Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) – Capítulo 197 Online


Modo Claro

↫─Capítulo 197

Taebaek encarou Shinu com a incredulidade estampada em sua expressão. Ele se inclinou para a frente, aproximando-se como se fosse devorá-lo por inteiro.

Shinu, percebendo a intensidade de Taebaek, acariciou gentilmente o pulso dele. Mexer um único dedo parecia um suplício. Seu corpo estava dolorido, sua visão embaçada e sua garganta estava seca a ponto de arranhar. O cheiro estéril de antisséptico subia do fundo de seu ser, fazendo-o se sentir como se tivesse sofrido um apagão após uma noite de bebedeira pesada.

— Água… Eu preciso de… água — Shinu grasnou, com a voz rachada e mal audível.

— Ah, água! Espere, eu vou buscar! — Taebaek exclamou, entrando em ação. Ele correu em direção ao bebedouro, fazendo um barulho infernal que parecia que o prédio estava desabando. Enquanto isso, Shinu simplesmente olhava fixamente para o teto. A figura de traje protetor, sentindo a tensão aumentar, terminou rapidamente de tirar o sangue e saiu de fininho do quarto.

Taebaek voltou com uma caneca cheia até a metade com água morna e a outra metade com água fria. Ele ergueu Shinu com cuidado, colocando um travesseiro grosso atrás dele para mantê-lo confortável. Cuidadosamente, ele segurou a caneca com as mãos, garantindo que Shinu não fizesse esforço para segurá-la.

Shinu riu baixinho da atenção exagerada de Taebaek e deu um gole. Uma gota de água escorreu da borda para o seu peito, e ele olhou para cima instintivamente, perguntando-se se havia um vazamento no teto.

— ….

Em vez disso, ele viu Taebaek, com os lábios firmemente pressionados, as lágrimas rolando por suas bochechas como chuva. Era uma cena ridícula. Shinu piscou, duvidando dos próprios olhos. Ele terminou a água de uma vez, ignorando a dor lancinante em seus pulmões e a pulsação em seus ferimentos.

Assim que Shinu pousou a caneca vazia, Taebaek olhou para ele, segurando o copo com força com as duas mãos. Sua voz tremeu quando ele perguntou: — Devo… pegar mais água?

Shinu não pôde deixar de rir do absurdo da pergunta. Ele balançou a cabeça e Taebaek, visivelmente aliviado, apressou-se em colocar a caneca de lado antes de se inclinar para a frente para abraçá-lo. Shinu abriu bem os braços e o envolveu, dando tapinhas em suas costas largas.

— Por que você está chorando? — Shinu perguntou.

— Como eu poderia não chorar? — Taebaek soluçou.

— Você não é mais uma criança…

— Eu sou uma criança! — Taebaek gritou, com o rosto enterrado no peito de Shinu.

— Oh… você é? — Shinu provocou, rindo novamente. Ele pensou em zombar mais dele, mas mudou de ideia. Afinal, Taebaek havia suportado tanta coisa, lutando e sofrendo apenas para trazer os dois até aqui em segurança.

Ele deixou Taebaek chorar o quanto precisasse, acariciando suas costas e oferecendo um conforto silencioso. De vez em quando, Taebaek levantava a cabeça para confirmar que Shinu era real — que aquilo não era um sonho ou uma alucinação.

Era tão adorável que Shinu não resistiu em dar um beijo firme na testa de Taebaek. Em resposta, Taebaek ergueu-se de um salto, subindo em cima de Shinu como um leão. Ele tomou o cuidado de não jogar seu peso sobre ele, apoiando-se nos braços enquanto pairava a poucos centímetros do rosto de Shinu.

— Hyung — Taebaek sussurrou.

— ….

— Eu quero te beijar.

Sem esperar por uma resposta, ele capturou o lábio inferior de Shinu em uma leve mordida. Shinu riu baixinho, encantado com o quão pouco Taebaek havia mudado. Seu polegar roçou a linha afiada do maxilar de Taebaek antes de ele inclinar a cabeça, fechando os olhos.

Como se fosse um sinal, Taebaek se inclinou e tomou os lábios de Shinu.

Apesar da audácia do movimento inicial, o beijo foi suave, terno e incrivelmente doce. Taebaek queria aprofundá-lo — devorá-lo completamente —, mas conteve-se. Shinu ainda estava se recuperando, e a última coisa de que precisava era que Taebaek o desgastasse ainda mais.

