Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 153 Online


Modo Claro

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 153

–História Paralela 2.1–

[Hoje é a audiência de confirmação para o candidato a primeiro-ministro Kim Seok-hwan. Tornou-se um tema muito comentado após o CEO Kang Il-hyeon, do Grupo Haewoon, anunciar que comparecerá como testemunha. Sabe-se que o falecido pai do CEO Kang e o primeiro-ministro Kim Seok-hwan eram amigos próximos. Espera-se que os partidos da situação e da oposição travem um confronto feroz sobre os bilhões de won que circularam entre eles na audiência de hoje. Ah, o CEO Kang Il-hyeon está saindo do carro agora mesmo.]

A tela rapidamente deu um zoom em um carro preto. O homem que saiu do banco de trás esticou suas pernas longas e sorriu tranquilamente para a câmera. Park Tae-soo e vários guarda-costas seguiram Kang Il-hyeon, que abotoava o paletó enquanto subia as escadas, e os repórteres o cercaram.

— Todos esperavam que o senhor não comparecesse. Existe algum motivo para ter mudado de ideia? O senhor disse que não solicitou favores ao candidato a primeiro-ministro. Isso é verdade? Tem certeza de que seu pai não teve nenhum negócio com o candidato Kim durante a vida?

Inúmeras outras perguntas surgiram, mas Kang Il-hyeon não respondeu a nenhuma delas. Comentários eram postados rapidamente sob a transmissão ao vivo, mas em vez de focarem na audiência, as pessoas estavam mais interessadas na aparência de Kang Il-hyeon.

— Ele é bonito pra caramba kkk. Ele assumiu a empresa com o rosto?

— Uau, essa linha do maxilar é real?

— Não deveríamos encobrir os pecados dele com um rosto assim?

— Quem disse para ele fazer um ensaio fotográfico na Assembleia Nacional?

— Seus tolos, não se deixem enganar kkk. Ele é um completo psicopata kkk. Não dá para notar pelo rosto dele?

— Apareceu um fanático por leitura facial.

— Droga, ele deixa os atores no chinelo kkk. O olhar dele não é brincadeira.

— No chinelo? kkk. Ele é apenas um pirralho mimado se achando.

— Odeio admitir, mas ele é lindo, isso é um fato.

— Crianças, caiam fora. Acham que isso é algum tipo de encontro de fãs de ídolos?

Ja-kyung assistia aos comentários que eram postados em tempo real com o rosto inexpressivo. Logo depois, a cola no copo desceu por sua garganta através do canudo fino. Enquanto levava o hambúrguer em sua mão de volta à boca, Wang Lun aproximou-se e colocou o rosto ao lado do dele.

— O CEO Kang parece melhor pessoalmente. A tela não captura a beleza dele.

Ja-kyung assentiu lentamente, mastigando o hambúrguer em vez de responder. Kang Il-hyeon ocasionalmente aparecia na TV, e as pessoas o elogiavam como uma escultura, mas vendo-o pessoalmente, percebia-se que a tela não conseguia capturar totalmente aquela sensação. Enquanto ele tentava afastar seu desapontamento, Wang Lun colocou o braço sobre seu ombro e apontou para o outro lado.

— Olhe bem, Wei. É isso que vai cuidar da nossa aposentadoria.

O terreno para o qual ele apontava era tão grande que era impossível estimar seu tamanho. E ao longe, ficava o mar. Eles planejavam desenvolver um hotel, um shopping complexo, um parque aquático e um aquário naquele vasto terreno.

Graças ao conhecido de Wang Lun, que ele conhecia há muito tempo, eles puderam investir e, uma vez concluído, não teriam que se preocupar em ganhar a vida pelo resto de seus dias. A construção estivera a todo vapor até alguns dias atrás, mas hoje era feriado, então as escavadeiras e caminhões estavam parados.

