Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 117 Online

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 117
No caminho de volta para casa, sentado no banco de trás, Kang Il-hyeon afrouxou a gravata. Seu corpo parecia lânguido e pesado por causa do álcool. Ele estava encostado em seu assento quando Tae-soo, sentado à frente, passou um envelope para trás. — Senhor, como mencionou ontem.
Il-hyeon o abriu. Na primeira página estava a foto de Jang Tae-ho. Ele tinha trinta e três anos. Ambos os pais faleceram há dez anos. Ingressou na universidade com classificação máxima, passou no exame da ordem e entrou no instituto de treinamento. O mais velho de dois irmãos. Abaixo estavam vários casos que ele havia conduzido.
— Mais alguma coisa?
O olhar de Tae-soo mudou da frente para trás.
— Nada mais.
Ele havia considerado tentar encontrar algo para usar contra ele, mas não havia nada de errado. Portanto, não havia nada que pudesse fazer a não ser matá-lo. Ele sorriu de lado e virou para a próxima página. A página de trás continha informações detalhadas sobre uma criança desaparecida registrada em um centro de busca de crianças desaparecidas.
— O que é isto?
— Ele tinha um irmão mais novo que desapareceu quando era criança. Dizem que ele o procura sempre que tem tempo, então anexei por precaução.
Il-hyeon examinou os documentos casualmente. Jang Kyung-joon. Três anos de idade. Desapareceu no mercado. Começou a falar mais tarde que seus colegas e usava uma camiseta azul e jeans quando desapareceu. Ao virar a página, apareceu uma foto da criança desaparecida.
A mão de Il-hyeon parou. Ele virou para a página seguinte e depois para a outra. Havia várias montagens, presumivelmente retratando sua aparência atual. Seu olhar demorou-se na foto recente por um tempo. O garoto na foto parecia notavelmente semelhante a alguém que ele conhecia.
— Tae-soo.
— Sim, senhor.
— Você viu isto também?
— Sim.
— O que você acha disso?
— Não tenho certeza.
Kang Il-hyeon virou os documentos novamente, destacando a foto de Jang Tae-ho e colocando-a lado a lado com a foto recente de seu irmão. O nariz e os lábios eram parecidos, mas os olhos pareciam completamente diferentes. Jang Tae-ho lembrava um cão calmo e confiável, enquanto seu irmão…
— Tae-soo.
— Sim.
— Antes, você disse que havia alguém identificado como tio de Lee Ja-kyung.
Tae-soo assentiu. Sim. Quando estavam procurando por Lee Ja-kyung que havia escapado, encontraram uma pessoa alegando ser seu tio. Não era muito um parentesco de sangue, já que ele estivera preso e tivera muito pouco contato com a mãe de Lee Ja-kyung. Quando o encontraram, ele estava em um estado debilitado devido ao vício em drogas. Depois de torturá-lo, ele descobriu sobre a antiga casa onde Lee Ja-kyung morava.
Ele disse o seguinte sobre a falecida mãe de Lee Ja-kyung.
— Ela é minha irmã, mas aquela mulher era louca. Ela trouxe um garoto do nada e o chamou de filho de Lee Hyung-joon. Hahaha. —
De acordo com ele, após terminar com o pai de Lee Ja-kyung, ela deu à luz secretamente, criou-o sozinha e foi visitar o pai de Lee Ja-kyung vários anos depois, pedindo que ele assumisse a responsabilidade.
Havia muitas pessoas que se assemelhavam a outras. Quando estavam procurando por Lee Ja-kyung que havia fugido, várias pessoas com aparência semelhante foram trazidas. No entanto, não eram Lee Ja-kyung. Tap, tap, os dedos no apoio de braço moviam-se ritmicamente. Era melhor deixar algumas questões em aberto e confirmá-las mais tarde.
— Pegue-o assim que puder.
— Sim.
Il-hyeon fechou os documentos que estava olhando e encostou-se no assento. Ele virou a cabeça e abriu a janela, vislumbrando a floricultura do lado de fora. Ele saiu do carro e caminhou até a frente da loja após ordenar que parassem. O dono da loja, que estava terminando a limpeza, endireitou as costas.
— Bem-vindo, como posso ajudar?
Ao ver o rosto de Il-hyeon, o dono estremeceu e deu um passo para trás.
— Existem flores adequadas para gatos?
O dono pareceu confuso. — Perdão?
— Seria melhor se fosse vermelha.
—
Um aroma cítrico e fresco vem da espuma que preenche a banheira. Parecia que seu corpo estava derretendo enquanto mergulhava na água quente. Ja-kyung pegou um cigarro, colocou-o na boca e o acendeu. Ele tragou a fumaça e exalou, deixando-a flutuar em direção ao exaustor.
Ele esticou os braços e moveu a cabeça para a esquerda e para a direita, aliviando a tensão nos músculos. Ele sentia falta das massagens que costumava receber na Tailândia. Era algo com o qual ele nem podia sonhar agora. Se recebesse uma massagem de outra pessoa, seria como tocar o fruto proibido.
Ja-kyung virou-se ao som de passos atrás dele. Era Kang Il-hyeon, vestido com uma camisa preta, segurando uma rosa vermelha em uma das mãos. Por mais que odiasse admitir, ele parecia sexy. Ja-kyung sorriu com o cigarro na boca.
— O que houve com as flores?
— Comprei no caminho para cá, para você.
Ja-kyung apagou o cigarro e pegou a flor para cheirá-la. O perfume intenso o lembrou do primeiro encontro deles.
— Tem um cheiro bom.
— Como esperado, rosas vermelhas ficam bem em você. — Il-hyeon acariciou a bochecha de Ja-kyung. Seu rosto estava corado por estar na água quente por muito tempo. Lee Ja-kyung, que havia enterrado o rosto na flor, virou a cabeça e cheirou a mão de Il-hyeon.
Il-hyeon riu da ação intrigante.
— Por quê. Você acha que eu te traí ou algo assim?
Ja-kyung levantou a cabeça e encontrou seu olhar.
— Não. Achei que você pudesse ter matado alguém. Que bom. Não sinto cheiro de sangue.
Il-hyeon riu baixo, e Ja-kyung perguntou novamente.
— Como foi o jantar?
Suas sobrancelhas se franziram ao pensar no jantar.
— Foi entediante.
— E?
A curiosidade encheu seus olhos. A imagem da criança na foto sobrepôs-se ao menino em sua memória. Quando visitou a antiga casa de Lee Ja-kyung pela primeira vez, não conseguia imaginar que era um lugar onde uma criança fora criada. Lee Ja-kyung seria o mesmo se tivesse encontrado pais que pudessem amá-lo em vez de pais tão lixo?
— Por que está me olhando assim?
Desta vez, o rosto de Jang Tae-ho, que o encarava com nojo e transbordando um senso de justiça, sobrepõe-se. Ja-kyung estendeu a mão e envolveu a bochecha de Il-hyeon quando ele não disse nada. — CEO Kang? — Il-hyeon afastou a mão dele e beijou sua palma antes de se aproximar e capturar seus lábios.
Ja-kyung naturalmente abriu a boca. Suas línguas roçaram uma na outra até se separarem, e a mão de Il-hyeon desceu por seu pescoço e acariciou a lateral de seu peito. Sua cabeça estava tonta, fosse pelo vapor da água quente ou pela luxúria crescente.
Seus lábios se separaram e Il-hyeon sussurrou enquanto olhava para ele de soslaio.
— Deite-se.
Ja-kyung hesitou por um momento, mas acabou se levantando. Splash! O som da água acompanhou a espuma branca enquanto ela cascateava suavemente por seu corpo esguio, como sorvete de baunilha derretendo sob o sol de verão. Quando ele saiu da banheira e se deitou no espaço adjacente, fez um sinal para Il-hyeon. — Vem cá.
Kang Il-hyeon desfez o nó frouxo da gravata e a jogou de lado enquanto praguejava. — Ha, porra. — Se você está de bom humor, você o recebe calorosamente, e se está irritado, faz um escândalo antes de recebê-lo. Portanto, parece que o nosso gato está de bom humor hoje. Seu olhar foi atraído para o buquê de flores na prateleira enquanto ele tirava a camisa.
O olhar de Ja-kyung o seguiu.
— Você não vai me bater com essa flor, vai?
— Como eu poderia te bater?
Ele sorriu, segurando a parte inferior do buquê de rosas com uma mão e arrancando as pétalas com a outra. Os olhos de Lee Ja-kyung se arregalaram e ele se apoiou nos cotovelos. — O que você está fazendo?
Il-hyeon espalhou as pétalas assim que Ja-kyung terminou de falar. Pétalas vermelhas flutuaram pelo ar e pousaram no corpo liso de Ja-kyung como borboletas. Que desperdício de flores. Depois de fazer isso mais algumas vezes, ele parou e olhou para baixo enquanto lambia os lábios.
