Ler Autobahn Romance (Novel) – Capítulo 09 Online


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Autobahn Romance Vol 1 — P9

Quando Saebyeok abriu os olhos novamente, era tarde da noite e a lua estava no topo do céu.

Viu Gong Pyeonghwa no telefone com o mordomo Hwang.

— Dormiu bem?
— Sim…
— Ah, que fofo.

Como Saebyeok respondeu com a voz pastosa de quem acabou de acordar, Gong Pyeonghwa soltou outro elogio exagerado com as bochechas totalmente arqueadas.

— Que bobagem… Mas aqui não é o hotel?

Sem se importar com as gracinhas, Saebyeok olhou ao redor. Um lugar deserto, quase sem ninguém… o mar?

— Peguei o caminho errado e vim parar no mar.
— Como alguém erra o caminho a ponto de parar…

Mas ver o mar aberto trouxe uma sensação boa. Diferente de rios ou represas, o horizonte que se estendia até o fim trazia um alívio difícil de expressar em palavras.

— Qual a sensação de retornar ao lugar do nosso primeiro encontro oficial?

Lá vinha ele com a brincadeira de entrevista de novo.

— …Para começar, acabei de acordar e estou meio tonto, mas como posso dizer, ver o mar aberto traz, traz uma sensação renovada? Sabe?
— Você está tentando me imitar agora?
— Fui pego?

Saebyeok, que era fraco em improviso mas tinha uma memória excelente, quase se envolveu em uma polêmica de plágio ao copiar o discurso do autor original na cara dele, mas logo chegou a um acordo amigável com um beijo.

— Você sabe que paródia ou homenagem não têm moleza, né? Só deixo passar porque é você.
— Já entendi.

Os dois desceram do carro e caminharam pela praia.

Da primeira vez em que vieram aqui, para dar azar, estava chovendo.

O primeiro encontro oficial cheio de confusões foi debaixo de chuva.

Segundo dia da viagem de formatura, logo após a hora do beijo intenso, quer dizer, do banho intenso, era o momento do festival de talentos.

Aproveitando a brecha da barulheira e da confusão, Gong Pyeonghwa atraiu o aluno modelo Shin Saebyeok para fora.

Ele achou que iam apenas dar uma volta pelos arredores, mas não imaginava que ele chegaria a pegar um táxi. Saebyeok hesitou, mas Gong Pyeonghwa o arrastou com uma determinação de trator.

— Nós não devíamos fazer isso…

Uma saída sem autorização; para Saebyeok, que nunca tinha matado uma aula na vida, aquilo era um desvio enorme de conduta.

Como ele pareceu extremamente excitado dentro do box do banheiro agora há pouco, com certeza… era aquilo? Aquele tipo de ato sexual que estudantes não deveriam fazer?

Ele imaginava que chegaria o dia em que fariam(?), mas não achou que viria assim tão de repente.

Se fosse para definir entre gostar ou não gostar… ele não achava, ruim!

Mas a insegurança era inevitá…

— É que quando passamos pelo mar a caminho da POSCO agora há pouco, achei uma pena só passar batido, sabe?

Gong Pyeonghwa puxou Saebyeok. Deixando a rua dos motéis para trás, foram em direção à praia.

— Fico irritado por não termos tido um encontro de verdade, então dar uma olhada no mar não tem problema, né.

O mar aberto parecia mais assustador do que relaxante ou bonito.

O mar escuro passava uma sensação melancólica, e a água parecia mais tinta preta do que água do mar.

Como se o vidro do táxi já estivesse avisando, uma chuva fina realmente começou a cair. Graças à garoa que tornava o guarda-chuva inútil, o mar, que já era úmido por natureza, parecia ainda mais denso.

Diziam que a região de Gyeongsang não era tão fria mesmo no inverno, mas talvez tivessem errado a data da viagem, pois era outono e estava chovendo e fazendo frio. Sendo na praia, o frio parecia cortar ainda mais.

— Disseram que é a Praia de Songdo. Deviam colocar o mar no roteiro da viagem em vez da POSCO. Não acha?
— …Pois é.

Saebyeok, que na verdade achou a usina siderúrgica bem curiosa e interessante, concordou superficialmente com o romantismo de Gong Pyeonghwa e olhou para o mar sem grande entusiasmo.

Mar é tudo igual em qualquer lugar, mas Gong Pyeonghwa estava animado sabe-se lá por quê.

— Mar, mar, mar, mar. É o mar. Mar. Mar.

Todo mundo já sabe que é o mar, não precisa falar tanto.

Depois de observar o animado Gong Pyeonghwa por um tempo, achando que aquilo também serviria de lembrança, Saebyeok pegou o celular ao lado dele.

A tela do aparelho ficou cheia com a cor de tinta preta do mar.

A água escura que vinha de longe ia clareando aos poucos e, ao quebrar na areia, ganhava um tom verde-azulado.

