Ler Lamba-me se puder – Capítulo 235 – Extra 09 Online

Dia do Casamento (continuação)
—Ah…!
Não doeu nem um pouco, mas um grito escapou involuntariamente. Koy se assustou tanto que fechou os olhos com força. Porém, como se já soubesse que ele não estava sentindo dor, Ashley não parou e continuou a lamber e chupar sua coxa.
A meia fina foi ficando úmida de saliva. Sem saber como lidar com aquela sensação estranha, Koy estremeceu os quadris. Como se estivesse se divertindo com sua reação, Ashley passou a língua lentamente pela meia antes de subir mais. Então, ultrapassando a faixa grossa da meia, seus lábios tocaram a pele exposta.
No mesmo instante, Koy puxou o ar bruscamente. Parecia que estrelas explodiam diante de seus olhos. Não era a primeira vez que Ashley lambia e sugava suas coxas, mas hoje ele simplesmente não conseguia suportar aquilo. Fazia cócegas demais, era excitante demais — sentia o ventre fervendo sozinho.
—Uhn… ahn…
Enquanto soltava gemidos abafados, Ashley riu baixinho contra sua pele.
—O que você deveria dizer nessas horas?
A voz veio de baixo. Sempre que ele falava, o sopro frio atingia a pele molhada de saliva, fazendo o corpo inteiro de Koy tremer. Agarrando o lençol com força, Koy respondeu com dificuldade, com a voz abafada:
—M-minha barriga… tá… tá fazendo cócegas, Ash… arranha… dentro de mim…
Ele mal conseguiu terminar, mas Ashley ainda não pareceu satisfeito. Franziu levemente a testa e soltou um som manhoso antes de abaixar a cabeça outra vez.
—…!
O estímulo inesperado fez Koy jogar a cabeça para trás enquanto puxava o ar com força. Ashley tinha prendido a faixa da meia entre os dentes e a puxado para baixo. A meia deslizou lentamente perna abaixo, deixando o ar frio tocar diretamente sua pele. A parte que estava encharcada de saliva parecia especialmente gelada, a ponto de arrepiá-lo.
Só depois de abaixar a meia até abaixo do joelho Ashley voltou a subir. Ao vê-lo erguer o corpo, Koy se encheu de expectativa.
Lá embaixo, ele já estava completamente molhado. A cada respiração, conseguia sentir o fluído escorrendo para fora.
Ouviu-se um som de metal, o cinto sendo aberto. Ofegante, Koy prestou atenção ao ruído da fivela e do zíper sendo aberto por Ashley. Achou que ele entraria nele imediatamente. Mas estava enganado.
—Viu, Koy?
De repente, Ashley passou a mão por trás do joelho dele e ergueu sua perna. Koy ficou com os quadris suspensos e a cintura arqueada pela metade, olhando para ele com o rosto corado. Ashley virou a cabeça, beijou a coxa completamente exposta e disse:
—Com saia é muito mais prático.
Então, deliberadamente, Ashley enterrou o rosto entre suas pernas. Logo começou a lamber e sugar o orifício já molhado. Surpreso, Koy tentou impedi-lo, mas foi inútil. Conseguiu apenas agitar as mãos no ar, mas acabou se rendendo, soltando gemidos abafados.
Ashley empurrou a língua para dentro do orifício, que estremecia sem parar. As pregas se contraíram, envolvendo e sugando sua língua. Quando ele acariciou os músculos firmes lá dentro, sentiu o interior completamente cheio de líquido.
Ashley sentiu como se fosse enlouquecer com o aroma intenso de Koi. Não conseguia mais se conter. Afastando os lábios, colocou a perna de Koy sobre seu ombro. Em seguida, inclinou o corpo e empurrou o membro para dentro dele; imediatamente, o interior o envolveu apressadamente, apertando a carne pesada.
—Ah…
Um gemido profundo escapou de sua garganta. Sem hesitar, Ashley começou a mover a cintura com força. Sempre que entrava e saía, o líquido transbordava, formando espuma enquanto escorria para fora.
—A-ah… uhn… Ash… rápido demais…
Koy protestou desesperadamente lá embaixo, mas Ashley parecia incapaz de ouvir. Irritado com a saia balançando a cada movimento, ele a agarrou e a rasgou de uma vez. O tecido se partiu com um som áspero, revelando completamente a pele nua de Koy.
Sem hesitar, Ashley o puxou para os braços e cravou os dentes nele. Pescoço, ombros, queixo, lábios — ele mordia e sugava cada parte que alcançava. Sempre que atingia profundamente seu ventre, Ashley mal conseguia conter o orgasmo.
Mais… mais fundo. Preciso entrar mais fundo ainda.
Quando finalmente sentiu o útero, o corpo inteiro de Ashley se tensionou. Koy estava grávido agora. O útero estava fechado. Mesmo assim, Ashley sentia que precisava derramar mais uma vez tudo ali dentro. Já não restava racionalidade — ele estava completamente dominado pelo instinto.
O som de carne contra carne continuava ecoando. Cada vez que o membro de Ashley penetrava, as paredes macias se apertavam ao redor dele, sugando-o.
Ah… só mais um pouco… só mais um pouco…
A consciência de Ashley escureceu num instante. Por um momento, sentiu como se tudo diante de seus olhos tivesse sido mergulhado por uma escuridão, mas logo voltou a si. O calor acumulado em seu ventre escapava através do membro inchado. O orifício que o apertava até a raiz, envolvendo o sexo grosso, dilatado ao limite, estremecia como se fosse rasgar a qualquer momento.
Koy já tinha perdido a consciência.
—Seu pervertido… às vezes você é pervertido demais.
