Ler My Perfect Omega (Novel) – Capítulo 3.3 Online


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ꕥ Capítulo 3.2 – Alguém um pouco estranho

↫─⚝─↬

— Isso é automutilação. Embora os medicamentos da nossa empresa tenham menos efeitos colaterais, todos os remédios os possuem. Você tem tomado supressores desnecessariamente por tempo demais. Cada vez que lhe escrevo uma receita, minha ética profissional é abusada junto com o seu corpo.

— …Vou manter isso em mente.

Apesar de dizer isso, Owen não tinha a intenção de abrir mão de suas proteções.

ꕥ ↫─⚝─↬ ꕥ

Antes de Owen sair do trabalho, todos os que cuidavam de sua casa já haviam partido. No entanto, isso não significava que as luzes estivessem apagadas ou que a temperatura não estivesse regulada.

A casa em que ele entrava agora estava exatamente como ele a deixara. Tudo estava igual ao de costume. As luzes da entrada saudaram Owen com um brilho acolhedor. O ar interno, mantido na mesma temperatura e umidade durante todo o ano, permanecia inalterado.

Ainda assim, uma sensação de inquietação persistia, fazendo Owen hesitar na entrada.

— Ah…!

Ele só percebeu o que havia de diferente quando o aroma lhe instigou o olfato.

O cheiro de comida recém-cozida flutuava suavemente até mesmo na entrada.

As refeições preparadas por Margie eram sempre boas. Um jantar quente e completo, feito com ingredientes de alta qualidade todas as vezes. Mas Margie nunca permitia que o cheiro de comida permanecesse na casa. Owen não sabia se aquela era uma diferença de tempo ou de método de cozimento.

Talvez permitir que o cheiro permeasse a casa dessa forma fosse um ato vergonhoso para Margie. Porque ela sempre punha a mesa em silêncio e sem deixar vestígios, como se tivesse conjurado a refeição do nada.

Owen sempre vira apenas o produto final, com temperatura e sabor levemente resfriados, mas visualmente impecável.

— Owen.

E a presença deste homem também era diferente.

Antes mesmo de ele registrar os braços envolvendo sua cintura, um beijo de boas-vindas roçou sua bochecha. Sua pasta de couro, contendo alguns pertences, fora de algum modo transferida de sua mão para a de Nick.

— Eu levo isto. Devo levar para o seu escritório?

O dia fora longo, então não teria sido difícil para Nick descobrir a planta da casa. Owen lhe dissera para ficar à vontade para ir a qualquer lugar, já que não havia áreas proibidas.

— Escadas? Ou o elevador?

Os braços em volta de sua cintura aguardavam pacientemente a decisão de Owen.

— As escadas. Os funcionários usam o elevador com mais frequência. Eles têm que mover coisas pesadas e carregar muita bagagem.

— Ah, imaginei.

Nick, que o acompanhara até o segundo andar, deixou Owen à porta do quarto.

— A nossa Margie é muito capaz.

Apenas sua voz podia ser ouvida vindo da direção do escritório.

Owen concordava que Margie era competente, mas só entendeu o que Nick quis dizer ao entrar no quarto.

Ele não precisou levantar o lençol perfeitamente arrumado para saber que o colchão era novo. Mesmo com a influência de suprir a Mansão Rose, eles não poderiam produzir algo do nada. A menos que tivessem reservas guardadas em algum armazém, a competência de Margie às vezes exigia um toque de imaginação.

— Ele trabalhou muito para preparar o jantar para a sua chegada.

Nick entrou no quarto silenciosamente e virou Owen. Suas mãos, agora livres, abraçaram firmemente a cintura de Owen. Owen esperava um beijo, mas o rosto de Nick parou a uma curta distância.

— Nick…?

— Só um momento.

Owen já sabia que Nick tinha uma voz forte, mas ele subitamente sussurrou. Ele baixou um pouco sua estrutura alta e encontrou os olhos de Owen. Ele olhava para as pupilas de Owen como se acreditasse que fossem janelas para a alma.

— …

Quando começou a ter consciência de sua aparência, Owen achou que gostava dela. Ele não tinha certeza se a palavra “preferência” se aplicava a si mesmo, mas as feições de Owen eram do seu agrado. Se havia uma imagem que ele desejava projetar, sentia duas vezes por dia, sempre que tinha a chance de se olhar no espelho, que se encaixava perfeitamente nela.

Os olhos de Owen eram de um azul profundo e raro, mas havia muitas pessoas com olhos tão azuis quanto os dele. No entanto, os olhos humanos normalmente deveriam parecer de cores diferentes dependendo da iluminação. Deveriam ter um toque de verde, ou cinza, ou pelo menos um tom diferente de azul.

Mas os olhos de Owen, como implantes de vidro sintético, sempre capturavam a mesma saturação na câmera, fosse sob luz artificial ou natural, vistos de longe ou de lado. Isso chamava a atenção. Os boatos sobre ele usar lentes coloridas não eram nada, mas os paparazzi gritando seu nome, tentando tirar fotos de vários ângulos, eram irritantes.

Quando existe apenas uma coisa única e peculiar, ela pode se tornar uma característica definidora. As palavras “que peculiar” poderiam até soar como um elogio.

“Você é um monstro.”

Owen sabia que a tia Sarah estava um pouco fora de si quando disse aquelas palavras. Mesmo assim, ele não conseguira refutá-las. Ele nunca admitira na frente dela que ela estava certa, mas baixara seus olhos azul-profundos, esperando que ela parasse de olhar para eles, e desviara o olhar.

“Olhos gélidos é a descrição perfeita.”

O alfa, que se afastara dizendo que os olhos dele o faziam sentir frio, estava na verdade apenas desabafando sua frustração pela recusa de Owen em agendar outro encontro. Owen sabia disso também. Ele sabia, mas saber não impedia a dor. Palavras, uma vez ouvidas, nunca desaparecem de verdade.

— Não desvie o olhar, mostre-me um pouco mais, Owen. Eu sei que são olhos caros, mas…

Ele baixara os olhos por hábito, engatilhado pelas memórias que ressurgiram, mas a mão de Nick o impediu. Ele segurou o queixo de Owen, impedindo-o de virar a cabeça. Em vez da palavra “peculiar”, que deveria ser reservada para artistas de circo, ele usou as palavras “misterioso” e “belo”.

— Como uma fada de um conto de fadas.

— …

— Eu preciso segurar firme. Para que você não voe para longe.

Uma risada, não muito contida, escapou dos lábios de Nick.

— Suponho que três filhos seriam pesados o suficiente para impedir você de pensar em voar.

A virada absurda dos acontecimentos fez com que as memórias pesadas que acabavam de vir à tona parecessem desaparecer.

— Estou um pouco preocupado com que tipo de contos de fadas você tem lido, Nick.

— Bem… provavelmente livros escritos na época em que sequestrar donzelas era romantizado. Não se preocupe. Eu sei fazer essa distinção. Vou selecionar cuidadosamente contos de fadas que não influenciem negativamente os valores de nossos filhos.

— …

Mais uma vez, Owen ficou sem saber por onde começar a corrigir Nick, então permaneceu em silêncio. Além disso, a própria história de Nick parecia um conto de fadas, tornando difícil para Owen intervir.

— Posso perguntar para o que você está olhando tão intensamente?

Nick, achando estranho que Owen apenas o encarasse sem dizer uma palavra, quebrou o silêncio.

— …Eu estava apenas pensando que cabelos castanhos e olhos verdes são uma combinação muito calorosa.

Foi uma expressão honesta de seus sentimentos, mas também reconhecidamente cafona. No entanto, Nick simplesmente retribuiu com um sorriso, sem qualquer outra resposta.

Encorajado, Owen colocou a palma da mão no maxilar de Nick. Era um pouco mais áspero do que parecia.

— A sua barba cresce novamente a esta hora do dia?

Era um fenômeno que Owen não experimentava, então ele moveu curiosamente a palma da mão. Os cantos dos lábios de Nick se curvaram para cima.

— Sim, às vezes me barbeio novamente à noite. Não é incômodo nenhum, então me diga se isso te incomoda. Posso fazer isso antes de você chegar em casa.

— Não, está tudo bem. Não faça isso. Eu… eu não me importo.

Enquanto respondia, a palma de Owen continuava a vagar pelo maxilar de Nick como uma criança que descobrira algo fascinante.

— Vou apenas deixar a bagagem que sua secretária preparou no andar de cima. Não vi nenhum espaço vazio aqui.

— Ah…

De repente, a realidade voltou ao foco. Owen retirou a palma da mão, que estivera explorando o rosto de Nick de brincadeira. Como se estivesse se repreendendo para parar de brincar, ele entrelaçou as mãos na frente da cintura.

— Nick, você não precisa dormir aqui.

Os lábios curvados de Nick voltaram lentamente à posição normal. Com o sorriso desaparecido, o rosto de Nick Stockton parecia um pouco severo. Justo quando Owen estava prestes a dizer que estava começando a se sentir intimidado, Nick finalmente falou de novo.

— Eu fiz algo errado?

— Não entenda mal. Eu não quis dizer isso.

— Então por que você está tentando me expulsar?

As mãos de Nick estavam segurando a cintura de Owen com uma pressão confortável. O aperto suave subitamente se intensificou.

— Quero dizer, você deve estar acostumado a dormir sozinho há muito tempo, e precisará do seu próprio espaço se for ficar por um tempo. Além disso… você precisa dormir confortavelmente.

Os olhos semicerrados de Nick pareciam perfurar Owen, como se tentassem discernir suas verdadeiras intenções. O rosto de Nick Stockton, quando não sorria, parecia um pouco duro. Finalmente, após o que pareceu uma eternidade, Nick falou novamente.

— Eu não estava planejando fazer as coisas desse jeito.

Ele não parecia zangado, mas também não parecia satisfeito.

— Eu não tive outra intenção com isso.

— Eu sei. Eu acabei de ouvir o que você quis dizer. Ainda assim, eu preferiria que dormíssemos juntos. Se você continuar perdendo o sono por minha causa, então terei que lhe dar espaço. Será desconfortável no início. Para nós dois. Mas podemos nos adaptar ao novo ambiente mais rápido do que pensamos, não acha?

Com ele dizendo aquilo, Owen não podia dizer que havia tocado no assunto por consideração a Nick.

— …Tudo bem.

— Você vai trocar de roupa?

— Ah, farei isso mais tarde.

Mas como se a resposta não fosse necessária, as mãos de Nick se moveram primeiro. Ele começou a desabotoar a camisa de Owen, um botão de cada vez.

— Cor linda.

Nick deslizou uma mão para dentro da camisa aberta. Ele levantou levemente o tecido para espiar o interior. Owen corou, sabendo o que era visível daquele ângulo.

— Eles estão pontudos.

— …Porque a temperatura ambiente mudou de repente.

Sua pele se contraiu quando a camisa aberta deixou entrar o ar externo. E mamilos não podem se tornar pontudos.

Owen cobriu o colarinho aberto, mas Nick não removeu a mão.

— Eu fiz você sentir frio. Sinto muito.

Não apenas ele não removeu a mão, como seus dedos macios esfregaram lentamente a área que acabara de elogiar. Ele torceu e beliscou levemente, depois a suavizou com carinho novamente.

— Ah…

Os lábios de Owen se abriram involuntariamente. Os lábios que ele esperava que encontrassem os seus quando Nick o virou pela primeira vez finalmente desceram e tocaram os dele. Os dedos travessos ainda estavam por dentro da camisa de Owen.

— …Você não disse que fez algo para chegar a tempo do jantar?

— Você não deveria ter tocado no meu maxilar daquele jeito, Owen, se ia tocar nesse assunto.

Owen havia tocado porque era uma novidade, algo que ele não tinha.

Os alfas que Owen conhecera eram todos impecavelmente asseados; nenhum possuía a qualidade bruta que Nick tinha. Eles provavelmente nem cuidavam da própria higiene, então provavelmente sabiam tão pouco sobre a textura de seus próprios pelos quanto Owen.

— Isso é…

— Owen, Owen.

Interrompendo a explicação de Owen, os dedos que estiveram provocando seus mamilos vagaram por dentro de sua camisa e desceram até sua cintura. Owen não tinha certeza se o termo “habilidoso” poderia ser usado nesse contexto, mas Nick era incrivelmente bom em tocá-lo prazerosamente enquanto falava.

— Você vai me dizer que não sabia o que aconteceria se me tocasse?

A mão de Owen estava agora sobre as calças de Nick, guiada até ali pela mão habilidosa.

— …!

Sob sua palma colocada involuntariamente, ele sentiu o pênis de Nick claramente ereto. Desavergonhadamente, Nick estava fazendo Owen acariciá-lo por cima das calças, espelhando a carícia anterior de Owen em seu maxilar.

— Você realmente não sabia? Owen… Oh, Owen. Você achou que nada aconteceria quando me tocou daquele jeito por tanto tempo com suas próprias mãos? Que idade você acha que eu tenho?

Ele não deu a Owen a chance de responder. Os lábios de Nick colidiram contra os dele, brutos e exigentes. Após devastar sua boca, ele se afastou com um gemido.

— Ha… Nick.

Owen achou que ele havia se afastado, mas os cabelos castanhos macios fizeram cócegas em seu queixo.

Se Nick tivesse dito que estava pontudo novamente dessa vez, Owen não teria sido capaz de negar. Nick abocanhou o mamilo excitado completamente e o sugou. Não doía; pelo contrário, apenas aumentava o prazer.

Ele sabia que os mamilos eram zonas erógenas, mas não sabia que teria o estranho desejo de mantê-los na boca deste homem. Ele percebeu que estava segurando a cabeça de Nick com as duas mãos, como se para impedi-lo de escapar, apenas quando Nick se afastou.

Encarando-se novamente, o cabelo de Nick estava desgrenhado. Ele pegou ambas as mãos de Owen em uma das suas e desfez a fivela do cinto.

— Você sabe como me tocar, Owen.

Então ele guiou a mão de Owen para dentro de suas calças abertas. Entrelaçados assim, caminharam lentamente em direção à cama. No momento em que Owen viu a frente da cueca de Nick começando a umedecer, soube que não conseguiria parar mesmo que pedisse a Nick. Os lábios de Nick se aconchegaram contra sua testa.

Pareceu que caminharam por muito tempo daquela forma, mas finalmente, suas pernas tocaram a borda da cama. Eles desabaram juntos.

A partir daí, as mãos de Nick foram ainda mais rápidas. Um único dedo deslizou por entre suas nádegas e entrou facilmente.

— Hngh… Nick, espere. Espere um momento.

Com um dedo dentro, Nick ergueu a cabeça. Seus olhos estavam cheios de um questionamento impaciente.

— Não podemos fazer como ontem.

Owen recuperou o fôlego e transmitiu claramente o que precisava dizer.

— Ontem, eu estava no cio… e você provavelmente estava estimulado por causa disso, mas não podemos fazer aquilo normalmente.

Na noite anterior, Nick dera um nó nele. Bruscamente, ainda por cima. Como se admitisse, Nick corou levemente ao redor das maçãs do rosto e assentiu.

— Sinto muito. É uma desculpa, mas se eu tiver que dar uma, eu realmente perdi a cabeça no momento em que senti o seu cheiro. Não farei isso sem o seu consentimento de agora em diante.

— …

Era difícil de acreditar, mas também difícil não acreditar, considerando o calor estranho que os envolvera na noite passada.

— Se estiver tudo bem, posso continuar agora?

Enquanto Owen assentia em concordância, o dedo dentro dele curvou-se e agitou-se.

— Ah…

— Ah, você gosta disso.

Ele não sabia que gostava de movimentos tão brutos. Antes que pudesse processar totalmente, dois dos dedos de Nick entraram de uma vez.

Usando as duas mãos agora, um dedo longo encontrou o ponto sensível lá dentro enquanto o outro, com a articulação dobrada, o alargava. Às vezes era uma articulação, às vezes duas. Com três dedos movendo-se em padrões alternados, múltiplos pontos eram estimulados simultaneamente.

— Hngh!

Ele não tinha percebido que ter as articulações dobradas era melhor do que apenas inserir os dedos. Mais… preenchedor.

Um lamento. Dois dedos com as articulações dobradas estavam enganchados na entrada, bombeando. Um lamento. Ele se perguntou de onde vinha aquele som embaraçoso, certamente não dele, mas a área abaixo de suas nádegas estava molhada. Um lamento. Outro lamento. Com sons obscenos, os fluidos que se acumularam lá dentro jorraram com os dedos de Nick bombeando.

— Ah…

Sua entrada sempre fora tão sensível? Esse homem, ele parecia bom demais nisso.

— Owen.

Em algum momento, o rosto de Nick se movera para logo acima de seus lábios.

— Você não vai liberar seu cheiro?

— Isso é…

Como de costume, Owen estava suprimindo conscientemente seu cheiro.

— Mostre-me a prova de que eu te excitei.

Os lábios de Nick mordiscaram o lóbulo de sua orelha.

— Mostre-me que não sou o único assim.

A cintura nua de Nick, já despida em algum momento, pressionou seu baixo abdômen. Seu pênis inchado roçou contra a barriga de Owen, a pressão sendo quase esmagadora. O tamanho que sentia contra seu estômago arfante era imenso. Mesmo que quisesse baixar a cabeça para confirmar, o corpo de Nick o segurava firmemente, não deixando espaço.

Suas nádegas úmidas pareciam prova suficiente de que Nick não era o único excitado, mas Nick exigia feromônios como evidência.

— Owen. Libere seus feromônios.

Apesar do apelo de Nick, Owen manteve seus feromônios firmemente trancados.

— Su… supressores.

Dizer que os supressores tornavam tudo difícil era uma mentira que Owen usara a vida inteira, mas era uma mentira que ele não podia evitar.

— Isso é… verdadeiramente decepcionante.

Dizendo isso, Nick liberou seus feromônios sobre Owen.

— Hngh… Nick.

Ele estava sentindo falta da sensação dos dedos de Nick dentro dele.

No momento em que inalou os feromônios de Nick, seu interior reagiu antes mesmo dele. Um jorro de fluido quente fluiu de dentro, passando pela entrada e ao longo de suas nádegas. Outro jorro se seguiu, desta vez fluindo em direção às suas coxas.

— Nick…?

— Sim… Owen.

O olhar de Nick estava fixo na área abaixo das nádegas de Owen. Ele parecia estar admirando os traços de excitação que transbordavam a cada respiração.

— Coloque… coloque dentro. Agora. Qualquer coisa.

Sua compostura era irritante, mas Owen estava prestes a ser dominado pelos feromônios de Nick novamente.

Sua entrada estava tão sensível. Dedos ou qualquer coisa, por favor, apenas coloque algo dentro.

Sua língua parecia pesada, então ele contorceu os quadris com urgência. Nick, que estivera liberando calmamente seus feromônios e observando a reação de Owen, finalmente se moveu.

Seus tornozelos foram capturados. Suas pernas foram abertas amplamente, e Nick se moveu entre elas. As mãos de Nick levantaram e seguraram as nádegas de Owen, abrindo-as desnecessariamente.

— Qualquer coisa, Owen? Só porque alguns dedos te deram um pouco de prazer, não significa que você esqueceu o que pertence aqui.

Então, sem aviso, o pênis de Nick empurrou para dentro, pressionando bruscamente contra as paredes internas de Owen.

— Hngh!

Seu interior estremeceu profundamente. Nick estava certo. O pênis de Nick deveria estar ali. Até ali. Não, mais fundo.

— Mais… Hngh, mais!

Os dedos de Owen cravaram-se nos ombros de Nick, como se para arranhá-lo. Nick ignorou e golpeou com os quadris, estocando em cada canto.

— Ah… Ugh!

Owen chegou a pensar que seu estômago pudesse ser perfurado. Ele se perguntou se era perigoso sentir-se assim toda vez que faziam sexo, mas o problema era que ele não desgostava do sexo bruto.

Owen envolveu os braços em volta das costas de Nick que se moviam. Ele enterrou os dedos, agarrando-se para evitar escorregar nos músculos úmidos de suor. Seus calcanhares, erguidos no ar, batiam contra as nádegas musculosas de Nick e caíam de volta. Parecia um chicote instigando-o a não parar. Isso não era do seu feitio…

— Quente… Haah! Bom… Bom!

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna

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Sinopse: — Quero te abraçar como um louco, meu ômega.
Pela primeira vez na vida, Nick Stockton, ex-mercenário e chefe de uma empresa de segurança, encontra um homem deslumbrante e involuntariamente sente um feromônio que o excita intensamente.
O dono daquele feromônio é Owen Rose, CEO da Rose Pharmaceuticals.
No momento em que seus olhos se cruzam, Nick, convencido de que Owen é seu ômega, salva Owen de um ataque terrorista bem a tempo.
Owen, que sempre se reprimiu, acreditando ser um ômega “monstro” por ter machucado seu primo alfa quando jovem, fica sem palavras diante de Nick.
Enquanto investiga o terrorista que atacou Owen, Nick descobre que os homens que ameaçam Owen não estão apenas contra a Rose Pharmaceuticals, mas têm como alvo o próprio Owen.

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