Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 03 Online

❀ 7 Minutes Of Heaven 3
Clube do Ódio ao Chase
Cabelo loiro brilhante? Falso! Essa cor não pode ser natural. Com certeza é tingido em algum salão caro. E mesmo que fosse natural, ainda seria um problema. Cabelo loiro e olhos azuis? Que sem graça. Dá até sono.
Promíscuo. Estava flertando com Harper Shaw na semana passada e, poucos dias atrás, criando um clima estranho com Chloe Fairchild. E a namorada oficial dele, Vivian Sinclair? Precisa urgentemente de uma visita a uma clínica de DST! Ele provavelmente tem alguma doença com parasitas crescendo e devorando o cérebro.
Deve ter prosopagnosia. Talvez por causa desses parasitas?
Em forma até demais. Precisa de teste antidoping urgentemente. Dizem que esteroides fazem os dois testículos encolherem. Será verdade?
Rei do Baile da Primavera e quarterback? Aff. Que clichê. Ele provavelmente comprou a posição de quarterback com dinheiro.
Anda por aí num conversível pretensioso. Um Porsche, ainda por cima! Deve ter um consumo de combustível horrível. Pode facilmente ser chamado de um grande poluidor ambiental. #PeçaDesculpasAosUrsosPolares
A “salsicha” do Chase Prescott deve ser pequena como um órgão vestigial. Deve estar perfeitamente equilibrada com seus testículos encolhidos por causa dos esteroides.
O som de um motor potente rugiu à distância enquanto Jeong-in olhava pela janela. Ele pôde ver o teto conversível prateado de um Porsche se dobrando automaticamente e desaparecendo na parte traseira do carro.
Chase Prescott estava no banco do motorista, e uma garota de cabelos ruivos alaranjados estava no banco do passageiro. O carro esportivo conversível prateado brilhava sob a luz da tarde enquanto saía do estacionamento com um rugido.
— Eu realmente odeio ele…
murmurou Jeong-in. Justin também olhou pela janela. Observando o Porsche se afastar e o cabelo ruivo da passageira esvoaçando ao vento, comentou com sarcasmo:
— Cabelo vermelho? Hoje é a Vivian Sinclair.
Jeong-in desviou o olhar. Mas, como se tivesse deixado algo para trás, seus olhos foram puxados de volta para a janela. Não havia mais nada ali, nem mesmo o rastro de poeira.
— Bom trabalho, pessoal. Resolvam esses cinco problemas em casa, tirem fotos e enviem no WhatsApp.
Ao ouvir as palavras de Rajesh, os membros do clube arrumaram suas coisas e se dispersaram. Jeong-in colocou a mochila no ombro e caminhou até onde sua bicicleta estava estacionada.
O ônibus escolar só estava disponível para alunos que moravam a mais de 5 quilômetros da escola, então Jeong-in ia e voltava de bicicleta todos os dias. Ele não se importava em pedalar. Na verdade, gostava da sensação de liberdade ao girar os pedais e sentir o vento.
Bellacove, fiel ao significado de seu nome, “baía bonita”, era uma pequena cidade costeira da Califórnia. Com um clima ameno durante todo o ano, as temperaturas raramente caíam abaixo de 10 graus Celsius, mesmo em dezembro, e quase nunca chovia. Palmeiras esguias alinhavam as ruas, e, ao subir as colinas, era possível ver o azul do Oceano Pacífico.
A Bellevue Boulevard servia como uma divisão: o lado da praia era repleto de casas luxuosas e residências de veraneio, enquanto Jeong-in vivia no lado oposto, em um bairro chamado Baywood.
No fim da Willow Street, em uma colina onde pequenas casas se agrupavam, ficava a modesta casa de dois andares onde Jeong-in morava com sua mãe.
A casa de madeira, com tons quentes de tijolo envelhecido, terracota, bege e verde-sálvia, podia parecer comum à primeira vista, mas por dentro era um pequeno mundo cheio das memórias de Jeong-in e sua mãe.
Ele estacionou a bicicleta de qualquer jeito em frente ao pequeno galpão ao lado da casa e entrou. O velho assoalho de madeira rangeu, como se o recebesse. A casa estava silenciosa, já que sua mãe ainda estava trabalhando.
Após um banho revigorante, Jeong-in se jogou na cama com o cabelo molhado envolto em uma toalha. Deitado sobre o colchão que afundava levemente, encarando o teto, ele pegou o celular.
Embora nunca postasse fotos, Jeong-in tinha uma conta no Instagram: @lim_fx_J, um ID que expressava seu nome como limite e função.
