Ler Sweet Sugar Candyman (Novel) – Capítulo 33 Online

↫─Capítulo 33
— Ah! Ahhh…
Uma dor avassaladora me atingiu quando o pau dele estocou minhas entranhas ja sensíveis. Não, não era exatamente dor, era mais como uma sensação eletrizante e de tirar o fôlego. Era um sentimento completamente novo, avassalador, que fazia meus pelos se arrepiarem e me deixava incapaz de aguentar.
Minha entrada, totalmente dilatada e sensível, lutava para acomodar o tamanho avantajado dele, fazendo-me contorcer na cama na tentativa de escapar daquela sensação bizarra. Percebendo minhas tentativas trêmulas de fugir, Saheon hyung me pressionou com o peso do seu corpo e desferiu outra estocada bruta. Sentir seu pau grande cutucando e raspando minhas paredes internas aquecidas era sufocante.
— Ahh aí dentro, uhng… Por favor… ah!
— Se você cair no sono…
— Ah! Ahh, hyung, ahhh!
— …eu não vou te deixar em paz, ouviu?
— Hah… uh, por favor, mais fundo… eu não vou dormir!
Saheon hyung pontuava cada palavra com uma respiração ofegante, deixando sua fala cortada. A cada mínimo intervalo entre as palavras, ele me penetrava implacavelmente. Meu corpo, já tão sensível e febril, não conseguia suportar aqueles movimentos brutos.
O ato continuou antes mesmo que eu pudesse sentir a exaustão típica que se segue a um orgasmo. Minha mente foi progressivamente ficando em branco, e choramingos desesperados, que mais pareciam súplicas, escapavam dos meus lábios:
— Ah, ahhh… uh… por favor… Hyung… Hyung-ah, uh, ah!
— Por que está me chamando? Ainda está com sono? Quer ir dormir, quer?
— Ah! Ahhh!
Suas palavras eram infantis, do tipo que se usa com uma criança pequena, mas suas ações abaixo da cintura eram o oposto disso. A sensação vertiginosa retornou antes que o torpor pudesse diminuir, e balancei a cabeça, empurrando seus ombros.
— Não, huh… não… Eu não vou dormir, ah! Ahhh!
As mãos que empurravam seus ombros foram facilmente dominadas. Saheon hyung beijou a ponta dos meus dedos e depois os prendeu contra a cama. Com um impacto violento, seu pau afundou em mim mais uma vez. Lágrimas transbordaram dos meus olhos — lágrimas puramente físicas, provocadas pelo excesso de prazer.
— Huh! Eu não vou dormir, ahh, não vou dormir… Ahhh, desse jeito eu vou morrer, uhhuh!
A risada baixa de Saheon hyung ecoou nos meus ouvidos. Eu tremia por inteiro, arqueando a cintura. Preso sob o corpo dele, eu me sentia como uma borboleta espetada em um mural. Um beijo terno pousou no canto do meu olho. Expirei de forma trêmula e fechei os olhos.
Seus lábios tocaram minhas pálpebras, aquecidas pelas lágrimas que se acumulavam ali. Ele beijou meu nariz, a ponte do meu nariz, minhas têmporas, os cantos da minha boca. Aqueles beijos aleatórios me preencheram com uma estranha sensação de plenitude.
Talvez por causa dos meus apelos chorosos, ele interrompeu as estocadas e continuou apenas com aqueles beijos leves. Um beijo mais pesado e demorado pousou nos meus lábios, afastando-se com um estalo suave. Abri os olhos devagar. Minha visão estava embaçada pelas lágrimas presas nos meus cílios.
O pau que preenchia minhas entranhas foi se retirando lentamente. O mero deslizar dele saindo fez meu corpo sensibilizado tremer. Minha parte inferior parecia um trapo velho. O toque escorregadio do sêmen misturado ao lubrificante entre minhas coxas ardia.
A mão de Saheon hyung tocou a parte inferior do meu abdômen, perto da virilha. Ele acariciou a pele lisa uma vez, fazendo meus ombros se contraírem. Ele soltou um suspiro profundo.
— …O que eu faço com você?
Mordi o lábio com força, uma estranha sensação de vergonha me invadiu. O membro de Saheon hyung, ainda ereto, roçou contra minha coxa, melada com nossos fluidos e lubrificante. Ele não fez questão de esconder sua frustração, mantendo a mão imóvel sobre a minha virilha. Saheon não se moveu, mas o medo de que ele pudesse agarrar meu pênis ou invadir novamente o lugar de onde acabara de sair continuava pairando no ar.
Com a respiração pesada e o peito subindo e descendo freneticamente, engoli em seco. Senti meu pomo de adão se mover com esforço.
— Hm? Cheongmyeong-ah. O que o hyung deve fazer?
Era uma pergunta dócil, mas sua voz estava mais rouca do que o habitual. Ele parecia outra pessoa. Seus dedos roçavam suavemente minha virilha lisa, espalhando o líquido pegajoso e viscoso à medida que se movia.
— …Espera… não.
— “Não” o que?
Tendo revelado metade dos meus verdadeiros sentimentos sem querer, fechei a boca rapidamente. O olhar de Saheon hyung mudou. Conhecendo-o há tanto tempo, eu sabia o que aquilo significava — aquele era o olhar de quem não pararia até conseguir uma resposta, não importava o método.
— Ah!
A mão que acariciava minha virilha envolveu meu pênis meio flácido. O aperto firme me fez torcer a cintura. O ar quente preencheu o espaço entre o lençol e minhas costas.
— Não o que?
— Hyung, hyung, sono, uh ah!
Levei minha mão para baixo às pressas. Ele começou a masturbar meu pênis com movimentos rápidos, fazendo minha cabeça girar. Coloquei minha mão sobre a dele, tentando impedi-lo, mas foi inútil.
— Aí, ah, hyung, estou cansado, ah!
Ter a mão de outra pessoa esfregando uma área tão sensível de forma tão intensa trazia um prazer muito mais forte do que qualquer coisa que eu conseguisse sozinho. Tudo o que pude fazer foi soltar um gemido que parecia um grito, alternando entre agarrar e empurrar seus ombros, cravando minhas unhas nele.
— Sono, ha, não, não faz isso… ah! Huh!
— Me diz logo.
— Ahhh, ha, uhng! Ahh!
Finalmente, um sêmen esbranquiçado jorrou da ponta do meu pênis, que já parecia incapaz de liberar mais nada. Meu abdômen, já sujo com meus próprios fluidos, ficou ainda mais bagunçado. Um gemido que parecia um soluço escapou dos meus lábios. Minha mão enfraquecida deixou longos arranhões em seu ombro.
Ofegante, com lágrimas nos olhos, lancei-lhe um olhar ressentido. Meu coração batia tão forte que meu corpo inteiro pulsava. Enquanto eu cerrava os dentes e ofegava, ele me ofereceu um sorriso terno e confortante.
Minhas pernas abertas começaram a doer. Perdido naquele prazer inebriante, eu havia esquecido que estava totalmente exposto. Afastei minhas pernas doloridas da cintura dele com cuidado. Meus joelhos se dobraram, e uma sensação de formigamento, como uma corrente elétrica, correu pelas minhas coxas.
Conforme me encolhi de lado na cama, feito um camarão, ouvi Saheon hyung rir baixinho. Ofegante, olhei de relance para ele e resmunguei timidamente:
— …Não ri.
Ele conteve o riso e se deitou ao meu lado, mas seu rosto ainda transbordava diversão. Agitei-me na cama, fechando as mãos em punhos. O colchão afundou com o peso do corpo dele ao meu lado, e uma sensação de frio na barriga se espalhou pelo meu peito.
A mão de Saheon hyung tocou minha bochecha. Seu toque parecia fresco contra a minha pele febril. O cansaço que se aproximava e a sensação de segurança me tentaram a fechar os olhos, mas então me lembrei de suas palavras sobre não me deixar em paz se eu dormisse, e meus olhos se arregalaram. Ele riu baixinho.
— Se está com sono, você deve dormir.
Perguntei-me por um breve momento se ele estava escondendo alguma segunda intenção por trás daquelas palavras, mas ele simplesmente acariciou minhas pálpebras como se me incentivasse a descansar. A pressão reconfortante de sua mão grande era boa. Tendo esgotado seu lado travesso, parecia improvável que ele fosse me atormentar mais. Pisquei devagar sob seu toque lento. Meus cílios roçaram contra a palma da sua mão.
— …Me abraça. — mudei o tom, murmurando baixinho.
Saheon hyung soltou uma risada nasalada e esticou o braço, puxando-me para um abraço. Seu braço forte envolveu minhas costas. Seu perfume, agora mais próximo, tornou-se ainda mais intenso. Fechei os punhos, resistindo à vontade de tocá-lo de volta.
— O que mais eu posso fazer por você?
A sensação de pele com pele era estranha. Já tínhamos dormido na mesma cama assim quando éramos mais novos, mas, naquela época, seu pau não tinha estado dentro de mim.
— Quer que eu te dê um beijo também?
Seu tom provocativo me fez erguer os olhos para encará-lo. O desejo de receber um beijo entrou em conflito com a irritação por ser provocado. O desejo venceu. Dei um aceno quase imperceptível com a cabeça. Uma risada baixa e rouca seguiu-se, e então uma sucessão de beijos curtos e leves pousou na minha testa, ainda úmida de suor.
O sono finalmente me dominou. Seu pau, ainda ereto e pressionado contra mim no abraço, roçava a parte interna da minha coxa. Agora que a calma havia retornado e a atmosfera ardente havia esfriado, hesitei por um momento antes de falar:
— Hyung… o seu… está duro…
— Não é melhor do que estar mole?
— Não…
Não era isso que eu queria dizer… Murmurei algumas vezes, abrindo e fechando a boca, e então soltei um gemido sufocado quando o peso dele se jogou sobre mim, quase me esmagando.
