Ler Alphega (Novel) – Capítulo 44 Online

— Episódio 44 —
Haeil queria ouvir o gemido que raramente conseguia por mais tempo, então lambeu aquele lugar algumas vezes a mais. Também massageou suavemente com as duas mãos os músculos que envolviam as costelas para ajudá-lo a relaxar.
Depois disso, o método para verificar se Kanghyeon estava realmente sentindo era simples.
Ao chegar a uma nova área, primeiro se concentrava nos gemidos que se desordenavam aqui e ali. O ponto era quando um som ligeiramente mais agudo se misturava entre os gemidos reprimidos ou quando saía uma expiração longa.
Ao lamber com cuidado e chupar aquele lugar, sem falta o feromônio escapava.
“Deve ser difícil sentir assim em lugares tão variados.”
Haeil sorriu secretamente sentindo o feromônio alfa de Kanghyeon que o cutucava e o aroma adocicado contido nele.
A diferença entre fingir sentir em lugares que não são zonas erógenas e realmente sentir podia ser percebida só de olhar para os tremores da pele ou dos músculos.
Especialmente Baek Kanghyeon ficava mais intenso a cada vez que sentia, então era inevitável que percebesse. Ao contrário do feromônio alfa que, mesmo sendo um supremo, conseguia controlar e liberar habitualmente, o aroma adocicado parecia que Kanghyeon não conseguia conscientemente perceber ou controlar. Graças a isso, conseguia perceber as reações uma a uma, o que era bastante divertido.
— Mm, hhup…
Os vestígios dos gemidos desesperadamente reprimidos chegavam em sequência.
Provavelmente era em parte porque era naturalmente sensível, mas também porque era a primeira vez recebendo preliminares, então reagia melhor.
Nessa hora, era importante habituar bem o corpo para não entrar em alerta. Assim, quando tocado depois, o corpo aquecido se afrouxaria sozinho ao se adaptar. Era natural que um corpo relaxado sentisse mais.
Haeil deslizou a língua em direção aos vales nítidos abaixo das costelas.
Lambeu cuidadosamente a pele que se elevava com os músculos firmes, depois delineou em detalhes com a ponta da língua os espaços côncavos.
Sentia o abdômen se mover ativamente como se estivesse vivo cada vez que Kanghyeon respirava ofegante. Era tão emocionante que o espaço entre eles se contraía e prendia a ponta da língua que Haeil lambeu ainda mais intensamente de propósito.
— Hut, up…
O feromônio de Kanghyeon escapou em abundância. Naquele feromônio havia sempre o aroma adocicado misturado. Graças a isso, mesmo com alguma fisgada, era algo que Haeil conseguia curtir suficientemente.
Lambeu e chupou tão minuciosamente que não havia um lugar onde a língua não tivesse tocado, incluindo o pequeno umbigo. Embora quisesse morder de vez todos os lugares onde os lábios tocavam, se esforçou para conter para habituá-lo às preliminares.
Beijou o abdômen arrumado de Kanghyeon, que combinava com sua aparência, e desceu a mão para a frente da calça.
Ao esfregar suavemente o lugar que estava endurecido e inchado, a respiração se desordenou mais uma vez.
Desfez a fivela da calça de Kanghyeon e abaixou o zíper. Uma cueca boxer preta que parecia difícil de suportar o volume ficou à mostra.
Haeil tocou levemente com a ponta dos dedos a cueca boxer preta que estava um pouco molhada.
— Já molhou? Ainda nem começamos.
— Ca… la…, boca…
— Tá, vou calar a boca e logo chupar.
Haeil sorriu de lado e baixou a cueca boxer de Kanghyeon até a altura da virilha. O membro que estava ereto com firmeza saltou de uma vez. Até Kanghyeon estremeceu diante daquela imponência.
Haeil na verdade estava um pouco nervoso até o momento de tirar a cueca boxer. O volume embrulhado pela cueca era considerável, então pensou: e se for maior do que o meu?
“De tudo que já vi, esse é o maior.”
Os parceiros que havia levado para a cama até então eram todos ômegas.
Naturalmente, o de Kanghyeon, sendo um alfa supremo, seria maior.
“Mas o meu é maior.”
Comparando consigo mesmo, felizmente o seu era um pouco maior. Também pode ser pela estatura, mas o membro de Haeil era de um tamanho monstruoso, ainda maior do que o do gerente Park que havia conferido na sauna.
Haeil sentiu um modesto alívio por ser maior em tudo, das coisas pequenas a essa coisa importante.
“Mas por que até o pau é bonito.”
O fato de que estava esticado em linha reta como Baek Kanghyeon, e também a cor suave, deixava evidente que não havia sido muito manuseado. A glande redonda e firme com um líquido transparente aderido também era bonita e fofa.
Haeil, que havia ficado olhando de forma embaraçosa para o membro de Kanghyeon, segurou com uma mão o caule que oscilava levemente. E então levou a boca sem hesitar.
— Uts?!
Kanghyeon engoliu um ar de surpresa assim que sentiu o hálito quente na ponta do membro. Ele apressadamente segurou e afastou a cabeça de Haeil que ia engolir o membro fundo.
— O que você está fazendo?
— O que seria, vou chupar.
— Não precisa… necessariamente fazer isso.
— Qual é o motivo pra isso? Se parece gostoso, chupa.
Kanghyeon desviou o olhar com uma expressão desconcertada. Haeil o observou atentamente e perguntou:
— Por quê? Não me diga que também nunca chuparam você.
— Precisa ter chupado?
— O quê?
