Ler A Batalha pelo Divórcio – Capítulo 03 Online
A hora do almoço havia chegado na sala de jantar da imponente Mansão Waldeck.
— Você é uma moça de muita sorte.
Lá vem de novo. Mais um dos sermões favoritos da antiga grã-duquesa sobre o quão “afortunada” era Daisy von Waldeck.
Indiferente aos comentários maldosos vindos do outro lado da mesa, Daisy deu uma mordida no filé perfeitamente cortado, saboreando cada pedaço.
— Ouvi dizer que muitos plebeus mal conseguem uma refeição por dia. Você teve a sorte de encontrar um pai e ainda se casar com esta família, então nunca mais precisará se preocupar com a fome. Se isso não é sorte, sinceramente, não sei o que é.
— Sem dúvida. Não poderia estar mais feliz — respondeu Daisy com um sorriso radiante e um leve aceno de cabeça.
— Eu amo carne mais do que tudo nessa vida, então sou grata por poder comer o quanto quiser.
‘Ah, que delícia. Tão suculenta.’
Daisy deixou o sabor da carne se prolongar na boca, sorrindo, satisfeita.
De qualquer forma, a antiga grã-duquesa nem sequer era mãe biológica do seu marido.
Maxim von Waldeck era o filho ilegítimo de uma princesa fugitiva. Ele havia sido adotado pelo falecido tio, o antigo grão-duque, que já havia partido, deixando Maxim como herdeiro do título.
Como não havia um herdeiro direto para a família Waldeck, sem Maxim, a linhagem teria acabado, e a fortuna teria ido para parentes distantes.
Naturalmente, a antiga grã-duquesa se tornou sua mãe adotiva, mas era, na prática, tão inofensiva quanto um tigre sem dentes, sendo obrigada a aceitar uma criança como filho bastardo que agora estava destinado a morrer.
Aquela senhora nem mesmo tinha poder para expulsar Daisy, então por que se incomodar em criar caso? Para Daisy, ela não passava de uma colega de casa.
— Se continuar comendo tão descuidadamente, seu vestido vai estourar.
Daisy ignorou os estalidos reprovadores da antiga grã-duquesa, terminando com calma a última mordida do bife.
— Não ignore minhas palavras, preste atenção. Estou dizendo isso para o seu próprio bem. Homens não gostam de mulheres que andam feito pato, de tanto que engordaram.
— Entendo. Obrigada pelo conselho.
— E o que vai fazer quando seu marido voltar e nem a reconhecer, de tão gorda que ficou?
‘Bom, isso só seria um problema… se ele voltasse vivo.’
Daisy engoliu a resposta que quase escapou de seus lábios.
— Por isso, você deveria começar a comer menos. Especialmente comidas gordurosas.
— Obrigada pela preocupação, mas isso realmente importa?
— Como assim?
— Bem, eu só o vi uma vez. Acho que é por isso que nem me lembro direito do rosto dele. Provavelmente, também não me reconheceria.
Sua resposta descarada deixou a antiga grã-duquesa sem palavras, um pequeno suspiro de incredulidade escapando de seus lábios.
Mesmo tendo sido advertida a comer menos, Daisy limpou o prato até o último pedaço. Quando largou o garfo e a faca, uma criada trouxe a sobremesa.
Seu rosto se iluminou ao ver a mousse de chocolate.
— Você é realmente impossível. Não está velha demais para se animar com sobremesa?
— Ah, mas estou emocionada. Mousse de chocolate é meu favorito, mãe.
— Faça como quiser. Coma à vontade.
Visivelmente irritada, a antiga grã-duquesa jogou o guardanapo sobre a mesa e se levantou.
BANG!
A porta se fechou com força.
Agora, só restavam Daisy e a criada que servia na sala de jantar.
‘Um pouco de açúcar certamente resolveria essa histeria rapidinho.’
Daisy pensou divertida, olhando para a mousse de chocolate solitário em seu prato.
— … Com licença.
— Sim, senhora Therese?
