Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 15 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 15

​Ele não conseguia entender que tipo de pessoa Chase era ou o que ele estava pensando. Embora aqueles olhos azuis, como a água límpida de um oceano tropical, estivessem bem na sua frente, ele não conseguia mensurar o que havia dentro daqueles olhos transparentes ou quão profundos eles eram.
​— Eu? Por quê?
​Ele queria perguntar: “O que você está pensando? Por que está sendo tão legal comigo?”. Mas as palavras não saíam. Ele tinha medo de receber uma resposta trivial como: “Nós frequentamos a mesma escola” ou “Fazemos as mesmas aulas”.
​Jeong-in retirou rapidamente a mão do cabelo de Chase e voltou o olhar para o oceano.
​— Apenas me devolva o meu caderno.
​— Eu já te disse, vou devolvê-lo quando eu achar que você não me odeia.
​— Eu…
​”Eu não te odeio, mas eu te odeio.” Jeong-in não conseguia se obrigar a dizer isso.
​Tentando mudar de assunto, Jeong-in percebeu de repente que Darius Thompson não estava entre os rostos conhecidos.
​— Onde está o Darius? Não o vejo.
​— …Darius?
​As sobrancelhas de Chase tremeram levemente.
​— Vocês dois ficaram tão próximos assim? Chamando-o pelo primeiro nome?
​— Bem, só… mas por que o Darius não está aqui?
​— O Thompson não veio porque disse que tinha que estudar. Alguém aparentemente deu uma tonelada de lição de casa para ele.
​Um sorriso satisfeito surgiu no rosto de Jeong-in. Ele havia passado centenas de problemas práticos para Darius, que carecia de habilidades básicas de cálculo. Era emocionante pensar que ele estava fazendo a lição que ele lhe dera em vez de comparecer à festa.
​— O sol está se pondo.
​Diante das palavras de Chase, Jeong-in olhou para frente. O sol tocava a linha do horizonte e um brilho avermelhado espalhava-se lentamente pelo mar.
​Jeong-in checou instintivamente o relógio de pulso. Vendo que já passava das 7 horas, ele se levantou apressadamente. Hoje era o dia em que ele planejara fazer frango no estilo coreano com Suzy e assistir a um drama coreano na Netflix enquanto comiam.
​— Eu preciso ir agora.
​Enquanto ele se abaixava para pegar sua mochila, Chase segurou gentilmente seu pulso. Então, olhou para cima com uma expressão um tanto piedosa. Olhos como os de um cachorro implorando para ir passear.
​— Fique mais um pouco. Por favor?
​Como ele poderia dizer não àqueles olhos azuis implorando silenciosamente? Jeong-in acabou sentando-se novamente na areia.
​Quando o sol desapareceu completamente abaixo da superfície da água, a pizza chegou. Era uma montanha de comida.
​Um homem com o uniforme da pizzaria teve que fazer duas viagens, carregando caixas de pizza empilhadas tão alto que seu rosto mal era visível. Parecia que planejavam alimentar todos na praia.
​As pessoas correram com vozes animadas, e alguém gritou na direção de Chase:
— Obrigado pela comida, Press!
​Chase ergueu casualmente uma das mãos em um cumprimento leve.
​— Espere aqui um momento.
​Levantando-se, ele olhou para Jeong-in ao seu lado e repetiu:
— Não vá a lugar nenhum. Entendeu?
​Sem entender o porquê, Jeong-in apenas assentiu diante da insistência dele. Chase olhou para ele por mais um momento antes de desaparecer na multidão. Jeong-in ficou ali sentado, esperando que ele voltasse.
​Um tempo depois, Chase reapareceu. Ele segurava pratos de papel com fatias grandes de pizza em cada mão, e um copo de plástico vermelho na boca.
​Jeong-in tirou rapidamente o copo da boca dele.
​— Aqui, vamos comer.
​Eles sentaram-se um pouco afastados da área lotada e comeram a pizza. Era uma pizza simples, apenas com molho vermelho e queijo, mas comer ao ar livre com a brisa do mar não era nada mal.
​— Beba.
​Chase ofereceu-lhe o copo. Suspeitando que pudesse ser álcool, Jeong-in espiou hesitantemente para dentro, demonstrando relutância. Chase riu e disse: — É apenas cola.
​Só então Jeong-in aceitou o copo e deu um gole. A cola fresca e doce desceu por sua garganta, espalhando refrescância. Quando ele pousou o copo, Chase naturalmente o pegou e bebeu dele.
​— Ei? Eu estava bebendo disso…
​— E daí? Está com medo de pegar um parasita comedor de cérebro de mim?
​— …
​Ele parecia ter lido o “livro da vergonha” minuciosamente.
​Sua atitude de ocasionalmente criticá-lo assim, enquanto fingia que tudo estava normal, antes fora completamente desconcertante, mas, de alguma forma, agora parecia um tanto confortável. Havia também um sentimento de resignação — o que ele poderia fazer a respeito agora?
À medida que a escuridão caía, as fogueiras tornavam-se mais atmosféricas. A música ficava mais alta e algumas pessoas começaram a dançar.
​Jeong-in as observava, deixando o cabelo esvoaçar com a brisa do mar. O vigor e a liberdade únicos dos adolescentes. Uma energia que ele nunca havia experimentado antes o cativava.
​— Acho que aquelas pessoas estão bebendo algo que não é cola — disse Chase, apontando para um lado.
​Alguém trouxera uma prancha de surfe e fazia manobras na areia como se estivesse surfando, agitando o ambiente. Do outro lado, um rapaz com um canudo longo, parecido com um tubo, na boca, bebia de um balde enquanto plantava bananeira com a ajuda de outros.
​Jeong-in colocou os óculos novamente para ver a cena direito. Então, soltou uma risada com um tempo de atraso.
​— Deixe-me ver seus óculos.
​Chase estendeu a mão, e Jeong-in, reflexivamente, tirou os óculos e os entregou. Chase encarou as lentes grossas com atenção e depois as posicionou cautelosamente sobre a ponte alta de seu nariz. Em seguida, soltou um gemido — “Ugh!” — e os tirou rapidamente.
​— Quão ruim é a sua visão?
​Como se estivesse familiarizado com essa reação por já tê-la vivenciado muitas vezes, Jeong-in riu, pegou os óculos de volta e os guardou no bolso da camisa.
​— Vou fazer cirurgia assim que entrar na faculdade.
​— Cirurgia? Você quer dizer cirurgia ocular a laser?
​— Sim. Tentei fazer quando fui à Coreia da última vez, mas não quiseram fazer porque eu era muito jovem.
​Jeong-in fora à Coreia uma vez com sua mãe, três anos atrás. As passagens aéreas não eram baratas e sua mãe precisara tirar uma folga do trabalho, então foi uma jornada de quinze dias que exigira uma decisão importante.
​Parecia que eles haviam encontrado todos os parentes possíveis. Ele ouvira expectativas sutis como: “Se nosso filho for estudar no exterior, ele poderia ficar na casa do Jeong-in”, mais de dez vezes.
​Ele sabia há muito tempo que os hospitais coreanos tinham instalações e tecnologia muito melhores. Enquanto estava lá, tentou fazer a cirurgia a laser, mas o médico recusou, dizendo que ele ainda era muito jovem.
​Ouvindo a história de Jeong-in, Chase soltou uma exclamação baixa: — Ah.
​— Então você viveu na Coreia antes. Com razão. Você parece ter um leve sotaque.
​Quando Jeong-in pareceu desconcertado, Chase acrescentou rapidamente, como se temesse que ele pudesse dizer “isso é racista” ou algo do tipo:
​— Eu achei fofo.
​— …
​Chase era um homem branco de classe alta que provavelmente nunca sofrera discriminação. Não havia como ele entender a vida que Jeong-in levara. Ele provavelmente nem percebia que o que dissera poderia ser considerado discriminatório.
​— Eu te deixei chateado? Me desculpe. Não foi minha intenção.
​— …
​— Você está bravo? Me desculpe, Jay.
​Jeong-in conseguia sentir Chase ficando inquieto, observando cuidadosamente sua reação diante de sua expressão endurecida. Somente após manter o silêncio até que seu humor melhorasse é que ele finalmente disse: — Está tudo bem.
​Parecendo aliviado, Chase continuou:
​— Eu sempre quis visitar Seul pelo menos uma vez, mas ainda não tive a chance.
​— Seul? Eu morava em Seul.
​— Sério?
​Era surpreendente que ele conhecesse a capital. Geralmente, quando ele mencionava a Coreia, metade das pessoas não conhecia o país, e a outra metade perguntava: “Norte ou Sul?”. Jeong-in percebeu mais uma vez que estivera prejulgado Chase como um “atleta sem cérebro”.
​— Você não sente falta de Seul?
​— Um pouco… vou voltar algum dia.
​Jeong-in ficou em silêncio por um momento e olhou para o oceano.
​O sol já havia desaparecido além do horizonte, e a escuridão cobria suavemente o mar, envolvendo o mundo em um véu azul profundo. O som das ondas quebrando suavemente acariciava seus ouvidos, e a fogueira coloria os arredores com uma luz quente acompanhada de estalidos.
​— Ahh… isso é bom.
​As palavras saíram naturalmente, de forma inconsciente. Jeong-in fechou os olhos e apoiou suavemente o queixo nos braços que abraçavam os joelhos.
​A brisa do mar roçava suavemente sua pele, trazendo o salitre do oceano misturado com o perfume doce de uma noite de primavera.
​Junto com o som das ondas rolando à distância, a voz baixa de Chase infiltrou-se em seus ouvidos:
​— Conte-me sobre você.
Naquele momento, parecia que apenas os dois existiam no mundo. Até o som das ondas e a agitação ao redor pareciam uma trilha sonora suave para eles.
​— Eu… imigrei para cá sete anos atrás.
​— Conte-me algo que nem todo mundo saiba.
​O tom de Chase era leve, mas seus olhos carregavam seriedade. Era como se pedisse para compartilhar um segredo que apenas ele saberia.
​Jeong-in fitou o oceano em silêncio antes de abrir a boca lentamente.
— …Sabe aquele homem, Steven Fletcher, que foi ao evento de caridade comigo? Ele não é meu pai de verdade.
​— Eu percebi.
​Chase respondeu com um sorriso brincalhão. Ninguém confundiria os dois como pai e filho biológicos, dadas as raças diferentes.
​— Ele foi casado com a minha mãe… mas eles se divorciaram há muito tempo. O Steven descobriu que eu estudava na mesma escola que você quando estava procurando um contato para conseguir investimentos do seu pai.
​— Entendo.
​— …Você vai contar para o seu pai?
​— Não sei. Se eu fosse tão fofoqueiro assim, cópias do seu livro já não estariam circulando por todo o corpo estudantil a esta altura?
​Diante dessas palavras, o rosto de Jeong-in ficou instantaneamente vermelho. Ele quis esclarecer que a maior parte fora escrita por Justin, mas parecia estar dando desculpas, então não o fez. Afinal, ele havia rido junto, o que o tornava igualmente cúmplice.
​— A propósito, como você acabou dando tutoria para o Thompson?
​— Por pontos de serviço comunitário e uma carta de recomendação. O diretor prometeu me escrever uma carta de recomendação se eu melhorar as notas do Darius Thompson.
​— Carta de recomendação? Você tem alguma universidade em mente?
​— Harvard.
​Jeong-in disse calmamente, olhando para o oceano.
​— É o meu sonho desde pequeno. Quero estudar biologia em Harvard e depois trabalhar como pesquisador em uma empresa farmacêutica. Meu objetivo é desenvolver remédios para doenças incuráveis.
​— Uau…
​Com a exclamação de admiração, Jeong-in virou a cabeça em direção a Chase. A luz vermelha dançante da fogueira oscilava em seu rosto.
​— Você tem uma imagem clara do seu futuro. Isso é realmente…
​Um toque de amargura pareceu infiltrar-se na expressão de Chase enquanto ele falava.
​— Hmm?
​— Nada, apenas… é impressionante e eu invejo isso.
​Jeong-in inclinou a cabeça, confuso. Não era Chase quem tinha um futuro garantido? Uma vida com um projeto traçado antes mesmo do nascimento, o herdeiro do grande império Prescott.
​Jeong-in sentiu-se sem jeito, como se estivesse se gabando de dinheiro na frente de um magnata.
​— Você deveria me contar sobre você também, Prescott. É injusto.
​— Eu?
​— Você também está visando Harvard, certo? Ouvi dizer que está considerando administração de empresas…
​— …Eu não sei.
​Chase baixou o olhar ao responder às palavras de Jeong-in. Foi uma resposta inesperada.
​— O Darius parece já ter o caminho dele definido para a USC.
​— Estamos falando do Thompson de novo?
​Chase franziu a testa levemente. A essa altura, ele não pôde evitar perguntar:
​— Existe… algo de errado entre vocês dois?
​Diante de sua pergunta cautelosa, Chase de repente caiu na gargalhada.
​— De jeito nenhum. O Thompson é um cara legal. Ele realmente precisa daquela bolsa. Ele leva o futebol a sério.
​Após ponderar sobre as palavras de Chase por um momento, Jeong-in perguntou com curiosidade:
— E você? Não vai continuar?
​Muitos atletas continuavam no futebol americano na universidade. Especialmente jogadores talentosos como ele.
​— Esportes são apenas para o ensino médio.
​Jeong-in encarou Chase, como se pedisse um motivo.
​— Comecei a jogar porque tanto meu avô quanto meu pai jogaram. Ser o quarterback do time principal da escola, quero dizer. Mas não entenda mal. É divertido e prazeroso. Mas não é o meu sonho.
​— Qual é o seu sonho, então?
​Incapaz de responder à pergunta de Jeong-in, Chase mergulhou em pensamentos por um momento. Emoções complexas entrelaçavam-se em seu rosto enquanto ele olhava para o mar.
​— Você sabe do que eu me fantasiei no Halloween do ano passado?
​Havia alguém em Wincrest que não se lembrasse?
​Ele usara um pijama cirúrgico azul sob um jaleco branco com um estetoscópio no pescoço — uma roupa de médico. E ao lado dele estava Vivian Sinclair, vestida de enfermeira.
​Aquela cena também estava registrada no “livro da vergonha” de Jeong-in e Justin como um “caso que retrocedeu os direitos das mulheres em 5 milhões de anos”.
— Ah, você provavelmente se lembra. No seu livro…
​— E-eu sei que você se fantasiou de médico.
​A cabeça de Jeong-in baixou-se naturalmente. Chase riu brevemente antes de continuar.
​— Na verdade, eu também me fantasiei de médico no meu segundo ano.
​Dois anos atrás, no Halloween, ele estava caminhando por uma área residencial com sua fantasia de médico. Alguém o agarrou com urgência então e, para onde foi levado, havia um homem de meia-idade que havia desmaiado no meio da rua.
​Chase começou a realizar compressões torácicas instintivamente, sem sequer conseguir mencionar que não era um médico de verdade.
​— Para ser sincero, eu nem sabia o que estava fazendo naquela hora. Acho que meu corpo simplesmente se moveu sozinho. Nós aprendemos isso na escola também.
​Depois de um tempo, a vida retornou aos olhos atordoados do homem caído. Chase disse que sentiu o coração, antes parado, batendo novamente contra a palma de sua mão. Ele fora tomado por uma emoção que nunca havia experimentado antes.
​A esposa do homem não parava de dizer “Obrigada, doutor!” enquanto segurava as mãos dele. Mesmo depois que ele explicou tardiamente que não era médico, ela disse que não importava — ele ainda era o salvador que havia resgatado a vida de seu marido.
​— De todas as coisas que experimentei na minha vida, nada foi tão impactante quanto aquilo. E no ano seguinte, no ano passado, me fantasiei de médico de novo.
​Chase fitou calmamente os olhos de Jeong-in. Suas pupilas eram tão escuras que a distinção entre pupila e íris era quase invisível. Eram como buracos negros que absorviam até a luz e o som. Pareciam o cofre mais seguro do universo, onde qualquer segredo compartilhado jamais vazaria.
​— Esta é a primeira vez que digo isso em voz alta. Você é o único que sabe.
​Jeong-in engoliu em seco, nervoso. A atmosfera sugeria que uma confissão pesada estava por vir.
​— Eu acho que eu… quero me tornar médico.
​Jeong-in piscou surpreso. Era algo totalmente inesperado. Ele presumira que Chase tinha uma estrada bem pavimentada, larga como uma rodovia de 16 faixas, estendida diante dele, e que ele naturalmente correria por ela em um carro esportivo luxuoso.
​— É um motivo bobo, não é?
​— Está brincando? Você salvou a vida de alguém. Não existe motivo mais nobre do que esse.
​A expressão de Chase, que se perdera momentaneamente enquanto encarava Jeong-in, subitamente tornou-se melancólica.
​— É apenas um pensamento. Eles não permitiriam de qualquer maneira.
​Então, até mesmo alguém como ele tem preocupações.
​Pela primeira vez, Jeong-in sentiu um senso de afinidade com Chase Prescott. Ele não podia oferecer uma resposta plausível ou conselhos sem conhecer a situação dele. No entanto, queria fazer Chase sorrir, cuja expressão estava sombria, ao contrário de seu habitual comportamento relaxado.
​— Ei, Prescott. Qual é o chá que é difícil de engolir?
​Diante da pergunta repentina de Jeong-in, Chase olhou para ele com olhos céticos.
​— Hmm? Não sei…
​Jeong-in fez uma breve pausa antes de dizer:
— O “chá” de realidade.
​— Ha.
​Chase caiu na gargalhada, como se estivesse perplexo.
— Você é realmente aleatório.
​Chase olhou para Jeong-in com uma expressão de quem observa um gatinho brincalhão.
— Você tem mais alguma?
​— O que acontece quando o oxigênio e o magnésio se apaixonam?
​— O que acontece?
​— OMG.
​— OMG… Ah, porque oxigênio é O e magnésio é Mg? Haha.
​Desta vez, foi apenas uma risada de descrença em vez de diversão genuína, mas Jeong-in ostentava um sorriso orgulhoso no rosto.
​De qualquer forma, ele riu. Isso era o suficiente.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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