Haeil fez uma expressão confusa.
— Sério que nunca recebeu? Nenhuma vez?
— Claro que não. Boquete é normalmente… o ômega que recebe.
— …Nossa… malditos…
Quem são os ômegas que ficaram com Baek Kanghyeon?
Vou juntar todos e esmagar.
Levarem um alfa supremo SSS e nem ao menos terem feito um boquete.
Haeil amaldiçoou com sinceridade os ômegas egoístas e sem noção.
Além disso, entendia muito bem o quanto Kanghyeon havia dado de si para os ômegas até então.
Provavelmente alguns ômegas também quiseram chupá-lo. Porque era um pau lindamente perfeito para deixar assim.
Mas Kanghyeon tinha um lado bastante conservador, então era óbvio que havia impedido energicamente dizendo que era ele quem faria.
E por isso também gostava.
“Graças àqueles malditos ômegas, chupar o pau dele também sou o primeiro.”
Haeil deu mais significado ao fato de estar pegando um dos “primeiros” de Baek Kanghyeon do que à raiva dos ômegas cujos rostos nem conhecia.
Haeil, que havia ficado olhando para o membro ereto e apetitoso, voltou a aproximar o rosto. Mesmo com a resistência de Kanghyeon segurando os cabelos, ele engoliu o membro fundo de vez como se tivesse decidido.
— Hrrg!
Kanghyeon apertou involuntariamente a mão que segurava o cabelo de Haeil e engoliu a respiração.
O membro duro passou de uma vez pela boca quente de Haeil e afundou fundo em sua garganta. A língua macia e quente começou a esfregar no membro e a depositar saliva viscosa.
Haeil girou a língua em volta do caule, tomando cuidado para os dentes não encostarem. Depois, ao sugar fortemente como se inspirasse e friccionar a língua rapidamente, viu o quadril de Kanghyeon saltar levemente como se tivesse sido impulsionado.
— Tira a boca já…, uts…! Kwon… Haeil…!
A mão de Kanghyeon que segurava o cabelo de Haeil tremia. Haeil, ao contrário, pareceu ficar ainda mais animado com a reação de Kanghyeon ao se surpreender e se moveu.
Puxou o membro que havia engolido até quase os lábios, depois com a ponta da língua erguida pressionou a pequena uretra como se a escavasse. A sensação inusitada e profundamente agonizante torceu o quadril de Kanghyeon. Em seguida, ao acariciar em círculos a glande firme e elástica e mordê-la levemente com os dentes, a mão que segurava os cabelos estremeceu e ouviu-se o som de respiração engolida.
Depois de cuidar explicitamente da uretra e da glande, voltou a empurrar o membro até o fundo da garganta. Repetiu de forma lenta, porém cuidadosa, o ato de colocar e retirar desde os lábios até a garganta como se fizesse movimentos de vai e vem. Haeil observou os olhos de Kanghyeon vagarem sem conseguir focar direito, e logo aumentou a velocidade.
— Ah, hhrrg…!
Kanghyeon engoliu gemidos ofegantes dentro da mão que havia tapado.
Era a primeira vez sendo edtimulado de todas as formas dentro da boca de outra pessoa com seu próprio membro.
O membro delicado que havia sido engolido sem defesas estava tão quente e com tantas cócegas da ponta ao caule. Era um calor imenso e um prazer atroz, como se não fosse estranho que o membro derretesse assim.
Kanghyeon olhou para baixo para Kwon Haeil, que estava engolindo seu membro sem cerimônia. Não sabia se havia estado olhando para cima a noite toda, mas se encontrou com olhos ardentes como os de uma fera.
“Parece que vou ser… mastigado…”
A parte mais delicada do corpo masculino.
Aquele lugar escancarado estava exatamente agora enterrado dentro da boca quente e feroz de um predador.
Era como se ele fosse um herbívoro que havia exposto seu pescoço completamente.
Estranhamente, a sensação de perigo que Kanghyeon sentiu o estimulou ainda mais. Sentiu o membro já quente ficar ainda mais ardente.
Percebendo que a reação havia se intensificado, Haeil também propositalmente empurrou o membro até o lugar mais fundo da garganta. Junto com barulhos sensuais, ouvia-se intermitentemente o som de Haeil engolindo a respiração.
— Hup…!
Uma sensação vertiginosa como se tudo ao redor girasse chegou de repente. O corpo estremeceu por conta própria como se não fosse seu e continuou com espasmos.
Até então, a velocidade de engolir e lamber o membro não havia diminuído. Após confirmar que os músculos abdominais e das pernas de Kanghyeon estavam contraindo e relaxando apressadamente, ao contrário, engoliu ainda mais fundo e mais rápido.
Kanghyeon sentiu a cabeça se tornando um caos e sentiu a parte de baixo doendo fortemente. O nó de prazer acumulado no fundo do membro parecia prestes a explodir a qualquer momento.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Alphega (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Baek Kanghyeon, o herdeiro oculto e quarto filho do presidente do Grupo Baekcheong, guarda um segredo: ele é um tipo raro com 99% de características Alpha e 1% de características Omega.
Tendo vivido toda a sua vida como um poderoso Alpha dominante, seu mundo muda repentinamente quando Kwon Haeil surge em seu caminho.
— Acho que posso morrer de tanto gostar de você, Baek Kanghyeon-ssi.
Kwon Haeil, um Alpha obstinado que só sabe seguir em frente para conseguir o que deseja, rapidamente se torna uma presença indispensável na vida de Kanghyeon—
— Parabéns. Você está grávido de seis semanas.