Ler A Tatuagem de Camélia – Capítulo 69 Online
— Ele vai vencer com uma estratégia inteligente.
— Você consegue ver isso?
— Sim.
Aquele para quem Jason apontara era o menor de todos, tanto em altura quanto em porte físico.
Competidores mais pesados ganhariam velocidade com mais facilidade na descida, o que normalmente lhes daria vantagem. Por isso, era surpreendente que Jason tivesse escolhido justamente aquele que parecia o mais lento.
Vamos descobrir em breve.
Se a previsão de Jason estava correta, logo ficaria claro.
O resultado foi surpreendente.
Exatamente como Jason havia dito, o atleta pequeno parecia estar atrás no início, mas rapidamente arrancou as bandeiras ao longo do percurso, acumulou pontos extras e terminou em primeiro lugar.
— Hm… acho que já é hora de levá-lo para sair um pouco — disse Igmeyer, após confirmar o resultado.
Jason olhou para Igmeyer com os olhos brilhando.
— Sério?
— Sim. Você também precisa aprender a caçar.
— Uau!
Apesar de se preocupar com a pouca idade de Jason, Amber não conseguiu impedi-lo.
Ele não era seu filho, e Jason desejava aquilo; além disso, assuntos fora do castelo eram domínio de Igmeyer.
Em vez disso, Amber o abraçou com cuidado e sussurrou:
— Tenha cuidado. Não se afaste sozinho quando estiver empolgado, não se precipite nas coisas e não desobedeça às ordens. Certo? Vou ficar preocupada
— …Está bem. Eu vou.
— Promete?
Ao encarar os olhos rosados e cheios de preocupação de Amber, Jason sorriu brincalhão e estendeu o dedo mindinho.
— Prometo!
— Obrigada por prometer, Jason.
Amber queria proteger Jason, pensando nele como uma criança, mas ela sempre o respeitou e nunca o subestimou.
Talvez por isso Jason a adorasse tanto.
Observando a troca calorosa entre eles, Igmeyer se viu perdido em pensamentos, em vez de sorrir.
‘Amber vai ser uma mãe maravilhosa. A questão é… eu serei um bom pai?’
Honestamente, Igmeyer se sentia incerto sobre a paternidade.
Mesmo quando perguntava discretamente a outros cavaleiros que já tinham filhos, todos apenas balançavam a cabeça. Ninguém lhe dava um conselho concreto.
Criar um filho era muito diferente do que se imaginava. Ler livros não significava saber tudo. Era preciso aceitar, tentar compreender, aprender no processo.
Ele se pegou murmurando conselhos que pareciam inúteis até para si mesmo.
Nunca tivera em sua vida um verdadeiro “bom pai” como referência.
O que deveria fazer quando tivesse um filho?
Tudo o que conhecia eram comentários negligentes, ditos sem muito envolvimento.
Em suas lembranças, seu pai — o antigo Grão-Duque — era um homem obstinado, que só pensava no Norte, dia e noite.
‘Não quero ser assim. Não quero deixar toda a educação nas mãos de Amber e apenas observar.’
Pensou em como seria ter um filho.
Mas… e se fosse uma menina, parecida com Amber, como uma pequena fada?
Como ele a trataria?
Só de imaginá-la, sentia o peito apertar de tanto amor.
‘Um filho é uma coisa, mas uma filha… ainda mais se tiver cabelos dourados e olhos rosados como os de Amber.’
Ele seria capaz de oferecer o próprio coração por ela.
Não — se fosse preciso, cortaria a própria garganta sem hesitar. Tinha certeza disso.
Não sentiria dor alguma se ela fosse tão preciosa. Ele poderia andar descalço sobre mil espinhos ou pedras escaldantes sem se importar.
Por sua esposa e filha, faria qualquer coisa. Seria qualquer coisa.
Ele ficaria feliz em se tornar um demônio se isso significasse protegê-las, e se necessário, poderia matar aquele demônio e vestir sua pele para sobreviver.
Se preocupou se não era exagerado sentir tudo isso por uma filha que ainda nem havia nascido.
Ele poderia não querer deixá-la se casar no futuro. Principalmente se tivesse que vê-la chorar por causa de algum rapaz…
‘Talvez eu devesse criá-la como uma guerreira forte, deixá-la se casar com três homens e manter dez amantes.’