Ashley caiu na gargalhada. Koy, que havia despertado há pouco, finalmente percebeu o uniforme rasgado que ainda vestia e começou a socar o peito de Ashley com os punhos. Claro, não doía nem um pouco. Ashley apenas achava graça.
Observando Koy com o rosto completamente emburrado, ele perguntou entre risadinhas, ainda com a voz carregada de prazer:
—Só às vezes?
Sem saber se aquilo era uma pergunta séria ou apenas provocação, Koy hesitou por um instante. Divertido com sua reação, Ashley se inclinou sobre ele e insistiu:
—Hm? Koy, é só às vezes?
Percebendo que Ashley realmente queria uma resposta, Koy debateu internamente. Se eu disser ‘sempre’, ele pode ficar magoado. Hesitando, Koy respondeu com cautela:
—Acho que não é sempre…
—Então é às vezes?
Ashley perguntou antes de morder de leve a parte interna do braço dele, sem machucar. Koy se encolheu assustado e murmurou baixinho:
—Mas também é mais do que só às vezes…
Ashley voltou a rir.
Koy tinha ficado um pouco chateado por causa do sexo mais intenso do que o normal, mas ver Ashley sorrindo daquele jeito acabou derretendo seu coração. Fazia tanto tempo que Ashley não ria tão abertamente assim, que o peito de Koy logo se encheu de emoção. Até a vergonha parecia suportável.
Se Ashley estiver feliz assim… então tudo bem.
—Foi tão bom, Koy.
Ashley falou carinhosamente enquanto inclinava o rosto em direção ao dele. No instante em que ia beijá-lo, Koy falou:
—Se você gosta… então eu também gosto.
Ashley parou antes que os lábios se tocassem e o olhou confuso. Incapaz de esconder o rosto vermelho, Koy confessou honestamente:
—Se você quiser ver… eu visto qualquer coisa. Saia, meia… salto alto também…
À medida que sua voz ficava mais baixa, Ashley voltou a rir. Logo seus lábios se encontraram, e as palavras de Koy desapareceram abafadas dentro do beijo, até que ele esqueceu completamente o que estava tentando dizer.
—Eu já falei. Amo tudo em você, exatamente como você é.
Ashley lambeu suavemente o interior de sua boca antes de prender de leve o lábio inferior dele entre os dentes e soltá-lo.
—Claro… embora agora essa versão seja a minha favorita.
Falando em tom brincalhão, ele deslizou os lábios para a bochecha e a orelha de Koy. Sentindo a respiração roçar sua pele, Koy tentou suportar as cócegas e perguntou:
—Você… já tinha pensado em me fazer vestir isso algum dia…?
Porque o uniforme servia perfeitamente nele. Antes, era menor e mais estreito. Não parecia haver outra explicação além de Ashley ter ajustado o tamanho pensando justamente nesse dia.
Embora no final tenha rasgado.
Ashley mordeu levemente a borda da orelha dele e depois lambeu o interior devagar. O som úmido ecoou, e arrepios correram pelo corpo inteiro de Koy, fazendo-o se enrijecer completamente.
Observando-o apertar os olhos tentando suportar os arrepios, Ashley perguntou com carinho:
—O que importa é que você vestiu agora, não é?
Então era isso mesmo.
Mesmo sendo distraído, Koy conseguia entender essa parte. E também percebia que seu namorado — e futuro parceiro — era um pouco… Não, na verdade era muito, muito pervertido.
—Então, Koy.
Depois de beijá-lo novamente, Ashley ergueu o corpo. Sem saber o que ele pretendia fazer, Koy ficou nervoso, o coração batendo rápido, enquanto Ashley segurava seus joelhos e dizia:
—Levanta as pernas pra mim. Igual naquele dia.
—…Hã?
Sem entender de imediato, Koy perguntou de volta. Ashley estreitou os olhos e completou:
—No dia em que você foi líder de torcida.
—Ah.
Só então Koy se lembrou do passado — de quando tinha ficado completamente perdido sobre o gelo, girando desajeitadamente de um lado para o outro no rinque. Logo inclinou a cabeça, confuso.
—Eu… levantei a perna?
—Levantou.
Ashley respondeu sem hesitar. A voz dele, que até então estava cheia de diversão, mudou de forma estranha.
—E mostrou essas pernas maravilhosas para a escola inteira…
Segurando firmemente a coxa de Koy erguida no ar, Ashley esperou sua resposta. Mas o próprio Koy ficou preso na expressão “pernas maravilhosas” e não conseguiu responder de imediato.
Minhas pernas são normais…
Na verdade, ele até se preocupava por achar que lhe faltavam músculos. Gostaria muito de ter panturrilhas mais definidas, mas não era fácil. Porém, para Ashley, aquelas coxas firmes e as panturrilhas longas e elegantes eram exatamente seu ideal perfeito.
—Nunca mais mostre isso para ninguém lá fora.
Ashley rosnou a ameaça entre os dentes cerrados. Parecia realmente capaz de arrancar os olhos de qualquer um que olhasse para as pernas de Koy. Aterrorizado com a possibilidade de ele realmente fazer isso, Koy apressou-se em concordar.
—Eu vou usar só calça comprida. Eu sempre uso calças mesmo… é você quem me faz vestir saia ou short.
Aproveitando para defender sutilmente sua inocência, Koy percebeu Ashley assentir, aparentemente satisfeito com a resposta.
Ufa…
Aliviado, ele acabou arregalando os olhos com a frase seguinte:
—Agora levante a perna, Koy.
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Continua….
Tradução: Ana Luiza
Revisão: Thaís
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Em breve será disponibilizado uma sinopse!
Nome alternativo: Kiss Me If You Can