— Se vai dormir, durma logo.
— Mas… o hyung não deveria ir até o fim também…?
— Você quer que eu vá? — Saheon hyung me interrompeu abruptamente.
Parei no meio da frase. Alarmes começaram a piscar na minha cabeça, gritando: “Isso vai dar errado!”. Enquanto eu olhava fixamente para ele, ele apertou meu nariz de leve.
— Você acha que aguenta mais uma rodada?
O peso sufocante que me pressionava foi diminuindo gradualmente. Seu pau ereto, pulsando levemente, roçou minha área sensível. Engoli em seco. Eu conseguia sentir a atmosfera mudando de novo, sugerindo uma repetição daquele ato que tinha me deixado tão desconcertado. Minha virilha latejava, latejava como se estivesse inchada. No momento, meu estado sonolento priorizava o sono, mas isso não significava que o desconforto físico tivesse sumido.
Como não respondi de imediato, ele riu baixinho e enterrou o rosto no meu ombro, mantendo o peso sobre mim. Seu hálito quente fazia cócegas no meu pescoço. O peso total de um homem adulto era considerável, mas também trazia uma imensa sensação de segurança.
— Cheongmyeong-ah. — ele arrastou meu nome, com a voz sumindo. Soltou um suspiro profundo e depois gemeu, chamando-me de novo: — Lee Cheongmyeong…
Saheon hyung apertou o abraço, e senti como se estivesse sendo esmagado. Meu coração disparou. Ele mordiscou meu ombro, não forte o bastante para machucar, e suspirou novamente. Seu pau ereto continuava cutucando a parte interna da minha coxa, e eu sabia bem o motivo. Ele murmurou algo que parecia um palavrão, um resmungo frustrado. No entanto, seus lábios estavam pressionados contra a minha pele, abafando as palavras.
Abri e fechei a boca algumas vezes. Seus gemidos sofridos continuavam roçando meu ouvido. Eu sabia o quão desconfortável era ficar sem alívio por muito tempo, mas não conseguia reunir coragem para dizer que estava tudo bem continuar. Preso sob ele, com o corpo inteiro imobilizado por seu abraço, engoli em seco. Olhei fixamente para o teto, depois para a orelha avermelhada dele, e sussurrei baixinho:
— …Tudo bem fazer mais. Se você quiser…
Saheon hyung ergueu a cabeça lentamente do meu ombro. Em vez de aceitar a oferta de bom grado como eu esperava, ele soltou um suspiro ainda maior do que os anteriores.
— Ah, sério… — murmurou irritado. Ele segurou minhas bochechas com as duas mãos e as apertou com força. Minhas bochechas e lábios foram espremidas sob a pressão. — Minha trouxinha de massa. Só vai dormir.
Ele me cortou com firmeza, apertando minhas bochechas mais uma vez antes de soltá-las. O calor do seu toque desapareceu. Olhei para ele com olhos desapontados, sentindo falta da pressão reconfortante e do calor do seu abraço. Ele estalou a língua com um suspiro e puxou o cobertor, cobrindo meu rosto por completo.
Subitamente sufocado, debati-me, empurrando o cobertor para longe. Enquanto fazia isso, ouvi-o resmungar algo enquanto se levantava da cama:
— Logo com uma criança…
Seu resmungo foi baixo demais para que eu distinguisse as palavras exatas. Observei-o se afastar, com o cobertor puxado logo abaixo dos meus olhos. Marcas de unhas vermelhas e inchadas, claramente minhas, destacavam-se em suas costas. Uma onda súbita de vergonha me atingiu, e desviei o olhar rapidamente. Ele saiu do quarto sem olhar para trás, com passos longos e decididos.
O ar frio que entrava pela porta aberta foi resfriando aos poucos a atmosfera abafada. Ouvi o som de água correndo no banheiro do outro lado do corredor, indicando que ele estava tomando banho.
Além do som distante do chuveiro, o silêncio reinou. Encolhido no cobertor macio, curvei meus lábios para dentro e os pressionei. A sensibilidade foi sumindo gradualmente, e a sensação persistente na minha parte inferior dissipou-se devagar.
— …….
“Teria sido bom se ele tivesse me abraçado um pouco mais.”
Apertei os lábios com força e olhei através da fresta da porta, por onde uma luz fraca entrava vinda de fora. Talvez o calor de antes estivesse aconchegante demais. De repente, o espaço ao meu lado, onde o hyung estivera há instantes, parecia tão frio.
↫─☫ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Natali Ferraz
Ler Sweet Sugar Candyman (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Desde a infância, Cheongmyeong, que tem um histórico de ser rejeitado após se confessar para o vizinho mais velho que mora ao lado, acaba indo morar com ele por causa da faculdade. Porém, desta vez, a atmosfera parece um pouco diferente…
— Bom trabalho. Agora abra as pernas.
Nome alternativo: Sweet Sugar Candyman El Dulce Hombre De Azcar