Tecnicamente, seu título deveria ser “Vossa Graça”, mas os criados a chamavam de “Senhora Therese”. Era um claro sinal de desrespeito já que a reconheciam como filha ilegítima do Conde Therese, mas se recusavam a aceitá-la como grã-duquesa.
Mas Daisy não se importava. Desde que fizessem o que ela mandava, que diferença fazia o nome que usavam?
Ela apontou casualmente para a mousse de chocolate intacto do outro lado da mesa.
— Pode trazer aquele para mim também?
— Como é?
— Ninguém tocou nele, seria um desperdício. Jogar comida fora é pecado, afinal.
Com uma expressão horrorizada, a empregada suspirou alto o suficiente para Daisy ouvir.
Quer a empregada tivesse batido o prato rudemente ou não, isso não incomodava Daisy. Ela terminou feliz as duas mousses de chocolate e saiu da sala de jantar com um sorriso satisfeito.
Já havia sentido tanta paz antes?
Daisy se esticou na cama macia, respirando fundo.
— … Ah, estou tão feliz. Você está realmente vivendo a vida, Daisy.
E ela dizia isso com sinceridade.
— Viver como uma dessas estúpidas aristocratas não é tão ruim assim.
Agora que estava experimentando na pele, entendia por que as pessoas lutavam tanto para manter seus privilégios.
A vida como Daisy von Waldeck era, na verdade, bastante satisfatória.
Comparado ao seu antigo trabalho como agente, podia comer toda a carne e sobremesa que quisesse. A cama era macia também. Sabendo que o mundo fora do seu quarto poderia ser perigoso, ela preferia passar a maior parte do tempo no conforto do seu leito.
Ela se importava com o desprezo das pessoas de Waldeck?
De jeito nenhum. Sendo sincera, até gostava um pouco.
Com tantos olhos sobre si, permanecia em alerta constante, cuidadosa para não revelar sua verdadeira identidade. Na verdade, queria que a ignorasse ainda mais.
Não tinha do que reclamar. Não era como se tivesse se casado com Maxim von Waldeck por amor, e definitivamente não esperava ser tratada como a dona da casa.
Seu único objetivo era cumprir a missão e garantir o dinheiro da aposentadoria que logo seria depositado em sua conta.
Sempre que sentia uma pontada de solidão, relia as cartas das crianças que a Irmã Sophia enviava, uma e outra vez.
[Irmã Daisy, como você está? Sinto muito a sua falta.]
Mia ainda cometia os mesmos erros ortográficos. Sua letra torta era adorável.
[Irmã, eu cresci bastante. Posso me casar com você quando eu ficar mais velho?]
‘Mas eu já sou uma mulher casada, o que fazer?’
Ela não podia deixar de sorrir com a proposta fofa de Oliver.
[Você continua rezando regularmente, certo, Daisy? Não pense que pode pular as orações agora que não há ninguém para te lembrar! Não se esqueça, o Senhor vê tudo.]
‘Claro que não. Nunca pulo minhas orações matinais e noturnas.’
Ela sorriu. A Irmã Sophia não havia mudado nada, ainda repreendendo Daisy mesmo de longe.
[Estou apenas brincando. A saúde é o mais importante. Tudo bem perder uma oração, mas não deixe de se alimentar. Certifique-se de comer bem.]
Comer direito? Daisy estava praticamente comendo tanto quanto a Irmã Sophia a mandava.
[O pequeno Sean está crescendo muito. Ele já está começando a andar. Achei que você gostaria de saber, então estou compartilhando a notícia.]
Sean tinha sido uma bênção.
A Irmã Sophia batizou o bebê que Daisy resgatou na sua última missão. Saber que ele já estava começando a andar mexeu com seu coração.
— Voltarei com bastante dinheiro, então espero que todos fiquem seguros e saudáveis até lá.
Olhando fixamente para o teto, Daisy pegou o porta-retrato na mesa de cabeceira.
Era o retrato do marido, Maxim von Waldeck.
— Honestamente, ele é irritantemente bonito.
Murmurou para si mesma, encarando seu rosto, sabendo que nunca o veria novamente.
Claro, ele era ainda mais bonito pessoalmente, mas até o retrato capturava seus traços marcantes.
Em termos de aparência, simplesmente chamá-lo de “bonito” não fazia justiça. Esse homem extraordinário, arrogante e cheio de presença, de alguma forma exalava um estranho fascínio também.
Foi a antiga grã-duquesa quem insistiu em colocar o retrato ao lado da cama de Daisy, dizendo que isso ajudaria a garantir o retorno seguro do marido.
— Você está bem por aí? Eu estou tão confortável aqui, graças a você.
Embora o retrato não pudesse responder, Daisy às vezes falava com ele quando estava sozinha. Sem as freiras ou crianças por perto, clamando por atenção, o silêncio a deixava um pouco solitária.
— Estou me alimentando bem, dormindo profundamente, dando caminhadas e lendo à vontade… Estou ficando boa em me entreter.
Para sua missão ter sucesso, seu marido precisava morrer.
Desejar a morte de alguém parecia um pecado em si, e isso a deixava com uma sensação estranha.
Ainda assim, a morte era o chamado de Deus, e não havia como detê-la.
Todas as noites, antes de dormir, Daisy rezava para que, mesmo que ele morresse em batalha, pudesse pelo menos encontrar paz no Céu.
Enquanto contemplava o retrato do marido, seus pensamentos voaram para o beijo que haviam compartilhado no dia do casamento.
O hálito quente dele que invadia sua boca, o peso ardente dele pressionando a baixo.
— Hah, caramba…
Daisy sacudiu a cabeça e enterrou o rosto nas cobertas macias, tentando afastar aquela lembrança embaraçosa.
“Até logo, querida esposa.”
“Teremos nossa noite de núpcias quando eu voltar.”
Porém, quanto mais tentava reprimir, mais vívida a lembrança se tornava.
Era impossível esquecer algo com uma presença tão marcante… O tamanho imenso daquela coisa era memorável. Quem poderia esquecer algo tão incomum?
Daisy von Waldeck ocasionalmente, ok, mais que ocasionalmente, sonhava com seu marido.
Claro, os sonhos não eram intencionais, mas sempre que o homem aparecia neles, a beijava apaixonadamente, como se quisesse devorá-la. E, conforme o beijo se aprofundava, Daisy se agarrava a ele como se fosse um salva-vidas.
Ela acabava ficando deitada sob seu corpo grande, completamente preenchida por ele, embalada num torpor vertiginoso… eram sonhos tão lascivos.
— Haah, não é que eu esteja sexualmente frustrada. Por que continuo tendo esses sonhos sujos?
Só de imaginar, uma sensação formigante subia pela barriga, quase a enlouquecendo. Mesmo sozinha, sentia vontade de se esconder. Sentindo-se inquieta, bateu o pé agitada.
Sim, só pela aparência, ele era definitivamente seu tipo.
‘Se eu tivesse que dormir com um homem, alguém como ele não seria uma má escolha… Deus, o que estou pensando?’
‘É tudo culpa daquele retrato. Ver um rosto tão tentador tantas vezes entrou no meu subconsciente.’
Decidida a não olhar mais para ele, virou o porta-retrato para baixo.
— Senhor Misericordioso, por favor, guie essa alma perdida de volta ao Seu abraço.
Daisy sentou-se imediatamente, segurando o crucifixo no pescoço, sussurrando uma oração de arrependimento.
‘O abraço quente… devia ser porque era soldado. Aquele homem realmente tinha um peitoral impressionante, especialmente aqueles músculos. Provavelmente conseguiria parar uma faca com aquele tipo de músculo—’
— Argh… que diabos estou pensando? Pense coisas puras, apenas puras…
Daisy fechou os olhos e deu um tapinha na própria cabeça, como se estivesse repreendendo seu cérebro.
— Esquece isso. Ele não vai voltar mesmo.
As linhas de frente estavam supostamente em meio a uma batalha brutal, com suas forças em uma grande desvantagem.
‘Então para de perder tempo com pensamentos inúteis.’
Daisy puxou as cobertas sobre a cabeça e fechou os olhos com força.
À noite, a hora do chá foi um pedido incomum. A antiga grã-duquesa já havia começado a tomar seu chá quando Daisy chegou, e estava claro que tinha muito a dizer.
— Tem boas notícias, mãe?
— Claro. Como que você nunca lê os jornais?
‘… Bem, eu leria se tivesse um.’
O território Waldeck era remoto, e ninguém se preocupava em trazer o jornal diário para ela. Só conseguia um por semana para reunir informações, mas ir à cidade todos os dias era difícil. Além disso, toda vez que usava a carruagem, as pessoas a olhavam com reprovação, perguntando por que uma mulher casada saía com tanta frequência.
Era exaustivo.
A antiga grã-duquesa jogou um jornal sobre a mesa.
[MAXIM VON WALDECK alcança uma vitória sem precedentes!]
A manchete destacava o nome de seu marido em letras maiúsculas.
Daisy esfregou os olhos, mal acreditando no que lia. Mas o que a chocou ainda mais foi a próxima linha:
[Grão-Duque Waldeck, herói da nação! O que deseja fazer primeiro ao retornar?]
[Abraçar minha adorável esposa, Daisy.]
Impossível, isso é mentira. Só podia ser uma distorção da imprensa.
— Eu te avisei várias vezes para diminuir as refeições para se preparar para o retorno do grão-duque.
A antiga grã-duquesa falou com um sorriso satisfeito, enquanto o rosto de Daisy empalidecia.
‘Não esperava por isso. O que eu faço agora?’
O último jornal semanal dizia que a situação na frente de batalha era terrível, sem sinais de vitória. Daisy foi pega completamente de surpresa.
‘Ok, mantenha a calma. Se eu começar a planejar com cuidado agora, talvez…’
Mas Deus parecia ter outros planos.
— Senhora, o Grão-Duque Waldeck acaba de chegar ao território!
‘Já?’
A criada entrou ofegante no salão para dar a notícia. O rosto de Daisy ficou branco como um papel.
‘O que eu faço? O que eu devo fazer?’
Sua mente ficou completamente em branco, e ela não conseguia pensar em um plano sequer.
Em pé no saguão, ao lado da antiga grã-duquesa, Daisy mexia nervosamente nos dedos enquanto esperavam pela chegada do marido.
BAM—!
Finalmente, as portas se abriram, e um homem alto e incrivelmente bonito entrou.
No momento em que seus olhos encontraram o olhar penetrante e azul-acinzentado dele, ela esqueceu momentaneamente de respirar. Como temia, o homem a viu imediatamente e foi direto para ela.
— Voltei, querida esposa.
Maxim von Waldeck a puxou para um abraço apertado. O movimento inesperado fez os olhos de Daisy se arregalarem surpresos.
— … Vamos para o quarto agora?
— Desculpa, o quê?
Ele sorriu languidamente e sussurrou em seu ouvido:
— Você se lembra da nossa promessa, não é? Consumaríamos o casamento quando eu voltasse.
O rosto de Daisy ficou vermelho como um tomate.
Ao redor deles, os servos estavam alinhados para recepcionar seu mestre, e até a antiga grã-duquesa estava presente, mas Maxim agia como se estivessem sozinhos.
… E como se não bastasse:
— Me perdoe, mas estou com um pouco depressa.
Seu corpo queimava de desejo, seu membro dentro da calça parecia prestes a explodir
Continua….
Tradução: Elisa Erzet
Ler A Batalha pelo Divórcio Yaoi Mangá Online
Protagonista Masculino: Maxim von Waldeck (26)
Ex-mercenário infame e cruel que espalhou sua má fama pelo continente. Um homem exímio com armas de fogo e tem talento para tortura. Filho ilegítimo da princesa, é herdeiro direto da linhagem real, mantido em segredo. Quando criança, jurou vingança contra os revolucionários que mataram seus pais e o sequestraram, e por isso se tornou o cão de caça da monarquia. Embora tenha sido enviado para uma guerra em que estava fadado a morrer, retornou como herói vitorioso, sem um único arranhão.
Frio e impiedoso por fora, mas surpreendentemente devotado à esposa. Faz de tudo para impedir Daisy de pedir o divórcio: chantagens, seduções, jogos de manipulação, nada está fora dos seus planos. Um estrategista carismático e articulado. Impossível saber o que realmente se passa por trás de seus olhos enigmáticos.
Protagonista Feminina: Daisy von Waldeck (23) Codinome “Easy”. Assassina de elite da organização secreta revolucionária “Clean”. Inteligente, ágil e calculista, mas surpreende por sua ingenuidade e doçura inesperadas, características que destoam de sua profissão implacável. Tem um ponto fraco por tudo o que é fofo e frágil: bebês, animais, flores… e Maxim. Uma típica durona com coração mole.
Após quase morrer em uma missão, é salva pela freira Sophia, que a leva a se batizar e buscar redenção. Decide se aposentar prometendo jamais matar de novo. Mas, o líder dos revolucionários a chantageia forçando a mulher a cumprir uma última missão.
Seu objetivo, se casar com um homem condenado à morte na guerra, e desaparecer assim que ele morrer. O nome? Maxim von Waldeck.
Mas o que não esperava… era que o marido “de fachada” voltaria vivo.
O pior que este homem seria o mais perigoso que ela já conheceu.
Quando quiser ler:
Uma batalha conjugal entre uma protagonista determinada a se divorciar e sair com os bolsos cheios, e um marido perturbado, pervertido e boca suja que fará de tudo para impedir esse divórcio.
Frase que define a história:
— Quem em sã consciência exterminaria todo o exército inimigo só para transar?
Trecho da Novel:
[Torne-se a esposa de fachada, de Sua Graça, o Grão-Duque Maxim von Waldeck.]
Esse era o único e último trabalho de Daisy, agente secreta da revolução.
Maxim von Waldeck, bastardo da realeza e cão de caça da monarquia, foi enviado para a morte como um peão descartável.
Ninguém queria aquele posto de viúva antes mesmo do casamento.
O plano era simples: Se casar, aguardar o fim da guerra e, quando a derrota fosse declarada, desaparecer antes que o ducado fosse tomado.
Após a missão cumprida = Uma aposentadoria gorda a esperava.
— Até logo, querida esposa.
‘Sim, foi um prazer te conhecer. Já estou rezando pelo seu descanso eterno.’
— Teremos nossa noite de núpcias quando eu voltar.
‘Que sonhador. Espero que sua morte seja pacífica.’
Ela pensou que era apenas um sonho tolo de um homem com ilusões cor-de-rosa.
… Mas.
[Maxim von Waldeck obtém uma vitória sem precedentes!]
A realidade virou de cabeça para baixo.
[Grão-Duque Waldeck, herói da nação! O que deseja fazer primeiro ao retornar?]
— Abraçar minha adorável esposa, Daisy.
Impossível, isso é mentira, só podia ser. Uma distorção da imprensa.
Mas Maxim von Waldeck era um homem que levava promessas muito a sério.
— Voltei, querida esposa.
E com um abraço apertado, a envolveu.
O olhar de Daisy vacilou. Aquilo era loucura.
— Vamos para o quarto agora?
— Desculpa, o quê?
Ele sorriu languidamente e sussurrou em seu ouvido:
— Me perdoe, mas estou com um pouco de… pressa.
Seu corpo queimava de desejo, seu membro parecia prestes a explodir.
‘Esse cara é louco, um… pervertido completo, não é?’
Será que Daisy conseguirá se divorciar em segurança antes que ele descubra quem ela realmente é?
Nome alternativo: The Battle Of Divorce