Seus olhos estavam semelhantes a quando Ja-kyung apareceu com os pelos pubianos raspados, então Ja-kyung o alertou.
— Não.
Il-hyeon assentiu lentamente, compreendendo. Ele o trataria com suavidade. Seu olhar desceu lentamente, parando no pênis de Lee Ja-kyung. Estava liso e sem pelos, muito provavelmente devido à recente depilação feita pelo próprio Il-hyeon. Ele havia aprendido a técnica com um profissional de alto nível.
— Abra as pernas.
Ja-kyung levantou os joelhos e afastou as pernas para os lados. Kang Il-hyeon inclinou a cabeça. Ele se aproximou e retirou algumas pétalas que estavam perto do pênis de Ja-kyung, então usou as pontas dos dedos para traçar da ponta até a base. O corpo de Ja-kyung estremeceu, e ele tentou fechar as pernas.
— Garoto travesso. Abra elas… —
Il-hyeon provocou enquanto acariciava o períneo e depois tocava gentilmente a área da entrada com a ponta do dedo. Ja-kyung contraiu-se ao toque. Ah, está apertado. Kang Il-hyeon removeu a mão e virou-se para pegar um gel na gaveta. Ele apertou um pouco nos dedos e os cobriu completamente. Seu olhar era feroz, mas seus movimentos eram relaxados. Surpreendentemente, foi Ja-kyung quem se sentiu inquieto e repetidamente levantou a cabeça para olhar para baixo.
— Por que você está demorando tanto hoje?
— Não seja impaciente.
— Eu não estou impaciente, ah!
Os dedos que entraram se curvam e arranham a parede interna. Ja-kyung prendeu a respiração e torceu a cintura. Aah. Os dedos que se moviam para frente e para trás pararam de repente, e o olhar de Il-hyeon subiu.
— Você quer fazer por cima?
Os olhos de Ja-kyung se arregalaram. Ele não conseguia acreditar no que estava ouvindo, então Il-hyeon retirou a mão abruptamente. Sua entrada pulsou e se fechou, mas Il-hyeon estendeu a mão novamente. Quando Ja-kyung pegou sua mão, seu corpo foi puxado para cima. Depois de remover as pétalas presas em sua testa, Il-hyeon sustentou sua cintura.
Apesar de ter se exercitado intensamente nos últimos dias, seu corpo parecia leve. Ja-kyung abraçou seu pescoço e entrelaçou as pernas ao redor da cintura de Il-hyeon. Foi embaraçoso no início ver-se agarrado e abraçando um homem adulto, mas depois de um tempo, tornou-se um hábito.
Enquanto caminhavam, Il-hyeon não parava de beijar e sugar seus lábios.
— O que deu em você? Agindo como se não fosse me deixar fazer isso de jeito nenhum.
Antes que ele terminasse de falar, o som de um zíper sendo aberto ecoou. Hein? Antes que Ja-kyung pudesse questionar, algo duro tocou sua entrada. Ele fez uma expressão surpresa, e Il-hyeon aliviou a pressão em seu braço. Enquanto seu corpo escorregava para baixo, o pênis de Il-hyeon entrou na abertura de Ja-kyung.
A cada passo que Il-hyeon dava, entrava gradualmente mais fundo. Ele sabia que isso aconteceria. Ja-kyung fez uma careta e tentou se empurrar para cima.
— Porra, era para eu estar por cima!
Mas quanto mais ele lutava, mais o pênis empurrava para dentro. Aah, Ja-kyung não aguentou e apoiou a testa no ombro de Il-hyeon enquanto exercia pressão em ambas as coxas. O assustador sobre os instintos era que, em meio a tudo isso, ele continuava esfregando seu pênis contra o abdômen de Il-hyeon.
Il-hyeon caminhou até a cama e imediatamente deitou-se de costas. Com o pênis de Il-hyeon totalmente preenchido dentro dele, seu estômago parecia apertado. Ja-kyung segurou o peito de Il-hyeon e levantou lentamente a parte superior do corpo. Olhando para baixo, ele notou que sua própria bunda estava engolindo completamente o pênis de Il-hyeon.
Enquanto ele o encarava, Il-hyeon riu e sorriu.
— Você disse que queria estar por cima.
— P-porra…
— Eu realizei seu desejo, agora mova-se.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
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Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer