Ler A Tatuagem de Camélia – Capítulo 70 Online

Modo Claro

Cada investida, as paredes dentro dela se contraírem, apertando o pênis com firmeza. Suas paredes internas agarravam-se a ele com força como se recusando a soltá-lo, e a cada penetração profunda, liberavam mais fluido.

Amber estava à beira de desmaiar com seus movimentos.

A intensidade já era avassaladora havia um tempo. Não eram apenas ondas de prazer; era como se todo o seu ser estivesse submerso em êxtase, tornando impossível pensar com clareza.

Toda vez que Igmeyer a penetrava, sua respiração ficava mais ofegante, quase a nocauteando. Se não estivesse na posição certa, ela teria desmoronado há muito tempo.

Agarrada ao pescoço do homem, Amber chorava, mordia os lábios, balançava a cabeça e se entregava como se aquela fosse a última noite que compartilhariam.

Era tão bom, tão incrivelmente bom, que achava que poderia morrer disso. Achava que poderia morrer ali, em seus braços, e ainda assim estaria satisfeita.

Mas essas palavras eram muito embaraçosas para dizer em voz alta, ela não conseguia dizê-las.

Então, expressou tudo da única forma que sabia.

— Eu te amo, Igmeyer.

‘Eu te amo. Eu te amo tanto.’

‘Se algum dia se machucasse, eu cortaria minha própria carne para ele se alimentar e mantê-lo vivo.’

‘Se você algum dia estivesse em perigo, eu correria na frente e tomaria as flechas ou lanças destinadas a você.’

‘Não sei como mais descrever a profundidade desse amor.’

A essa altura, Amber havia completamente aberto seu coração para ele.

Uma vida sem ele era inimaginável. Ela preferia nem viver.

Não importava quão terrível fosse a situação — ela o salvaria primeiro, não a si mesma.

Afinal, uma vez já tinha sido suficiente para ela ter vivido.

— Eu te amo, Amber.

Igmeyer sussurrou com ternura enquanto gozava profundamente dentro dela.

— Haa…

Quando tudo terminou, Amber soltou um suspiro baixo e apoiou a cabeça no braço de Igmeyer.

Uma sensação profunda de satisfação, quase dolorosa em sua intensidade, percorreu seu corpo inteiro. Era algo que ela não queria dividir com mais ninguém.

‘Estou com tanto sono.’

Mesmo cansado, Igmeyer sempre oferecia o braço para que ela repousasse a cabeça durante a noite, como se nunca se cansasse.

No começo, ela se preocupava com o braço dele ficar dormente, mas agora apenas aproveitava aquele conforto.

Seu braço era sólido e forte, e ela sabia por experiência que não era tão frágil a ponto de doer só por ela descansar nele.

Amber gostava da sensação de tesão, então passou a palma da mão sobre ele distraidamente.

— Ei, Igmeyer.

— Hmm?

— Você tem certeza de que está sendo cuidadoso… sobre evitar uma gravidez, certo? Quer dizer, hoje não é exatamente o melhor dia….

— Estou tomando cuidado.

A voz grave e levemente sonolenta, mostrava que já estava quase dormindo.

Aliviada, Amber assentiu.

Provavelmente era o melhor.

No início, ela ficou magoada com Igmeyer por não querer ter um bebê, mas depois de se acalmar e pensar bem, percebeu que a decisão dele fazia sentido naquele momento.

Nidhogg a atacaria no instante em que ela engravidasse, então era sensato esperar até resolverem isso. Depois, talvez Igmeyer estivesse mais velho e mudasse de ideia.

‘Sim, vamos nos concentrar em fazer o esqui ser um sucesso primeiro.’

Ela queria desesperadamente um filho, mas criar uma criança sozinha não era viável — e, naturalmente, a opinião de Igmeyer, como pai, era crucial.

Amber se tranquilizou com esses pensamentos pela milésima vez.

Além disso, aquele não era o mesmo tempo da vida anterior, quando ela havia engravidado.

Ela desejava um bebê, mas precisava ser aquele. Aquele que perdeu antes mesmo de poder nascer…

Ela teria que acertar o momento para que aquilo acontecesse.

Então, de repente—

— Por que você perguntou isso do nada, Amber?

Ele a encarava com uma expressão séria.

Amber encontrou seu olhar e balançou levemente a cabeça.

