Ler Sweet Sugar Candyman (Novel) – Capítulo 17 Online

↫─Capítulo 17
Eu nem tentei fechar a boca, que estava escancarada. Dizem que quando você está muito surpreso, nem consegue falar direito, e foi exatamente assim que me senti.
Para ser sincero, eu já tinha tido sonhos molhados várias vezes na puberdade pensando no meu hyung, mas ouvir aquilo com todas as letras da boca de outra pessoa era um estímulo forte demais. Imaginações obscenas começaram a fervilhar na minha mente. Mesmo com o cérebro lento, as palavras eram claras o suficiente para fazer meu rosto queimar de ponta a ponta.
—O que foi?
Choi Hyun-oh perguntou, genuinamente curioso, mas havia um tom provocativo no final da pergunta. Minha resposta saiu murmurada, com a boca ainda coberta pela minha mão.
— …Como… como isso seria… possível?
— Como assim? Tipo, entra no clima, rola um toque, rola um beijo e depois vai para a cama?
As palavras dele ficaram ainda mais explícitas, e senti meu corpo esquentar da cabeça aos pés. Beber, entrar no clima, tocar, beijar e depois fazer isso com Saheon? Fiquei tão sem jeito que nem conseguia falar direito. Choi Hyun-oh deu um leve toque no meu braço com uma risada brincalhona.
—O quê, você é virgem ou algo assim? Ou será que você está se guardando para o casamento…?”
— Não… não é isso…
Minha língua tropeçou nas palavras. Esfreguei minhas bochechas quentes com a mão que cobria minha boca e abaixei a cabeça. Elas pareciam estar pegando fogo, como se eu estivesse com febre. Mesmo depois de soltar um suspiro, a sensação de fervura não esfriava, e eu precisei usar minhas mãos para me abanar.
Choi Hyun-oh riu baixinho. Mordi a carne macia dentro da boca e rapidamente servi um pouco de cerveja para acalmar a sensação de queimação na garganta. Mas teve pouco efeito. A imagem persistente de Saheon não saía da minha mente, mesmo no meu estado momentaneamente atordoado.
—Você é tão ingênuo… É fofo.
Choi Hyun-oh murmurou baixinho, e quando nossos olhos se encontraram, ele exibiu seu sorriso característico e brincalhão. Com o cabelo descolorido, piercings e um estilo um tanto despreocupado, parecia que ele estava me provocando.
— O hyung falou demais sobre coisas de adulto, né? Bebe mais um pouco de cerveja, Cheongmyeong.
Antes que eu pudesse responder, Choi Hyun-oh encheu meu copo até a borda e o forçou contra os meus lábios. Assim que o líquido cor de dourada tocou minha boca, engoli instintivamente.
Talvez porque eu estava demonstrando muita vergonha, Choi Hyun-oh mudou de assunto. Por um momento, não consegui me concentrar na conversa por causa das bochechas coradas, mas ao ouvir as palavras de Choi Hyun-oh, que eram engraçadas mesmo sem muito conteúdo, facilmente esqueci o assunto.
Depois de compartilhar uma grande garrafa de cerveja e terminar todos os lanches que havíamos comprado, Choi Hyun-oh pegou mais algumas latas de cerveja escondidas na geladeira. O exterior, visível através das persianas, já estava completamente escuro.
Enquanto ríamos e conversávamos, latas e garrafas vazias foram gradualmente enchendo a pequena mesa. Quando percebi, me vi sentado perto da cama do Choi Hyun-oh. Usando o colchão alto como encosto, tomei um gole da cerveja morna quando ouvi uma voz ao meu lado.
—Cheongmyeong.
Virando o olhar para onde veio a voz, vi Choi Hyun-oh sentado ao meu lado, recostado no colchão assim como eu.
—Você está com sono?
Não, eu não estava com sono… Mas quando foi que eu acabei sentado aqui…? No entanto, minha curiosidade durou pouco, e achei incômodo até mesmo falar. Decidi assentir em resposta, mas antes que pudesse, a voz de Choi Hyun-oh veio novamente.
—Já é tão tarde. Será que o último ônibus já não passou?
