como um náufrago à beira da morte, então, Pavel, sem hesitar, ofereceu o pescoço. Chorando, Hayul envolveu o pescoço dele, mordeu sua orelha, cravou os dentes na carne do seu pescoço, enterrou o nariz na nuca que exalava aquele feromônio intoxicante e chorou de novo.

— Hyung. Hyung Hayul. Hyuuuung.

A voz dele era incrivelmente doce e suave, arrepiante.

— Está sentindo isso? Está bom? Haah… hyung. Meu cachorrinho… meu ômega.

Enquanto se movia enlouquecido, Pavel mordia o lóbulo da orelha de Hayul, perdendo o fôlego no ritmo frenético.

— Você é meu. É meu, hyung. Não vou deixar ninguém te ter.

É meu. Meu hyung. Meu ômega. Meu cachorrinho. Ele repetia isso inúmeras vezes, como se quisesse hipnotizá-lo, cobrindo o lóbulo de sua orelha, a nuca, a bochecha, os lábios e até o queixo de beijos.

A lâmina impiedosa que o penetrava sem descanso voltou a jorrar. Foi uma quantidade enorme, mesmo sendo sua segunda ejaculação. O interior, que ainda carregava os fluidos dele, foi novamente preenchido até a borda com o sêmen fresco. Como o pênis continuava enterrado até o fundo, o excesso escorria em filetes pelos cantos. Ele sentiu como se sua barriga estivesse cheia da essência daquele homem.

No meio daquela sensação que ultrapassava todos os limites do prazer, quase apagando sua consciência, Hayul fez mais uma vez um juramento silencioso:

‘De qualquer forma, custe o que custar, vou encontrar um jeito de matar esse filho da puta do Pavel.’

°

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Continua…

 

 

Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online

(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
 
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog

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