Shinu abriu a boca primeiro, convidando a língua de Taebaek a entrar. Lentamente, seus movimentos se sincronizaram, calorosos e deliberados. Taebaek lambia e provocava, enquanto Shinu respondia sugando suavemente sua língua.

O beijo se prolongou, sem pressa, mas sensual, durando tanto tempo que, quando seus lábios se separaram, os olhares de ambos estavam nublados e atordoados.

— Seus lábios têm gosto de tangerina — Shinu murmurou, com a voz tingida de diversão.

— Você não gostou? Devo escovar os dentes? — Taebaek perguntou, pronto para entrar em ação. Shinu o deteve envolvendo um braço em sua cintura.

— Não, eu gosto. É refrescante — diferente de limão — Shinu respondeu.

Mesmo depois de um beijo tão indulgente, não foi o suficiente para nenhum dos dois. Eles trocaram selinhos rápidos, como se para saborear a presença um do outro. As mãos de Taebaek moviam-se inquietas pelos quadris e pela parte inferior das costas de Shinu.

Eu quero fazer sexo.

Não, não posso. Não devo. Esta é uma pessoa que passou por duas cirurgias. Alguém que ficou apagado por três dias e três noites. E agora há pouco, tiraram um balde inteiro de sangue dele. Tenho que me segurar. Podemos esperar. Quando ele receber alta, mais tarde… será o suficiente. Afinal, agora temos um futuro. Esperar não é tão difícil.

Inspirando profundamente, Taebaek deslizou para o lado de Shinu, acomodando-se contra ele. Shinu moveu-se ligeiramente para abrir espaço. Taebaek empurrou os travesseiros para o lado, puxando Shinu para os seus braços e deixando-o descansar contra o seu peito.

— Me segura — Taebaek exigiu.

— Tudo bem.

— E mexe no meu cabelo.

— Certo.

Shinu envolveu a cintura de Taebaek com um braço e obedientemente passou os dedos pelo cabelo dele, ocasionalmente dando tapinhas em suas costas. O esforço o deixou um pouco ofegante, mas valeu a pena para ouvir o riso suave de Taebaek.

— A sua coxa sarou? — Shinu perguntou depois de um tempo.

— Ai, aquela maldita coxa! Sim, sarou! Estou bem! — Taebaek bufou dramaticamente, agitando-se um pouco. Shinu, não convencido, estendeu a mão para acariciar a perna dele.

— Se você continuar me tocando, eu vou ficar duro.

Shinu recolheu a mão num sobressalto. — Honestamente… — Ele estalou a língua e voltou a atenção para o seu próprio ombro enfaixado. O trabalho bem-feito era o testemunho da habilidade de um profissional.

— O que aconteceu enquanto eu estava apagado? — Shinu perguntou.

— Bem… — Taebaek suspirou, acariciando a bochecha de Shinu com o polegar. Tinham acontecido tantos eventos que era difícil decidir por onde começar. O olhar de Shinu vagou, observando o quarto do hospital. Os soldados grandes de guarda do lado de fora. Os trajes de proteção de quem havia tirado seu sangue. A cesta transbordando de cascas de tangerina.

— Isso é… a Ilha de Jeju? — ele adivinhou.

Seguindo o olhar de Shinu, Taebaek de repente exclamou: — Ah! — Ele pulou da cama, pegou o controle remoto no chão e o entregou a Shinu depois de subir de volta na cama.

— Aqui. Você gosta de assistir ao noticiário, não é, hyung? Assista a isso. Em apenas algumas horas, você saberá de tudo.

Shinu assentiu e ligou a TV. O noticiário começou imediatamente, como esperado. Era o mesmo jornal que Taebaek havia assistido ao lado de Shinu por três dias seguidos.

Shinu assistia com uma expressão séria. Quando um programa terminava, ele mudava de canal para encontrar outro. Durante esse tempo, Taebaek encolheu-se nos braços de Shinu, sua estrutura grande fazendo-se pequena. Ele dava água a Shinu, chamou uma enfermeira para avisar que Shinu estava acordado, pediu comida para ele e até descascou tangerinas para alimentá-lo gomo por gomo.

A silhueta emagrecida de Shinu apertava dolorosamente o coração de Taebaek. Ele podia sentir os ossos de Shinu onde quer que o tocasse, e isso o assustava — e se ele desaparecesse por completo? Claramente, ele precisava iniciar algum tipo de projeto para engordá-lo.

Enquanto Taebaek acariciava distraidamente o corpo de Shinu, tramando como ajudá-lo a recuperar o peso, Shinu assistiu ao noticiário sem pausa por duas horas. Eventualmente, quando Taebaek ficou sonolento em seus braços, cochilando, Shinu desligou a TV.

— Haa… — Shinu soltou um longo suspiro enquanto colocava cuidadosamente o controle remoto na mesa de cabeceira. Memórias dos dias tempestuosos do passado turbilhonaram em sua mente quando Taebaek olhou de relance para ele.

— Você gostou?

— Gostei de quê?

— Do estado do mundo.

— Importa se eu gosto ou não?

— Claro. Para mim, isso é a coisa mais importante.

A sobrancelha de Taebaek arqueou-se como se perguntasse por que uma questão tão óbvia precisava ser dita em voz alta. Shinu riu secamente. Você ainda é tão cativante.

Ele passou os dedos pelo cabelo macio de Taebaek, os fios sedosos fluindo entre eles melhorando o seu humor.

— Deixando de lado o passado e olhando apenas para o futuro… Bem, sim. Algo bom saiu disso. Os ataques de mísseis foram cancelados, conseguimos resgatar mais sobreviventes, uma vacina está a caminho e, se a Coreia do Sul ganhar o controle sobre a sua distribuição, a força da nação poderá se recuperar.

— …

— Teria sido melhor se nada disso tivesse acontecido. Mas já que aconteceu, e não há como desfazer, pensando no futuro… não parece tão ruim.

Com as palavras de Shinu, Taebaek enterrou-se em seu peito, fazendo Shinu deitar-se de costas com o peso. Taebaek ajustou sua posição para segurar Shinu com cuidado, como algo precioso.

— Então isso é o suficiente. Pare agora.

— Parar com o quê?

— De viver pelo mundo. De viver pelos outros. Coisas desse tipo.

— …

— Você passou a vida inteira fazendo isso, hyung. E agora, com anticorpos no seu corpo, você está prestes a salvar o mundo inteiro.

Shinu soltou uma risada vazia. Não era totalmente verdade, mas também não era totalmente mentira. Enquanto ele olhava fixamente para o teto pálido, Taebaek apoiou o braço sob a cabeça e deu um tapinha leve em seu peito, como se para consolá-lo.

— Isso é o suficiente. Agora, viva por si mesmo.

— …

— E… talvez às vezes… viva por mim também.

Shinu riu baixinho da sugestão ousada, mas incerta, de Taebaek. Ele encontrou o olhar de Taebaek, envolvendo gentilmente sua bochecha com as mãos.

— Viver por você não seria tão difícil.

Taebaek segurou a mão de Shinu, deixando seus olhos se fecharem por um momento antes de reabri-los.

— Assim que a vacina estiver pronta, disseram que você poderá receber alta. Então estaremos livres.

— Livres…

— Você não tem um sonho, hyung?

— Um sonho?

— Sim, algo que você queira fazer. Eu farei acontecer. Seja o que for — professor, funcionário de escritório, artista, escritor… Oh! Até mesmo senhorio serve. Qualquer coisa.

— Hmm…

— Ah, mas nada de bombeiros. Ou policiais, ou soldados, ou guarda-costas. Definitivamente não.

— …

— Qualquer coisa que envolva riscos físicos está fora. Nada de instrutores de taekwondo, nada de armas, nada de tiro com arco, nada.

Taebaek desandou a falar sua lista de profissões proibidas, franzindo o cenho profundamente enquanto quebrava a cabeça em busca de mais opções perigosas para proibir. A seriedade de sua linha de pensamento absurda era tão genuína que chegava a ser hilária. Observando-o, Shinu não pôde deixar de sorrir. Após um momento, ele se inclinou e pressionou um beijo rápido nos lábios de Taebaek.

— Meu sonho é ser o namorado do Taebaek.

— …O quê?

— Nada mais. Eu só quero viver como seu namorado.

— Que porcaria… Hyung, você pode dizer coisas assim?

— Que coisas?

— Coisas que enlouquecem as pessoas. Soa doce, mas provavelmente não é sério — é apenas… flerte, ou algo assim.

— Como isso é flerte? Estou falando sério. Você é bonito e rico. Por que eu precisaria de outro sonho quando já tenho um namorado rico e de boa aparência?

Diante do tom brincalhão de Shinu, Taebaek estreitou os olhos. A luz em suas íris castanhas mudou, um sinal sutil mas inconfundível de seu tipo peculiar de intensidade.

Shinu instintivamente começou a se afastar em direção à borda da cama. Mas Taebaek segurou seus quadris e o puxou de volta, sua expressão tornando-se ameaçadoramente inquisitiva.

— Isso é um pedido de casamento? Você está me pedindo em casamento agora mesmo?

— …Não?

Shinu piscou, estupefato. Como a mente de Taebaek havia chegado ali? A ginástica mental necessária estava além da compreensão. Às vezes — não, frequentemente — acompanhar o ritmo dele parecia impossível.

— É sim, não é? O que mais poderia ser?

Taebaek inclinou-se para perto, seu tom afiado, como alguém confrontando um golpista que lhe devia dinheiro. Shinu encolheu-se instintivamente, recolhendo o pescoço como uma tartaruga assustada.

— Bem, são apenas…

— Apenas?

— Apenas palavras.

— Então vamos chamar de um pedido de casamento.

— …Por quê?

— Por quê? Por que-êê?

Taebaek encarou-o, seu rosto bonito contorcendo-se de uma forma que era quase cômica. Não, não era apenas engraçado — era um pouco desequilibrado. Seu aperto em Shinu aumentou enquanto ele soltava uma torrente rápida de palavras.

— É exatamente assim que os pedidos de casamento acontecem. O protagonista e a protagonista lutam contra zumbis, desastres, guerras — algum tipo de provação e adversidade. No clímax, o protagonista fica gravemente ferido. Então, quando a provação e a adversidade terminam, e o protagonista ferido se recupera, ele acorda e diz à protagonista que a amou o tempo todo. Que enquanto estava morrendo, só pensava nela. Que se arrepende de não ter pedido em casamento antes. Então, pof — ele se confessa e pede em casamento. É assim que acontece!

— …De onde você tirou isso?

— Dramas. Filmes. Romances. É a mesma coisa em todos eles.

— Então… o que você está dizendo é que eu sou o protagonista de um desses dramas, e você é a protagonista?

Com o seu tamanho? Esses ombros largos? As costas tão amplas quanto o Oceano Pacífico? E aquilo entre as suas pernas que é tão grosso quanto o meu antebraço? Shinu inclinou a cabeça em confusão, totalmente perplexo. Como se dissesse: “Como isso faz algum sentido?”. Taebaek bufou com escárnio.

— Tudo bem, eu serei a protagonista.

Com um floreio exagerado, ele fingiu jogar seus cabelos longos inexistentes para trás das orelhas. É claro que, com seu corte de cabelo curto, não havia cabelo para jogar, mas isso não o impediu de fazê-lo repetidamente. Shinu piscou lentamente, uma, depois duas vezes, antes de cair na gargalhada.

Você é simplesmente… Como você pode ser tão ridiculamente adorável e amável? Às vezes, honestamente, é surpreendente.

Shinu estendeu a mão e pegou as duas mãos de Taebaek nas suas. Na voz rica e gentil que Taebaek adorava, ele pronunciou o nome dele.

— Taebaek-ah.

— O quê?

— Eu gosto de você.

Shinu pressionou um beijo firme nas costas da mão de Taebaek.

A primeira pessoa que eu já tive. A pessoa que me ama. A pessoa que eu amo. A pessoa com quem passarei o resto da minha vida. A pessoa que me promete com confiança dias comuns.

Shinu ainda se sentia grato, mesmo depois de todo esse tempo juntos. Ele mal conseguia acreditar na sorte de ter conhecido Taebaek.

— …Eu sei.

A resposta de Taebaek foi estranhamente úmida, sua voz pesada de emoção. Alarmado, Shinu olhou rapidamente para o rosto dele. Taebaek havia encolhido seus ombros largos para dentro e agora chorava lágrimas silenciosas.

Shinu franziu o cenho de leve. Esse bebezão… tão cheio de afeto, tão rápido para chorar…

— Por que você está chorando de novo?

Ele puxou Taebaek para um abraço e Taebaek, como se estivesse esperando por isso, envolveu-se em Shinu e pressionou seu rosto molhado contra o ombro dele.

— Eu só estou feliz. Estou feliz por estar sentado aqui com você assim.

— …

— Eu gosto de você, hyung. Eu gosto muito, muito de você.

Os braços em volta da cintura de Shinu apertaram-se. Shinu fechou os olhos, deixando o calor do corpo de Taebaek penetrar no seu.

As lutas ferozes de seu passado pareciam uma memória distante enquanto ele se deliciava com a imensa paz e o conforto do momento.

*Suportamos provações e tribulações manchadas de sangue.

Houve momentos em que ficamos com medo, momentos em que ficamos com raiva e momentos em que ficamos com o coração partido.

Mas porque tínhamos um ao outro, pudemos aguentar. Porque tínhamos um ao outro, pudemos superar.

E, finalmente, chegamos aqui.*

*Para o futuro com que sonhamos.

Para a paz pela qual rezamos.

Para o lado da pessoa pela qual ansiamos.*

O futuro de Shinu sempre fora nebuloso, como uma névoa que ele não conseguia perfurar. Era escuro e sombrio, onde apenas vestígios desbotados do passado permaneciam em sua visão, por mais que ele forçasse os olhos.

Mas agora, estava mais brilhante e claro do que ele jamais poderia ter imaginado. As circunstâncias não importavam mais. Ele não se importava mais em planejar ou se perguntar sobre os dias vindouros.

Porque onde quer que ele fosse parar, qualquer que fosse a situação que enfrentassem, Taebaek estaria ao seu lado. Eles abririam e fechariam cada porta juntos.

Acontecesse o que acontecesse, Shinu sabia que nunca desistiria de Taebaek. E Taebaek nunca desistiria dele.

E isso era o suficiente.

Shinu podia dizer isso com confiança.

Enfrentaríamos o amanhã juntos, e o futuro distante além dele também.

Mesmo que tivéssemos que nos separar por um tempo, encontraríamos o caminho de volta um para o outro, assim como sempre fizemos.

No final, nos encontraríamos novamente.

— Vamos sobreviver e nos encontrar de novo.

↫─☫ Fim da História Principal ⌀

⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Um vírus zumbi se espalhou na pacífica Seul.
A Coreia deu aos zumbis o nome de ‘Meogbo/Comedores’, e, após uma luta, eles falham em erradicar os meogbo.
– Caros coreanos, no dia 30 de setembro, nosso governo e Seul decidiram abandonar a Península Coreana.
– Venham para Jeonnam.
– Os militares estão esperando no Porto de Mokpo, em Mokpo, Jeollanam-do.
– Queridos cidadãos. Vamos todos nos encontrar vivos.
Shin-hoo: um bodyguard bruto, das forças especiais.
Han Tae-baek: um chefe brincalhão, de rosto frio e estômago fraco.
Han Tae-baek precisa sobreviver, Shin-hoo precisa salvar Tae-baek.
Juntos, os dois navegam por um mundo em caos.
– Se você achar que sua vida vai correr perigo para me salvar, então me abandone. Eu não quero ir para lá.
Tae-baek tentou falar com calma.
– Não vou te deixar sozinho. Não importa o que aconteça, não vou embora.
Shin-hoo respondeu com seu tom calmo característico.
Os dois se aproximam à medida que passam tempo juntos.
Tae-baek descobre a ternura escondida na indiferença de Shin-hoo; Shin-hoo se encharca do afeto imprudente de Tae-baek.
– Você gosta de mim? Acho que vou me apaixonar em alguns dias. É o que estou sentindo.
– …
– E talvez você também me ame.
Tae-baek confessa seu amor com orgulho, sorrindo como um garoto que acabou de viver seu primeiro amor.
Shin-hoo ri baixinho, sem responder.
Os ‘Comedores’ se aglomeraram ao redor dos dois.

Não morra, não desista. Vamos todos nos encontrar vivos.
Nome alternativo: Vamos Nos Encontrar Vivos Stay Alive Lets Meet Alive

Gostou de ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) – Capítulo 197?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!