A água verde-azulada repetia o ciclo de cuspir espuma branca.

Ficar olhando para as ondas quebrando de forma vazia trouxe uma sensação estranhamente especial.

O mar noturno, sem gaivotas e sem a presença de ninguém devido à chuva e ao frio, finalmente chamou a atenção dele.

O mar sussurrava enquanto as ondas faziam o som de quebrar ritmado, e a voz de Gong Pyeonghwa surgia entre os ruídos da natureza.

De repente, Saebyeok sentiu uma pena enorme de a tecnologia ainda ser tão atrasada.

Queria recortar este momento e guardar para sempre: esta temperatura e umidade sentidas na pele, o som do mar, a voz de Gong Pyeonghwa e este sentimento que ele não conseguia expressar devido à falta de vocabulário para redações.

Porque amanhã, depois de amanhã, no ano que vem ou daqui a 10 anos, ele acabaria esquecendo esta sensação.

Se este momento não podia ser eterno, queria ao menos recortá-lo para si.

A esse ponto, Saebyeok tinha gostado imensamente do mar noturno, do dia de chuva, do vento frio cortante e de Gong Pyeonghwa entusiasmado como uma criança.

— A onda está foda pra caralho.

Gong Pyeonghwa, que era o mais emotivo de todos, ostentava um vocabulário extremamente limitado.

— Como o mar tem muita salinidade, a espuma da onda parece mais branca.
— Tem algo que você não saiba? Você é inteligente pra caralho. Sério. Dá para ver a inteligência escorrendo a cada palavra.

E em você a limitação está…, esquece. Como era fofo o suficiente, Saebyeok preferiu calar a boca.

— Já que viemos, vamos caminhar.
— Está chovendo, tudo bem?
— Dá para chamar isso aqui de chuva?
— Olha só, o machão.

Os machões Shin Saebyeok e Gong Pyeonghwa caminharam pela praia deserta.

Não chegava a afundar o pé como se fosse lama, mas não tinha aquela sensação macia típica da areia da praia.

Parecia o toque de pisar em terra um pouco seca após a chuva. Caminharam na mesma direção pisando na areia firme.

Soltando por um momento a mão que seguravam com firmeza, Gong Pyeonghwa saiu correndo pela praia. Shin Saebyeok seguiu atrás, tentando encaixar os pés exatamente sobre as pegadas deixadas por ele.

Como se fosse algum tipo de brincadeira, caminhou de cabeça baixa ajustando o passo à passada de Gong Pyeonghwa.

A pegada de Shin Saebyeok se sobrepunha à pegada deixada por Gong Pyeonghwa.

Depois de passar um bom tempo caminhando olhando apenas para o chão, Saebyeok parou de repente.

Não havia mais pegadas para pisar.

Ao levantar a cabeça, viu Gong Pyeonghwa com as mãos nos bolsos do casaco, abrindo o peito de forma ampla com um sorriso no rosto.

— Já aqueci o corpo. Vem se aconchegar antes que esfrie.

Em vez de perguntar se ele tinha corrido só por isso, Saebyeok se entregou ao abraço de Gong Pyeonghwa sem dizer nada. Dava para ouvir o som dos batimentos cardíacos com clareza.

Seja pelo alívio dos feromônios misturados ao vento frio e à temperatura corporal, ou seja pelo sorriso mais revigorante do que o sol de verão, Saebyeok soltou uma gargalhada alta como há muito não fazia.

Recebendo o vento úmido e salgado do mar, o cabelo voava sem rumo e, pelo frio do clima, o nariz e os dedos estavam congelando.

Não era um estado que traria à mente a palavra “lindo” nem por educação, mas os cantos dos lábios que sorriam abertamente e os olhos semicerrados como lua crescente pareciam lindos demais aos olhos dele.

Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok sorriram um para o outro compartilhando o calor do corpo.

No mar noturno silencioso, o som do riso dos dois se misturou às ondas e se desfez.

— Hoje não está chovendo, vamos caminhar um pouco?
— Vamos.

Não chovia, e estava quente para o inverno. Na verdade, estava mais quente do que no outono de 10 anos atrás.

Mesmo assim, Gong Pyeonghwa estendeu a mão exatamente como naquela época.

Entrelaçou os dedos com os de Saebyeok, colocou-os dentro do bolso do próprio casaco e ficou mexendo. A mão esquentou num instante.

O mar continuava completamente preto.

Sendo noite, era óbvio, mas ainda assim era preto. Dizem que em 10 anos até as montanhas mudam de lugar, mas parece que o mar não.

Os colegas de escola que viu após uma década, sem falar na livraria que costumavam frequentar e que virou um karaokê de moedas, e a lanchonete que ele achava que nunca faliria e que virou uma franquia de fast-food.

Ele achou que seria difícil encontrar os vestígios do passado agora, mas bem perto dali havia algo que não mudava.

O mar noturno.

A pessoa que veio junto ao mar noturno.