Sabia que era absurdo — e ainda assim pensava nisso com seriedade.
— Igmeyer?
A voz suave deAmber o chamou suavemente. Voltando à realidade, Igmeyer limpou a garganta e continuou falando lentamente.
— Estou pensando em ficar fora por três dias, a partir de amanhã.
— Ah, eu estava pensando o mesmo. Não se preocupe com o castelo, deixe tudo comigo e aproveite a viagem.
— Ervilhinha você também vem junto.
Quando ele se ausenta, há alguém em quem pode confiar.
Uma presença calorosa e gentil — a senhora do castelo.
‘Como expressar essa sensação de segurança?’
‘Eu te amo.’
‘Eu te amo.’
‘Eu te amo com todo o meu coração.’
Ele não conseguia mais conter as palavras que giravam em sua boca nesta noite.
Gentilmente afastando a ervilhinha, ele voltou sua atenção para sua esposa, puxando sua cintura para perto e murmurando com um brilho travesso no olhar.
— Que tal tomarmos uma bebida hoje à noite?
Os seios arredondados de Amber balançaram diante dele.
Sua amada esposa estava cada vez mais sedutora ultimamente, e, por causa disso, Igmeyer sentia que poderia explodir a qualquer momento.
Fora Amber quem sugeriu que trocassem de posição e lambessem e chupassem um ao outro assim.
Como resultado, Igmeyer teve uma bela vista, mas o estímulo… o estímulo era simplesmente intenso demais.
‘Estou seriamente prestes a xingar de tanto segurar.’
Foi então que a língua de Amber deslizou para cima ao longo do pau. Ele tentou ao máximo não mover os quadris enquanto seus olhos eram atraídos para a abertura vermelha que se contraia.
Já estava molhada, abrindo e fechando cada vez que ele tocava seu clitóris. Ela não parecia perceber, mas estava enlouquecendo-o.
Para piorar, ela continuava acariciando seu pênis com aquelas mãos pequenas e delicadas, fazendo alarmes tocarem alto em sua cabeça.
Se não se controlasse, poderia simplesmente saltar sobre ela e fodê-la como um animal selvagem.
— Ah…
— !
Mas Amber parecia não ter a menor intenção de ajudá-lo.
‘Meu Deus.’
Range
Igmeyer cerrou os dentes e apertou com força os quadris dela, assustando-se ao ver as marcas deixadas em sua pele. Rapidamente, moveu as mãos para os lençois.
Enquanto isso, Amber, alheia a como seus quadris estavam movendo sedutoramente, continuou a chupá-lo avidamente.
A cabeça desapareceu em sua boca quente e úmida, e apesar de sua luta, ela empurrou o pênis mais para dentro.
Igmeyer pensou que poderia morrer ali mesmo, pressionando a parte de trás da mão contra a testa.
A única coisa que ele podia fazer era lutar para não gozar em sua boca.
Ele queria imobilizá-la e fodê-la loucamente sem piedade…
‘Não, não.’
Se passasse do limite, poderia machucá-la.
Amber certamente o aceitaria, não importava o quão bruto ele fosse, e exatamente por isso ela se machucaria.
‘Tenho que manter o controle. Meu Deus, por favor.’
Sua visão oscilava entre branco e vermelho, piscando. Cada vez que recuperava os sentidos, se deparava com a vagina se contraindo.
Era como ser lançado diretamente nas chamas do inferno.
‘Isso é tortura? Estou sendo punido? O que eu fiz de errado?’
Agarrando os lençóis com força, Igmeyer respirou fundo e, reunindo o último fio de paciência, falou em voz baixa e forçada:
— Amor… talvez seja hora de… mudarmos de posição.
Sua voz saiu em um rosnado áspero, incapaz de se conter.
Mas Amber apenas balançou a cabeça, continuando a provocar a ponta com a língua.
Quando percebeu que o pedido não surtiria efeito, Igmeyer mudou de estratégia.
Não muito bruto, mas o suficiente para deixar Amber louca de prazer.
Segurando firmemente seus quadris, guiou-a com cuidado, arrancando-lhe um gemido.