— Não é nada.

— …Você não está chateada?

— Não. Estou bem agora. Eu ainda quero ter um bebê, mas… o esqui vem primeiro. Precisamos garantir o Norte e derrotar Nidhogg. Pensando assim, faz sentido que agora não seja o momento certo para engravidar.

— Você está sendo muito racional.

Igmeyer acariciou suavemente o cabelo de Amber.

Por enquanto, era tudo o que podia oferecer.

Ele se sentia culpado, grato, culpado outra vez — e ainda mais grato.

Com esses sentimentos misturados, continuou a acariciá-la com carinho antes de se inclinar para beijá-la.

Seu amor por ela era tão avassalador, que estava se tornando difícil conter.

Queria gritar para o mundo o quanto a amava, mas, em vez disso, entrelaçou a língua à dela, puxando até mesmo o ar que ela respirava, como se dividir isso com o mundo fosse precioso demais.

— Mm…

Amber, envolvida pelo carinho transbordante do marido, fechou os olhos, satisfeita e feliz.

Depois que seu doce beijo terminou, o sono começou a dominá-la. Aconchegada nos braços de Igmeyer, ela se encolheu ainda mais, as pálpebras ficando cada vez mais pesadas… mais pesadas…

‘Um momento.

Mas poucos segundos depois, Amber despertou de repente, o corpo tremendo.

‘A criança que tive antes… e a que terei desta vez… será realmente a mesma criança?’

Ela nunca tinha visto seu rosto, então não tinha como ter certeza. Ela nem mesmo sabia o gênero. Tudo o que podia fazer era esperar e acreditar.

‘Por favor, volte para a mamãe.’

‘Desta vez, eu vou protegê-lo.’

‘Vou te dar as vastas terras do Norte para herdar.’

‘Vamos andar de mãos dadas pelas montanhas cobertas de neve, e um dia, quando você for adulto, vai caçar sozinho.’

‘Seja menina ou menino, se puxar o Igmeyer, com certeza será forte e grande.’

‘Espero que o primeiro filho se pareça com ele.’

Independente do gênero, o primogênito herdaria o Norte, então ter um filho com a cara do Igmeyer seria incrivelmente tranquilizador.

Amber pensou isso enquanto acariciava suavemente sua barriga.

Mesmo ao pensar no filho que havia perdido, a dor já não era tão intensa.

Sentia uma expectativa leve e quente ao imaginar o dia em que se reencontrariam.

Isso, por si só, já era uma mudança significativa.

Depois que Amber adormeceu, Igmeyer abriu os olhos em silêncio e voltou-se para observar sua amada esposa.

Seu corpo esguio e macio repousava em seus braços. Ela era tão linda que era impossível não adorá-la.

‘Quando tivermos um filho, essa barriga lisa vai se tornar redonda, cheia de vida.’

Ele se imaginou vigiando-a com ansiedade, talvez carregando-a para todo lado para que não tropeçasse. Ou garantindo que ela nem precisasse andar.

Se ela permitisse, gostaria de levá-la no colo aonde quer que fosse.

‘Dizem que as mulheres sofrem com dores nas costas e enjoos matinais severos durante a gravidez.’

Amber, porém, não podia perder mais peso. Ela já era mais magra que a média, e a ideia de enjoos matinais deixá-la só pele e ossos o preocupava profundamente.

‘Quem me dera eu pudesse ter os enjoos matinais por ela.’

Igmeyer tinha lido sobre maridos que sentiam enjoos matinais no lugar de suas esposas. Embora não fosse comum, ele esperava que fosse o caso dele.

Era algo pelo qual ele oraria fervorosamente.

‘Por favor, deixe que minha amada esposa sofra o mínimo possível. Eu sacrificaria qualquer coisa por ela.’

Na verdade, o mais sensato teria sido não fazer amor com Amber naquele dia. Agora que o Norte estava estável, era prudente minimizar riscos. Mas ele não conseguiu.

Ele a amava demais.

Só de olhar para ela ele se sentia vivo, e não conseguia imaginar ficar longe dela por dias.

‘Que dilema.’

Igmeyer estalou a língua e afastou delicadamente os fios dourados do rosto dela.

Para quebrar a maldição que o transformava em Nidhogg, ele precisava garantir que o atual Grão-Duque não tivesse herdeiros.

Se Nidhogg fosse derrotado sem deixar descendentes, a maldição se extinguiria naquela geração, e o dragão maligno desapareceria para sempre.

Mas se uma criança com o sangue de Niflheim nascesse, a maldição imediatamente se prepararia para transferir para à próxima geração.

E, se um bebê nascesse… a maldição se tornaria irreversível e seria ativada.

‘Uma vez que a maldição for ativada, a velocidade com que a loucura me consumirá só aumentará a cada uso do poder transformado.’

Cedo ou tarde, ele teria que estar pronto para passar seu posto quando a próxima geração atingisse a maturidade. Essa era a expectativa natural.

‘Ainda não é hora de eliminar Nidhogg, mas em breve. Não pode demorar muito.’

Os preparativos para os eventos de esqui estavam indo bem. A construção das estalagens e restaurantes ao pé do Monte Cyprus já estava pela metade.

Com tudo avançando de forma estável, a única coisa que restava era ele se afastar fisicamente de Amber.

Mesmo que isso significasse enfrentar monstros, teria que suportar a distância.

— Tão linda…

Ele murmurou sem perceber, depositando beijos suaves na testa de Amber.

Era uma beleza que ele simplesmente não conseguia deixar de admirar.

Como poderia alguém tão extraordinário existir e respirar?

Ela havia caído dos céus, esquecendo suas memórias, apenas para pousar na terra? Um dia retornaria ao céu?

Uma inquietação profunda tomou conta de Igmeyer.

Não conseguia acreditar que uma mulher tão linda fosse sua esposa, nem aceitar que seus sentimentos fossem recíprocos.

O que ela via nele?

Mesmo desejando um filho, ele sentia que não podia lhe dar isso agora.

Era educada, elegante, sabia elogiar com graça.

Já ele… só tinha habilidades de caça e uma sinceridade rude.

Sua aparência era aceitável, mas honestamente, nem isso era algo para se gabar. Era apenas o suficiente para ficar ao lado de Amber.

‘Amar alguém como eu… expressar que eu também posso ser amado…’

Como poderia encontrar alguém como ela novamente?

Igmeyer passou a madrugada perdido em sua admiração por Amber.

Não querendo desperdiçar nem um momento, ele acariciou suavemente sua bochecha, sincronizando sua respiração com o som do coração dela.

Enquanto a observava, o dia clareou.

‘Eu realmente não quero ir.’

Mas precisava se mover. Todos estariam esperando e se preparando.

— Eu volto.

— Mm…

— Cuide-se. Se algo acontecer, basta colocar fogo no castelo. Quando eu ver as chamas, voltarei.

Igmeyer fez o comentário casualmente — algo que assustaria qualquer outra pessoa — antes de finalmente se afastar.

Na verdade, ele só queria ficar ali, abraçado a Amber, fazendo amor o dia inteiro. Mas temia que isso acabasse em provocações… e, por fim, a lágrimas dela.

— Eu te amo, Amber.

Com isso, ele saiu do quarto.

Agora era hora de caçar monstros.

Continua…

Tradução: Elisa Erzet 

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Amber, era uma princesa tão linda quanto uma fada.
Seu marido, que viveu como mercenário, era muito diferente dela em todos os sentidos.
Devido a um casamento forçado, Amber caiu em desespero. Ao longo dos anos de seu casamento, se ressentia veementemente de tudo sobre seu marido.
No entanto, quando ele encontrou seu fim tentando protegê-la e ao filho que ela estava esperando, Amber foi tomada pelo arrependimento e desejou voltar no tempo…
O ponto de partida da regressão foi a noite de núpcias.
— Você não olhou para mim nem uma vez durante o banquete do casamento, pensei que estivesse chateada por se tornar esposa de um homem humilde.
Ela já era como cinzas queimadas, mas ele parecia um espírito de fogo dançando sobre as ruínas.
O abraço dele era forte demais para suportar, então Amber desviou finalmente o olhar.
🌸🌸🌸
‘Foi só após te conhecer que percebi que havia um vazio dentro de mim. E então fiquei feliz, sabendo que você vai completar esse vazio.
Mas conforme essa parte em mim era preenchida, fui ficando mais ganancioso.
Ah, se eu fosse um pouco mais perverso, eu teria devorado você inteira.
 
Ps: Meu outro maridinho

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