Ler Introducing My Manager (Novel) – Capítulo 25 Online


Modo Claro

── ⋆⋅☆⋅⋆ ── S#4.7

No fim Ji Hyeon esvaziou uma marmita completamente. Pensando que no meio do caminho diria que não conseguia comer mais, mas empurrou goela abaixo até alimentos que normalmente não comia. Sendo que comeu no set e não na sala de espera, Eunho só pôde olhar com um olhar descontente sem conseguir detê-lo.

Depois, quando as filmagens começaram, Ji Hyeon atuou com um rosto normal como se nada tivesse acontecido. A expressão estava boa, a voz também estava bem, e alguns improvisos também eram naturais. À primeira vista parecia como sempre, e o único que percebeu a diferença era apenas Eunho.

Sim, seria estranho não passar mal. Mesmo com estômago fraco que capricho tolo foi esse.

Era uma mudança que não daria para perceber sem prestar atenção cuidadosa. Coisas como soltar um suspiro quando a câmera se apagava, ou molhar os lábios repetidamente fazendo a maquiagem de retoque aumentar, ou os olhos piscarem cada vez que desviava o olhar.

Digno de ator, fingir que estava bem era algo que fazia de forma magistral. Antes e agora com muito orgulho, nunca demonstrava fraqueza na frente dos outros. Mesmo podendo interromper as filmagens com uma palavra, o que adiantava ser uma filmagem no set com alguma alteração no cronograma. Não, claro que seria melhor não fazer isso, mas de qualquer forma.

Assim, Ji Hyeon estava agora deitado no sofá da sala de espera preparada para ele com um rosto pálido. Assim que as filmagens terminaram mais ou menos, foi ao banheiro interno e lá expeliu tudo que estava dentro. Pensou em dar umas palmadinhas nas costas, mas como trancou bem a porta não pôde. Parecia ter lavado o rosto e escovado os dentes com capricho, pois quando saiu do banheiro o rosto estava completamente molhado.

— Pelo menos beba um pouco de água.

— …

Com as palavras ditas ao oferecer a garrafa de água, Ji Hyeon virou o olhar sem energia. Pelo fato de não responder parecia que não estava em condições de fazer isso. Será que foi pelo cabelo molhado, ou pelos cantos dos olhos avermelhados. Os lábios levemente entreabertos eram de uma fragilidade verdadeiramente deplorável.

— Ou quer ir ao hospital?

Ji Hyeon também não respondeu a essa pergunta e apenas levantou o braço como se não quisesse responder, cobrindo os olhos. Não como uma birra, mas como se realmente estivesse sem energia. Não conseguia dizer com certeza qual a diferença, mas de qualquer jeito para Eunho parecia assim.

‘Pelo menos tira o paletó.’

Aquele terno era colaboração. No mínimo seria um terno que custaria centenas de milhares. O terno amassado e todo bagunçado. A reação das estilistas quando vissem aquele terno amassado estava evidente. Bem, na pior das hipóteses poderia simplesmente comprar, então não era um problema tão importante.

‘Devia ter trazido o remédio antes.’

Tinha muito a dizer mas não disse. Por que foi comer de qualquer jeito, que capricho tolo foi esse. Se ainda não estivesse mal não era o momento, mas depois de já estar mal, xingá-lo só ia acabar deixando o humor ainda pior. Ficou pensando se devia soltar a gravata mas como ia irritá-lo se tocasse também desistiu.

Em vez disso foi o momento em que tirou a chave do carro do bolso e virou o corpo.

— … Para onde vai.

De repente, o pulso foi agarrado. Foi uma força tão repentina que fez vacilar por um instante por ter sido pego de surpresa. Eunho que ficou parado por um momento logo virou para Ji Hyeon e respondeu com um tom calmo:

— Vou buscar o remédio no carro.

As filmagens estavam quase terminando mas precisava esperar um pouco. Se precisasse voltar à frente da câmera, antes precisava pelo menos dar um remédio para acalmar o estômago. O melhor seria avisar o estado e ir para casa, mas pelo temperamento de Ji Hyeon jamais faria isso.

— Fica aqui. Já volto.