Naquele momento, um cultivador veio barulhento de longe. Um velho usando um chapéu de abas largas carregava um monte de coisas na caçamba do cultivador. O velho, que passava bem ao lado deles, parou o cultivador e levantou levemente o chapéu. Por baixo dele, os traços escuros do tempo foram revelados.

— Quem são vocês e o que estão fazendo aqui?

Wang Lun balançou os ombros e agiu com indiferença.

— Velhote. Você sabe que um complexo turístico marinho está sendo construído aqui, certo?

O velho assentiu lentamente. — Claro que eu sei.

Wang Lun olhou para Ja-kyung com uma expressão triunfante.

— Haha. Eu investi nisso. Imagino que você seja daqui por perto? Vou te ver com frequência por um tempo.

Enquanto ele sorria, revelando os dentes da frente, o rosto do velho gradualmente se distorceu.

— Você não ouviu?

— Ouvi o quê?

— Que foi cancelado.

Wang Lun riu com uma expressão estupefata.

— Ei, não faça piadas tão assustadoras—

— Piadas? Há alguns dias, muita gente veio aqui e fez um alvoroço. Você não sabia?

O sorriso desapareceu gradualmente do rosto de Wang Lun, e Ja-kyung soltou um xingamento e cobriu o hambúrguer comido pela metade com o papel. Wang Lun estava convencido de que o velho estava enganado e começou a ligar para alguém. Enquanto o sinal chamava e a outra pessoa não atendia, seu rosto escurecia gradualmente.

— Jovem, você deveria ter verificado isso direito, tsc tsc.

O velho olhou com piedade e seguiu seu caminho. Observando o cultivador desaparecer, Ja-kyung fechou os olhos com força, e Wang Lun encarou o telefone não atendido antes de praguejar. Um pouco mais tarde, Wang Han, que tinha ido por perto fazer alguns recados, também chegou, e ficou furioso assim que ouviu a notícia.

— O que é isso, Lun! Você não verificou direito?

— Espere! Deixe-me falar ao telefone primeiro!

— Esse bastardo, sério! Você disse que ele era uma pessoa confiável!

— Somos como irmãos há 10 anos! Acha que ele me daria um golpe?

Wang Han esfregou o rosto em descrença, e Ja-kyung suspirou e olhou para o céu. Ele sabia que algo estava errado quando as coisas estavam indo tão bem. Ele deveria ter cortado aquilo quando Wang Lun estava tentando convencê-lo a investir. Ou as coisas teriam sido diferentes se ele tivesse perguntado a Kang Il-hyeon? A única coisa boa era que ele próprio não tinha investido tanto dinheiro. Mas Lun tinha colocado a maior parte de seus bens naquilo.

Após pensar por um tempo, Ja-kyung terminou o resto de sua bebida e dirigiu-se ao banco do motorista.

— Wei, onde você vai?

Ja-kyung respondeu à pergunta de Han.

— Vou pegar aqueles golpistas.

Com essas palavras, Wang Lun, que estivera em transe, gritou.

— Como você sabe onde eles estão?

— Nós vamos encontrá-los. Entrem. Não há tempo para ficar chorando como um idiota.

— Quem está chorando!

— Lun. Limpe suas lágrimas e fale.

— Isso não são lágrimas, é suor!

Enquanto os dois homens que discutiam entravam no carro, Ja-kyung girou o volante. O carro preto começou a rodar na estrada de terra lamacenta. Começou a chover e logo o carro estava coberto de lama. Quando ele aumentou o volume do rádio, as notícias sobre a audiência estavam passando. Enquanto ele se concentrava nisso, o carro já estava na estrada.

— Você pode ir para casa.

— O senhor não vai para sua residência?

— Eu tenho um compromisso.

Park Tae-soo parecia saber com quem Kang Il-hyeon ia se encontrar. Como esperado, quando pegaram o elevador executivo para o estacionamento subterrâneo, uma motocicleta preta estacionada ao lado de uma coluna entrou em vista. Não era ninguém menos que Lee Ja-kyung, encostado nela e olhando para o celular.

Kang Il-hyeon ainda estava loucamente apaixonado por Lee Ja-kyung.

