Ler Lick me up if you can – Capítulo 86 Online


Modo Claro

— Hum… hum… hum.

Sons escaparam um pouco de sua boca bem fechada. Ashley, com um braço envolvido na cintura de Koy, segurou uma das mãos cerradas que estavam protegidas em seu peito e a suspensão para envolver sua própria nuca. Ao fazê-lo, o outro braço de Koy foi puxado também e, dessa vez, ele mesmo se moveu para abraçar o pescoço de Ashley. Com os lábios colados, Ashley transmitiu.

‘Como eu imaginava, Koy aprende rápido’.

Mas ele ainda não dava sinais de abrir a boca. Ashley lambeu e mordeu de leve aqueles lábios macios diversas vezes, mas eles continuaram fechados como um castelo difícil de conquistar.

‘Será que ainda tem medo’?

Ashley nem se lembrava de como tinha sido seu próprio primeiro beijo. ‘Como será que farei para ele abrir os lábios’? Pensando nisso, inclinou-se para beijá-lo de novo, mas Koy recuou a cabeça de repente.

— Hã… é que… — disse Koy, hesitante, com um ar de desculpas. — Acho que… a gente já tá ficando assim há muito tempo. Não era melhor tomar logo banho e ir embora? Daqui um pouco deve vir fechar aqui…

A porta do vestiário estava trancada, mas, se alguma segurança aparecesse, aquele clima doce iria embora. Koy tinha razão, mas Ashley não gostou nada da interrupção. Enquanto sua mente estava cheia apenas de beijos, Koy estava pensando em coisas práticas, até lançando olhares para a porta. Achando aquilo irritante, Ashley soltou a cintura dele e, em vez disso, deixou as mãos descerem.

— Aaah!

Ao erguer a saia e segurar com as duas mãos as nádegas cobertas apenas por uma cueca, Koy fica assustado. Isso melhorou o humor de Ashley. Koy tentou levar as próprias mãos até ali para se proteger, mas já era tarde: as mãos grandes de Ashley estavam bem firmes. Por mais que ele tentasse afastá-las, não conseguiria mover nada. Pior: Ashley começou a apertar, como se estivesse provocando.

— Você tem um bumbum pequenininho, Koy.

Mas a sensação era muito boa: cabia certinho dentro da sua mão, macio e agradável, quase tão doce quanto um beijo. E, ao contrário dos lábios, não oferece resistência. Divertindo-se, Ashley massageava enquanto Koy entrava em pânico. Por fim, Koy agarrou as mãos dele e relacionadas:

— I-Isso é coisa de pervertido! Só pervertido faz isso!

— Mas eu sou seu namorado.

E, como se fosse um castigo, Ashley abriu ainda mais. O novo grito de Koy é quase como um gemido aos ouvidos dele.

— Justamente por isso, namorado não deve fazer essas coisas! — protestou Koy, desesperado.

Ashley franziu o cenho, sério:

— Por que não?

Não estava provocando; era uma dúvida sincera. Por que um namorado não poderia tocar o corpo da pessoa amada? Isso era grave. Koy viu uma falha no argumento e ficou gaguejando:

— É… é que… é que…

Ashley o fitava de modo sério, e Koy se sentia cada vez mais acuado. Até que finalmente murmurou:

— Porque… porque eu tenho que tomar banho, e o namorado não deve atrapalhar.

—Ah…

Ashley soltou um pouco de compreensão. Koy, animado por achar que ele tinha entendido, olhou para cima e viu um sorriso. Relaxou e convidou também.

— Então vamos tomar banho juntos.

— Hã?

Koy piscou, confuso. Não era para isso que estavam ali?

— Porque somos namorados, não é? — Ashley insistiu.

Dessa vez, não havia engano. Você concorda:

– Ah, sim. É.

Ainda segurando a mão dele, completou:

— Vamos juntos.

– Certo.

Ashley respondeu e lhe deu um selinho. Koy, dessa vez, reagiu no tempo certo, fazendo biquinho. Ambos sorriram. Mas, no instante seguinte, Ashley começou a apertar o bumbum dele, arrancando outro grito.

– Cinzas!

Quando Koy falou seu nome, retesando-se, ele soltou — mas não sem antes dar uma última última de mão. Koy rapidamente segurou o próprio retorno para protegê-lo, furioso. Quantas vezes já tinha caído naquilo só por baixar a guarda?

‘Está desprotegido na frente, Koy’.

Ashley pensou que poderia facilmente atacar o peitoral ou até mais abaixo, mas decidiu esperar. Koy já estava sobrecarregado com o que tinha aprendido até ali. Então, estenda a mão como um gesto de paz.

— Não vou mais brincar, Koy. Vamos tomar banho de verdade.

Ele enviou ao dizer isso, mas Koy apenas olhou de soslaio para a mão, sem tocá-la.

— Não confia no seu namorado?

Ah, “namorado”… que palavra mágica. Ao ouvi-la sendo dita por Ashley com um ar levemente magoado, a desconfiança de Koy se dissolveu.

— Confio… — murmurou, abaixando a cabeça e estendendo a mão, antes ocupado protegendo-se.

Ashley não resistiu e manteve-o para um abraço.

— Você é tão fofo, Koy.

— Ah… sim. — respondeu, sem entender bem.

Ashley sentiu vontade de devorá-lo, mas se conteve. Com o braço em volta dos ombros dele, contribuiu-o ao chuveiro.

—Ah. — Koy parou de repente, prestes a entrar. — Minha bolsa, com minhas roupas…tá no vestiário dos líderes de torcida.

—É mesmo? — Ashley disse, pronto para resolver. — Eu busco. Tá na frente da porta?

— Hã… sim, acho que sim.

— Então vai se lavar primeiro. Ali tem shampoo e sabonete. — disse, apontando antes de sair do vestiário.

Sozinho, Koy se sentiu um pouco apreensivo e olhou ao redor. Nada. Nenhuma alma por perto.

‘Até que é bom assim’.

Começou a tirar a roupa, aliviado por não ter que fazer isso na frente de Ashley.

‘Ele pensou em me poupar’.

Isso o deixou agradecido — embora talvez fosse apenas experiência. Quantas namoradas Ashley já teria tido? Provavelmente muitos. Ele beijava com tanta segurança, diferente de Koy, sempre atrapalhado.

Mas Koy sacudiu a cabeça: ‘não é coisa de homem ficar preso ao passado da pessoa’. O que importava era o presente — e agora, ele era o namorado de Ashley.

‘Namorado’.

Era uma palavra realmente fascinante. Sempre que pensou nela, seu coração se enche e sua mente se derretia.

‘Será que Ash sentirá o mesmo’?

Sentindo o rosto esquentar, Koy dobrou cuidadosamente as roupas que havia tiradas sobre o banco e se pareciam ao chuveiro.

Dentro do chuveiro, havia divisórias instaladas, mas cada espaço era bastante grande. Considerando o porte dos rapazes do tempo de propriedade, isso talvez fosse o mínimo. Koy admirava o interior que era várias vezes maior e melhor do que o chuveiro do trailer onde ele morava.

Afinal, o tempo de propriedade no gelo era praticamente o próprio símbolo da escola.

Dizia-se, naturalmente, que recebiam apoio sem restrições em vários aspectos, e até o vestiário tinha uma estrutura impressionante.

‘Achei que nunca teria a chance de ver o interior, mas aqui estou, tomando até banho… É estranho, mas de um jeito bom.’

Koy caminhou cautelosamente na ponta dos pés entre as caixas, olhando de um lado para o outro até escolher um deles e entrar. A única coisa que dividia o espaço era uma divisória de cada lado. Koy mal deixou metade do rosto à mostra, mas para a maioria dos jogadores de promissores, que tinham mais de 1,90 metro de altura, só chegou à altura do peito. Tudo era tão alto e enorme que ele se sentia como um ano não em uma terra de gigantes. Koy ligou o chuveiro. A água fria veio primeiro, então ele rapidamente se esquivou e ligou a água quente, mas então ouviu uma voz lá fora.

– Ok, voltei.

– Ah, sim.

Ashley anunciou de propósito, em voz alta, que tinha carreiras, e logo ficou em silêncio. Provavelmente estava tirando a roupa, se preparando para entrar. Koy encostou-se na parede, determinado a fazer a água quente sair, mas o registro não girava.

‘Está quebrado?’

Será que deveria mudar para outra cabine? Ele pensou nisso por um instante, quando a porta do chuveiro se abriu de repente. Ashley entrou. Koy, surpreso, encolheu o corpo. Não tinha coragem de andar normalmente na frente dele.

‘Devo ir para outra cabine’?

Ele hesitou por um momento, mas então a porta do chuveiro se abriu. Ashley estava entrando. Koy se encolheu em pânico. Ele simplesmente não conseguiu reunir coragem para passar despreocupadamente na frente dele.

‘Quando Ash entrar em outra cabine, eu me movo.’

Foi quando tomou essa decisão que, de repente, Ashley apareceu bem à sua frente.

°

°

Continua….

Tradução: Ana Luiza

Revisão: Thaís

Ler Lick me up if you can Yaoi Mangá Online

Ídolo da escola, Ashley Miller. Connor Niles, que é tímido e não tem amigos, torna-se sócio de Ashley Miller, uma estrela do hóquei no gelo, aleatoriamente um dia quando está desesperado por notas por causa das suas notas. “Vamos começar hoje. Não seria melhor para você terminar rapidamente?” “Espere, Ashley. Não, Ash, espere!” Koi, que assumiu a tarefa devido à perda de contato com ele. Ainda assim, a tarefa foi concluída com sucesso, e Ashley se sentiu culpado por Koi que veio com um emprego de meio período para ajudá-lo, pois  estava sendo intimidado por seus colegas de classe. A bondade que veio até ele pela primeira vez assim  aquecendo o coração de Koi. “Vamos, a hora do almoço acabou. Connor Niles.” ‘Talvez isso tudo seja um sonho?’ Único amigo. Para Koi, que sempre foi um solitário, Ashley Miller se tornou um ser importante assim em um instante. No entanto, depois de ouvir a notícia de que ele está doente, Koi visita impulsivamente a casa e, sem querer, descobre o segredo de Ashley…? “Seus olhos estão roxo…Você se manifestou?”
Nome alternativo: Lick Me If You Can

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