Ler Lamba-me se puder – Capítulo 188 Online

Modo Claro

— Ah…

Quem soltou o suspiro foi Ashley. Ao ver as nádegas arredondadas reveladas através da meia rasgada, sua mente ficou em branco. Sentia como se seu coração fosse romper as costelas e saltar para fora. Nem mesmo todas as drogas que já tinha experimentado haviam lhe proporcionado uma sensação de êxtase como aquela.

Sem ter plena noção de como estava exposto, sentindo apenas a parte de baixo estranhamente aberta — mais precisamente ao redor da entrada —, Koy se inquietava, tomado por uma ansiedade confusa. Foi então que Ashley falou:

— …Koy, não posso tirar uma foto, né?

Sem sequer piscar, mantendo o olhar fixo, ele perguntou. Koy engasgou, horrorizado.

— O-o que você está dizendo?!

— Só estou brincando.

Ashley respondeu de imediato, mas a decepção estava clara em seu rosto. ‘Tudo bem, pensou. Ainda vou ter muitas oportunidades’.

Segurando uma das nádegas, ele pressionou com o polegar, e a pequena abertura, que se contraíra levemente, se abriu. Entre o sulco das nádegas expostas, o fluido escorria da abertura escancarada. A respiração de Koy ficou ofegante, e a abertura se contraía e relaxava no ritmo de sua respiração. A cada movimento, o fluido transbordava, e Ashley não conseguia mais se conter.

— Koy…

Ele sussurrou, com a voz levemente rouca.

— Eu vou colocar.

Sem perceber, Koy enrijeceu os ombros. O membro de Ashley, rígido e inflamado, entrou em seu campo de visão. Era inacreditável — ele tivera tanto medo daquilo antes, e agora desejava com tanta urgência. Mas a pulsação ardente em seu ventre e a sensação de formigamento insistente na sua entrada eram urgentes demais; não havia espaço para refletir sobre como era no passado.

Vendo Koy de olhos bem fechados, segurando o lençol, Ashley agarrou seu quadril com uma mão. Com a outra, segurou o membro rígido e ereto e exalou um breve suspiro. Esfregando a ponta arredondada nas rugas para umedecê-la com o fluido, Ashley prendeu a respiração e imediatamente o empurrou para dentro de Koy.

— Ah…

O som que escapou fraco se dissolveu junto com a respiração. Koy arregalou os olhos que estavam fechados e escancarou a boca. Por um instante, parecia ter desmaiado por um breve momento.

Ashley percebeu o momento em que a consciência de Koy vacilou. Mas, graças a isso, o interior que estava tão rigidamente contraído afrouxou um pouco.

Com o sexo enterrado naquele aperto sufocante, Ashley soltou um suspiro satisfeito. Da outra vez, pensou que não tinha conseguido aproveitar direito por causa do rut — mas não era isso. Mesmo agora, quase tinha chegado ao limite e ejaculado no exato instante em que entrou; só conseguiu se conter por pouco. Se Koy não tivesse desmaiado, ele certamente não teria conseguido segurar. Ao perceber que escapara por um fio de passar vergonha, deixou escapar um sorriso torto.

Ainda assim, o interior de Koy continuava a apertá-lo com força, contraindo-se diligentemente ao redor dele. As paredes internas se moviam, massageando-o, e Ashley precisava conter repetidamente o impulso de ejacular. Depois de aproveitar por um momento a pressão pulsante, ele começou a se mover para trás devagar. O comprimento rígido deslizou ao longo das paredes ao sair, e uma parte da consciência de Koy voltou lentamente.

— Acordou? — Ashley perguntou com um sorriso na voz.

Koy ainda estava atordoado, sem entender o que acabara ouvir, quando de repente Ashley empurrou o pênis todo de volta de uma só vez. O movimento que rasgava caminho por dentro fez sua mente clarear num choque.

— Aaah!

Ele gritou por reflexo e enrijeceu o corpo inteiro. Ashley parou novamente.

— Koy, parece que vai quebrar.

Ofegante, ele continuou:

— Pode relaxar um pouco? A menos que esteja tentando me matar.

Soou como uma brincadeira, mas havia um fundo de verdade. Era bom a ponto de matar — e dolorido a ponto de matar. Ao ouvir aquilo, Koy piscou, confuso. A pulsação forte do membro encaixado dentro dele era nítida. A sensação era como se algo batesse contra seu estômago por dentro, deixando-o desnorteado.

Observando sua expressão perdida, Ashley deu um sorriso torto, soltou o quadril que segurava e levou a mão para frente e agarrou o membro de Koy.

— Oooh…!

Ao sentir a mão acariciando suavemente, um gemido escapou involuntariamente. Ashley levou a orelha de Koy à boca, lambendo-a com a língua enquanto continuava a apertar e massagear seu membro repetidas vezes. A respiração de Koy foi ficando mais ofegante, sua visão embaçando. Sem perceber, o corpo foi relaxando — e Ashley não deixou essa brecha passar.

— Ah!

O membro que havia se retirado levemente voltou a investir para dentro. A sensação de ser penetrado profundamente fez o ar prender na garganta de Koy. Ofegante, tentando recuperar o fôlego, ele ouviu Ashley sussurrar:

— Está tudo bem, Koy. É muito bom.

A respiração dele era tão ofegante quanto a de Koy. Quando Koy ergueu os olhos devagar, viu o rosto de Ashley, vermelho e febril. Vendo-o assim, uma confiança desconhecida começou a surgir timidamente dentro dele.

— É… é bom? Mesmo?

— É.

Ashley assentiu, inclinou-se para dar um beijo breve nos lábios de Koy e sorriu, claramente satisfeito.

— É o melhor.

Ao ouvir aquilo, um rubor também subiu ao rosto de Koy, e seus olhos voltados para Ashley brilhavam intensamente de alegria.

— Ah!

Mais uma vez, o membro que havia se afastado deslizou para dentro com força. As paredes internas, que estavam contraídas, foram obrigadas a se abrir, preenchendo seu ventre com aquela presença intensa. Ashley apoiou as mãos ao lado do corpo de Koy, inclinando o tronco enquanto começava a mover os quadris de verdade. O membro grosso parecia preenchê-lo completamente, saía e tornava a entrar, repetidas vezes.

Koy manteve os olhos fechados com força, o rosto contraído enquanto suportava a pressão. Se Ashley dizia que estava bom, então para ele também era. Então está tudo bem. Está tudo bem. Está tudo bem. Ele repetia para si mesmo, tentando se convencer.

Foi quando…

— Koy.

De repente, Ashley parou de se mover e o chamou.

Ainda de olhos fechados, Koy respondeu baixinho:

— Uhum…

Afastando os fios de cabelo que caíam sobre a testa dele, Ashley perguntou:

— Está doendo muito?

— Uhum…

Koy balançou a cabeça de leve.

— E-es… tá… tudo bem.

— Vai melhorar logo… — acrescentou em voz baixa.

Ashley o observou em silêncio por um momento, então beijou sua têmpora e, mantendo os lábios próximos, sussurrou:

— Koy, toca aqui.

Segurando a mão que estava largada ao lado do corpo, Ashley a levou para baixo. Guiado por ele, Koy passou a mão sobre o próprio ventre. Ashley perguntou:

— Está sentindo?

Sob a barriga lisa, havia algo claramente perceptível. Koy hesitou e abriu os olhos. Ashley deslizou os lábios até a orelha dele e a mordeu de leve. Então voltou a se mover.

Primeiro veio a sensação de algo se retirando, e logo em seguida o interior voltou a ser preenchido. Ao mesmo tempo, sob a palma da mão, ele sentiu com nitidez o volume pesado que havia recuado, afundar e tornar a pressionar contra ele por dentro. Os olhos de Koy se arregalaram ainda mais.

Vendo sua expressão, Ashley sorriu e começou a se mover com mais rapidez. Já havia soltado a mão dele, mas Koy continuava com a palma apoiada sobre o próprio ventre.

Haah… haah…

A respiração de Koy ficou cada vez mais ofegante. As paredes internas que envolviam o membro também mudaram de movimento. A quantidade de fluido era tanta que, a cada movimento de Ashley para frente e para trás, o líquido escorregadio escorria para fora da abertura.

A sensação de Ashley entrando e saindo era nitidamente sentida sob a palma de sua mão. Vendo Koy ofegante com os olhos arregalados, Ashley segurou sua mão e a prendeu na cama. Em seguida, Ashley retirou novamente o membro para trás. Recuando o suficiente para apenas a glande ainda estar dentro, ele soltou uma respiração e, de uma só vez, empurrou para dentro.

Imediatamente, o formato do membro grosso se delineou claramente sob a fina pele de sua barriga.

— Olha, Koy…

Ofegante, Ashley murmurou satisfeito.

— Chegou até aqui.

Koy não conseguiu sequer responder; apenas encarava, atordoado. O membro, que havia avançado até a altura do seu umbigo, erguia-se firme, claramente delineado.

— Ugh…

Ashley franziu a testa e soltou um gemido curto. O interior de Koy se contraiu de repente, apertando-o com força. Ashley fechou os olhos, puxando o ar profundamente antes de soltá-lo devagar.

— Ah… acho que vou morrer…

— O quê?

Assustado, Koy arregalou os olhos. Ashley sorriu e, como se fosse uma brincadeira, beijou a ponta do nariz dele.

— De tão bom que é.

— Ah…

Ashley estava sorrindo para ele.

Koy o fitou por um momento, ainda atordoado. ‘Não. Não fala isso. Não faz isso’. Sua razão gritava. Mas a voz era distante demais, fraca demais — incapaz de conter o impulso que crescia dentro dele.

Koy abriu os lábios. Ashley aguardou, esperando pelo que ele ia dizer. Por alguns segundos, Koy hesitou, movendo a boca como se ainda lutasse contra si mesmo. Mas, no fim, não conseguiu segurar.

— Eu te amo, Ash.

 

°

°

Continua….

 

Tradução:  Ana Luiza

Revisão:  Thaís

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Em breve será disponibilizado uma sinopse!
Nome alternativo: Kiss Me If You Can

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