A pessoa que caminhava junto pelo mar noturno.

Alguém que, ao encontrar algo gostoso, tentava dar para ele comer primeiro e, ao notar que ele parecia com frio, entregava a própria temperatura corporal sem hesitar.

Alguém que trocou o casaco longo por um sobretudo, com o cabelo um pouco mais curto e a estrutura corporal maior, mas que tirando isso continuava exatamente igual.

Que ainda sabia sorrir como um menino.

— Caramba, a onda está foda pra caralho.

Minha paz.

Saebyeok se apaixonou perdidamente de novo.

Como se soubessem disso, as ondas quebravam de forma linda.

Gong Pyeonghwa checou se a mão de Saebyeok estava quente e tirou a mão do bolso.

Em seguida, saiu correndo para se distanciar de Saebyeok.

Parece que ele pegou o gosto por encenar o passado. Saebyeok decidiu entrar no jogo e caminhou pela areia da praia, que diferente de 10 anos atrás, mostrava pegadas nítidas.

Mesmo sem afundar tanto, dava para sentir a areia entrando aos poucos pelas frestas do sapato.

Quando faltava exatamente um passo de distância entre Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok, Saebyeok, que olhava apenas para o chão, levantou a cabeça.

Gong Pyeonghwa abriu o peito de forma ampla com um rosto malicioso.

— O que está fazendo? Por que não se joga no peito largo do seu marido?
— Que bobagem, sério.
— Oh, essa rima agora foi de morte. Quer ser um casal do hip-hop?
— Ah, para com isso, sério.

Gong Pyeonghwa soltou uma risada e puxou Saebyeok para o peito.

— Isso traz uma sensação muito boa. Consigo sentir nitidamente que você veio para mim.

Os namorados imaturos que antes precisavam medir o momento do beijo com cautela agora tinham se tornado um casal maduro que conseguia saber mesmo sem palavras.

Exatamente agora.

Os lábios que carregavam a temperatura do inverno logo esquentaram com o calor mútuo.

— Ah, droga. Está com muito frio, né? Vamos entrar num café? Não, vamos entrar logo num café. O corpo está puro gelo. Meu Deus.

Gong Pyeonghwa fez um escarcéu esfregando as mãos. Levou o calor gerado pelo atrito tosco até as bochechas de Saebyeok e fez todo o drama possível.

— Estou be…

Antes de conseguir dizer que estava bem, Gong Pyeonghwa vestiu o próprio casaco em Saebyeok, transformando-o em um gimbap humano, e ainda o arrastou para o café mais próximo.

Como tinha sido arrastado às pressas e não tinha pegue dinheiro, Saebyeok apenas disse para voltarem logo, com aquele receio típico de aluno modelo.

— Aqueça o corpo antes de ir. Meu Deus, o cabelo está todo congelado.

Gong Pyeonghwa pediu duas bebidas quentes e um sorvete. Sorvete nesse frio?

Como não tinha muitos clientes, as bebidas saíram rápido.

Trazendo um latte de creme de confeiteiro, um latte de chá de morango com leite e ainda um sorvete de iogurte com toda a dedicação, Gong Pyeonghwa cruzou os olhos com o waffle de creme de batata-doce da vitrine e trouxe aquilo também.

A imagem dele secando o cabelo de Saebyeok mecha por mecha com um guardanapo demonstrava uma dedicação extrema que chegava a tocar o coração, mas também lembrava um macaco catando piolhos, o que trazia uma certa vergonha.

— Como você precisa dormir à noite, tome só uma golada disso aqui.

Levando colheradas da parte de cima do latte de creme de confeiteiro com cuidado até a boca dele, Gong Pyeonghwa jogou confete por causa da cafeína.

Como foi oferecido, ele aceitou e comeu, mas… ah… valia o confete? Estava gostoso?

Estava mais gostoso do que ele imaginava, a ponto de o latte de chá de morango com leite parecer um pouco sem graça.

— Ah… Eu realmente não ia te permitir sorvete nesse clima, mas disseram que é a especialidade da casa, então coma só uma colherada.

Até que ponto ele enxergava o corpo do outro como se fosse feito de vidro? Dessa vez o confete era por causa do sorvete.

— …

E o sorvete também tinha um sabor que justificava o orgulho. É um lugar de comida gostosa?

Embora não fosse ao extremo do escarcéu de Gong Pyeonghwa, como realmente estava frio, beber algo quente em um lugar aquecido fez o corpo relaxar de forma mole, dando vontade de se esparramar.

Mas para a infelicidade deles, o café já estava perto do horário de fechar, e os alunos rebeldes Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok, que tinham saído sem autorização, precisavam voltar para o alojamento para garantir o crime perfeito.

Os adultos Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok não precisavam mais voltar para o alojamento.

Não precisavam ficar ansiosos porque o táxi não passava, nem precisavam se importar com os olhos dos adultos.

— Já avisei o mordomo Hwang. Vamos dormir aqui hoje e partir amanhã de manhã.
— Tudo bem. Amanhã eu dirijo.
— Esquece. Eu errei o caminho e virou uma viagem longa, deixa que eu faço. Você deve estar super exausto. Quer que eu faça uma massagem?

Gong Pyeonghwa e Saebyeok entraram em um hotel próximo. Como o corpo estava tenso pela viagem longa que não estava nos planos, Gong Pyeonghwa, que fazia alongamentos, começou a pressionar os ombros de Saebyeok.

Saebyeok ainda ficava tenso com frequência, então era comum os ombros estarem rígidos.

Hoje também ele deve ter ficado tenso andando nos brinquedos, pois os ombros estavam duros.

— Tenho que fazer isso direito depois do banho. Vai tomar banho primeiro.

Embora tivesse dormido um pouco no carro, parecia que o cansaço batia mais forte por não ter acordado de vez.

Queria tomar banho logo e receber a massagem padrão Gong Pyeonghwa.

Entrando no box do banheiro e recebendo a água quente, ficou remoendo o dia cheio de hoje. Provavelmente amanhã cedo, ou no máximo depois de amanhã, teriam que visitar os pais…

Seria mentira dizer que não sentia medo ou aflição, mas sentia que daria um jeito de alguma forma.

Dizem que quem ama fica parecido, e ele acabou herdando essa energia positiva desenfreada.

“Estou com o corpo perfeito, como não conseguiria sustentar uma filha e um marido com essas mãos.”

O machão Shin Saebyeok secou o cabelo de forma máscula. Tirou o excesso de água, fechou o roupão de banho e voltou para o marido que pretendia sustentar(?) trabalhando duro se necessário.

Ele achou que o veria deitado na cama olhando para o teto de forma vaga, mas Gong Pyeonghwa estava sentado com uma expressão séria, parecendo a estátua do Pensador.

— Está doendo em algum lugar?

Quando Saebyeok tocou de leve no ombro de Gong Pyeonghwa, Gong Pyeonghwa deu um sobressalto. Em seguida, levantou a cabeça e soltou um suspiro com o rosto completamente vermelho.

— Ah… É inacreditável.

O que é inacreditável? Saebyeok pendeu a cabeça.

— Não escolhi de propósito, mas acabou ficando assim.
— O quê.
— Sinta um pouco o meu drama também. Sério.

Gong Pyeonghwa soltou apenas palavras enigmáticas e entrou no banheiro. E Saebyeok conseguiu entender o significado daquelas palavras em 30 segundos.

— Dá para ver… tudo do banho.

Ah, não é à toa que o moleque estava com as pernas cruzadas…

Ver de forma tão explícita, quer dizer, ver aquele vislumbre sinuoso que revelava sem revelar por completo, parecia ainda mais pervertido. Será que desenharam isso com a cabeça lúcida?

O som da água também parecia ecoar de forma muito nítida, e dava a impressão de ouvir até o som da respiração que não teria como escutar.

Agora ele entendia perfeitamente o motivo de Gong Pyeonghwa estar sentado como o Pensador.

— …

Sentando-se na cama exatamente na mesma posição de Gong Pyeonghwa, Saebyeok começou a listar nomes de dinossauros mentalmente. Estegossauro, Alossauro, Escelidossauro, Paquicefalossauro, Lesotossauro, Tricerátops…

Como as circunstâncias não ajudaram ultimamente e não tinham feito nada, a vontade estava acumulada.

Não, espera um pouco.

— Por que tenho que passar vontade?

Era só fazer e pronto.

Sendo um machão e um cara prático, Shin Saebyeok decidiu ter uma noite quente depois de tanto tempo. Vendo o estado de Gong Pyeonghwa agora há pouco, era totalmente possível, ou melhor, era algo para ele dar pulos de alegria.

Como Saebyeok estava focado apenas nos estudos para tirar o atraso após o parto, Gong Pyeonghwa teve que manter a castidade toda noite.

“Ele aguentou essa dor todo dia… Intenso. Meu marido.”

Isso não é algo que um ser humano consiga fazer, é? Só agora Saebyeok olhava para trás e percebia a própria frieza.

E nesse meio-tempo, a encarnação da paciência, Gong Pyeonghwa, terminou o banho e voltou para a cama.

Com um toque ardente, começou a tocar o ombro de Saebyeok… quer dizer, não, agindo como um massagista experiente, começou a pressionar o ombro e a soltar a musculatura rígida.

Sentindo o corpo rígido relaxar suavemente, Saebyeok soltou um gemido de alívio.

— Está gostoso?

Achou que ele entenderia o sinal da noite quente, mas que nada, incorporou o massagista profissional sem nenhuma sensibilidade e começou a massagear com mais afinco.

— …Sim. Está muito gostoso.

O elogio faz a baleia dançar e faz Gong Pyeonghwa se empolgar. Gong Pyeonghwa deitou Saebyeok de vez na cama e começou até uma massagem nos pés.

Noite quente. Noite quente. Noite quente… Ele precisava mandar o sinal, mas a massagem estava boa demais. Como ele conseguia pressionar exatamente os pontos certos?

— Você frequentou alguma escola de massagem?
— Eu sempre fui bom em tudo que envolve o corpo, né.

Será que Gong Pyeonghwa também estava mandando o sinal da noite quente?! Não dava para sentir uma malícia na voz que dizia ser bom em tudo que envolve o corpo?

Shin Saebyeok virou a cabeça para checar a intenção de Gong Pyeonghwa, mas viu apenas o topo da cabeça dele.

Parecia apenas um massagista focado no próprio trabalho.

— Sabe de uma coisa.
— Hum?

Mesmo fingindo que não, Saebyeok, que já estava bastante excitado há um tempo, colocou na cabeça que teria uma noite quente hoje de qualquer maneira.

Se não fosse hoje, com certeza ficariam sem cabeça com a festa de um ano da Isul e as apresentações para as famílias de ambos os lados.

— Não vai fazer?
— O quê?

Diante das palavras de Saebyeok, Gong Pyeonghwa parou as mãos, e Saebyeok também virou o corpo.

Ao virar o corpo, o roupão de banho se abriu, e deu para sentir um olhar fixo encarando a pele revelada pelas frestas do roupão.

— O, o quê?

Gong Pyeonghwa perguntou duas vezes olhando fixamente para o meio das pernas de Saebyeok de forma descarada.

— A brincadeira de entrevista, não vai fazer?
— Ah?

Gong Pyeonghwa olhou de forma vaga com um olhar de “Entrevista? Que entrevista?”, e Saebyeok deu um sorriso suave.

— Fiquei pensando se não teria a entrevista da nossa primeira noite.
— Ah?

Gong Pyeonghwa travou diante do estímulo forte e repentino. Mas logo em seguida, o sangue começou a girar a mil tanto na cabeça quanto nas pernas.

— Ah… Com certeza, com certeza. Se faltar essa entrevista fica incompleto, né? Sério, se liberar isso a audiência vai explodir. Puro estímulo.

Gong Pyeonghwa subiu na cama.

— Mas não lembro direito como foi naquela época. Tenho que entrevistar mas não sei o que dizer. Como foi o nosso primeiro dia mesmo?
— A lei de proteção ao menor é rígida, tudo bem falar disso sendo para maiores?
— Então compense com o corpo em vez de palavras.
— Eu sou bom em tudo que envolve o corpo, sabe.

Gong Pyeonghwa, o machão do tipo físico, abriu o roupão de forma ativa exibindo a beleza corporal.

Gole. O pomo de Adão deu uma grande oscilada.

Gong Pyeonghwa encostou os lábios levemente na ponta do nariz de Saebyeok. Saebyeok também encostou os lábios na pálpebra de Gong Pyeonghwa.

Era o sinal para o início da noite quente que Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok tanto queriam.

Entrelaçaram os dedos e os lábios se selaram. Os lábios que se uniram por um instante se afastaram e se uniram de novo. O tempo em que os lábios se afastavam ficou menor do que o tempo em que ficavam juntos, até que finalmente não se desgrudaram mais.

Num piscar de olhos, os corpos se enredaram.

Gong Pyeonghwa enterrou o nariz no pescoço de Saebyeok respirando fundo. A cabeça ficou tonta com o feromônio denso.

Ao colocar a língua para fora e lamber o pescoço de baixo para cima, o corpo de Saebyeok tremeu por inteiro. Talvez por fazer tempo, o corpo que se excitava rápido parecia especialmente sensual.

Gong Pyeonghwa abraçou Saebyeok por trás e segurou o membro dele com uma das mãos. Saebyeok segurou o antebraço de Gong Pyeonghwa.

— Ah, não faz, hum…

Um gemido misturado com som nasal era excitante demais.

Vozes abafadas ecoavam ritmadas. Conforme ele movimentava a mão rápido de cima para baixo, Saebyeok soltava gemidos intensos. Gong Pyeonghwa mordiscou a orelha de Saebyeok aumentando ainda mais a velocidade.

Pouco depois, o líquido esbranquiçado se espalhou e Saebyeok buscou o ar com força. O peito subia e descia intensamente. Gong Pyeonghwa tocou o mamilo de Saebyeok lentamente com um sorriso malicioso.

— Hoje foi meio rápido. Deve estar excitado.

Saebyeok não deu nenhuma resposta especial, apenas virou a cabeça e o beijou. Quando os lábios que se tocaram de leve iam se afastar, Gong Pyeonghwa o segurou de volta e insistiu.

— Hum, ah…

Diante do toque da mão que arranhava o mamilo de forma obstinada enquanto se beijavam, gemidos saíam da boca de Saebyeok sem parar, mas Gong Pyeonghwa devorou até mesmo esse som. Gong Pyeonghwa virou o corpo ficando de frente para Saebyeok.

Gong Pyeonghwa encostou o próprio membro totalmente ereto contra o membro de Saebyeok, que brilhava após uma ejaculação.

Gong Pyeonghwa segurou com uma das mãos o membro grosso com as veias saltadas junto ao membro liso com tom rosado e esfregou.

— Ah, ah, hum…

Nenhum dos dois sabia de quem era o som da respiração, de tão excitados que estavam. Pouco depois, os dois ejacularam ao mesmo tempo. Saebyeok, que ejaculou duas vezes rápido, desabou na cama. Sem dar tempo para descanso, Gong Pyeonghwa subiu sobre ele.

— Ei, eu, estou cansado… vamos descansar só um pouco antes de continuar. A glande está ardendo…
— Não vai mais arder. Não vai. O Saebyeok já gastou toda a cota da parte da frente por hoje.

Gong Pyeonghwa deu um sorriso largo demonstrando real felicidade e deu um leve peteleco com o dedo na glande carmesim que brilhava pelo líquido ralo. Saebyeok arqueou o ombro diante do leve estímulo, arfando de prazer.

— O resto o irmãozão faz tudo para você.
— Que irmãozão, ah…!

Que papo é esse de irmãozão, a fala não conseguiu sair. A mão de Gong Pyeonghwa, que acariciava as nádegas lentamente, abriu as frestas da carne. O dedo grosso começou a empurrar devagar a entrada que já estava úmida pelos fluidos.

— Nossa, deve ter se excitado muito. Tem muito fluido hoje. Sinto que meu dedo até enrugou.
— Ah, para!
— Hum. Por quê, está gostoso.

A cada movimento do dedo de Gong Pyeonghwa, um som molhado ecoava. Sem tempo para ter vergonha diante do toque que arranhava a carne sensível por dentro, Saebyeok estremeceu.

A cada estocada no ponto certo, gemidos ansiosos ficavam presos na garganta. Gong Pyeonghwa cantarolou satisfeito ao ver Saebyeok se contorcer debaixo dele.

Sentindo que era o único ansioso ali, Saebyeok firmou os pés e arranhou o membro de Gong Pyeonghwa. Gong Pyeonghwa fechou a expressão que antes sorria e disse com a voz grave:

— Ah, não estimula. Sério.
— O que eu fiz.
— Gostaria que soubesse que estou me segurando para não te erguer e cravar tudo de uma vez.

Ah… acho que isso vai ser meio difícil. Saebyeok recolheu a perna de leve. Melhor não provocar à toa.

— Quer que eu coloque o preservativo?
— …Sim!

Gong Pyeonghwa respondeu arfando. Está gostando? Saebyeok sentiu que não precisava perguntar para saber, então segurou o riso e buscou o preservativo.

Parecia que tinha visto por aqui agora há pouco. Procurou na mesa de cabeceira, mas não encontrou nada palpável.

— Não estou vendo o preservativo.
— Ah, é verdade! Eu achei chato e fiz balão de água com ele.
— …

O que ele pretendia com isso?

Gong Pyeonghwa revirou a bolsa às pressas.

— Não, afinal não dava para usar mesmo. Era pequeno demais, ei, Saebyeok, ainda? Hum? Continua excitado? Ah, caramba, onde foi parar? Espera aí. Ah!

A imagem dele todo atrapalhado era engraçada, mas dava um pouco de pena.

— Achei! Achei!

Gong Pyeonghwa soltou um grito de “Eureca!” ao finalmente encontrar o preservativo e despejou os pacotes na cama.

— Você… carrega isso em caixas?

Levar preservativo até para o parque de diversões? Era mais sistemático do que ele imaginava, o que trouxe um certo espanto.

— Não, vai que precisa… A variedade de tamanhos não é muito grande por aqui… E preservativos para alfas são ainda mais raros, então quando compro, compro logo de monte… Pensando pelo lado de um consumo consciente e inteligente…

Eu não estava te criticando.

Com certeza, um tamanho que aperta com firmeza logo na entrada é algo único mesmo. Saebyeok colocou a caixa na mesa de cabeceira e abriu um dos pacotes.

Como o membro continuava rigidamente ereto, colocar o preservativo não foi difícil. Ou melhor, como ele estava pulsando demais, deu um pouquinho de trabalho.

A musculatura da coxa de Gong Pyeonghwa deu um estalo. Saebyeok deitou Gong Pyeonghwa na cama e subiu em cima dele.

— Ah, caramba. Puro estímulo. Vou viver como um bom garoto.

Gong Pyeonghwa tapou a própria boca comovido. Saebyeok se arrependeu por um instante por ter subido, mas logo se empolgou ao sentir Gong Pyeonghwa rebolar o quadril esfregando a virilha.

O rosto lindo que sorria rendido debaixo dele, e os movimentos sem controle que contrastavam com o sorriso largo, traziam uma sensação de euforia.

— Hum… Ah, Saebyeok, rápido. Hum?

A voz completamente rouca, a carne grossa sentida no meio das nádegas, o toque ardente da mão que pressionava e esfregava a região do umbigo, e o olhar indiferente mas cheio de desejo que parecia tirar o fôlego faziam o peito se preencher por completo.

Saebyeok amava essa expressão que Gong Pyeonghwa mostrava apenas para ele. Podia chamar isso de senso de superioridade.

Saebyeok abaixou a cabeça, beijou Gong Pyeonghwa e movimentou o quadril. Sentiu a glande tocar a entrada.

Embora já tivessem feito isso centenas ou talvez milhares de vezes, a glande do tamanho do punho de um pessego sempre trazia uma tensão considerável antes da inserção.

Abaixou o quadril lentamente, engolindo o membro de Gong Pyeonghwa aos poucos. Deu para sentir Gong Pyeonghwa gemer baixo e agarrar o lençol da cama.

Engoliu com dificuldade o membro que entrava apertado e parou por um instante. Esperando se acostumar, ia descansar só um pou…

— Ah! Sim! Ah, hum, ah, não faz, es, espera, ah!
— Hum, desculp-a.

Gong Pyeonghwa segurou a cintura de Saebyeok e impulsionou o quadril para cima. O membro robusto arranhou a parede interna diretamente, cravando-se com força.

— Hum, faz tanto tem-po, hum desculp-a.

Você não está sentindo culpa nenhuma agora! Isso não é atitude de quem sente culpa! Saebyeok não conseguiu nem reclamar e foi balançado conforme o ritmo de Gong Pyeonghwa.

Estremeceu diante do prazer intenso que parecia um soco direto na próstata, derramando apenas o fluido claro.

Gong Pyeonghwa lamentou perder a chance de curtir a posição de Saebyeok por cima depois de tanto tempo, mas não teve jeito.

Quem tem sede cava o poço, mas Gong Pyeonghwa já estava além da sede, quase virando uma múmia. Entregar o fluido de Saebyeok, que parecia néctar de fada, para alguém nesse estado era pura tortura.

O negócio era virar dois litros direto na garganta, não tinha espaço para saborear.

Gong Pyeonghwa continuou impulsionando o quadril para cima enquanto chupava o mamilo de Saebyeok, que havia desabado sobre ele. A parede interna agarrava o membro dele com força.

Gong Pyeonghwa sentia um formigamento só de olhar para Saebyeok. Mesmo conhecendo-o há mais de 20 anos e namorando há uma década, o coração ainda formigava ao olhar para o rosto dele. E quando estavam totalmente nus e com os corpos colados assim, sentia uma coceira nos dentes. Dava a sensação de ser um filhote trocando os dentes.

Como alguém que tem uma obsessão, sentia vontade de morder e sugar só de olhar para o pescoço de Saebyeok.

Felizmente, a cada investida, Saebyeok não se assustava nem rejeitava, correspondendo plenamente ao prazer.

— Ah! Hum! Hum…!

Exatamente como agora.

Gong Pyeonghwa se excitou ainda mais com os gemidos contínuos de Saebyeok e movimentou o quadril. Diante da carne interna que apertava ainda mais a cada estocada, esqueceu até como respirar e continuou ritmando o quadril.

Ao cravar exatamente no ponto que causava o formigamento e fazia o ventre ferver, a cintura de Saebyeok arqueou em pouco tempo.

O som dos corpos se chocando e os gemidos se misturaram por todo o quarto. O movimento do quadril, que parecia não ter como acelerar mais, ficou ainda mais rápido, e logo a visão pareceu se tingir de branco.

Saebyeok se agarrou a Gong Pyeonghwa e entrelaçou a cintura dele com as pernas. O corpo tremeu inteiro diante do prazer curto e rápido que subia.

Sem que ninguém começasse primeiro, os dois ejacularam ao mesmo tempo e Gong Pyeonghwa desabou sobre Saebyeok. O som dos batimentos cardíacos ecoava através da pele colada.

O som do coração que batia forte como se tivessem corrido 100 metros rasos, os feromônios sentidos de forma tão intensa que chegava a estontear a cabeça, e Gong Pyeonghwa, que trazia uma plenitude indescritível, trouxeram uma grande onda de emoção.

Saebyeok recuperou o fôlego mantendo Gong Pyeonghwa abraçado.

Gong Pyeonghwa arfava e esfregava os lábios em qualquer ponto que conseguisse alcançar, colocando a língua para fora para lamber. A clavícula, o pescoço e até o mamilo totalmente rígido receberam o toque da carne quente e úmida.

Os pontos por onde os lábios passavam ganhavam um formigamento e esquentavam. Quando se buscavam desesperadamente, era bom por ser excitante e intenso a ponto de perder o juízo; e ao curtir o pós-ato, era bom porque tudo se tornava nítido e estável.

