Ler A Tatuagem de Camélia – Capítulo 16 Online
Assim como ele não a instruiu a reduzir o número de galinhas, ela também não deveria invadir seu domínio.
‘Nosso relacionamento pode azedar se eu insistir demais.’
Como ela deveria trazer isso à tona de uma forma que ele aceitasse, especialmente quando se tratava de lingotes de ferro? Não era qualquer ferro, tinha que ser ferro das minas na parte oriental do império, nas minas de Litton.
‘Se fosse uma espada feita de ferro de Litton, provavelmente não teria quebrado no último momento. Então Raphael provavelmente não morreria.’
“… Jovem Mestre, por favor, não fique tão triste.”
“Eu me arrependo. Não é como se não tivéssemos fundos, e até tínhamos ferro. Eu estava guardado para a guerra final, mas se eu soubesse um pouco antes que tal coisa aconteceria, eu teria usado.”
No passado, Amber tinha ouvido conversas como essa. Ela não sabia o que Raphael havia enfrentado que levou à sua morte, mas sabia o que precisava ser feito para salvá-lo.
— Sua expressão parece muito séria.
Naquele momento, Igmeyer estendeu a mão e gentilmente segurou sua bochecha. Ela rapidamente notou seu movimento sutil e levemente brincalhão.
— Você tem outras preocupações?
— Não.
— Então está muito frio para você?
Os cantos da boca dele se levantaram, mas seus olhos afundaram. Encontrar seu olhar intenso foi como encarar um predador logo antes da caçada, deixando sua boca seca.
Ele tinha um talento especial para fazer ela ficar excitada só com um olhar.
— Eu sei uma maneira de te aquecer.
— A água já está quente o suficiente.
— Quando você sair da água, a temperatura do seu corpo cai.
— Hmm, isso é só uma desculpa… Tudo bem.
Qualquer pudor que Amber tivesse desapareceu assim que as mãos do homem entraram na banheira.
— Entendi.
Igmeyer deu um sorrisinho enquanto acariciava gentilmente a barriga lisa de Amber. Então, com um toque mais escorregadio, ele começou a explorar seus pelos dourados e o clitóris escondido abaixo.
‘Isso é muito obsceno.’
Amber seguiu o toque do homem com os olhos, mas rapidamente os fechou. Mesmo sendo um casal, parecia muito indecente. Além disso, o fato de não ser o quarto acrescentou outra camada de imoralidade.
O banheiro no meio da noite estava iluminado por uma luz suave, revelando cada detalhe. Cada toque e movimento, era visível – onde ele estava tocando, como estava ficando molhada. Tudo estava claro.
— Eu sou bom de cama?
— Hum…!
— Sim? Responda.
O clitóris facilmente excitado amassou sob seu polegar, causando uma sensação de formigamento. Amber rapidamente assentiu enquanto sua vagina sentia cócegas, e suas pernas se torciam.
— Se eu fiz um bom trabalho. Eu deveria ser elogiado por isso. ʘ‿ʘ
— Elog- …. O quê?
Uma língua quente varreu seu lóbulo da orelha. A sensação dela deslizando sobre seu canal auditivo a fez estremecer, e a água na banheira ondulou.
Igmeyer não perdeu o momento. Seria um pecado não tirar vantagem de sua excitada esposa.
— Amber.
‘É a primeira vez que ele diz o meu nome.’
— Eu estive pensando, talvez seja melhor se nos chamarmos pelos nossos nomes. O que você acha?
Igmeyer sussurrou calorosamente enquanto levantava a parte inferior das costas dela com as duas mãos.
O pênis robusto do homem, inserido nas coxas da mulher, provocava levemente sua pele macia.
Os gemidos de Amber, escapando em sucessão, tornaram-se cada vez mais intensos.
Cada vez que ele passava os dedos pelas costas, sua mente mergulhava no esquecimento.
Quando os lábios ásperos deslizaram do lóbulo da orelha até o pescoço, todo o seu corpo estremeceu.
Girando a cabeça e sem hesitar, ele chupou seu seio molhado como se estivesse saboreando um doce delicioso, fazendo-a gemer, — Ah!
Sobre as marcas inchadas e ainda vermelhas, um tom mais escuro foi adicionado novamente.
Esses traços peculiares permaneceriam por um tempo.
Por fim, com a cintura torcida, Amber afastou o cabelo do homem e roçou os lábios em sua bochecha.
Sentindo o prazer se aproximando mais rápido que a dor, ela sinalizou que já era o suficiente de preliminares e o incentivou a penetração.
— Bonitinha.
Com o breve comentário de Igmeyer, as pernas de Amber se abriram, penduradas nas laterais da banheira.
— Ah…
De frente para ela, Igmeyer moveu a cintura diagonalmente e mergulhou direto na carne secreta entre as pernas da mulher, perfurando o vale apertado cheio de água do banho na banheira.
— Haah, ugh!
Uma fragrância doce e suave vibrava pelo ar. Simultaneamente, os sons lascivos e rítmicos ecoavam em seus ouvidos.
Quando Igmeyer começou a movimentar a cintura, a água da banheira espirrou, transbordando para fora.
O prazer intenso que surgiu após a inserção fez as unhas de Amber rasgar os ombros do homem.
— Agh!
Talvez por derreter na água quente após sentir frio, a vagina relaxada aceitou facilmente o homem.
Atingir o clímax já era algo familiar para ela.
Sem reservar um momento para descansar, Amber gritou com sensações extremas desde o começo.
Devido às lágrimas em seus olhos, os padrões intrincados no teto do banheiro dançavam e turvaram sua visão.
‘Sinto que vou morrer.’
Com estocadas implacáveis e poderosas, sem nenhuma mudança de posição, a vagina estava ficando molhada sem trégua.
Amber fechou os olhos, mordendo o lábio inferior. Apesar de suas tentativas de abafá-lo, um som lascivo finalmente irrompeu.
— A-ahhh!
Um gemido agudo encheu o ar.
No momento em que os movimentos bruscos de Igmeyer cessaram abruptamente, lágrimas escorreram pelo rosto da mulher.
A água ao redor da cintura foi agitada pelo sêmen turbulento dele, criando uma tonalidade turva.
‘Oh, meu orgasmo foi tão rápido. Que pena.’
Abraçando-o ainda mais forte, Amber suspirou com seu pensamento inadvertido.
Algo estava errado. Ela também sentia que sua mente tinha se desviado de alguma forma.
Caso contrário, é uma pena até mesmo se sentir carente.
‘Acho que tenho que suportar meus pensamentos irritantes quando o ato acaba. Provavelmente é por isso.’
Ela tentou se convencer, mas, no fundo, ela sabia. Era o prazer que sentia quando ele a empurrava além dos limites.
Inconscientemente, Amber colocou os braços em volta do pescoço de Igmeyer, silenciosamente pedindo outra rodada.
Igmeyer não recusou.
Continua…
Tradução: Elisa Erzet
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Amber, era uma princesa tão linda quanto uma fada.
Seu marido, que viveu como mercenário, era muito diferente dela em todos os sentidos.
Devido a um casamento forçado, Amber caiu em desespero. Ao longo dos anos de seu casamento, se ressentia veementemente de tudo sobre seu marido.
No entanto, quando ele encontrou seu fim tentando protegê-la e ao filho que ela estava esperando, Amber foi tomada pelo arrependimento e desejou voltar no tempo…
O ponto de partida da regressão foi a noite de núpcias.
— Você não olhou para mim nem uma vez durante o banquete do casamento, pensei que estivesse chateada por se tornar esposa de um homem humilde.
Ela já era como cinzas queimadas, mas ele parecia um espírito de fogo dançando sobre as ruínas.
O abraço dele era forte demais para suportar, então Amber desviou finalmente o olhar.
🌸🌸🌸
‘Foi só após te conhecer que percebi que havia um vazio dentro de mim. E então fiquei feliz, sabendo que você vai completar esse vazio.
Mas conforme essa parte em mim era preenchida, fui ficando mais ganancioso.
Ah, se eu fosse um pouco mais perverso, eu teria devorado você inteira.
Ps: Meu outro maridinho