Antes que eu pudesse responder à pergunta anterior, ele lançou outra, me deixando balançando a cabeça com a última. Isso contaria como resposta? Enquanto eu pensava por um momento, Choi Hyun-oh riu baixinho.
—Onde você disse que fica seu apartamento? Você lembra?
—Hum…
Eu sabia que o apartamento do hyung era o 801, ou era o 701…? Dava para saber pelo formato do prédio… Se eu apenas caminhasse até lá… No meio dos meus pensamentos sem rumo, a risada de Choi Hyun-oh me interrompeu. Foquei meus olhos, tentando clarear a visão embaçada.
— Você é inteligente, então acha que consegue encontrar? Mas não lembra pelo menos o nome do condomínio?
Choi Hyun-oh, parecia ler meus pensamentos, era impressionante. Arregalei os olhos e olhei para ele, e ele tinha um sorriso nos olhos.
–Existem tantos complexos de apartamentos com o mesmo nome em Magok. Você precisa ser preciso para pegar um táxi.
—Ônibus…Não posso simplesmente pegar o último ônibus?
Choi Hyun-oh, que estava rindo, soltou um som pensativo e conferiu as horas novamente.
— Tem alguns ônibus a essa hora, mas… não tenho certeza se eles vão para a sua casa. Você disse que não lembra o endereço.
De repente, meu corpo foi erguido. Foi graças a Choi Hyun-oh, que me segurou pela cintura e me puxou para cima. Conforme eu obedecia sem resistir, ele me sentou na cama.
— Senta mais confortavelmente. Não fica encolhido aí parecendo um coitado.
— Uh… obrigado…
— Vou sair para fumar, então vai pensando no nome do seu condomínio. Acho que não vai dar para você ir de ônibus, então vou te chamar um táxi. Se não conseguir lembrar, pode dormir aqui em casa.
Enquanto ouvia as palavras de Choi Hyun-oh atordoado, assenti lentamente. Ele pegou o meu casaco acolchoado que havia sido jogado de lado descuidadamente e saiu pela porta depois de me mandar ficar onde estava.
Senti a sensação macia e acolhedora da cama confortável. Segurando o cobertor fofinho com uma das mãos, não consegui resistir ao aconchego e me deixei cair de lado na cama.
Os cheiros de amaciante e fumaça de cigarro misturados faziam cócegas no meu nariz. Enquanto piscava meio deitado, senti o sono que havia esquecido me invadindo.
Eu queria dormir só um pouco, mas senti que não deveria fazer isso em uma casa onde o dono não estava presente. Decidi esperar até Choi Hyun-oh terminar de fumar e voltar.
Achei ter ouvido alguém murmurando sozinho de algum lugar. A presença sutil que eu vinha sentindo começou a fortalecer.
— …Sim, sim, hyung. Ah, sim. Eu sou colega de classe dele mesmo. Ah… No departamento de francês, só tem nós dois, eu e o Cheongmyeong. O Cheongmyeong está dormindo agora… Sim… Não é um motel; a gente bebeu na minha casa… Ah, você vem buscar ele direto? O endereço… Sim, aqui…
Uma voz vaga, cujo dono eu não conseguia identificar, pairava nos meus ouvidos, mas eu não queria abrir os olhos. Minha mente atordoada fazia parecer que eu estava em um sonho.
Gradualmente senti uma dor latejante no pescoço devido ao ângulo estranho em que ele estava dobrado. Mesmo quando tentei me mexer, a sensação desconfortável não passava, e um gemido escapou dos meus lábios involuntariamente. Naquele momento, um toque suave roçou meu ombro rígido. À medida que a dor aumentava, os gemidos que escapavam da minha boca ficavam mais altos.
—Cheongmyeong. Acorde. Seu hyung está no telefone.
Choi Hyun-oh mudou de tática, dando tapinhas de leve no meu ombro. Lutei para abrir minhas pálpebras pesadas. Através da minha visão embaçada, consegui ver o rosto dele.
Enquanto eu piscava, minha vista borrada começou a clarear um pouco mais. Naquele instante, algo quente e sólido tocou minha orelha. Instintivamente, coloquei minha mão sobre a de Choi Hyun-oh, que segurava o celular, e atendi quase por reflexo.
— …Alô…
— ‘Cheongmyeong.’
Ah, é Saheon. Só ouvir a voz dele já me fazia sorrir, mesmo no meu estado atordoado. A mão de Choi Hyun-oh, que eu estava segurando, escapou. Segurei o telefone com mais força e me sentei na cama.
–’ Você bebeu muito, não foi?’
Saheon afirmou com firmeza. Decidi responder de forma madura, transmitindo que ele não precisava se preocupar.
— Um pouco… mas não estou bêbado, hyung… Não se preocupe. O último ônibus já passou, então vou dormir na casa de um amigo.
Ouvi um ruído abafado ao fundo, como o de um carro andando na estrada. Depois de respirar fundo pelo nariz, meu hyung começou a falar devagar.
— ‘Cheongmyeong, a casa do seu amigo fica em Balsan.’
— É…
— ‘…Você mora em Magok, Cheongmyeong. Se quiser, dá até para ir a pé.’
Ah, entendi. Posso ir a pé. Saheon, assim como Choi Hyun-oh, leu meus pensamentos.
— ‘É. Dá para ir a pé. Então se arrume rápido e desça para o primeiro andar. Chego aí em cinco minutos. Devolve o telefone para ele.’
Processando rapidamente as palavras de Saheon na mente, estendi o celular na direção de Choi Hyun-oh. Depois de pegar o aparelho, ele pareceu ter uma breve conversa com Saheon antes de desligar.
— Ah…
Choi Hyun-oh bagunçou seu cabelo descolorido e soltou um suspiro triste, então, com um gesto um tanto irritado, pegou meu casaco.
— Hora de ir para casa. Levanta, vamos embora… Tenho que te mandar pra casa.
Choi Hyun-oh murmurava coisas sem sentido enquanto habilmente me ajudava a colocar meu casaco. Mesmo sendo aquele modelo longo que ia até as panturrilhas, não consegui entender como ele conseguiu me vestir tão bem. Enquanto eu acompanhava seus movimentos meio avoado, Choi Hyun-oh me colocou de pé e me guiou em direção à porta da frente.
Depois de calçar meus sapatos às pressas, Choi Hyun-oh abriu a porta da frente. O ar frio do corredor invadiu. Quando dei um passo à frente, meu corpo balançou e agarrei o braço de Choi Hyun-oh. Ele olhou para mim e envolveu o seu braço na minha cintura para me apoiar.
Depois de descermos pelo elevador, segui Choi Hyun-oh, que guiava o caminho, e o vento gelado bateu contra as minhas bochechas. Tínhamos saído do prédio. Ao contrário de mim, que estava com uma vontade boba de rir, Choi Hyun-oh olhava ao redor como se estivesse procurando algo.
As luzes dos carros em alta velocidade se aproximavam e desapareciam em um padrão regular. Algumas vezes, os faróis borravam minha visão, tornando difícil enxergar.
No entanto, ao contrário da minha expectativa de que a luz passaria rápido, aquele brilho forte continuou incomodando meus olhos. Enquanto eu cerrava as pálpebras, Choi Hyun-oh me guiou para mais perto da rua. Uma buzina alta ecoou.
Um forte cheiro de perfume me atingiu. Era um cheiro familiar. Um braço firme, porém frio, me segurou firme. Cambaleei, e minhas pernas se enroscaram, fazendo minha cabeça repousar contra um peito sólido.
—Obrigada por trazê-lo até aqui. Está tarde, então vá descansar.
A voz composta de Saheon veio de cima de mim. Lutando para levantar a cabeça, vi sua mandíbula afiada. É o hyung. É Saheon. Não pude deixar de sorrir.
— Ah, sim… Cheongmyeong, vá em segurança. Até amanhã. Me manda mensagem.
Assenti para mostrar que entendia. Quando as saudações pareciam ter acabado, Saheon me puxou para o banco do passageiro do carro estacionado. Como o quepe do meu hyung estava ali no banco, sentei-me abraçando-o com força, enquanto o estofado macio de couro envolvia meu corpo.
Ouvi o som da porta se fechando do lado oposto. Senti um olhar sobre mim, mas não tinha energia para verificar. Meu hyung me endireitou — já que eu estava me apoiando na janela fria — e afivelou meu cinto de segurança.
Com um clique, o cinto firme prendeu meu corpo. O sorriso que começava a se formar não dava sinais de parar. Hyung suspirou profundamente, como se não acreditasse, enquanto girava a chave para ligar o carro.
Pisquei os olhos devagar e olhei de relance para as mãos dele no volante. Era o Saheon. Mas ele não tinha dito que ia para Ho Chi Minh? Por que estava em Seul?
— Eu te disse que ia ser um bate e volta. Seu hyung acabou de pousar na Coreia à meia-noite, e já são doze e meia, Cheongmyeong.
A voz gentil de Saheon, por algum motivo, parecia um pouco irritada. Ele leu meus pensamentos de novo. Meu hyung realmente era impressionante.
— Que bom que você veio rápido…Hehe… Como o hyung veio tão rápido, será que correu demais? Você não devia correr.
Expressei minhas preocupações, e a atmosfera tensa ao redor de Saheon relaxou. Ele soltou uma risada conformada e acelerou mais um pouco.
Assim como hyung havia dito, depois de fazer uma curva à direita e duas à esquerda, o condomínio que eu tinha visto de manhã apareceu.
Ele estacionou num piscar de olhos. Saheon, que desafivelou o próprio cinto primeiro, deu a volta pela frente do carro e abriu a porta do passageiro. Era um sinal para eu me levantar, mas, uma vez sentado em um lugar tão confortável, eu não queria me mexer.
— Temos que ir.
— …Hyung, você pode me carregar…?
Seria tão bom se o meu hyung me carregasse. Mas eu não era mais criança, então decidi guardar esse pensamento para mim. A mão de Saheon, que estava dando uma risadinha, alcançou o banco do passageiro. Enquanto o cinto de segurança recolhia, meu hyung segurou minha cintura e me puxou para fora.
— Ugh…
— Não consegue nem parar de pé e diz que é forte para bebida.
— …Eu sou…
Minha visão parecia oscilar e, antes que eu percebesse, estava sendo carregado nas costas sólidas de Saheon. Conforme ele passava as mãos por baixo dos meus joelhos para ficar em uma posição firme, me senti incrivelmente confortável, quase como um coala.
— Segura firme.
Envolvi meus braços com um pouco mais de força ao redor do pescoço do meu hyung. Minha mão amassou de leve o quepe dele. Aquele perfume gostoso combinado com a posição confortável fez o sono chegar de mansinho.
Os passos lentos criavam um balanço constante que acelerava ainda mais o meu sono. Saheon, que me carregava sem dizer uma palavra, murmurou como se não estivesse acreditando na situação.
— Olha só para mim, nessa idade, tendo que carregar o meu irmão mais novo.
— É…
— Mungmung, você não vai me agradecer?
— Obrigado… Eu gosto muito disso…
Um bipe soou quando as portas do elevador se abriram. Apertei os braços ao redor do pescoço de Saheon um pouco mais forte. Havia um cheiro marcante de perfume perto da nuca do meu hyung.
— …Eu gosto… Gosto de verdade…
— Só isso? Você devia ser mais agradecido.
— Eu gosto muito… Eu gosto… Gosto de você… Gosto muito de você, hyung…
Meus olhos começaram a se fechar devagar. O som rítmico dos passos ecoava pelo corredor. De repente, senti minha boca abafada contra a camisa do meu hyung. Esfreguei um pouco a bochecha para encontrar um ângulo confortável.
Achei ter ouvido o bipe da senha da porta da frente sendo digitada no corredor silencioso, mas Saheon continuou andando. Quando mal conseguia erguer as pálpebras pesadas para checar, tínhamos acabado de entrar no quarto na penumbra.
Todo o meu corpo afundou no colchão macio. Conforme encolhi os braços naturalmente contra o peito, o quepe do meu hyung acabou ficando todo amassado no meu abraço.
Os sapatos que estavam apertados nos meus pés foram tirados. Abri os olhos com cuidado. Mesmo no quarto escuro, o rosto de Saheon estava claramente visível por causa da luz do luar que entrava pela janela.
Enquanto eu observava o rosto do meu hyung em silêncio, as palavras de Choi Hyun-oh de repente me vieram à mente. Eu tinha bebido, e o clima… estava bom?
—O Clima?
Saheon riu e pegou o quepe que estava em meus braços. Quando fui privado de algo que eu segurava com força, me senti vazio. Eu podia ver o braço de Saheon ao meu lado enquanto eu me deitava. Para acalmar meu abraço vazio, estendi a mão para a manga da camisa do hyung e segurei firme seu pulso.
Entrando no clima, comecei a mexer um pouco e pensei em beijá-lo…. O que mais eu poderia fazer? Quando percebi, minha mão já estava massageando o pulso de Saheon.
— Mungmung, não complica as coisas para o Hyung, só vai dormir logo.
Ouvi a voz de Saheon misturada com uma risada abafada. Enquanto massageava o pulso dele, consegui responder de um jeito teimoso:
— Não quero…
Saheon, ainda sorrindo, começou a afastar meus dedos um por um. Nem foi com tanta força, mas meus dedos escorregaram facilmente. Minha mão relutante acabou pousando em cima da de Saheon.
Ao dobrar levemente meus dedos sobre os dele, senti a mão do meu hyung, com suas articulações bem marcadas. Um longo suspiro escapou de mim.
— Você é demais…
Saheon exibia um sorriso meio intrigado. Era um sorriso que se conectava naturalmente com as lembranças vívidas daquele dia, como se tivesse acontecido ontem mesmo. Meu coração disparou. De repente, meus olhos arderam e eu os fechei com força.
Os dedos de Hyung tocaram levemente minha testa, afastando meu cabelo. Mesmo com esse toque reconfortante, não havia sinal de melhora no meu humor. Uma brisa fresca tocou minha testa aquecida.
Após uma leve hesitação, algo quente e macio pousou na minha testa. Depois de alguns segundos de imobilidade, ouvi um som suave quando esse toque se afastou devagar, e abri meus olhos lentamente.
Meu hyung, que havia se curvado, agora estava ainda mais perto do que antes. Com aquele sorriso contido que quase escondia seus olhos, ele perguntou:
—… Isso é suficiente?
Parecia que o que tinha tocado minha testa agora mesmo eram os lábios do hyung. Enquanto eu olhava fixamente para os lábios dele, assenti lentamente com a cabeça.
— É, já está bom…
Naquele momento, senti um forte aperto nos meus dedos. Franzi a testa com a dor aguda que me atravessou, percebendo que era porque meus dedos estavam entrelaçados com os de Saheon.
Doía, mas eu não queria soltar. A pele macia na ponta dos meus dedos estava tão pressionada que eu conseguia sentir a pulsação do hyung. Saheon virou a palma da minha mão, como se quisesse aliviar a dor, e entrelaçou nossos dedos na direção oposta. Ergui os olhos para olhar para ele. Ele me encarava com uma expressão impossível de decifrar.
Encontrei o olhar do Hyung. Achei que aquele encarar silencioso fosse durar bastante tempo, mas Saheon soltou um suspiro profundo de irritação e endireitou a postura.
— Lee Cheongmyeong…
A voz do Hyung soou baixa, quase de forma ameaçadora. Fiquei surpreso por um instante com aquele tom desconhecido, mas logo em seguida minha visão escureceu. Foi porque Saheon colocou o quepe sobre o meu rosto.
A aba firme do quepe tapava metade do meu campo de visão. Outra respiração irritada escapou do hyung. Minhas mãos ansiosas fecharam ainda mais o aperto na mão de Saheon.
A mão dele que não estava presa à minha envolveu meu pescoço com suavidade. Com a visão bloqueada, meus sentidos ficaram desconfortavelmente aguçados. Aquela mesma sensação quente que antes havia tocado minha testa agora era sentida também nos meus lábios.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Natali Ferraz
Ler Sweet Sugar Candyman (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Desde a infância, Cheongmyeong, que tem um histórico de ser rejeitado após se confessar para o vizinho mais velho que mora ao lado, acaba indo morar com ele por causa da faculdade. Porém, desta vez, a atmosfera parece um pouco diferente…
— Bom trabalho. Agora abra as pernas.
Nome alternativo: Sweet Sugar Candyman El Dulce Hombre De Azcar