Ler Cão Real. – Capítulo 02 Online
Steve Tavier: um alfa real entre os 1% melhores e um notório traficante de armas. Esse sujeito estava claramente destinado a morrer em X de XX, às 10 da manhã. Se a missão do assassino conhecido como o Anjo da Morte e membro da organização de narcotráfico de Marco, que opera a partir dos Estados Unidos, não tivesse falhado.
Plaft! O chicote atingiu o ombro de Hayul, que estava ajoelhado no chão coberto com uma pele de tigre. Foi doloroso, mas Hayul não mostrou reação alguma:apenas mordeu o interior da boca. Plaft! Marco atingiu Hayul mais uma vez com o chicote. No momento em que o chicote atingiu seu corpo, ele mordeu o lábio com tanta força que o sangue escorreu pela carne rasgada.
Era apenas um brinquedo, um chicote erótico para ser usado para jogos sexuais, então as feridas não eram graves. Mas ainda assim, doía, e a dor nunca era algo com o qual possa se acostumar.
— Este é o novo chicote de couro de boi que encomendei. Ele tem uma sensação diferente em sua pele?
Marco agarrou os cabelos de Hayul, levantando a cabeça dele, e sorriu. Seu bastardo pervertido. Por dentro, Hayul o amaldiçoou enquanto seus olhos ardiam com raiva. O riso de Marco ficou mais alto.
— Pelo menos me dê uma resposta.
— Sinto muito.
Hayul murmurou com os lábios torcidos. O rosto de Marco se aproximou, e sua respiração quente tocou o rosto de Hayul. Ele estendeu a língua, lambendo os lábios cortados de Hayul. O toque úmido em sua pele dilacerada fez sua bochecha se contrair involuntariamente. Ele acariciou as bochechas levemente contorcidas com a ponta do chicote enquanto sussurrava.
— Anjo, você não deveria me decepcionar assim.
— Peço… desculpas.
Marco mordiscou o lábio inferior de Hayul e o soltou. Por fim, os olhos de cobra de Marco se voltaram então para Antônio, que estava ajoelhado ao lado de Hayul.
— Você fala por ele.
— Si-sim?
— Diga o que aconteceu.
— Bem… estávamos esperando no local designado conforme o planejado… e…
— Vá direto ao ponto. Detesto quem fala demais.
O apavorado Antônio gaguejou enquanto dava sua explicação.
— St-Steve Tavier sabia qual era o local do esconderijo do Anjo e até interceptou nossa linha de comunicação sem fio. Parece que alguém revelou o plano com antecedência.
Marco levantou uma sobrancelha.
— Quem?
— Na-não sei.
— O que você acha?
A pergunta foi lançada novamente em direção a Hayul.
— Acredito que alguém dentro da organização nos traiu.
Ele disse o que estava pensando.
— Algum palpite?
Embora um nome tenha surgido imediatamente em sua mente, ele não respondeu.
— Você deve responder. Não gosto de silêncio.
Ele era alguém que odiava muitas coisas.
— Sou o tipo de pessoa que tem muitos inimigos. Também, sou o único forasteiro dentro da organização. Quem aqui é amigável comigo?
Marco riu, enquanto acariciava levemente seu queixo com a ponta do chicote que estava usando para chicotear Hayul. Em seguida, ele se sentou no sofá e abriu bem as pernas. Enquanto ele gesticulava preguiçosamente, um dos guardas que estava esperando perto do sofá trouxe alguns utensílios de mesa antigos e finos.
— Estas são peças de prata da era vitoriana que consegui com bastante dificuldade. O que você acha?
Marco exibiu as peças na minha frente; ele era um colecionador de antiguidades e amante da arte. Sua cobertura era repleta de arte de todos os tipos.
— É uma bela peça.
Hayul, respondeu apenas para evitar que ele dissesse algo mais.
— Isso é tudo que você tem a dizer? Você não entende nada de arte. A arte é uma parte essencial da identidade da pessoa e não pode ser destruída ou morrer em circunstâncias adversas.
Marco murmurou algo e levantou a tampa do pequeno vaso. O que havia no recipiente eram drogas. Marco jogou a droga em pó em cima de uma bandeja de prata e aspirou pelo nariz. O efeito da droga agiu rapidamente, dilatando suas pupilas de forma letárgica.
— Venha aqui, Anjo.
Ele se levantou ao chamado. No entanto, quando ele se aproximou, Marco inclinou os lábios com um olhar malicioso.
— Você tem que rastejar.
Seus olhos se estreitaram. Nessas situações, era melhor não provocar o temperamento dele o máximo possível. Além disso, já estava sendo difícil o suficiente com apenas duas chicotadas. Hayul fez o que lhe foi dito e rastejou como um cachorro na direção de Marco. O homem acariciou sua bochecha e disse.
— Chupe.
Ele fez o que lhe foi ordenado. Hayul se ajoelhou entre as pernas de Marco, abaixou a mão, desabotoou a calça e puxou o zíper para baixo. A parte superior da cueca do homem já estava saliente. Ele puxou a cueca levemente para baixo e o pênis ereto saltou para fora como se estivesse à sua espera. Sem hesitar, levou a coisa grande e grossa a boca manchada de sangue. “Obedeça às minhas ordens ou morra.” Para viver, ele tinha de fazer o que lhe era dito. Ele já havia chupado o pau de um homem não apenas uma ou duas vezes; isso não era nada novo. Na verdade, desde o dia em que foi capturado pela organização de Marco, Hayul já havia chupado esse homem várias vezes.
Um ano atrás, quando trabalhava como mercenário, foi enviado para uma missão de infiltração que tinha como alvo um local de tráfico de drogas em uma pequena cidade da África do Sul.
A missão foi um fracasso retumbante. Em parte, porque subestimaram o inimigo, pensando que as duas organizações eram apenas um bando de desajustados, e em parte devido a informações errôneas. Eles deveriam ter sido mais cuidadosos. Mas, para começar, o líder da equipe era um idiota glutão.
No fim das contas, toda a pequena cidade que disseram ser um ponto de encontro do tráfico de drogas era, na verdade, a sede da organização de drogas. Como resultado, os mercenários foram todos mortos naquele inferno. Apenas Hayul sobreviveu por pouco e foi capturado como refém.
‘Eu gosto de asiáticos.’
Foi por isso que Marco, o chefe do cartel de drogas, manteve Hayul vivo. Seu olhar insinuante percorreu o corpo amarrado de Hayul, cheio de desejo.
‘Eu realmente gostei de você, por isso estou lhe dando uma escolha. Você quer morrer aqui e agora ou quer viver como o cão da organização?’
‘Por favor, me deixe viver. Eu farei qualquer coisa se você me deixar vivo.’
Hayul não hesitou em responder. Ele queria viver. Lutou como um louco para se manter vivo e, graças a isso, tinha sobrevivido até agora. Mesmo nos campos de batalha onde as balas voavam e durante as missões em que ficou uma semana sem comida, ele se manteve vivo. Ele não iria morrer de jeito nenhum, quando tinha a opção de viver.
‘É uma escolha sábia.’
Marco sorriu com satisfação e forçou seu pênis na boca de Hayul. Com dezenas de armas apontadas para ele, ele chupou com vigor. A vontade de viver era mais forte do que o nojo que estava sentindo. Mesmo que o homem tivesse tentado enfiar o pau em seu rabo, ele não teria resistido.
Graças à sua disposição em chupar o pau daquele homem como um cão obediente, ele conseguiu sobreviver até hoje.
Felizmente, seu relacionamento com Marco se limitava a isso graças à regra inquebrável de Marco de nunca tocar em seus subordinados, embora aparentemente o sexo oral não se enquadrasse nessa categoria.
E assim, Hayul sobreviveu, tornando-se um cão do cartel de drogas.
O Anjo Assassino. Ele até ganhou um apelido de merda.
Ele era um atirador de elite quando estava no exército e, durante seu tempo como mercenário, e continuou a atuar como um atirador de elite no cartel de Marco. Ele fazia o que lhe era ordenado. Desobedecer às ordens seria considerado traição e significaria a morte. Para sobreviver, ele tinha que seguir as ordens de Marco.
Seu trabalho era ser um cão leal à organização, respondendo ao chamado ocasional de seu chefe, chupando o pau dele e eliminando alvos sob seu comando. Em troca, Marco lhe garantia uma boa vida cheia de riqueza.
Graças a isso, sua situação financeira melhorou em relação ao passado. Não precisava mais se preocupar com dinheiro porque tinha a garantia de que seria alimentado. Era irônico que agora, sendo um membro obediente da organização, ele tivesse vivendo uma vida mais próspera.
Até agora, Hayul sempre viveu como um cão. A única coisa que mudou foi o dono que fornecia comida e abrigo. Seu antigo dono era o Estado, antes disso, era o presidente de uma empresa de mercenários e agora seu chefe é o dono de um cartel de drogas.
— Anjo. Ah, anjo…
Quando ele passou a ponta da língua sobre a haste grossa do pênis de Marco e a lambeu, o homem soltou um gemido áspero e agarrou um punhado de cabelo de Hayul. Os guarda-costas, que estavam assistindo nem piscavam, coisas ainda mais promíscuas aconteciam com frequência naquela cobertura.
Seus dedos cravaram-se nos cabelos de Hayul, arranhando seu couro cabeludo com força. Com o pênis na boca, Hayul apenas levantou os olhos e olhou para ele. Um sorriso apareceu nos olhos vidrados. A visão do homem estava embaçada pelo calor e suas pupilas brilhavam em vermelho, como um fogo queimando em uma névoa.
— Ahhh! Isso é delicioso. Onde diabos você aprendeu a chupar assim?
As respirações ofegantes de Marco vinham em uma dispersão vertiginosa. De qualquer forma, essa não era uma pergunta para a qual ele queria uma resposta.
Hayul lambeu apenas a glande com a ponta da língua por um tempo e, depois, engoliu o pênis até a raiz. Ele chupou com força mesmo com a intensa sensação de engasgo em sua garganta. Sentia como se seu maxilar fosse cair enquanto a saliva escorria pela boca bem aberta. Ele rolava suavemente a língua sobre o pau como se estivesse lambendo um sorvete e, logo, chupava com força todo o comprimento. O pau em sua boca cresceu ainda mais, como se estivesse a ponto de explodir.
Logo, as coxas de Marco balançaram e ele agarrou Hayul ainda mais forte pelos cabelos. O sêmen quente jorrou em sua boca. Em vez de retirá-lo imediatamente, o homem manteve o membro enterrado na garganta do homem, estremecendo levemente enquanto saboreava o brilho de sua ejaculação e, então, muito lentamente, o puxou para fora dos lábios. Hayul fechou a boca aberta e engoliu o esperma que foi derramado em sua boca. Os cantos de seus olhos ficaram úmidos devido à repulsa. Cof-cof. Ele tossiu e limpou o canto da boca.
Marco deu um tapinha na bochecha de Hayul com a ponta de seu pênis brilhante e sorriu suavemente, como se elogiasse o trabalho bem feito.
— Bom garoto.
Um sorriso de satisfação se espalhou pelo rosto dele.
— Não vou te dar uma segunda chance.
Foi uma advertência clara de que não haveria perdão se ele falhasse novamente na missão de assassinar Steve Tavier.
— Sim.
Marco beijou a testa de Hayul e acariciou seu cabelo desarrumado. Nesse momento, o telefone de Marco tocou alto. Enquanto atendia a ligação, ainda era possível ver o pênis do homem meio ereto entre as pernas. Mesmo após gozar, ainda estava assim.
Enquanto ele falava ao telefone, Hayul se levantou em silêncio. Sua visão estava turva, então Antônio rapidamente o ajudou a se levantar. Como se estivesse incomodado, Hayul tentou se afastar, mas Marco o chamou.
— Não consigo entrar em contato com Jay. Pode ter acontecido algo com ele?
— Não sei. Talvez ele tenha ido para casa.
— Entendo. Fique escondido, como se tivesse morrido, enquanto espera minha ligação.
— Sim.
Após a resposta, assim que Hayul saiu da sala, ele foi direto para o banheiro que ficava em um canto da cobertura. Lá, ele lavou o rosto e escovou os dentes rapidamente.
— O que você vai fazer?
Antônio, que o seguiu, perguntou. Ao ver o rosto pingando água, ele puxou uma toalha de rosto e entregou a Hayul.
— Você não ouviu? Vamos esperar as ordens do chefe chegarem.
— Quem você acha que traiu a organização?
— Eu não sei.
Essa foi a resposta que ele deu, mas na verdade, ele tinha uma suspeita em mente e sua intuição costumava ser bastante precisa. Após se separar de Antonio, Hayul dirigiu seu carro em direção a um lugar.
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Continua…
Tradução Rize
Revisão MiMi
Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online
(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog