Ler O Marido Malvado (Novel) – Capítulo 139 Online

Cesare a incentivou com uma voz baixa e autoritária, e Eileen instintivamente enrijeceu, seu corpo se curvando para dentro.
A pergunta era tão óbvia que ela não sabia como responder. Era tão evidente, mas ainda assim a deixava confusa.
Ela hesitou, duvidando de si mesma. Aquela era realmente a resposta certa? Mas nenhuma alternativa melhor veio à mente, então murmurou timidamente:
— …Você, Cesare.
Tudo em Eileen tinha raiz em Cesare. Até o hábito de beijar para amenizar situações difíceis era algo que ela aprendera com ele.
Cesare, que a observava atentamente, de repente inclinou a cabeça e riu baixinho. Após um momento, ainda sorrindo, pressionou os lábios contra a clavícula dela e murmurou:
— Isso também… é minha culpa .
Eileen quis perguntar o que ele queria dizer, mas não teve chance. Seus dedos, que se moviam lentamente, agora aceleraram o ritmo.
Com a respiração ofegante e trêmula, ela fechou os olhos com força. As paredes internas, úmidas e ansiosas agarraram-se avidamente aos dedos do homem.
— Ah, ahh…
Seu peito subia e descia com sua respiração superficial. Enquanto seu corpo se curvava para dentro e gemidos trêmulos escapavam, ele passou a língua sobre seu mamilo, lambendo e provocando. Após chupar, perguntou casualmente com sua voz profunda:
— Mais alguma coisa que você deseja saber?
— Ah… e-espera… eu tenho muitas… mas…
Suas ações não deixavam espaço para ela realmente formular as perguntas que queria fazer. Em vez disso, o prazer a dominou fortemente.
Sua boca salivou, e uma sensação precária de gozar ondulou através dela. Seu corpo inteiro tensionou, os músculos internos contraindo e seu clitóris inchou de tesão.
A cada investida mais profunda dos dedos do homem em seu interior encharcado arrancava gemidos cada vez mais descontrolados de seus lábios. Quando sua palma a pressionou e seus dedos enganchados se curvaram para raspar suas paredes internas, seu autocontrole desmoronou.
— E-Eu vou… ah, eu vou—!
— Não, Eileen, — Cesare interrompeu, sua voz ao mesmo tempo persuasiva e sedutora. — Ainda não. Você precisa gozar com meu pau dentro de você.
— Mm… eu não consigo…!
No desespero ela agarrou o braço do homem, suas mão trêmulas, tentando detê-lo. Os músculos do antebraço dele se contraíram sob seu toque, as veias sob a pele se destacando contra sua palma.
A expressão de Cesare se fechou sutilmente. Eileen o encarou, sua mente turva pelo desejo intenso que se acumulava dentro dela.
Incapaz de suportar mais aquela tensão, seu corpo implorava para gozar. Agarrando o braço dele, ela suplicou:
— Então você pode… colocar agora?
Seus pensamentos voaram para o prelúdio habitual dos momentos de sexo entre eles, onde Cesare usava a boca para prepará-la. Mas agora, com o ferimento dele e o trabalho minucioso que seus dedos já haviam feito, ela acrescentou hesitantemente:
— Você não pode… usar a boca por causa do seu ferimento, e… acho que estou pronta… faz tanto tempo, mas seus dedos… são suficientes…
Suas palavras saíram atropeladas, sem filtro em sua necessidade. Ela olhou para ele com olhos arregalados e suplicantes.
— Eu não consigo segurar mais…
Seu desespero deve tê-lo alcançado porque, felizmente, ele não recusou. Em vez disso, assentiu levemente.
Até Eileen, muitas vezes alheia a sutilezas, conseguiu perceber o que Cesare queria naquele momento. Ela se inclinou e plantou um selinho suave e barulhento em seus lábios.
Ainda assim, Cesare permaneceu imóvel, observando-a em silêncio. Encorajada, Eileen timidamente passou a língua, lambendo seus lábios.
Finalmente, Cesare abriu os lábios, puxando a língua dela para dentro da sua boca com um suave som de sucção. O beijo se aprofundou, úmido e lento, enquanto seus lábios e línguas dançavam sincronizados.
Mesmo quando a língua do homem brincava com a dela, não conseguia ignorar a sensação persistente dos dedos empurrando-a para cada vez mais perto do orgasmo. Fechando os olhos com força, tentou conter o prazer elétrico que percorria seu corpo.
Queria se esfregar contra a mão dele, absorver mais da fricção intensa que a levaria ao limite. Só mais um pouquinho de estímulo, e ela finalmente chegaria ao orgasmo.
Mas estava lutando para se conter — determinada a guardar aquele clímax para quando ele a penetrasse.
— Mm…
Tentando se distrair, imitou o que Cesare frequentemente fazia durante os beijos. Deslizou a língua pela linha dos dentes do homem, esticando-a para lamber o céu da sua boca.
Em seus esforços ansiosos, não percebeu a saliva que escorreu do canto de seus lábios. Quando notou, assustada, recuou, mas Cesare capturou o fio de saliva com a língua, lambendo-o.
Depois de lamber bem seus lábios, Cesare finalmente retirou os dedos. A respiração de Eileen falhou quando ela encontrou seu olhar, observando-o levar os dedos à boca. Sem hesitar, ele lambeu, saboreando-a com um gemido baixo.
— Tire, — ele ordenou, sua voz baixa e rouca de tesão.
A mão que estivera entrelaçada à dela se soltou, dando-lhe liberdade para se mover. Respirando fundo para se acalmar, Eileen olhou para baixo.
Cuidadosamente, ela tirou as poucas peças de roupa que ainda cobriam seu corpo. Então, com as mãos trêmulas, levou-as até a cintura do homem.
Desabotoando e puxando o tecido para baixo, revelou sua ereção imponente, grossa e pesada. A cabeça inchada brilhava com pré-gozo, uma gota escorrendo pelo comprimento.
— …
Embora já tivesse visto antes, Eileen não conseguiu evitar de fazer uma pausa, sentindo uma mistura de admiração e nervosismo. O tamanho do pau de Cesare era intimidante, como sempre.
‘Como ele consegue carregar uma coisa dessas por aí todos os dias?’
Seus pensamentos vagaram absurdamente antes que ela estendesse a mão com cautela, seus dedos tocando-o. O calor dele irradiava através do toque, secando sua garganta enquanto engolia em seco.
— Eu… vou fazer. Já que você está ferido… — murmurou, sua voz sumindo enquanto seu olhar desviava do rosto dele para o peito.
Cesare sempre fora o primeiro a tomar a iniciativa, então isso era território desconhecido para ela. Mesmo alinhar seus corpos provou ser desafiador com ela se atrapalhando com o membro dele, tentando posicioná-lo corretamente.
Seus movimentos nervosos fizeram o membro escorregar, a cabeça grossa roçou contra o clitóris inchado e deslizou por sua barriga plana. O pré-gozo pegajoso espalhou-se em sua pele, deixando um rastro úmido e quente.
— Hah… ah…
A estimulação involuntária enviou choques de prazer através dela. Ela ofegou, seu corpo estremecendo instintivamente.
Cesare a estabilizou, sua mão envolvendo o próprio membro para guiá-lo. Pressionando a cabeça contra sua entrada, murmurou:
— Aqui. É aqui que coloca.
Eileen não conseguiu impedir o suave aperto de seu interior enquanto seu corpo respondia avidamente. Ela corou profundamente, envergonhada de como seu corpo praticamente implorava por ele, mas o desejo afogou qualquer constrangimento.
Lentamente, ela começou a descer, suas paredes se esticando para acomodar sua espessura. A sensação era avassaladora—tanto uma plenitude deliciosa quanto uma ardência quase excessiva.
— Ah… ahh…!
Um suave grito escapou de seus lábios enquanto descia, centímetro por centímetro. A sensação de ser preenchida fez sua cabeça girar.
‘Ele… está dentro…’
Cada avanço do pênis grosso forçava suas paredes a se abrirem mais, obrigando seu corpo a se ajustar ao tamanho. O encaixe apertado a fez estremecer, seu interior espasmando enquanto o tesão acumulava.
Incapaz de resistir ao impulso instintivo, ela arqueou as costas, pressionando o peito para frente. Seus mamilos sensíveis roçaram o rosto de Cesare como se implorassem por sua atenção.
O homem aceitou o convite, lambendo o mamilo duro antes de mordiscá-lo suavemente. Ao mesmo tempo, sua mão deslizou por suas costas, traçando a curva de sua coluna.
Encorajada por seu toque, Eileen se moveu com cautela, descendo ainda mais sobre ele. Mas uma mordidinha mais forte em seu mamilo a surpreendeu, e seu controle falhou. Ela sentou de repente, engolindo-o completamente de uma só vez.
— …!
A ponta do pênis atingiu profundamente contra o colo do útero, enviando uma mistura de dor e prazer através do seu corpo. Ela congelou, os olhos arregalados enquanto estrelas explodiam em sua visão.
Sua respiração falhou, o corpo convulsionando com ondas de sensação se espalhando. As paredes internas se agarraram intensamente ao membro do homem, contraindo e sugando ritmicamente.
— Hah… hah…!
Lutando para recuperar o fôlego, ela tremeu incontrolavelmente. Fluido pegajoso escorria de onde seus corpos estavam unidos, acumulando-se nas coxas dele.
O olhar intenso de Cesare perfurava-a, as íris carmesim escurecidas pelo tesão. Suas mãos agarraram suas nádegas, seus dedos cravando-se em sua carne macia.
Ela gemeu, pressionando a palma da mão contra o peito dele numa tentativa frágil de mantê-lo imóvel.
— Não… não se mexa, — ela implorou. — Hoje eu farei… tudo… — Inclinando-se para frente, ela o beijou desajeitadamente, seus olhos marejados encontrando os dele enquanto sussurrava: — Só… me oriente.
Cesare deu um sorrisinho, seus lábios roçando os dela enquanto murmurava:
— Você ao menos sabe como?
— …Na verdade, não, — ela admitiu timidamente, suas mãos apoiadas desajeitadamente contra o peitoral sólido.
Apesar da inexperiência, queria agradá-lo. Hesitou por um momento, então perguntou suavemente: — Pode me ensinar… como fazer você se sentir bem?
(Elisa: Que capítulo . Não é atoa que este é um dos meus volumes favoritos.)
Continua…
Tradução: Elisa Erzet
Ler O Marido Malvado (Novel) Yaoi Mangá Online
Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
Sinopse
Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui