Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 10 Online


Modo Claro

❀ 7 Minutes Of Heaven 10

​O sol poente coloria suavemente a grama. As árvores ao redor lançavam sombras longas, e o riso das pessoas diminuía gradualmente.
​Enquanto o aroma doce de pipoca e algodão-doce flutuava suavemente na brisa, as tendas eram desmontadas uma a uma.
​Atrás do balcão de uma tenda que ainda permanecia de pé, Justin contava o dinheiro com habilidade. No meio da contagem das notas, ele lançou um olhar para Jeong-in, que estava sentado ao seu lado com uma expressão vazia, mexendo na pelúcia branca.
​— O que é isso?
​— Apenas… alguém me deu.
​Como se tivesse medo de que alguém a levasse, Jeong-in guardou a doninha de pelúcia no fundo de sua mochila. Justin, aparentemente desinteressado, virou a cabeça e voltou a contar o dinheiro.
​A arrecadação do festival de hoje seria usada para as atividades do conselho estudantil, e qualquer valor remanescente seria doado à comunidade local. Prêmios não reclamados também seriam doados para caridade.
​Jeong-in organizou ordenadamente vários itens em uma caixa, selou-a firmemente com fita adesiva e escreveu “DONATION” nela com um marcador permanente grosso. Os membros do conselho estudantil que passaram naquele momento recolheram a caixa e a arrecadação.
​Após completarem suas tarefas, Jonah Kaplan aproximou-se de Jeong-in e Justin enquanto eles estavam lado a lado. Ele era um judeu-americano de cabelos castanhos escuros e cacheados.
​— Muito obrigado por hoje. Vocês vão à festa de dança também, certo?
​— Não.
​— Sério? Eu tenho alguns ingressos extras, vou dar para vocês. Caso mudem de ideia.
​Jonah Kaplan tirou dois ingressos do bolso. Os ingressos de entrada eram vendidos por $15 cada para cobrir os custos de montagem da festa e os honorários do DJ. Mas Justin e Jeong-in, não tendo planos de comparecer, não haviam pensado em comprá-los.
​Justin aceitou os ingressos prontamente em nome de Jeong-in, que apenas observava em silêncio.
​— Valeu!
​Depois que os membros do conselho estudantil saíram, Jeong-in olhou para Justin com uma expressão que sugeria que ele tinha feito algo desnecessário.
​— Por que você aceitou?
​— São ingressos grátis, por que não? Já que os temos, vamos dar uma olhada. Tudo bem?
​Após hesitar brevemente, Jeong-in seguiu Justin a contragosto. De repente, ele sentiu curiosidade sobre como certa pessoa ficaria em um tuxedo.
​Assim que abriram a porta do auditório e entraram, ambos soltaram pequenas exclamações de espanto.
​Iluminado por lanternas penduradas por toda parte, o auditório estava decorado para parecer um jardim de primavera. Luzes de fada que cintilavam suavemente foram penduradas no teto em formato de galhos de árvores, e flores de papel de várias cores, aparentemente confeccionadas com esmero pelo conselho estudantil, adornavam as paredes.
​O DJ posicionado na frente do palco tocava música EDM com batidas tão fortes que podiam ser sentidas nas solas dos pés. Em um canto, havia uma mesa preparada com ponche de frutas e lanches simples, enquanto pais e professores servindo como supervisores patrulhavam o local, ocasionalmente verificando se os copos de plástico vermelhos segurados pelos alunos cheiravam a álcool.
​Parados no canto do local da festa como convidados não convidados, Justin e Jeong-in estavam ocupados absorvendo a vista.
​O olhar de Jeong-in, que observava maravilhado os alunos dançando entusiasticamente na frente do palco, foi atraído por duas pessoas que pareciam os protagonistas daquele espaço.
​Vivian, vestida em um vestido verde-claro com múltiplas camadas de tecido fino, parecia um espírito da primavera. Ao lado dela estava Chase Prescott em um terno cinza com um leve toque de azul. Seu cabelo dourado brilhava em uma cor encantadora sob as luzes.
​Os dois combinavam perfeitamente como em um quadro, mesmo apenas parados ali. Pareciam ter acabado de sair de uma pintura de Monet.
​De repente, Jeong-in sentiu um aperto no peito, como se o ar tivesse ficado pesado. Ele tocou o ombro de Justin.
​— Eu vou embora.
​— Já? Por quê?
​— Está abafado demais aqui dentro. Vejo você amanhã, Justin.
​— Ok, tudo bem. Uau, olhe o vestido da Hayley. É demais, sério.
Apesar de suas palavras, Justin estava ocupado demais encarando Hayley Simons enquanto Jeong-in saía. Quando a porta se fechou atrás dele, as batidas se tornaram abafadas e distantes. Parado na entrada, Jeong-in abraçou sua mochila contra o peito e olhou para o céu silencioso.
​O que havia para ver que o fizera vir até aqui? Ele deveria ter ficado em casa resolvendo exercícios para o SAT.
​Justo quando estava prestes a dar o primeiro passo descendo a escada, a voz de alguém o deteve.
​— Onde você vai?
​Sobressaltado pela voz baixa e suave, o corpo de Jeong-in ficou tenso e seu pé escorregou na beira do degrau. Seu corpo oscilou e começou a cair para trás.
​— Opa!
​Naquele momento, seu braço foi pego por um aperto forte e seu corpo girou. Quando deu por si, ele estava nos braços de Chase em uma posição que lembrava uma valsa.
​Ele parecia um príncipe de um filme da Disney. Pena que quem estava em seus braços não era uma princesa.
​— Peguei você.
​Chase olhou para baixo, para Jeong-in, com um sorriso vibrante no rosto.
​— Você está bem?
​Jeong-in conseguia ouvir o próprio coração martelando em seus ouvidos.
​Na verdade, Chase o havia capturado muito antes deste momento.
​Jeong-in fora cativado muito cedo. Desde o primeiríssimo momento em que pôs os olhos nele.
​— Prescott…
​O nome de Chase fluiu dos lábios entreabertos de Jeong-in como se estivesse enfeitiçado.
​Certamente ele não me seguiu lá fora? Jeong-in pensou isso brevemente, mas riu de si mesmo internamente. A essa altura, sua autoconsciência estava atingindo um nível sério. Isso não poderia ser o caso.
​— Solte. Eu estou bem agora.
​Chase endireitou as costas de Jeong-in que ele estivera segurando. Jeong-in, que quase despencara escada abaixo, soltou um suspiro de alívio.
​Enquanto Jeong-in estremecia levemente só de pensar no que poderia ter acontecido, Chase perguntou:
​— Por que você veio aqui fora?
​— Só me senti um pouco abafado… E você?
​— O mesmo.
​Chase sentou-se nos degraus em frente ao prédio do auditório sem hesitação. Então ele olhou para Jeong-in, que permanecia parado, e deu tapinhas no lugar ao seu lado. Após hesitar, Jeong-in sentou-se cuidadosamente ao lado dele.
​Sentados lado a lado, eles contemplaram silenciosamente o céu que escurecia. O céu visível entre as palmeiras já havia se aprofundado, com a luz fraca das estrelas se espalhando suavemente por ele.
​Jeong-in subitamente relembrou a conversa telefônica inexplicavelmente fria da noite anterior.
​— Hum, você está…
​Chase virou a cabeça para olhar para Jeong-in. Seus olhos brilhavam calmamente como se perguntassem: — Sim?
​— Você está… zangado?
​— …Por que eu estaria?
​— Você parecia estar assim quando conversamos pelo telefone ontem.
​— …
​Chase encarou Jeong-in por um tempo, depois voltou o olhar para frente.
​— Eu também sou humano.
​— Hã?
​— Se alguém não gosta de mim tanto assim, até eu fico magoado.
​— Ah… aquilo…
​— Ficou óbvio por aquele livro que você não gostava de mim… mas achei que tivéssemos ficado um pouco mais próximos ontem. Você riu quando eu te levei para andar no trenó no campo.
​O tempo com ele ontem definitivamente tinha sido agradável. Jeong-in não podia negar esse fato.
​— Mas então você disse coisas como “não vamos nos envolver” e “se cuide”. Como se nunca mais quisesse me ver.
​— Ah…
​Então era isso. Finalmente, algumas das perguntas em sua mente pareciam ter resposta. Parecia que ele tinha imposto o limite de forma um pouco ríspida demais. Tendo recebido inúmeras feridas, incluindo discriminação racial, desde que chegara aqui, ele desenvolvera o hábito de afastar as pessoas antes de conheê-las.
​Sem saber o que dizer, Jeong-in apenas encarou fixamente a mochila em seus joelhos. Ele tentou pensar em várias coisas para dizer, apagando-as e reescrevendo-as em sua mente, mas, no fim, tudo o que saiu foi um simples pedido de desculpas.
​— Sinto muito…
​— Vamos parar de falar sobre isso.
​Chase balançou a cabeça levemente e mudou de assunto.
​— Como vai o Snowball?
​— Hã?
​Jeong-in virou-se para olhar para Chase, perplexo com a pergunta repentina. Snowball era um nome tipicamente dado a gatos brancos.
​— Aquele gato que eu acertei no tiro ao alvo.
​— Não é um gato. E não dê um nome a ele por conta própria.
​— Se não é um gato, então o que é?
Jeong-in tirou a pelúcia branca de sua mochila. Com seus olhos pretos e o pelo puramente alvo, era tão branca e limpa quanto um floco de neve. Embora fosse irritante, o nome que Chase lhe dera combinava muito bem.
​— Parece um minke ou um furão. De qualquer forma, é uma doninha.
​A atmosfera desajeitada havia se dissipado. Chase olhou para a pelúcia com um sorriso suave no canto dos olhos.
​— Parece com você.
​O olhar de Chase traçou suavemente o cabelo preto de Jeong-in e os olhos por trás dos óculos.
​— Seu cabelo é muito preto. Eu nunca vi um cabelo tão preto antes. E sua pele é branca. Você realmente se parece com o Sr. Snowball.
​Chase havia decidido não apenas o nome da pelúcia, mas também o gênero por conta própria. Mas, como fora ele quem a dera a Jeong-in em primeiro lugar, parecia ter esse direito. Jeong-in disse em voz baixa:
​— …Obrigado.
​— Você deveria olhar nos olhos de alguém quando diz coisas assim.
​Chase fez uma expressão brincalhona e puxou para baixo o centro dos óculos de Jeong-in com o dedo indicador. Ele parecia não ter muita noção de espaço pessoal.
​Enquanto os óculos deslizavam para a ponte de seu nariz, Chase encarou intensamente os olhos expostos de Jeong-in.
​— Seus óculos são realmente algo especial.
​— O-o que você está olhando?
​— Estou procurando suas pupilas. Suas íris também são muito pretas. É como se absorvessem toda a luz. Fascinante.
​Diante dessas palavras, que soavam como alguém observando um macaco no zoológico, Jeong-in recuou e empurrou os óculos de volta para cima.
​— Fascinante? Isso é discriminação racial.
​— Não é discriminação, é um elogio dizendo que você é bonito.
​— Não seja ridículo! Q-que bobagem…
​— É verdade. Ouvi dizer que os asiáticos não aceitam bem elogios. Tudo bem, admito que soou um pouco como discriminação racial agora há pouco.
​Ele sorriu, mostrando as palmas das mãos em sinal de rendição.
​Jeong-in estalou a língua internamente diante da maneira habilidosa de Chase lidar com as pessoas. Não era de admirar que todos se apaixonassem por ele. Ele conseguia entender perfeitamente as garotas que escreviam “Futura Sra. Prescott” em seus pertences.
​Naquele momento, a porta do auditório se abriu abruptamente e um membro do conselho estudantil saiu correndo.
​— Ei, aí está você! Prescott! Venha rápido! Estão anunciando o Rei e a Rainha! Depressa! Você tem 130% de chance de ganhar!
​Chase levantou-se relutantemente e foi praticamente arrastado para dentro do auditório.
​Semelhante a outras escolas, na Wincrest High School, os títulos de Rei e Rainha no prom e no homecoming são reservados para os veteranos (alunos do 12º ano). Mas no Spring Fling, reis e rainhas são selecionados de todas as séries.
​Vivian Sinclair e Chase Prescott eram como celebridades locais. Assim como no ano passado, eles provavelmente se tornariam Rei e Rainha desta vez também, salvo qualquer evento inesperado. Com cerca de 130% de probabilidade, como aquele aluno dissera.
​Depois que Chase partiu, Jeong-in permaneceu sozinho. Após olhar fixamente na direção em que Chase tinha ido, Jeong-in levantou-se e caminhou pesadamente para longe.
​Ao retornar para casa em sua bicicleta como de costume, Suzy o cumprimentou com um rosto surpreso pelo retorno mais cedo do que o esperado. À pergunta dela sobre por que ele voltara para casa tão cedo, Jeong-in respondeu com um sorriso fraco.
​Depois de jantar com os acompanhamentos que estavam disponíveis, Jeong-in subiu, tomou banho e sentou-se à sua mesa. Quando pegou o telefone, viu uma mensagem de Justin.
​Justin: [[(foto) Previsível como sempre, super tedioso]]
​Na foto anexa, Chase Prescott e Vivian Sinclair sorriam com coroas em suas cabeças, de braços dados. Seus sorrisos eram tão brilhantes que poderiam estar em um comercial de pasta de dente.
​Sem responder, Jeong-in jogou o telefone na cama. O colchão balançou levemente.
​Ele abriu seu caderno de exercícios para o SAT, mas antes que pudesse resolver um único problema, seu olhar voltou-se para a cama. Eventualmente, Jeong-in pegou o telefone novamente e abriu a foto que Justin enviara. A aparência de ator daquele homem parecia irreal, não importa quantas vezes ele olhasse para ela.
​O olhar de Jeong-in mudou para a pequena doninha de pelúcia em sua mesa. Embora fosse apenas um prêmio trivial de um jogo de tiro de festival, fora dado a ele pelo homem da foto.
Ele se lembrou de como Chase dissera casualmente: — “Isso é para você” —, antes de partir. Aqueles momentos sentados lado a lado em frente ao auditório pareciam um sonho distante.
​Além disso, o número de Chase estava salvo em seu telefone. Ele poderia contatar o homem desta foto com apenas alguns toques na tela.
​Depois de repetidamente largar e pegar o telefone, Jeong-in finalmente enviou uma mensagem para Chase. Ele tinha uma boa desculpa, afinal.
​[Quando você vai devolver?]
​A resposta veio em menos de um minuto.
​Chase Prescott: [Devolver o quê?]
​Jeong-in quase conseguia ver Chase sorrindo de soslaio com seus lábios bonitos.
​[Você sabe o que eu quero dizer]
​Um sorriso se formara no rosto de Jeong-in sem que ele percebesse.
​Chase Prescott: [Onde você está? No baile? Não te vejo]
​Parecia que Chase ainda estava no baile. Jeong-in verificou a hora no topo da tela. Já passava das 23h.
​[Estou em casa, obviamente]
​Chase Prescott: [Que bom aluno]
​Jeong-in de repente pensou que a noite de Chase poderia se desenrolar como um típico clichê de ensino médio. Após festas de dança como essa, passar a noite com o parceiro costumava seguir como uma fórmula.
​Preocupado em estar sendo intrusivo, Jeong-in encerrou rapidamente a conversa.
​[Tenha uma boa noite, e eu realmente agradeceria se você pudesse levar esse livro para a escola amanhã]
​Chase Prescott: [Me dê seu endereço]
​Jeong-in ficou brevemente confuso antes de tocar na tela. Pedir seu endereço sugeria que Chase poderia estar planejando entregá-lo pessoalmente.
​[Baywood, Willow Street, 345]
​[Mas não é urgente, você pode me entregar na escola amanhã]
​[Ou apenas deixe na caixa de correio]
​Jeong-in enviou várias mensagens seguidas, mas não houve resposta. Os três pontos que costumam aparecer quando alguém está digitando não surgiram, então ele não conseguia dizer se Chase tinha visto as mensagens ou se apenas não planejava responder.
​O que isso poderia significar? Ele estava planejando devolver o livro na escola amanhã?
​Enquanto ponderava sobre o significado desse silêncio, seu telefone tocou. O nome de Chase apareceu na tela iluminada.
​— Al-alô?
​— Sou eu.
​A voz de Chase saindo pelo telefone soava mais baixa e rouca do que o habitual. O coração de Jeong-in acelerou sem motivo.
​— É-é. Por que você ligou?
​— Deixar na caixa de correio? Eu pareço um motorista de entrega da Uber para você?
​— Ah, não… eu quis dizer…
​— Saia.
​— Hã?
​— Estou na frente da sua casa agora. Saia.
​— O quê?
​Jeong-in deu um pulo e correu para a janela. Com certeza, um carro esportivo prateado estava estacionado em frente à sua casa.
​Chase saíra do assento do motorista com o telefone ainda pressionado contra a orelha. Ele olhou para cima, seu olhar encontrando imediatamente a janela iluminada do segundo andar, e seus olhos pareceram se cruzar. Assustado, Jeong-in fechou rapidamente as cortinas.
​— Você pode sair?
​— S-só um minuto!
​Completamente atordoado, Jeong-in olhou para suas roupas. Calças de pijama xadrez e uma camiseta de manga curta. Mas não havia tempo para trocar. Vestir jeans para sair na hora de dormir poderia, na verdade, parecer mais estranho.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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