Gong Pyeonghwa amarrou o preservativo usado, jogou de qualquer jeito na lixeira e tirou outro pacote.

— De novo?

A voz que já tinha sumido saiu sem forças.

— Você não precisa se preocupar com nada. Eu cuido de tudo sozinho. Você realmente não precisa fazer nada.

Quem balança sou eu, como assim não preciso fazer nada? Sou eu quem está recebendo aqui, seu idiota.

— Hum, te amo.

Vários beijos se sucederam; a chuva de beijos trazia um formigamento, mas como já tinha chegado ao ápice três vezes… a palavra “te amo” mal conseguia…

— Saebyeok.
— …Hum?
— Te amo de verdade. Beijo, beijo.
— Eu também te amo…

Acabou saindo direitinho.

↫─❀─↬

Gong Pyeonghwa teve uma manhã pacífica e linda depois de muito tempo.

O mundo parecia incrivelmente belo.

Trovejava, caía um pouco de chuva e essa chuva congelava de leve virando uma garoa misturada com neve, o que fazia cair uma espécie de sujeira do céu, mas era de uma beleza extrema.

— Querido, acorda. Já está quase na hora do check-out.
— Pede extensão.
— Ah! Que voz sexy da porra.

Diante do pedido de Saebyeok com uma voz que parecia ter saído do inferno, Gong Pyeonghwa, que tinha provado o paraíso, sentiu um imenso prazer.

O que é afinal o desejo humano, o desejo sexual? Dizem que a ignorância traz coragem, mas o desejo sexual era um anseio terrível, capaz de cegar até mesmo a lucidez.

— Mesmo sabendo que terminaria assim.

No momento em que tentou levantar o corpo da cama, sentiu a cintura travar, como se o tronco fosse se partir ao meio, o que fez Saebyeok rastejar sobre o colchão.

— Querido, eu amei tanto a noite de ontem.

Olhar para Gong Pyeonghwa, que corava com os olhos brilhando como uma garota apaixonada, trazia um leve sentimento de irritação, mas Saebyeok pensou se uma dorzinha na cintura importava tanto assim.

— Ontem você foi um verdadeiro bicho. Ahnnn.

Não, na verdade a irritação era bem grande.

O homem-bicho Shin Saebyeok controlou seus demônios internos e comeu o serviço de quarto.

— Entre trancos e barrancos, isso é bom.

— É verdade.

Os dois tomaram um café quente enquanto observavam o mar de inverno sob a chuva.

O que antes parecia chuva com neve agora havia derretido completamente, transformando-se em água que escorria deixando rastros na janela.

Um momento de paz. Ele sempre esperou por dias assim.

Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok foram muito felizes nos Estados Unidos, mas, ao mesmo tempo em que havia felicidade, sempre existia uma ponta de ansiedade. O medo era proporcional ao tamanho da alegria.

O receio de que, a qualquer momento, os pais aparecessem do nada exigindo a separação, de que alguém acabasse morto, ou de que fossem expulsos de casa sem um tostão no bolso.

Quando souberam da gravidez de Isul, o pavor de serem forçados a um aborto também foi imenso.

Se lhe perguntassem se não era muita cara de pau sentir medo agora — depois de terem sido mandados para o exterior para estudar e acabarem morando juntos, engravidando antes da hora, casando, tendo filho e fazendo absolutamente tudo o que pudesse decepcionar os pais —, ele honestamente não teria o que dizer…

Embora conseguisse visualizar seu futuro trabalhando com trabalho braçal caso fosse expulso de casa sem nada, ele não conseguia enxergar futuro algum se se separasse de Gong Pyeonghwa.

A morte antes da separação! Não sabia que tipo de pensamento romântico apocalíptico era esse, mas ultimamente essa ideia surgia de vez em quando.

Porque, a essa altura, separar-se era impossível.

O único jeito era encarar o impacto juntos.

↫─❀─↬

 

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

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Sinopse:
Por serem de empresas rivais, suas famílias tinham uma relação ruim desde a infância.
Por isso, eles mantêm um relacionamento secreto há 10 anos, escondendo-se dos pais e dos amigos.
Mas eles não podem esconder seu amor para sempre.
Agora, com um filho, já não conseguem mais manter isso em segredo!
— Nossa princesa vai comemorar seu primeiro aniversário esta semana. Esperamos que você venha celebrar conosco.
É por isso que eles estão, sem medo, entregando convites para a festa de 1 ano da filha a colegas de classe que não veem há 10 anos.
Também chegou a hora de revelar tudo para os pais!
Não há obstáculos para o nosso amor! Nosso amor é uma autobahn!
— Só nos deixem amar um ao outro… Ai! Isso dói!
O romance caótico, mas sem engarrafamentos, de Gong Pyeonghwa e Shin Saebyeok!
Romance na Autobahn!
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