Mesmo que não dissesse, qualquer um poderia notar por suas ações e olhos.

— Não sei de quem ele é amante, mas ele é um gato. Certo?

Kang Il-hyeon fez uma brincadeira e acenou levemente com a mão. — Vejo você na segunda-feira. — Mesmo com uma saudação incomum. Enquanto ele caminhava para mais perto, Lee Ja-kyung, que estivera olhando para o celular, ergueu o olhar. Vê-lo sorrindo fez com que ele sentisse o cansaço do dia derreter.

Ele abriu os braços e o abraçou apertado.

Depois de tirá-lo de seus braços, ele olhou para o rosto dele e segurou suas bochechas.

— Suas bochechas estão geladas. Você veio com isso até aqui?

Em vez de responder, Ja-kyung abriu o assento e entregou-lhe um capacete. Kang Il-hyeon riu com uma expressão estupefata. Este ano, Ja-kyung o levara para passear de motocicleta no dia do aniversário de morte de sua mãe. Ele apenas fingira estar triste para chamar atenção, mas ele o levara até o Mar do Leste.

— Você veio me animar?

— Claro. Quem mais te animaria se não fosse eu?

Il-hyeon naturalmente moveu a mão para o traseiro de Ja-kyung.

— Você pode me animar com outra coisa. Hein?

Ja-kyung astutamente afastou a mão dele.

— Você pode fazer isso mais tarde. Coloque o capacete agora. Está bem frio lá fora.

Ja-kyung sentou-se no assento e segurou o guidão, e Il-hyeon colocou o capacete, sem se importar se seu cabelo cuidadosamente penteado ficasse bagunçado. Então ele sentou-se atrás de Ja-kyung e abraçou sua cintura. Ele sentiu uma fragrância sutil vindo do corpo dele. Assim que percebeu que era o perfume que ele havia escolhido para ele, a excitação surgiu. Ele quis beijar o pescoço dele, mas era impossível agora por causa do maldito capacete.

— Estamos indo. Segure firme.

A motocicleta saiu direto do estacionamento. A velocidade aumentou gradualmente enquanto ele desviava dos carros. Depois de dirigir por um longo tempo, eles chegaram perto de um lago na periferia de Seul. Antes que pudesse se perguntar por que tinham vindo ali, a motocicleta parou.

Ja-kyung tirou o capacete e jogou para trás o cabelo bagunçado. Então ele caiu na risada quando viu Kang Il-hyeon. Seu cabelo estranhamente bagunçado parecia fofo. — Vem cá. — Quando ele fez sinal, ele baixou a cabeça obedientemente. Ele passou os dedos pelo cabelo dele, e ele voltou rudemente ao formato original.

— Você não estava com frio?

Ele segurou ambas as bochechas com as mãos, assim como ele havia feito antes. Ele apenas riu ao vê-lo entregando o rosto obedientemente como um cachorrinho bem comportado. Quem pensaria que essa pessoa era o homem na tela?

— Nem um pouco. Graças a você, o estresse sumiu.

— Você estava estressado?

— Seria mentira se eu dissesse que não.

Kang Il-hyeon, que estava sempre relaxado, às vezes revelava seus pensamentos íntimos assim. Ele achava que Kang Il-hyeon quase não tinha flutuações emocionais, mas achava fofo que ele fosse honesto apenas com ele. Kang Il-hyeon colocou as mãos nos bolsos do casaco e olhou para o lago escuro. Era quase impossível identificar qualquer coisa à noite.

— Por que viemos aqui?

Ja-kyung apontou para a escuridão com a mão. Havia algo lá. Antes que ele pudesse descobrir o que era, ele tirou um pequeno controle remoto do bolso e entregou-lhe. — Aperte. — Quando ele apertou o botão ON, uma luz piscou do outro lado. Kang Il-hyeon encontrou um trailer decorado com lâmpadas, balançou a cabeça e riu.

— Você finalmente causou problemas de novo.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer

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