Ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 16 Online

❀ 7 Minutes Of Heaven 16
Outra rajada de vento varreu a praia. Ocasionalmente, grãos de areia se espalhavam, forçando-os a fechar os olhos cada vez que o vento soprava.
— Está ficando frio agora que é noite.
Jeong-in murmurou suavemente enquanto esfregava os braços. Ele estava vestindo uma camisa fina por cima de uma camiseta.
A camiseta era uma daquelas feitas pelo clube de matemática para o evento de arrecadação de fundos do ano passado para gerar receita.
Eles as criaram com várias fórmulas de matemática ou física acompanhadas de frases espirituosas, mas venderam tão mal que os membros do clube acabaram tendo que ficar com o estoque restante. A camiseta que o envergonhara na aula de redação em inglês outro dia era uma daquelas.
A camisa xadrez que Jeong-in usava por cima era um de seus itens favoritos. Era prática — fácil de tirar quando estava calor e de colocar de volta, e não precisava se preocupar mesmo se estivesse amassada. Ele podia abotoá-la para ocasiões formais, e as manchas não eram muito perceptíveis. Não era nem muito simples, nem muito chamativa. Do ponto de vista de Jeong-in, ele não conseguia entender as pessoas que diziam que roupas como aquela eram “nerds”.
Mas conforme o ar da noite esfriava, uma camisa fina não era suficiente. Tremendo, Jeong-in olhou para Chase ao seu lado e soltou uma risada.
— Parece estranho reclamar de estar com frio na sua frente.
E por um bom motivo — Chase ainda estava sem camisa, vestindo apenas bermuda de surfe. Sua pele bronzeada e saudável, beijada pelo sol da Califórnia, tinha um brilho denso e parecia perfeitamente lisa.
— Ugh, sinto frio só de olhar para você. Vista alguma roupa.
Jeong-in demonstrou uma preocupação com os outros caracteristicamente coreana. Chase o observou em silêncio antes de assentir com um pequeno sorriso.
— Espere aqui. Só um momento.
Quando ele voltou, após desaparecer na multidão, estava com um moletom por cima da bermuda. Em sua mão, segurava sua jaqueta varsity.
— Use isto — disse Chase, entregando a jaqueta.
— E você?
— Isto é o suficiente para mim.
Jeong-in hesitou brevemente antes de aceitar e vestir a jaqueta. A peça grande cobria completamente seus pulsos e as mangas ficavam penduradas abaixo das mãos.
Ele sentia o cheiro de Chase vindo da jaqueta. Uma fragrância amadeirada, fresca e ao mesmo tempo picante. O cheiro do que poderia ser sua colônia ou desodorante.
Chase olhou para Jeong-in, que parecia quase enterrado em suas roupas, e sorriu suavemente.
— Você está fofo. Como se estivesse soterrado pela roupa.
— Não está tão ruim assim.
Ele parecia estar se divertindo ao provocá-lo. Jeong-in franziu a testa e resmungou enquanto dobrava as mangas.
Os dois conversaram sobre várias coisas com as ondas suaves ao fundo. O tempo passou incrivelmente rápido.
Jeong-in ficou surpreso com o quão natural e confortável parecia a conversa deles. Ele nunca imaginou que ele, um dos maiores nerds da escola, se conectaria tão bem com o garoto mais popular do colégio.
Então, de repente, um pensamento lhe ocorreu. Isso não é um pouco estranho? Sentados lado a lado na praia, bebendo cola do mesmo copo, compartilhando segredos. Embora ele nunca tivesse feito isso antes, pareciam coisas que apenas casais de namorados fariam.
Enquanto Jeong-in sentia emoções inquietantes por conta própria, o grupo reunido à distância soltou gargalhadas enquanto jogava um jogo. Justo então, Brian Cole, com o braço em volta da cintura de Ava Winslow, que vestia um biquíni, caminhava em direção a eles quando avistou os dois e parou.
— O que vocês dois estão fazendo sentados tão perto um do outro? Estão namorando ou algo assim?
Jeong-in assustou-se e olhou para Chase. Mas Chase apenas riu levemente como se não fosse nada e disse:
— Haha, não seja ridículo, Cole. Caia fora.
Brian fez uma saudação brincalhona e se afastou. O comentário seco de Chase deixou uma ressonância estranha no coração de Jeong-in.
”Não seja ridículo.”
As palavras desdenhosas de Chase acordaram Jeong-in de seu doce sonho. Foi como ser despertado por um alarme após ter um sonho agradável.
Claro, bastava olhar para o passado colorido de Chase para ficar claro que ele não tinha o menor interesse em alguém do mesmo gênero.
Jeong-in olhou para o oceano e exalou suavemente. O som rítmico das ondas vindo e indo acalmava estranhamente seu coração excitado.
Jeong-in disse a si mesmo: “Isto é o suficiente. Querer mais seria ganância”.
Mais tarde, Chase Prescott se tornaria uma celebridade aparecendo na TV e em revistas. Suas fotos de formatura com Vivian Sinclair já haviam sido destaque em revistas como a Teen Vogue. Talvez, em alguns anos, ele se tornasse alguém visto com ainda mais frequência na mídia. Não, ele com certeza seria.
A memória de um dia ter sido próximo o suficiente para sentar lado a lado na praia e compartilhar segredos com uma pessoa assim… A lembrança deste momento seria guardada com carinho em seu coração. Isso era o bastante.
Pensando nisso, o desânimo recuou e ele sentiu uma calorosa sensação de realização. Ele podia se dar por satisfeito apenas aproveitando este momento.
Enquanto isso, as fogueiras começaram a se apagar uma a uma. Percebendo a passagem do tempo pela primeira vez, Jeong-in checou seu telefone distraidamente e deu um pulo com o rosto surpreso.
Ele tinha três chamadas perdidas de sua mãe, e já passava bem das 10 horas. Ele estivera ali por quase quatro horas.
— Eu preciso ir. Já passei do meu horário de recolher…
Chase levantou-se enquanto observava Jeong-in levantar-se apressadamente e recolher sua mochila freneticamente.
— Eu te levo em casa.
Jeong-in hesitou brevemente, mas assentiu, pensando que precisava chegar em casa o mais rápido possível.
O conversível de Chase, levando Jeong-in, acelerou e parou em frente a uma casa de dois andares no final da Willow Street. Jeong-in olhou com desânimo para a luz da TV oscilando através da janela do primeiro andar.
— Obrigado por hoje.
— Entre logo.
Chase manteve sua despedida breve, parecendo ser atencioso com a óbvia ansiedade de Jeong-in. Jeong-in assentiu e correu em direção à casa.
Assim que abriu a porta e entrou, deparou-se com Suzy sentada no sofá da sala.
Suzy tinha uma tigela de pipoca no colo e estava assistindo a um drama na Netflix. Talvez irritada, ela falou sem sequer virar a cabeça em direção à entrada.
— Eu assisti ao Episódio 1 sem você, seu traidor. Estou assistindo ao Episódio 2 agora.
— Mãe…
O drama que estava passando era um que Jeong-in tinha pedido especificamente para Suzy não assistir sozinha, insistindo que assistissem juntos quando o Spring Break começasse. Hoje, eles tinham planejado fazer frango temperado ao estilo coreano, comerem juntos e assistirem a esse drama.
Sentindo que a havia decepcionado de várias maneiras, a cabeça de Jeong-in baixou-se naturalmente.
— Eu te disse para quebrar o horário de recolher mais vezes, mas você poderia ao menos ter enviado uma mensagem.
— Sinto muito. Eu realmente não percebi como o tempo estava passando…
— De quem é essa jaqueta?
Só então Jeong-in percebeu que ainda estava vestindo a jaqueta varsity de Chase.
— Oh! Certo…
Ele havia esquecido de devolvê-la, preocupado em chegar em casa.
— É de um amigo… eu estava com frio, então peguei emprestado, e…
— …Seu amigo é do time principal?
A expressão de Suzy tornou-se peculiar. Ela achava que Jeong-in só tinha Justin como amigo e estava bastante preocupada com as relações sociais de seu filho. Um atleta do time principal seria, sem dúvida, parte de um grupo bastante popular na escola.
— Sim. Do time de futebol americano.
— Time de futebol?
— Eu concordei em dar tutoria para um dos membros deles.
Jeong-in testemunhou um traço de alívio surgindo no rosto de Suzy. Ele parecia saber como apaziguar um pouco a raiva dela.
Sentando-se ao lado de Suzy afetuosamente, Jeong-in tagarelou sobre o que havia acontecido hoje.
— Então ficamos um pouco mais próximos, e eles estavam dando uma festa, então eu fui à praia. Comemos pizza em pratos de papel, e eu posso ter engolido um pouco de areia.
Suzy encarou Jeong-in por mais um tempo antes de finalmente suspirar.
— …No futuro, não importa o quão animadas as coisas fiquem, entre em contato comigo. Não me faça ligar para a polícia.
— Sinto muito por te preocupar…
Tendo acabado de acalmar a raiva de Suzy, Jeong-in subiu para seu quarto no segundo andar e imediatamente tirou a jaqueta varsity de Chase, pendurando-a em um cabide. Quando a pendurou na porta de veneziana de seu armário, parecia um produto em exposição.
Embora pensasse que deveria ir tomar banho, Jeong-in ficou ali parado, imóvel por um longo tempo. Aquela jaqueta enorme havia servido direitinho nele quando a vestiu. Seu coração formigou com esse fato trivial.
Justo então, o som de uma notificação de mensagem despertou Jeong-in. Pensando que poderia ser Chase, ele pegou o telefone apressadamente. No entanto, um nome diferente apareceu na tela.
Justin: [Como foi? Sua mãe deu permissão?]
Momentaneamente confuso sobre o que ele queria dizer com a permissão da mãe, Jeong-in de repente se deu conta.
— Ah!
Ele havia esquecido completamente que deveria obter a permissão de sua mãe para o campus tour antes de se inscrever.
Alarmado, Jeong-in correu para sua mesa e ligou o laptop. Ele acessou o site da universidade e encontrou a página de inscrição para o campus tour. Enquanto percorria a página com o coração ansioso, letras vermelhas chamaram sua atenção.
[O prazo expirou. Você não pode enviar a inscrição.]
Jeong-in olhou fixamente para a tela antes de cobrir lentamente o rosto com as palmas das mãos. Sua mente estava tão emaranhada quanto um novelo de lã. Ele se sentia perdido sobre como explicar isso a Justin.
Seu telefone tocou novamente, pedindo uma resposta.
Justin: [E então, como foi?]
”Eu não fui para casa e fui a uma festa sem você. E fiquei tão distraído com o cara de quem costumávamos falar mal que esqueci completamente nossa conversa.” Como ele poderia dizer isso?
Jeong-in roeu as unhas ansiosamente antes de enviar uma resposta.
[Desculpe, minha mãe disse que quer que vamos juntos durante as férias de verão.]
No momento em que pousou o telefone, seu peito apertou. Ele havia mentido para Justin. De novo.
O rosto de Jeong-in estava sombrio, por não ter dormido direito devido à culpa de mentir para seu melhor amigo na noite anterior.
Ele estava se preparando para sair para o encontro agendado com Darius na biblioteca. Assim que estava jogando a mochila no ombro, ouviu uma notificação de mensagem.
Chase Prescott: [O Darius vem para minha casa hoje. Planejamos ficar por aqui.]
Jeong-in fez uma pausa e olhou para a tela. Ontem mesmo ele dissera que Darius precisava absolutamente passar em álgebra, e agora o estava convidando para uma festa? Embora tenha pensado brevemente que aquilo era um tanto patético, como eles passavam o tempo não era realmente sua conta, de qualquer forma.
[Ah, bem, divirtam-se. Vou marcar com o Darius separadamente.]
Chase Prescott: [Não é isso que eu quero dizer. Nós temos lição de casa também, redação em inglês.]
Jeong-in voltou seu olhar para a mesa. O livro que ele estivera lendo até agora e uma página cheia de notas chamaram sua atenção. Enquanto hesitava, outra mensagem chegou.
Chase Prescott: [Quero dizer que estou oferecendo um lugar para estudar. Além de transporte.]
— Transporte?
Jeong-in inclinou a cabeça, confuso. No momento em que ia digitar e enviar uma mensagem perguntando o que ele queria dizer, a buzina de um carro soou do lado de fora.
Com o coração esperançoso, Jeong-in levantou levemente a cortina e olhou para baixo. Ele viu um conversível prateado e Chase parado à frente dele, acenando para o segundo andar. Vestido com jeans e camisa, ele parecia o personagem principal que acabara de saltar de um filme juvenil.
Ele podia ver claramente o movimento de sua boca dizendo: “Desça rápido!”.
Os complicados sentimentos de culpa que ele vinha alimentando em relação a Justin evaporaram instantaneamente. O coração de Jeong-in começou a bater de forma incontrolável.
A Crestview Drive, serpenteando ao longo da encosta com vista para a praia, era exatamente o tipo de lugar que vem à mente quando se pensa em um bairro rico. Embora ele já tivesse estado ali antes com Steven para um evento de caridade, o cenário em plena luz do dia era novo.
Jardins bem cuidados e portais clássicos ladeavam a estrada ampla. Além deles, erguiam-se mansões magníficas, cada uma impossível de ignorar.
Sob a luz brilhante do sol, a exibição de um estilo de vida luxuoso era nitidamente visível. Tudo parecia limpo e reluzente. O sol brilhava com mais intensidade em bairros ricos?
O carro diminuiu a velocidade e o ruído do motor cessou. Um enorme portão de ferro abriu-se automaticamente, revelando a casa de Chase.
A mansão parecia ainda mais colossal do que ele se lembrava. O edifício, sustentado por colunas de mármore, parecia um patrimônio cultural que deveria ser preservado por seu valor histórico.
No centro da rotatória da entrada, os jatos de água de uma fonte intrincadamente esculpida brilhavam sob a luz do sol.
Chase contornou a fonte e parou o carro. Ele abriu a porta casualmente e saiu sem sequer pensar em desligar o motor. “Quem vai estacionar?”, Jeong-in se perguntou enquanto saía do carro logo atrás e o seguia.
Olhando para trás ao ouvir o som do motor roncando, ele viu um funcionário uniformizado, que aparecera de algum lugar, levando o carro para a garagem.
Ele pensou instintivamente que o lugar parecia a casa da família de Tony Stark, mas resolveu nunca dizer isso em voz alta. Não queria parecer ainda mais “nerd” ali.
Passando pelas imensas portas duplas da entrada, ele sentiu familiaridade e estranheza simultaneamente. Os seguranças que bloquearam o corredor naquele dia não estavam em lugar nenhum. Em vez disso, governantas vestidas com uniformes azuis claros e aventais brancos assentiam levemente em cumprimento enquanto passavam.
Os dois caminharam pelo corredor e entraram na sala de recepção. O espaço enorme exibia o epítome do luxo e do esplendor.
No centro do espaço aberto, erguia-se uma lareira de mármore adornada com entalhes delicados. Um tapete persa que parecia personificar um trabalho tremendo estava estendido no chão, e peças de mobiliário clássico posicionadas por toda parte criavam uma atmosfera antiga.
Mas o que dominava tudo isso era um enorme retrato de família ocupando uma parede inteira. Jeong-in aproximou-se da foto como se estivesse hipnotizado.
— Ah, isso? Tiramos uma foto todo Dia de Ação de Graças. Uma tradição entediante.
Chase falou com desdém enquanto se aproximava pelo lado.
A imagem da família, preciosamente contida em uma moldura elaborada e folheada a ouro. Era o epítome de uma família old money. A riqueza e a autoridade passadas de geração em geração eram claramente evidentes não apenas nos ternos e vestidos caros das pessoas na foto, mas também em seus sorrisos perfeitos e posturas impecáveis. Era como olhar para a realeza de um filme clássico.
No centro do sofá, abaixo da foto, sentava-se um casal de idosos com sorrisos dignos. A presença deles parecia envolver todos na foto.
— Aqueles são seus avós?
— Sim. Do lado do meu pai.
Diante da resposta breve, ao olhar de relance, Jeong-in testemunhou algo inesperado. Ele descobriu cinismo nos olhos de Chase Prescott, que sempre fora relaxado e amigável.
— O avô Albert Prescott e a avó Eleanor Prescott. Meu avô passa o tempo caçando em Jackson Hole, no Wyoming, e minha avó fica a maior parte do tempo na França. Eles só voltam quando têm vontade.
Chase explicou como um guia de museu. Apesar de ser sua foto de família, ele não demonstrava apego emocional, como se estivesse apresentando uma pintura qualquer.
Ao lado de sua avó, havia um menino que parecia ter uns seis ou sete anos e, ao lado dele, uma menina um pouco mais velha em um vestido preto e branco impecável.
— O pequeno ao lado da vovó é meu primo, Lucas. Aquele mesmo que cuida do marimo. E ao lado dele está a irmã do Lucas, a Olivia.
Atrás das duas crianças, estava um homem loiro, alto e elegante, e ao lado dele, uma bela mulher de cabelos castanhos com um sorriso suave, de braços dados.
— De pé atrás está meu tio, Kyle Prescott. E ao lado dele, minha tia.
O tio de Chase tinha cabelos loiros e olhos cinzentos.
Ele pensava que cabelo loiro fosse um gene recessivo, mas será que não era? Julgando pela porcentagem estranhamente alta de cabelos loiros entre as pessoas desta família, os Prescott pareciam ter um grande apego aos seus genes.
— Do lado oposto estão meus pais. Você já conheceu meu pai antes, certo? A pessoa segurando uma taça de vinho ao lado dele é minha mãe, Lillian Prescott.
Jeong-in já havia conhecido Lillian na festa anterior. Ela cheirava fortemente a vinho naquela ocasião também e, vendo-a com uma taça até na foto de família, ela parecia ser uma verdadeira entusiasta da bebida.
— Seus pais? Eles não estão em casa?
— O meu pai está na nossa casa em Nova York e a minha mãe… bem, quem sabe onde ela está.
Chase respondeu em um tom indiferente. Estar sozinho naquela casa imensa parecia ser apenas uma parte normal da sua rotina diária.
A mansão, que antes parecia um monumento à perfeição, agora emitia uma vibração diferente para Jeong-in. O silêncio dos corredores, interrompido apenas pelo som abafado dos passos no tapete caro, parecia ecoar a solidão que Chase mascarava com seu sorriso fácil. Era um contraste gritante com a casa de Justin, onde o cheiro de comida chinesa e os gritos de Rachel preenchiam cada fresta das paredes.
— Vamos subir — disse Chase, quebrando o transe de Jeong-in. — O Thompson já deve estar chegando, e eu realmente preciso de ajuda com aquela redação antes que eu decida que ser um “atleta sem cérebro” é mais fácil do que conjugar verbos.
Jeong-in o seguiu pela escadaria de mármore, sentindo o peso da jaqueta varsity — que ele ainda não tinha devolvido — em seus ombros. Ele olhou uma última vez para o retrato de família na parede. Todos ali sorriam, mas, pela primeira vez, Jeong-in não sentiu inveja.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
Ler 7 Minutes of Heaven Yaoi Mangá Online
Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven