Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 57 Online


Modo Claro

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 57

— A cirurgia parece ter corrido bem.

— E quanto a Lee Ja-kyung?

— Ele chegou à Coreia há três horas.

Il-hyeon olhou para o relógio. Ele disse a Ja-kyung para vir à sua casa, então o veria em breve. Há um refém, então ele não viria armado com armas de fogo. No entanto, por ter sido esfaqueado pelas costas uma vez, ele não tem certeza de como as coisas vão acabar, então Il-hyeon também aumentou o número de guardas em casa e está totalmente preparado.

Il-hyeon olhou pela janela e estava chovendo pesadamente. Seong-min, que estava no assento do motorista naquele momento, pisou bruscamente no freio. Tae-soo olhou para trás enquanto o corpo de Il-hyeon se inclinava para frente com o som do pneu cantando.

— O senhor está bem?

— Sinto muito. De repente, uma motocicleta cortou a frente!

Il-hyeon, que estava franzindo a testa, endireitou-se e levantou uma sobrancelha. O olhar de Tae-soo também se voltou para a frente quando ele olhou adiante. Na chuva, uma motocicleta bloqueava a estrada. Seong-min, que estava ao volante, desculpou-se repetidamente, mas Il-hyeon não o ouvia.

Tae-soo também percebeu algo incomum, colocou a mão dentro da jaqueta e segurou a arma. Com certeza, o homem que desceu da motocicleta tirou o capacete. A chuva dificultava a visão, mas ele tinha certeza daquela cena. Haa. Il-hyeon deu um sorriso intrigado.

Tae-soo tentou descer com a arma, mas Il-hyeon o impediu levantando a mão. Então, com os braços cruzados no assento, ele se recostou e observou pela janela, como se estivesse assistindo a um filme. Na chuva, Lee Ja-kyung saca uma arma, a carrega e a aponta para ele. O rosto de Tae-soo endureceu, enquanto Il-hyeon sorriu.

— Tae-soo.

— Sim, presidente.

— Isso não parece sexy pra caramba?

Tae-soo olhou para trás com uma expressão de quem se perguntava se tinha ouvido errado. Os cantos da boca de Kang Il-hyeon subiram.

— É por isso que não consigo olhar para os lados.

Il-hyeon saiu do carro e abriu seu guarda-chuva depois de dizer para eles ficarem parados. O som da chuva batendo no guarda-chuva era alto. Lee Ja-kyung, que estava a apenas 10 metros de distância, permaneceu lá apontando uma arma para aquele lugar e não se mexeu.

Porra. Il-hyeon planejava matá-lo até ontem, mas quando viu Ja-kyung, mudou de ideia novamente. Il-hyeon caminhou para frente segurando o guarda-chuva. A chuva encharcou suas calças e sapatos, mas ele não se importou. Ele conseguia ver o rosto de Lee Ja-kyung claramente, mesmo estando a apenas 2 ou 3 metros de distância.

Sua pele estava levemente bronzeada, seus olhos ainda pareciam os de um gato ferido, e a visão dele empunhando uma arma encharcada pela chuva o tornava cativante.

Com a arma diante de si, Il-hyeon parou de caminhar.

— Há quanto tempo.

Ja-kyung nem sequer se moveu, com a arma ainda apontada para ele.

— Acho que você ainda não quer que eu ouça sua voz.

Il-hyeon sorriu e caminhou para frente. O cano da arma pousou diretamente em seu peito esquerdo conforme ele se aproximava. Ja-kyung ergueu os olhos e encarou Il-hyeon.

— Onde está Wang Lun?

Il-hyeon segurou o cano, empurrou-o para o lado e tentou dar mais um passo à frente. No entanto, Ja-kyung se recusou a deixá-lo se aproximar e apontou a arma sob o queixo dele. Com a intenção de explodir sua cabeça a qualquer momento.

Os olhos dos dois se entrelaçaram. Kang Il-hyeon, a quem ele via depois de um ano, tinha uma expressão mais relaxada do que a expressão de víbora que viu na tela. Apesar da arma carregada sob seu queixo, ele não piscou e parecia tão feliz como se tivesse recebido um buquê de flores.

— Seu irmão está bem. Eu também coloquei o dedo dele de volta no lugar. Claro, não sei se vai cicatrizar bem.

— …

— Vou deixar você falar com ele agora, se quiser.

Como Ja-kyung não respondeu, ele discou um número. A figura de Wang Lun logo apareceu no vídeo. Ele estava vestido com uma bata de hospital e tinha bandagens no dedo. Ele estava em melhores condições do que quando o viu pela primeira vez ontem de manhã. Ele gritou com Ja-kyung com o rosto surpreso.

— Você veio aqui? Veio sozinho? Eu disse para não vir.

Tuk, e o telefone desligou. Ja-kyung desviou o olhar da tela e encarou Kang Il-hyeon à sua frente. O alívio de saber que Il-hyeon não prejudicou Wang Lun suavizou seu espírito feroz.

Il-hyeon sorriu e perguntou.

— Posso colocar o guarda-chuva sobre você agora? Não quero que você tome chuva.

Il-hyeon deu um passo à frente, segurou a arma apontada sob seu queixo e lentamente a colocou de lado. Ja-kyung caminhou para baixo do guarda-chuva. O silêncio entre os dois foi quebrado pelo som da chuva. Il-hyeon estendeu a mão enquanto olhava para Ja-kyung.

— Faz tempo que não nos encontramos. Um aperto de mão está tudo bem, certo?

— Não venha com truques.

Ele de repente agarrou a mão de Ja-kyung. Quando Ja-kyung tentou se afastar, Il-hyeon o puxou com força. Ja-kyung perdeu o equilíbrio e foi arrastado para os braços de Il-hyeon enquanto seu corpo se movia para frente. Ja-kyung tentou empurrá-lo, mas Il-hyeon o abraçou apertado.

Ja-kyung ficou constrangido com a ação inesperada, mas sentiu uma dor aguda em seu pescoço naquele momento. Os olhos de Ja-kyung se arregalaram. Il-hyeon tirou uma seringa de dentro de sua manga e a inseriu no pescoço de Ja-kyung. Quando a droga entrou, ele sentiu uma dor latejante no pescoço.

Ja-kyung empurrou Il-hyeon, arrancou a seringa do pescoço e apontou a arma para ele novamente. No entanto, Kang Il-hyeon rapidamente agarrou a arma, jogou-a de lado e agarrou o pescoço de Ja-kyung com uma das mãos. Sua respiração tornou-se mais rápida e seus olhos se arregalaram. Ele tentou segurar a mão de Il-hyeon, mas seu corpo inteiro não conseguia reunir forças.

Kang Il-hyeon pressionou a seringa com metade da droga diante dele, sorriu, e uma dor rígida atingiu o pescoço de Ja-kyung.

— Desculpe. Ainda sobrou um pouco.

Ele não conseguia dizer se a sufocação era causada pelo remédio ou por Il-hyeon estrangulando-o. Sua visão estava se tornando cada vez mais embaçada. Ele jogou a seringa no chão para ver se o medicamento havia sido completamente injetado. Ja-kyung cambaleou para trás, sacou sua faca e a brandiu.

Ja-kyung redirecionou a faca e a golpeou novamente, mas sua mão perdeu a força e ela caiu no chão. Suas pálpebras tremeram e sua respiração tornou-se cada vez mais rápida. Il-hyeon, que se aproximou cautelosamente, chutou a faca para o lado com o pé.

Ja-kyung finalmente se sentou, mal conseguindo levantar a cabeça para olhar para Kang Il-hyeon. Porra. Bastardo… A chuva escorria por suas bochechas. Ele abriu a boca para falar, mas nenhum som saiu. Il-hyeon sentou-se na frente dele e encostou os lábios em seu ouvido.

— Bem-vindo de volta.

Sua voz parecia tão distante quanto um sonho.

— Vou preservar você com carinho, apenas espere um pouco.

Sua consciência desapareceu enquanto havia um zumbido. Ele estendeu a mão e tentou agarrar a arma novamente, mas sem sucesso. Ele caiu para trás e desmaiou enquanto sentia que estava afundando no chão.

***

O ensanguentado Ja-kyung acordou em um armazém precário. Ele franziu a testa ao notar insetos e ratos rastejando sob seus pés. Ele respirou fundo e olhou em volta, mas tudo o que viu foi um barril.

Ele tentou se levantar, mas suas pernas se recusaram a cooperar. Ele desabou em seu assento sem hesitação. Ele até tentou se afastar rastejando. Naquele momento, um som arrepiante veio do barril à sua frente.

Ele dirigiu seu olhar para o barril. A cabeça subiu lentamente enquanto unhas de cor vermelho brilhante apareciam no topo do barril. Quando Ja-kyung notou uma pulseira de joia barata brilhando no pulso, seus olhos se arregalaram.

A mulher cujo rosto era visível acima do barril era sua falecida mãe. O homem que ele chamava de pai rastejou para fora do outro barril ao lado. Ele tinha aquela expressão aterrorizante no rosto de quando o chicoteava. Com aquele rosto que parecia estar prestes a saltar do barril e matá-lo.

O assustado Ja-kyung recuou e se afastou. Eles fluíram como líquido para fora do barril e rastejaram como aranhas em direção a Ja-kyung.

— Você está feliz por ser o único vivo? Seu traidor!

— Eu não deveria ter dado à luz a um bastardo como você, para começar!

— Eu deveria ter matado você quebrando seu pescoço, não suas pernas!

— Venha conosco! Você também vem conosco!

Parecia que seus ouvidos estavam sendo rasgados por aquelas vozes malignas. Ah, não venha. Não venha! Ja-kyung tateou para o lado, procurando algo para jogar. O chão anteriormente áspero foi transformado em um piso liso e de alta qualidade. Sua boca se abriu no momento em que ele virou a cabeça e olhou para cima.

Kang Il-hyeon tinha um sorriso diabólico no rosto e um bisturi na mão.

— Vou preservar você com carinho.

Assim que terminou de falar, ele cravou o bisturi nos olhos de Ja-kyung. Arghh!

Ugh. Ja-kyung deu um pulo de seu assento, surpreso. Ele respirou fundo e olhou em volta, apenas para perceber que era tudo um sonho. Ele recuperou a consciência e olhou ao redor após esfregar o rosto suado e frio com as duas mãos. Era um lugar que parecia familiar.

Lá dentro, não havia apenas uma cama, mas também uma geladeira, uma mesa de jantar, um sofá e uma variedade de utensílios domésticos. Ele saiu da cama e colocou os pés no chão, mas suas pernas estavam fracas. Ele ainda não recuperou força suficiente em seu corpo. Pensando bem, ele se lembrou de Kang Il-hyeon inserindo uma seringa em seu pescoço. Depois de passar a mão sobre o pescoço, ele se moveu lentamente para frente, cauteloso com os arredores.

Ja-kyung saiu pela porta e entrou em um longo corredor. E em cada quarto adjacente ao corredor. Ele de repente percebeu que estava no porão de Kang Il-hyeon. Ele franziu a testa e procurou por pessoas, mas não conseguiu encontrar nem uma única formiga.

Em vez disso, câmeras de segurança foram instaladas por todo o teto, o que não existia anteriormente. Il-hyeon o vestiu com um pijama, mas ele notou uma sensação estranha na área do peito. Quando Ja-kyung levantou furtivamente suas roupas, seus mamilos estavam levemente inchados e as marcas de dentes eram nítidas.

Sua bunda está bem. Só então ele percebeu que aquilo era obra de Kang Il-hyeon e rangeu os dentes. Esse maluco pervertido, idiota! Ja-kyung foi até a frente do elevador, mas não funcionou mesmo depois de ele pressionar o botão. Ele guardou as luvas com as impressões digitais de Kang Il-hyeon em sua bolsa, por precaução.

Droga, deve estar nas mãos de Kang Il-hyeon agora.

Bang! Bang! Ele socou a porta do elevador, mas ela não se moveu. Ja-kyung foi até o local do estande de tiro. Ele olhou lá dentro, mas estava vazio. Cada cômodo estava vazio, exceto aquele onde Ja-kyung ficou, que estava mobiliado com itens domésticos.

Ele nem sequer podia sair e estava completamente preso.

Ja-kyung cerrou os dentes e olhou para cima.

Esse bastardo. O que você vai fazer comigo agora.

Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer

Gostou de ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 57?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!