— …

Felizmente Ji Hyeon ao ouvir isso soltou a força da mão imediatamente. A mão que escorregou ficou sem força pendurada abaixo do sofá como antes. Não dava para imaginar de onde vinha aquela força de alguém quase morto, mas onde o pulso tinha sido agarrado ficou vermelho marcado.

Eunho acariciou o lugar formigante e se afastou da sala de espera. Ficou preocupado em se ausentar, mas também não havia como simplesmente ignorar alguém que estava doente. Não poder fazer nada e apenas ficar olhando era igualmente algo impossível de fazer.

Ao trabalhar como gerente havia se acostumado a situações imprevisíveis ao ponto de não se surpreender com quase nada, mas mesmo assim quando surgiam situações que não conseguia lidar, ficava estressado. Em geral eram problemas relacionados diretamente à saúde de Ji Hyeon, especialmente as doenças físicas que Eunho não conseguia resolver.

sabia exatamente como responder e pôde ver sua condição melhorar imediatamente após lidar com isso calmamente. No entanto, em situações como essa, em que ele estava fisicamente doente, o problema era que tudo o que ele podia fazer era observar ansiosamente e se preocupar. Mesmo que a dor resultasse de problemas psicológicos, sua condição física não melhoraria só porque sua mente estava tranquila.

O estacionamento ficava no subsolo do set. O set interno feito com muito dinheiro tinha um espaço de estacionamento tão confortável quanto as boas instalações. Como os outros atores estavam em plena filmagem, Eunho tirou a chave do carro e atravessou o estacionamento sem ninguém.

Mas no momento em que apressava os passos, de algum lugar veio uma presença.

— …

No espaço entre as vans. Naquele espaço estreitíssimo havia duas sombras visíveis. Eunho esqueceu até de caminhar e ficou parado no lugar. Não era tão estranho ter pessoas lá, mas a atmosfera que elas passavam era um pouco estranha.

‘… O que é isso?’

Era um par de homem e mulher. Uma mulher de costas para Eunho e um homem inclinando a cabeça em direção àquela mulher. Além de estarem bem colados, a mão que sustentava o rosto e a postura geral eram de qualquer forma suspeitas.

Estão se beijando. Eunho chegou rapidamente à conclusão e franziu o canto dos olhos. Sem pensar muito, não parecia outra coisa senão dois pessoas se encontrando secretamente num lugar escondido. Casos de se apaixonar em convivência eram comuns, mas mesmo assim fazer isso no primeiro dia de filmagens era um exagero.

Eunho tentou fingir que não sabia e continuar andando. Não, estava prestes a fazer isso. Se não tivesse encontrado o olhar do homem que ergueu a cabeça justamente quando ia desviar o olhar.

— …

— …

Por que ele está aqui.

Era um rosto familiar. Olhos suaves, aparência um pouco jovem, expressão ingênua diferente da tela e um homem de temperamento simples. A causa decisiva que o levou a brigar com Ji Hyeon recentemente e o colega ator que continuaria vendo no futuro.

— … Hm.

Eunho soltou um baixo suspiro e desviou o olhar desajeitadamente. Pensou que seria apenas um membro da equipe, mas era ninguém menos que Shin Ichan. O ídolo que circulava pressa e pressa foi flagrado beijando uma mulher num estacionamento subterrâneo.

‘Que situação difícil.’

Se não tivesse visto o rosto não importava, mas tendo feito contato visual era óbvio que uma situação incômoda surgiria. Eunho tinha confiança de fingir que não sabia, mas a outra parte claramente ia demonstrar e se tornar um incômodo.

De fato, Ichan ficou parado por um bom tempo e depois com a boca travalhando deu um grito.

— Ge, ge, ge, gerente!

Estava pensando em chamar todo mundo do set. Ou talvez estivesse querendo anunciar para todo mundo que tinha sido flagrado numa cena que não devia ser vista. Era tão, um grito alto e estrondoso.

— Espera aí, gerente!

— …

Ah, acabou sendo assim. Eunho ficou parado sem conseguir mover os passos e passou a mão na nuca desajeitado. O coração queria simplesmente ir embora, mas parecia que ia literalmente chorar se fizesse isso, então não deu.

Nesse meio tempo, Ichan se aproximou e começou a balbuciar desculpas.

— Aquela, mal-entendido, não, aquele, a moça ali, é nossa estilista, sabe?

Será que se chamaria isso de educado. Em vez de esconder a outra pessoa pelo menos explicava quem era. Sem querer Eunho olhou na direção que Ichan apontava e até fez um aceno de olhos reflexivamente para a mulher com quem fez contato visual.

— Como meu gerente está ocupado… não, como tem muitos membros… não… Ah isso, as bagagens! As bagagens são muitas então pedi pra ajudar a carregar! E ela disse que tinha entrado algo no olho então fui ver. É verdade!

— …

Além da fala rápida, era tão desesperado que nada entrava pelo ouvido. O que ter o gerente ocupado tinha a ver com ter muitos membros. O único que Eunho entendeu direito era a desculpa de que tinha entrado algo no olho e foi tirar.

— Por favor acredite em mim. É verdade mesmo!

— … Ah, sim.

Eunho respondeu com um ar desconfortável e olhou para a estilista que ainda estava no lugar. Ao contrário de Ichan que estava muito perturbado, a estilista estava relativamente calma agitando as duas mãos. Na realidade verdade ou não, não importava muito. Era só estranho que ficasse tão perturbado assim.

— Sei que é uma situação de mal-entendido, mas é verdade… verdade mesmo. Eu não causo escândalos de jeito nenhum.

Ichan não parecia estar mentindo. Resumindo vagamente o que ouviu antes, parecia que como o gerente estava ocupado por ter muitos membros, a estilista ajudou a carregar as bagagens. E daí entrou algo no olho e tentando tirar acabou criando a situação de antes.

— Gerente, por favor não fale nada… os hyungs vão me matar…

Num piscar de olhos a forma de chamar de Ichan mudou de “gerente” para “hyung”. Como se não bastasse chegou até a segurar as duas mãos de Eunho firmemente. Eunho para primeiro acalmá-lo abriu a boca com calma.

— Sim, já entendi então…

— Eu não gosto de mulher, hyung!

— …

Ah, isso soa como se gostasse de homem.

— Eu de verdade…

— Ator.

Eunho cortou urgentemente a fala de Ichan. Com aquela voz resoluta Ichan arregalou os olhos e fechou a boca. Eunho acenou com a cabeça para a estilista que estava atrás, e novamente fixou o olhar em Ichan.

— Eu também sou gerente então não pretendo falar facilmente sobre outros atores.

No set era preciso guardar sigilo sobre tudo que via e ouvia. Se não quisesse ser processado por espalhamento de rumores, não devia abrir a boca facilmente. Mesmo que fosse uma cena de beijo indesejada num estacionamento subterrâneo.

— Entendi o que disse e não entendi errado. Fique tranquilo.

Na verdade quem tivesse ao menos o mínimo de perspicácia saberia tudo. Afinal Ichan não era do tipo corajoso suficiente para ter um encontro secreto às escondidas. Ficando tão alvoroçado e perturbado, o que ia esconder. Sabia que era sensível a escândalos por ser ídolo, mas reagir assim era como jogar comida para os corvos.

— E se não foi fotografado não há necessidade de ficar tão perturbado. Com esse tipo de reação os repórteres vão suspeitar ainda mais.

O que acrescentou era quase uma intromissão. Só que, ver o comportamento descuidado e ficar preocupado pensando no que ia acontecer. Se viesse um escândalo de verdade não seria só Ichan quem sofreria dano, mas todo o drama.

— Se fizer esse tipo de defesa vai aparecer não um escândalo, mas boatos de que é gay.

Será que tinha dito que não gostava de mulher. Eunho lembrando das palavras de Ichan baixou a voz e aconselhou com seriedade. Deve ter sido uma fala sem sentido, mas se não fosse cuidadoso poderia causar mal-entendidos.

Mas aquela palavra dita em segredo de que forma foi interpretada, o rosto de Ichan ficou instantaneamente pálido.

— …

— …

Um silêncio sutil se fez. Nem Eunho que estava falando, nem Ichan que estava ouvindo vago, ninguém abria a boca. Por que a reação de repente ficou assim… Pensando assim, Eunho no momento em que fez contato visual com Ichan de repente percebeu o erro que havia cometido.

— … Ah.

Esse cara é gay de verdade.

Seria o mal que os anos de experiência no meio artístico trouxeram. Ou seria uma catástrofe causada pela reação ingênua demais de Ichan.

Era uma reação completamente diferente de quando expressava ressentimento. A cor do rosto estava além de pálida, estava esbranquiçada, e os dois olhos olhando para Eunho tremiam como se tivesse ocorrido um terremoto. Os lábios que apenas se moviam sem conseguir nem mesmo dar uma desculpa, parecia que a qualquer momento uma pergunta de como havia descoberto poderia sair.

— Como, como você…

— Não.

Pela segunda vez, Eunho cortou a fala de Ichan. Era uma voz muito mais resoluta do que quando havia chamado de ator antes. Eunho com um rosto sério mas sem expressão abanou a cabeça.

— Não sei de nada. Não ouvi e não vou ouvir.

Por instinto percebeu. Desta vez absolutamente, aconteça o que acontecer não podia fingir que sabia.

— Desculpe mas também não quero saber.

Verificou se a estilista tinha ouvido do lado de trás, mas felizmente parecia que não era uma distância em que chegava a ela. Aliviado com isso, Eunho soltou suavemente a mão que havia sido agarrada por Ichan.

— Então…

— …

— …

Ah, esse cara que diz ser ator por que não consegue esconder a expressão assim.

Mesmo sendo Kwak Eunho não podia deixar de ficar atônito. Porque aquele rosto muito mais jovem estava com uma expressão de constrangimento prestes a chorar. Pensou que ficaria tranquilo ao fingir que não sabia, mas pelo contrário parece que a cabeça estava rodando com todo tipo de cenário infeliz. Ou talvez o problema tenha sido soltar a mão.

— … Vou guardar segredo.

No fim, Eunho decidiu ser honesto. Que percebeu que Ichan era gay, e que em compensação não ia contar a ninguém. Com a intenção de até fazer um juramento de dedo se quisesse, também suavizou a voz enquanto colocava a mão direita no ombro de Ichan.

— De qualquer forma não tenho a quem contar…

— Kwak Eunho.

De repente, uma voz familiar se meteu. Tanto Ichan quanto Eunho ficaram surpresos e olharam para trás. Do outro lado de Eunho, entre os carros estacionados, alguém vinha caminhando lentamente.

— Por que demorou tanto.

— …

Era Ji Hyeon. O cara que devia estar na sala de espera estava se aproximando com as sobrancelhas franzidas. Com o paletó tirado pendurado em um braço e a gravata frouxamente desfeita. Olhando uma vez para o rosto de Eunho, uma vez para o ombro de Ichan onde sua mão estava pousada, ele abriu a boca com um tom suave.

— Shin Ichan.

— … Sim, sim!

Ichan que estava rodando os olhos respondeu surpreso. O rosto que havia ficado pálido estava agora completamente tomado por constrangimento. Saber ou não, Ji Hyeon apenas verificou uma vez o relógio no pulso.

— Parece que estão procurando você em cima. Não devia subir?

— Hã? Nossa, ah, sim!

Pensando bem as filmagens ainda não tinham terminado. Ichan também percebeu tarde e ficou agitado verificando o horário. Era de se esperar, a estilista estava dando sinais desde antes. Acabou tomando tempo desnecessário.

— … Então vou subindo, senpai!

Ichan fez uma reverência e virou rapidamente o corpo para caminhar. Ficou mandando olhares cheios de apego várias vezes, mas sem conseguir dizer nenhuma palavra acabou fechando a boca. Por mais que estivesse incomodado, as filmagens vinham em primeiro lugar.

Assim depois que a tempestade passou, Eunho finalmente perguntou a Ji Hyeon:

— Mesmo estando mal do corpo, por que veio para cá.

Que ficasse esperando quieto, para que diabos veio até aqui. Vendo que o elevador não havia se movido, parecia ter descido pela escada de emergência do outro lado. Mesmo incapaz de se mover por estar doente, por que desperdiçar energia assim era um mistério.

— Você demorou.

Mas Ji Hyeon respondeu com um tom confiante e caminhou para onde estava o carro. Parecia que havia melhorado um pouco, mas vendo a mão que varria o cabelo da fresta tremendo levemente, estava longe disso. Quantos minutos poderia ter demorado. Não era o suficiente para procurar alguém sem conseguir esperar.

— Já que desceu, toma o remédio e sobe.

Eunho pegou o paletó de Ji Hyeon e apertou o botão na chave do carro. Com um bip o travamento foi liberado e Eunho que entrou no banco do motorista abriu a porta do banco traseiro. Pela porta que se abriu deslizando, Ji Hyeon entrou no carro e disse:

— Vai para casa. As filmagens de hoje acabaram.

— Não tem adicional?

— Sim. Mesmo que tenha não tem.

O que quer dizer que mesmo tendo não ter. Em vez de questionar sem sentido, Eunho foi pegar a mochila no banco do carona. Enquanto remexia por dentro procurando o remédio e a água, Ji Hyeon de repente disse sem aviso:

— Aquele cara gosta de homem?

— …

Ele ouviu.

Não sabia a partir de quando tinha ouvido, mas o importante era que no final havia percebido. Eunho por ora decidiu dissimular.

— Não é isso.

— Como não é.

Felizmente Ji Hyeon não parecia ter intenção de perguntar mais. Dava para saber pelo fato de não dizer mais nada depois dessa única frase. Bem, que tal, não parecia que estava acreditando no “não é isso” também.

— Vi os dois grudados e entendi errado por um momento. Parece que ficou preocupado de causar escândalo e veio dizer que não era isso.

Eunho para cumprir a promessa com Ichan (que era unilateral, mas mesmo assim) colocou na boca uma explicação razoável da situação. Era uma desculpa baseada em fatos, e com isso pensou que Ji Hyeon também aceitaria mais ou menos. Honestamente, Ji Hyeon não tinha nenhum interesse especial em como era a orientação de Ichan.

— Ei, tome esse remédio.

Mas quando Eunho encontrou o remédio e estendeu, Ji Hyeon estava com um rosto de alguma forma irritado baixando os olhos. No começo pensou que era por estar doente, mas olhando com atenção era apenas uma expressão de estar mergulhado num pensamento profundo. Quando estava prestes a insistir mais uma vez, da boca de Ji Hyeon saiu um baixo palavrão:

— Ah… merda.

— …

Era uma voz baixa mas ouviu claramente. Aquele palavrão carregado de desgosto e uma leve aversão. Enquanto Eunho ficava atônito raramente, Ji Hyeon desfez completamente a gravata e disse friamente:

— Tira, não vou tomar.

Não conseguiu nem perguntar por quê. Porque Ji Hyeon imediatamente fechou os olhos e recostou a cabeça no encosto. Eunho recolheu a mão direita que havia estendido e ficou quieto sem dizer nada. Por um breve momento, teve a impressão de que Ji Hyeon estava encarando sua mão.

── ⋆⋅☆⋅⋆ ──

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Introducing My Manager (Novel) Yaoi Mangá Online

SINOPSE:
Kwak Eunho, que trabalha como empresário de Ji Hyeon há sete anos, recebe um dia uma proposta para participar do programa “Introducing my Manager” (Apresentando Meu Empresário). O programa, popularmente conhecido como “My Housemate” (Meu Colega de Quarto), é um reality show de variedades que mostra a química entre celebridades e seus empresários.
— Não quero obrigar o Ji Hyeon a fazer algo que ele odeia.
Sabendo que Ji Hyeon detesta expor sua vida privada, Eunho inicialmente deixa a proposta em espera. No entanto, ao contrário da expectativa de que recusaria, Ji Hyeon aceita prontamente aparecer no programa.
— Porque você pode desaparecer de novo.
— …….
— Se você estiver na TV, vou saber o que você está aprontando, onde quer que esteja.
Dez anos atrás, Eunho acabou sumindo do mapa — embora não de propósito — devido a circunstâncias inevitáveis. Por mais que ele tentasse explicar que não tinha sido por querer, Ji Hyeon simplesmente não ouvia.
E assim, os dois entram no “My Housemate”. Não demora para que os fãs comecem a chamá-los de “JiKwak”, já que eles parecem próximos demais para serem apenas amigos…
Nome alternativo: Introducing My Manager Check Out My Manager

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