Havia apenas um motivo para ele acessar aquela conta inativa. Assim que a ponta de seu dedo tocou a barra de pesquisa, o ID que ele havia procurado da última vez apareceu.
[@chase.a.prescott]
A conta de Chase Prescott não tinha selfies, apenas fotos tiradas por outras pessoas. Apesar de não haver imagens chamativas ou exibicionistas, seu perfil revelava muito sobre ele. Se este mundo fosse um palco de teatro, ele definitivamente seria o protagonista.
Como não havia novas fotos publicadas no último dia, Jeong-in clicou em sua postagem favorita. Era uma foto dele no estádio, logo após remover o capacete, exibindo os dentes brancos em um sorriso revigorante.
Seus olhos azuis, que pareciam conter a cor da água, davam a impressão de estar olhando para ele. Mas Jeong-in sabia. A chance de Chase Prescott sorrir assim para ele nunca aconteceria em toda a sua vida.
Jeong-in se virou e enterrou o rosto profundamente no travesseiro.
— …Eu realmente odeio ele.
Exatamente às seis horas. Assim que o alarme tocou, Jeong-in esfregou os olhos e saiu da cama. Do lado de fora da janela, onde a luz azulada do amanhecer ainda pairava, um brilho avermelhado começava a surgir lentamente.
Depois de terminar de se arrumar para a escola, ele colocou a mochila sobre o ombro e desceu as escadas. Na cozinha, viu as costas de sua mãe, Suzy, ocupada preparando alguma coisa. Seu cabelo longo estava preso de forma descuidada com um prendedor grande, mas alguns fios soltos haviam escapado e pareciam úmidos.
— Mãe, você não secou o cabelo de novo? Eu sempre digo, é assim que você perde cabelo.
Suzy se virou e sorriu para Jeong-in antes de voltar-se novamente para a bancada. Observando a mãe transferir os ingredientes recém-cortados para uma tigela, Jeong-in inclinou a cabeça, curioso.
Normalmente, os dois raramente tomavam um café da manhã decente. Quase todos os dias, Jeong-in tomava um copo de leite de soja ou se virava com um Pop-Tart, e Suzy comia iogurte com granola ou tomava um latte comprado em uma cafeteria a caminho do trabalho.
— Mãe, o que você está fazendo?
— O Justin não vem para a escola hoje, certo? Estou fazendo um sanduíche para você levar.
— Ah.
Como sua mãe disse, hoje era um dia em que Justin não estaria na escola. Como Jeong-in não tinha coragem de comer sozinho no refeitório, ele havia planejado apenas pegar uma barra de energia na máquina de venda automática.
— Desculpa.
— Não precisa pedir desculpa.
Suzy também sabia. Sem Justin, Jeong-in não tinha ninguém com quem comer.
Enquanto Jeong-in se desculpava por dar trabalho à mãe ao fazê-la preparar comida, era Suzy quem queria se desculpar. Se não fosse por ela, Jeong-in não precisaria suportar tanta solidão nesta terra estrangeira.
Suzy amassou ovos cozidos e os misturou com pimenta, sal e maionese, depois acrescentou pepino e maçã. Sanduíches de salada de ovo eram uma das comidas favoritas de Jeong-in, então, sempre que precisava preparar um almoço para ele, fazia isso.
Enquanto espalhava generosamente a mistura sobre o pão, Suzy perguntou:
— O que você disse que era hoje mesmo?
— Festival Qingming.
— Isso. Ouvi dizer que muitas pessoas na China continental não comemoram mais hoje em dia, mas a família Wong é impressionante.
O Festival Qingming é um feriado tradicional chinês, semelhante a uma cerimônia em memória para homenagear os ancestrais.
— Mesmo depois de fechar o restaurante ontem, eles ainda estavam preparando comida ritual. Disseram que vão levar tudo hoje. Graças a isso, tive um jantar delicioso.
Suzy administrava um pequeno salão de unhas chamado “Suzy Nails” no centro comercial local, o “Cove Mall”. No segundo andar do mesmo shopping ficava o restaurante chinês administrado pelos pais de Justin Wong.
Os poucos asiáticos deste bairro eram um conforto uns para os outros. A comunidade de imigrantes chineses, em particular, tinha um laço especial, e os Wong sempre diziam firmemente ao filho Justin para não trazer para casa nenhuma garota que não fosse de descendência chinesa.
Sempre que diziam isso, Justin sorria amargamente e respondia que não precisavam se preocupar, porque ele não traria nenhuma garota para casa, fosse chinesa ou não.
Enquanto conversavam, Suzy terminou o sanduíche, cortando as bordas que Jeong-in não gostava. Em seguida, colocou o sanduíche bem organizado sobre papel manteiga e o embrulhou cuidadosamente.
— A Rachel comentou que o Spring Fling é na próxima semana.
Rachel Wong era o nome da mãe de Justin.
Ao ouvir isso, Jeong-in assentiu com uma expressão exausta, como se apenas ouvir sobre aquilo já drenasse sua energia.
As escolas americanas tinham festas demais. Spring Fling, Prom, Homecoming Dance, além de eventos de Halloween e festas de Natal.
— As pessoas daqui devem estar possuídas por fantasmas que morreram sem conseguir dançar.
Suzy caiu na risada com o comentário de Jeong-in, que soou como se viesse de alguém muito mais velho.
— E um smoking? Você não vai alugar um?
— Ugh, de jeito nenhum. Festas são chatas. É onde crianças imaturas vão pra se exibir. Só tem idiotas.
— Que tal dar uma chance a esses idiotas, pelo menos uma vez?
Jeong-in pegou o sanduíche que Suzy lhe ofereceu e balançou a cabeça com firmeza.
— Quer comer um no café da manhã?
— Tô bem. Vou indo, mãe.
— Certo. Te amo, filho!
— Eu também!
Com a mochila no ombro, Jeong-in pegou um Pop-Tart do armário e saiu de casa. Embora fosse apenas uma besteira açucarada que as crianças gostavam, com quase nenhum valor nutricional, era o suficiente para fornecer calorias de forma prática.
Jeong-in pedalava tranquilamente pela Willow Street com o Pop-Tart em uma mão. Assim que virou na Palm Grove Drive e deu uma mordida, um carro passou voando ao seu lado.
— Ahhh!
Assustado, Jeong-in freou a bicicleta de repente, fazendo com que seu café da manhã, mal mordido, caísse no chão e se despedaçasse miseravelmente.
Ao levantar o olhar, irritado, viu um carro esportivo prateado ficando cada vez menor à distância. Era o carro de Chase Prescott.
Diferente das aulas normais, que duravam de 40 a 50 minutos, as aulas de matérias AP tinham cerca do dobro de duração. Depois de assistir a duas aulas de 90 minutos, Jeong-in estava completamente exausto.
Indo na direção oposta ao fluxo de estudantes que seguiam em grupo para o refeitório, Jeong-in saiu do prédio.
A escola tinha dois campos — um usado para atletismo, e o outro era o Family Stadium, onde aconteciam os jogos de futebol americano.
Debaixo das arquibancadas do Family Stadium havia um espaço escondido. As arquibancadas acima bloqueavam a luz do sol, tornando o local sombreado e isolado — perfeito para almoçar sozinho.
Jeong-in foi até lá, procurando um bom lugar. Grandes pilares de cimento estavam espalhados, e copos plásticos descartados e embalagens de lanches estavam abandonados aqui e ali.
Ele se sentou no chão, apoiando as costas em um dos pilares, e tirou o almoço que sua mãe havia preparado. O sanduíche estava delicioso como sempre. O pão estava levemente úmido, mas ele até preferia aquela textura macia.
No entanto, seu tranquilo e silencioso horário de almoço foi interrompido por visitantes inesperados e nada bem-vindos.
Ao ouvir passos se aproximando, Jeong-in instintivamente prendeu a respiração e virou a cabeça para olhar atrás do pilar. Na sombra escura sob as arquibancadas, entrou uma estudante vestindo uniforme de líder de torcida, segurando o braço de Chase Prescott.
Da posição de Jeong-in, ele só conseguia ver a garota de costas. A pele exposta abaixo da saia curta tinha um brilho saudável, e o cabelo castanho sedoso, preso parcialmente, parecia volumoso e bem cuidado.
Será que eles estavam planejando fazer algo ali? Chase Prescott não estava oficialmente namorando Vivian Sinclair?
Enquanto pensava nisso, uma voz trêmula ecoou.
— Chase, eu gosto de você.
Jeong-in observou em silêncio a expressão de Chase ao receber a confissão da líder de torcida. Seu rosto demonstrava uma mistura de pena, gratidão e arrependimento.
Chase Prescott recebia confissões com a mesma frequência que fazia refeições. Enquanto algumas pessoas expressavam seus sentimentos cuidadosamente em lugares discretos como aquele, outras se declaravam abertamente em público, com todos assistindo.
Por causa disso, Jeong-in já havia visto muitas vezes aquela expressão dele — a que fazia ao rejeitar alguém. Gentil, mas firme, sem deixar espaço para qualquer esperança.
Ela vai ser rejeitada.
O peito de Jeong-in se apertou como se fosse ele quem estivesse se declarando, e ele soltou um suspiro doloroso.
Como esperado, após uma breve pausa, Chase falou em voz baixa:
— Michaela, você é muito bonita e inteligente. Mas eu…
Michaela assentiu, interrompendo as palavras de Chase.
— Eu sei! Você tem a Vivian. Eu sei disso. Mas… eu não conseguia ficar sem te contar.
— Me desculpa.
— Não. A culpa é minha por te deixar desconfortável mesmo já sabendo da sua situação. Me desculpa. E… obrigada, Chase.
Os lábios de Jeong-in se torceram, refletindo seus sentimentos distorcidos.
Que habilidade impressionante. Sem dizer muito, Chase Prescott fazia a outra pessoa carregar todo o peso emocional, ainda recebendo desculpas e agradecimentos em troca.
— Eu sei que posso enfrentar consequências por causa da Vivian, mas eu precisava te dizer isso pelo menos uma vez.
— Michaela. Você vai encontrar alguém melhor.
— Será que alguém assim sequer existe neste mundo?
Diante da voz resignada de Michaela, Jeong-in se viu assentindo inconscientemente. Honestamente, falando de forma objetiva, não seria fácil encontrar alguém com qualidades melhores que as de Chase Prescott.
— Alguém pode entender errado se sairmos juntos. Você vai primeiro, Michaela.
— Chase, você é… realmente o melhor.
Michaela ficou olhando para Chase por um momento e, como se não conseguisse se conter, ficou na ponta dos pés, beijou rapidamente sua bochecha e saiu correndo em direção ao campo.
E assim, mais um pequeno drama chegava ao fim. Depois de assistir até o final, Jeong-in aguardou em silêncio que Chase Prescott fosse embora. Então, uma voz inesperada ecoou pelo espaço.
— Seu ratinho. Se você ouviu tudo, por que não sai logo?
O corpo de Jeong-in tremeu.
— Sim, você mesmo. Eu consigo ver a barra da sua camisa.
Jeong-in rapidamente puxou a barra da camisa que havia ficado espalhada no chão. A risada baixa de Chase se espalhou suavemente.
— Eu também vi isso.
Jeong-in se levantou com uma expressão desolada. Então, com passos hesitantes, saiu de trás do pilar.
Chase o observava com a cabeça levemente inclinada. Era como se soubesse de sua presença desde o início. Olhando para ele com sua expressão calmamente característica, falou em um tom despreocupado:
— Você não ouviu nada. Entendeu?
— …Eu não pretendia dizer nada.
— Ótimo. É assim que deve ser.
Chase assentiu, sorrindo como se estivesse satisfeito. Quando estava prestes a se virar, uma pergunta inesperada escapou de Jeong-in. Nem ele sabia o que o fez perguntar aquilo.
— É verdade?
Chase parou no lugar e se virou novamente, sua expressão e seus olhos perguntando o que ele queria dizer.
— Você estar namorando a Vivian Sinclair. É verdade?
Chase encarou Jeong-in por um momento e então começou a se aproximar lentamente. Sua presença fez o coração de Jeong-in acelerar conforme ele chegava mais perto. Quando ele não disse nada por um tempo, a tensão fez sua garganta parecer queimar.
— Quem te disse isso?
Chase perguntou com um sorriso relaxado, e Jeong-in se atrapalhou com as palavras por um instante de confusão.
— V-você disse. Agora há pouco…
— Sério? Eu disse isso?
Chase ergueu o canto da boca em um sorriso.
Desconcertado por sua atitude casual e suspeita, Jeong-in finalmente revirou os olhos e tentou lembrar do que realmente havia sido dito. Foi Michaela quem primeiro mencionou o relacionamento com Vivian, e Chase não havia confirmado nem negado.
Um pequeno “Ah” de realização escapou dos lábios de Jeong-in.
— Exatamente isso.
Chase sorriu como se o elogiasse por chegar à resposta certa e então olhou para o sanduíche na mão de Jeong-in.
— Aproveite sua refeição.
A forma como ele mantinha sua imagem sem a menor falha, enquanto usava facilmente os outros como escudo para resolver situações, era suspeitamente natural e habilidosa. Talvez Chase Prescott não fosse a pessoa gentil e amável que todos pensavam, mas sim alguém calculista e frio.
Que lado sombrio inesperado.
— …Droga.
De alguma forma, isso só o tornava ainda mais atraente.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online
Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven