Ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 08 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 8

7 Minutes Of Heaven 1.8
​Apenas recordar o conteúdo do livro da vergonha fazia seu rosto arder de embaraço. Estava repleto de críticas e deboches, difíceis demais de se dizer em voz alta.
​De repente, um trecho lhe veio à mente. Dizia que o cérebro de Chase Prescott estava localizado em duas partes de seu corpo, e que a de baixo era a mais ativa e possuía mais rugas.
​É claro que a maior parte havia sido escrita por Justin, mas Chase Prescott não tinha como saber disso.
​Agora, no último período do dia A, a aula de Redação de Inglês Avançado que ele compartilhava com Chase estava prestes a começar. Jeong-in passava de um lado para o outro no corredor do lado de fora da sala, incapaz de entrar. Naquele momento, o vice-diretor, que caminhava pelo corredor, o alertou.
​— Ei, o segundo sinal já bateu. Vá para a aula.
​— …Sim.
​Jeong-in respondeu fracamente e se virou.
​Assim que abriu a porta e entrou na sala, seus olhos encontraram os de Chase, que estava sentado no meio. Jeong-in rapidamente desviou o olhar como se não o tivesse visto e seguiu para o fundo. Ao passar por Chase, um pequeno “heh” de riso roçou seu ouvido.
​A aula continuava a cobrir técnicas retóricas na literatura da sessão anterior.
​Conforme a aula se aproximava do fim, Davis, o professor, anunciou o tema do trabalho que deveria ser entregue até o final do semestre. Era uma tarefa importante que impactaria significativamente suas notas neste período.
​— Como anunciado anteriormente, estou designando o trabalho de fim de semestre. Este relatório será escrito em duplas e corresponde a 20% da sua nota deste semestre.
​Um murmúrio baixo se espalhou entre os alunos.
​— Agora, por favor, escolham seus parceiros livremente. Quem estiver sem parceiro, venha à frente e eu formarei as duplas.
​Assim que Davis terminou de falar, a sala de aula ficou agitada. Os alunos se movimentavam formando duplas, criando um zumbido contínuo de conversas baixas.
​Jeong-in deliberadamente manteve a cabeça baixa, tentando passar completamente despercebido. Pelo canto do olho, ele viu uma aluna se aproximar de Chase. Ela brincava com o cabelo e exibia um sorriso tímido para ele.
​Provavelmente seriam parceiros.
​Jeong-in planejava encontrar outra pessoa que estivesse sozinha depois que a maioria das duplas estivesse formada. No entanto, as coisas não saíram como ele esperava.
​Chase, que estava sorrindo e conversando com a aluna, virou-se para Jeong-in e, sem hesitação, aproximou-se e sentou-se ao lado dele.
​— Sr. Prescott, já escolheu seu parceiro?
​À pergunta de Davis, Chase respondeu casualmente: — Sim —, enquanto colocava o braço em volta do ombro de Jeong-in como se estivesse se exibindo. O rosto de Jeong-in alternava entre ficar pálido e arder de calor.
​— Agora, vou anunciar o tema. Escolha um livro com seu parceiro entre “A Revolução dos Bichos” de George Orwell, “As Aventuras de Huckleberry Finn” de Mark Twain ou “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen.
​A tarefa era escrever um ensaio sobre o poder da ironia e da sátira na escrita. Eles precisariam ler o livro escolhido e analisar quais efeitos retóricos foram usados, e como técnicas retóricas como ironia, sátira e humor desempenharam um papel na transmissão da mensagem e na criação de empatia com os leitores.
​— Sua nota final neste semestre será a soma do exame intermediário, dos mini ensaios e deste trabalho em grupo.
​Jeong-in tinha uma boa ideia das intenções de Chase Prescott. Não seria a primeira vez que ele seria aproveitado.
​Muito provavelmente, ele acabaria escrevendo este relatório sozinho. E quando chegasse a hora de entregar, os nomes de ambos estariam lá, lado a lado.
​Talvez Chase estivesse oferecendo a devolução da mochila em troca. Mesmo assim, isso seria sair barato. Se fosse apenas isso, ele se consideraria sortudo.
​Quando o professor lhes disse para discutir e selecionar uma obra imediatamente, Jeong-in falou primeiro.
​— Eu já li “A Revolução dos Bichos” antes, então poderíamos fazer esse, e não se preocupe. Eu sou muito bom em escrever relatórios…
​— “A Revolução dos Bichos”? Por que você está decidindo?
​A pergunta de Chase fez a testa de Jeong-in franzir levemente. Além de ter que escrever o relatório sozinho, agora Chase estava questionando sua escolha de tema?
— Vou escolher algo que eu consiga escrever com facilidade. Não se preocupe com a nota. Vou garantir que tiremos um A.
​Enquanto Jeong-in falava calmamente, ele subitamente percebeu algo. As notas de Chase Prescott, supostamente boas o suficiente para Harvard, poderiam ter sido construídas dessa forma — explorando nerds como ele.
​— Do que você está falando?
​Chase perguntou incrédulo, e Jeong-in olhou diretamente para ele com uma expressão que sugeria que não deveriam perder tempo.
​— Você vai me fazer fazer tudo de qualquer jeito, não vai?
​— Ha.
​Chase soltou uma risada curta e debochada. Então, passando os dedos pelos cabelos dourados, ele contorceu o canto da boca.
​— Acho que deveríamos fazer “Orgulho e Preconceito” em vez de “A Revolução dos Bichos”. Afinal, você está cheio de preconceitos.
​Jeong-in olhou para Chase com uma expressão confusa antes de perguntar cautelosamente:
​— Você está planejando participar mesmo?
​— Com certeza. Eu não deveria?
​— Não, não foi isso que eu quis dizer…
​— Eu entendo claramente o que você pensa de mim. Evidentemente.
​O uso da palavra “evidentemente” por parte de Chase carregava muito significado. Ele provavelmente tinha em mente o deboche e as críticas escritas no livro da vergonha.
​Após pensar por um momento, Jeong-in murmurou em voz baixa:
​— …Sinto muito.
​— Vamos fazer “Orgulho e Preconceito”. Alguma objeção?
​Chase concluiu com firmeza, e Jeong-in assentiu silenciosamente em concordância.
​Após a aula, Chase arrumou sua mochila sem pressa e a jogou sobre o ombro. Jeong-in aproximou-se dele com cautela.
​— Hum… sobre… minha mochila… posso buscá-la agora?
​Chase olhou para Jeong-in em silêncio, com uma expressão interessada. Parecia estar contemplando o que fazer com ele.
​— Tenho treino agora. Pode esperar?
​O treino não importava. Jeong-in estava disposto a suportar qualquer coisa se pudesse apenas ter o livro da vergonha de volta. Ele assentiu com firmeza.
​— Sim. Eu espero.
​— Então venha comigo.
​Caminhando da sala de aula até o vestiário do time de futebol americano, Jeong-in ficou grudado em Chase e pôde experienciar indiretamente como era a sensação de viver como Chase Prescott.
​— Oi, Chase.
​— Oi.
​Garotas que passavam, independentemente da série, cumprimentavam Chase com alegria. Era evidente que tentavam atrair o olhar dele, ajeitando o cabelo ou alinhando os colarinhos.
​— Ei, Garoto de Ouro. O treino do time principal começa hoje, certo?
​— Sim.
​— Contamos com você este ano também. Dê meus cumprimentos aos seus pais.
​Até os professores se aproximavam dele primeiro, dando tapinhas em suas costas e oferecendo encorajamento. Como seria viver uma vida onde o simples caminhar atraía a atenção das pessoas e olhares favoráveis?
​Depois de saírem do prédio e passarem pela quadra de basquete, chegaram ao vestiário do time de futebol americano.
​— Entre.
​— Tudo… tudo bem?
​Jeong-in seguiu Chase, que assentiu casualmente, para dentro do vestiário. Assim que entraram, o cheiro primordial de suor e o odor metálico dos armários de aço atingiram seu nariz.
​A fileira de armários vermelhos parecia ter o dobro da largura dos armários do corredor das salas de aula, e cada um tinha o nome de um jogador fixado. Pareciam projetados para guardar equipamentos volumosos.
​Entre os armários voltados um para o outro, havia bancos longos, perfeitos para os jogadores sentarem enquanto trocavam de roupa e calçados. Brian Cole, que estava tirando a camisa sentado em um desses bancos, avistou Jeong-in e disse brincando:
​— Thomson, seu filho adotivo está aqui.
​Darius Thomson, que se revelou ao fechar seu armário aberto, reconheceu Jeong-in e assentiu.
​— Ei, e aí?
​Jeong-in acenou sem jeito. Naquele momento, Max Schneider, que estava vestindo um colete de proteção sobre sua camiseta de compressão, subitamente pareceu se lembrar de algo e perguntou a Jeong-in:
​— Oh, você não é o amigo dos bolinhos?
​— …Se você se refere ao Justin Wong, sim.
​Jeong-in pensou em repreender o comentário racialmente insensível, mas decidiu não fazê-lo, considerando seu dilema atual. Chase balançou a cabeça em desaprovação enquanto guardava sua mochila no armário.
​— Schneider, pare com essa conversa de bolinho.
​— Mas eles estavam realmente deliciosos! Já experimentei no Panda Express, mas não têm o mesmo gosto. Pedi para ele trazer mais, mas ele nunca mais trouxe depois daquilo.
Jeong-in ficou aliviado por não ter mencionado discriminação racial. Então era porque realmente era gostoso.
Panda Express era uma rede de fast-food chinês. Naturalmente, era diferente do restaurante da família de Justin, que servia culinária chinesa tradicional e dim sum.
A família de Justin fazia dumplings usando a receita herdada da avó Meiling. O xiaolongbao, com seu caldo suculento por dentro, era algo que Jeong-in frequentemente comprava para si mesmo. Todo Ano Novo, ele comprava dumplings no restaurante de Justin para colocar na sopa de tteok.
— Se você quer tanto assim, vai até o Cobb Mall. A família do Justin tem um restaurante chinês lá.
Os olhos de Max Schneider se arregalaram com o comentário casual de Jeong-in.
— O quê? É sério?
— Fica ainda melhor quando é feito na hora, no vapor. Se chama Wong’s Garden, no segundo andar do shopping.
— Vou passar lá depois do treino hoje.
Max estalou os lábios e perguntou a Jeong-in:
— Aliás, qual era mesmo o seu nome?
— Jay. Jay Lim.
— Valeu, Jay.
— N-nada…
Jeong-in respondeu com um sorriso sem jeito. Ele estava surpreso e até impressionado consigo mesmo por estar tendo uma conversa tão natural com pessoas com quem normalmente nunca interagiria. Toda a situação parecia estranha, mas curiosamente satisfatória.
Com o rosto levemente corado, Jeong-in acabou cruzando o olhar com Chase. Chase sorria de leve enquanto observava Jeong-in conversando com seus amigos. Aquele sorriso parecia um elogio, ou talvez um incentivo.
No momento em que Chase segurou a barra da camiseta para tirá-la, Jeong-in rapidamente desviou o olhar.
Mas seus olhos inquietos voltaram automaticamente para Chase, como limalhas de ferro atraídas por um ímã. Chase revelou o corpo ao tirar a camiseta. Seu pescoço espesso, os ombros largos e imponentes, e os músculos firmes e bem definidos que cobriam seu tronco sólido. Cada linha que formava seu corpo parecia ter sido esculpida com extremo cuidado por um escultor, transmitindo uma força impressionante.
Jeong-in prendeu a respiração sem perceber. Chase parecia uma forma de vida diferente. Um arrepio percorreu seus antebraços diante da admiração que sentia.
Os jogadores, agora vestidos com seus uniformes, aqueciam de forma barulhenta, batendo os capacetes uns contra os outros e golpeando o peito e os braços com as mãos.
Jeong-in se lembrou dos cães de trenó de um documentário que havia visto, uivando enquanto aguardavam o sinal de partida. A energia e a tensão prestes a explodir se sobrepunham estranhamente àqueles jogadores.
Enquanto olhava ao redor, deslocado naquele ambiente desconhecido, Chase o guiou naturalmente até o campo.
— Fica ali perto do treinador. Presta atenção para não ser atingido pela bola.
O dedo indicador de Chase tocou levemente a ponte dos óculos de Jeong-in para enfatizar. Jeong-in assentiu em silêncio e se aproximou do treinador, que estava à beira do campo com os braços cruzados.
— Olá.
Anderson, o professor de educação física da escola responsável pelo treinamento físico do time de futebol americano fora da temporada, levantou levemente a mão em resposta. Jeong-in também estava tendo aula com ele naquele semestre. Embora o time principal geralmente tivesse treinadores externos especializados, professores com experiência esportiva costumavam supervisionar durante o período fora da temporada.
Jeong-in havia acabado de pensar que os jogadores pareciam cães de trenó e, por coincidência, havia um equipamento em um dos lados do campo que parecia cinco trenós alinhados lado a lado. Na frente, uma estrutura longa e baixa se estendia como um trenó, e atrás havia almofadas decoradas como se vestissem uniformes.
Jeong-in perguntou ao treinador Anderson:
— O que é aquele negócio que parece um trenó?
— Isso se chama trenó de bloqueio. É um equipamento usado para desenvolver força para empurrar os adversários.
Logo, cinco jogadores ofensivos se posicionaram diante das almofadas. Chase, como quarterback, estava no meio, com o offensive tackle Darius Thomson e o running back Max Schneider de cada lado. Eles abaixaram a postura, preparando-se para avançar. Para Jeong-in, pareciam feras prestes a atacar sua presa, erguendo olhares ferozes para as almofadas que iriam empurrar.
— Down, set, go!
Com o sinal do treinador, os jogadores avançaram ao mesmo tempo contra as almofadas.
O trenó pesado avançou com um som surdo, enquanto os jogadores golpeavam os pads com força. Jeong-in sentiu um arrepio percorrer sua espinha diante daquela demonstração formidável.
—Donnelly! Coloque mais força nisso!
Ao grito do treinador, os jogadores prenderam a respiração e reuniram forças novamente. Para que o trenó de cinco pessoas se movesse em linha reta, todos os cinco precisavam sincronizar perfeitamente força e direção. Parecia eficaz não apenas para desenvolver a força física, mas também o trabalho em equipe.
Depois que os jogadores de ataque e defesa fizeram cada um uma ida e volta pelo campo, o treinador apitou brevemente e gritou:
—Adicionem peso!
Os jogadores gemeram em uníssono, mas o treinador não deu atenção enquanto colocava pads grossos sobre a estrutura do trenó. Às vezes, ele mesmo subia em cima para aumentar o peso, e seu físico era bastante intimidador. Já na casa dos 40, com a barriga típica de um homem de meia-idade, parecia pesar facilmente uns 100 quilos.
Nesse momento, Chase de repente fez um gesto para Jeong-in.
—Jay! Vem aqui!
Outros jogadores, percebendo a intenção de Chase, também começaram a chamá-lo, gesticulando para que ele se apressasse.
—Sobe aqui.
—E-eu?
Enquanto Jeong-in hesitava, nervoso, Chase caminhou até ele e o ergueu com a mesma facilidade com que se levanta uma criança, colocando-o em cima do trenó. Em seguida, piscou para os colegas e disse em um sussurro:
—Leve como algodão-doce.
Os jogadores cansados fizeram sinal de positivo para Chase. Jeong-in ficou cuidadosamente de pé sobre o equipamento, enquanto os jogadores assumiam suas posições diante dos pads com naturalidade. Era a vez da linha ofensiva novamente.
—Sem pausas, direto até o fim do campo. Preparar, posição, vai!
Com um impacto seco, os jogadores empurraram o trenó. A velocidade sentida ali em cima era muito maior do que ele esperava. A brisa fresca da primavera roçou o rosto de Jeong-in. Embora no início tivesse se agarrado com força ao equipamento por medo, em algum momento se pegou rindo como uma criança em um trenó de gelo.
—Por hoje é só! Todos para o treino indoor, sem faltar!
O treino terminou com o apito do treinador. Enquanto os jogadores trocavam high fives, Chase naturalmente passou o braço pelos ombros de Jeong-in. Era algo que ele fazia com frequência com colegas e amigos, mas vivenciar aquilo parecia muito estranho e desconfortável. Seu braço era firme e pesado, como uma pedra envolvendo-o.
—Bom trabalho, assistente técnico. Vou tomar banho, então me espera.
Chase bagunçou levemente o cabelo de Jeong-in com a mesma mão que estava sobre seu ombro, então entrou no vestiário. Depois disso, vários jogadores cujos nomes Jeong-in não conhecia passaram por ele, brincando ao dizer que ele deveria aparecer no próximo treino para substituir o treinador Anderson no trenó.
Um banco longo de plástico estava colocado em frente ao vestiário. Após hesitar, Jeong-in se sentou na ponta dele. Nesse momento, a líder de torcida Ava Winslow veio e se sentou na outra extremidade. Provavelmente estava esperando o namorado, Brian Cole.
Jeong-in sentiu uma satisfação estranha. Assim como Ava Winslow esperando por Brian Cole, ele se sentia como alguém especial esperando por Chase Prescott. Era como se seus pés estivessem flutuando alguns centímetros acima do chão. Mas aquela sensação não durou muito.
Ao seu lado, ele ouviu Ava Winslow conversando com alguém ao telefone.
—A Vivian comprou naquela boutique da Robertson Boulevard. O Chase provavelmente ajudou ela a escolher o vestido. Disseram que vão juntos. Não sei por que ela está fazendo tanto alarde com o Spring Fling, nem é o baile de formatura.
Robertson Boulevard era uma rua repleta de boutiques sofisticadas e lojas de luxo, famosa como destino de compras de estrelas de Hollywood.
Então, Chase Prescott vai ao baile Spring Fling com Vivian Sinclair. Afinal, eles são um casal.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

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Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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