Com essa decisão tomada, Igmeyer gentilmente agarrou sua bunda firmes e separou com as mãos.
— Ah…!
Um gemido escapou da garganta de Amber.
Aproveitando o momento, Igmeyer levantou os quadris e pressionou suas dobras internas com a língua, chupando seus fluidos repetidamente.
Quando ele esfregou seu clitóris rapidamente com o polegar, Amber finalmente soltou um grito agudo de prazer.
O som era doce para seus ouvidos, e o sabor enchendo sua boca era viciante. Ele mergulhou mais fundo com a língua.
— Pare… por favor…
— Você realmente quer que eu pare?
Murmurando contra suas dobras, Igmeyer viu Amber balançar a cabeça, seus quadris contraindo involuntariamente.
Seu corpo era honesto, mesmo que ela não conseguisse dizer as palavras. Afinal, era uma princesa nobre.
Já ele era um homem vulgar, que queria ouvi-la suplicar.
— Então acho que devo parar…
— !
— Você não está pedindo mais… então o que mais posso fazer?
Ele murmurou lentamente, provocadoramente, enquanto acariciava levemente seu clitóris inchado com o dedo mindinho.
Quando o prazer intenso que vinha crescendo cessou subitamente, lágrimas encheram os olhos bonitos de Amber.
— …Mais.
— Não consigo ouvir. Diga mais alto, amor.
— Mais… Aah… por favor…
Mesmo apenas pedindo por mais, suas orelhas ficaram vermelhas, o que Igmeyer achou tão adorável que xingou silenciosamente para si mesmo.
Ainda assim, ele continuou a provocá-la, mantendo-a à beira do limite.
Ele deslizou seus dedos para dentro e para fora, mantendo-os perto de sua entrada para manter seu calor, levando-a ainda mais ao desespero.
— Ah, ahh… oh, ohhh…!
— Se quer algo, precisa pedir direito.
Igmeyer percebeu que Amber estava com dificuldade para dizer qualquer coisa explícita, então decidiu mudar sua abordagem.
Ordens — aquelas a que ela estava acostumada.
No momento em que ele mudou de tática, o buraco reagiu fortemente, e logo os lábios de Amber se separaram.
— Pare de provocar… e me foda.
— Como desejar.
Ela parecia incrivelmente sexy quando dava ordens.
Em um instante, Igmeyer ajustou sua posição, olhando para Amber enquanto penetrava.
— Ahh….!
— É demais para você?
Ele perguntou de propósito, com educação exagerada, achando aquilo estranhamente erótico.
Ele costumava descartar a ideia de cavaleiros se dirigindo a damas com formalidades como uma tradição ultrapassada, mas isso foi quando ele era jovem e não entendia.
Antes, desprezava formalidades — mas agora entendia.
Uma dama merecia respeito, especialmente naquele momento.
— Me Diga como é bom.
— Mmm… é … bom.
— Gostaria de ouvir exatamente o quanto é bom.
Continua…
Tradução: Elisa Erzet
Ler A Tatuagem de Camélia Yaoi Mangá Online
Amber, era uma princesa tão linda quanto uma fada.
Seu marido, que viveu como mercenário, era muito diferente dela em todos os sentidos.
Devido a um casamento forçado, Amber caiu em desespero. Ao longo dos anos de seu casamento, se ressentia veementemente de tudo sobre seu marido.
No entanto, quando ele encontrou seu fim tentando protegê-la e ao filho que ela estava esperando, Amber foi tomada pelo arrependimento e desejou voltar no tempo…
O ponto de partida da regressão foi a noite de núpcias.
— Você não olhou para mim nem uma vez durante o banquete do casamento, pensei que estivesse chateada por se tornar esposa de um homem humilde.
Ela já era como cinzas queimadas, mas ele parecia um espírito de fogo dançando sobre as ruínas.
O abraço dele era forte demais para suportar, então Amber desviou finalmente o olhar.
🌸🌸🌸
‘Foi só após te conhecer que percebi que havia um vazio dentro de mim. E então fiquei feliz, sabendo que você vai completar esse vazio.
Mas conforme essa parte em mim era preenchida, fui ficando mais ganancioso.
Ah, se eu fosse um pouco mais perverso, eu teria devorado você inteira.
Ps: Meu outro maridinho