Ler Cão Real. – Capítulo 30 Online

Modo Claro

 

Segundo ouviu, Pavel foi quem soltou a piada mais absurda.

— Quem? O cara que pertence a família Kirov?

Hayul se ergueu e explodiu de irritação. Pavel, com o celular encostado ao ouvido, olhou para ele com um sorriso tranquilo.

— Eu não pertenço a nenhum dos lados. Filho da mãe.

Do outro lado da linha, alguém perguntou quem era.

— Ah, ele é minha noiva.

Pavel mexeu os lábios e respondeu à pessoa do outro lado da linha, enquanto isso, olhava para Hayul como se estivesse morrendo de amores. Era de deixar qualquer um sem palavras. Uma frase absurda dessas seria capaz de esfriar até um amor eterno.

— Você enlouqueceu?

— Eu estou completamente louco, por você, hyung.

A pessoa do outro lado da linha deu uma gargalhada vibrante. Era impossível argumentar. Não importava o que dissesse, ia ser sempre a mesma história. Quando Hayul franziu o rosto e lançou um olhar fulminante, Pavel acariciou suas costas e disse:

— Sabe, Viktor? Minha noiva é realmente adorável.

[Hahaha! Maluco!]

A risada do tal Viktor do outro lado da linha ficou ainda mais alta. Com medo de que, se ficasse ali, Pavel começaria a transmitir ao vivo o que iriam fazer, Hayul deu um tapa no rosto sorridente do idiota, levantou-se rapidamente e correu para o banheiro.

— Viktor, eu estou ocupado. Resolva isso como sempre faz. Os Kirov nunca deixam impunes aqueles que tocam em seus homens, não é?

Ouviu a voz de Pavel resmungando atrás dele. Mesmo ouvindo de novo, era de deixar qualquer um atônito. ‘Pessoa da família Kirov? Noiva?’ Sete anos atrás, aquele maluco também tinha falado em casamento, deixando Hayul completamente desnorteado. Na época, Hayul achou aquilo um absurdo e agora não era diferente.

Casamento entre um Alfa Real e um sub Beta? Sete anos atrás, ele riu, certo de que Pavel não teria coragem para tanto, mas agora a coisa parecia diferente. Temia que ele realmente fosse forçar aquilo. Aos vinte anos, já havia assassinado três pessoas, acabou sendo internado em um hospital psiquiátrico e depois fugiu para a Rússia, entrando para a máfia do avô materno. Ele não era mais Pavel Headington, era Pavel Kirov.

Casamento. Será que era isso que Pavel queria no fim das contas? De repente, um calafrio percorreu seu corpo, e ele abriu o chuveiro, deixando a água quente cair. Enquanto se lavava sob o jato quente, a porta do banheiro rangeu. Já prevendo que isso ia acontecer, ele havia entrado e trancado a porta.

— Hyung. Por que você trancou a porta?

Pavel estava lá fora, batendo na porta e tentando girar a maçaneta, Hayul ignorou. Ele bateu mais algumas vezes e, em seguida, fez silêncio. Quando parecia que tinha desistido, um estrondo soou: BUM! A porta foi arrombada. O punho de Pavel atravessou o painel de madeira. Ele meteu a mão pelo buraco, abriu a fechadura facilmente e entrou.

‘Monstro maldito.’

— Não para de vir se esfregar em mim, pedindo para eu te foder, e agora foge?

O monstro que arrombou a porta sorriu, com uma expressão radiante. “Pedindo”? Quem é que pediu? Enquanto Hayul olhava para ele, perplexo e dando uma risada sem graça, Pavel tirou a roupa de uma vez e se aproximou. Com os dois lá dentro, o box ficou apertado e cheio de vapor quente.

— Continue fugindo. Toda vez que fugir, eu vou atrás e te pego.

Ele murmurou, permanecendo sob o jato de água, inclinou a cabeça para trás e passou a mão pelos cabelos.

O corpo esguio ficou encharcado em instantes. Era um corpo perfeito. O corpo de um predador, ágil, sem um grama de gordura. Havia pequenas cicatrizes por todo o corpo musculoso. Cicatrizes que não estavam lá sete anos atrás.

Eram marcas que mostravam claramente quanta coisa aconteceu durante aqueles sete anos. Hayul também tinha ganhado mais cicatrizes no corpo durante esse tempo. Parece que ele também não teve uma vida fácil durante aqueles anos, assim como Hayul.

Se no passado Pavel fora um belo jovem, agora era uma fera da selva. Um predador lindo e perigoso.

Hayul o encarou sem piscar, sabendo muito bem o que poderia lhe acontecer, mas ainda assim perdeu-se naquela visão. Pavel, que estava de olhos fechados aproveitando o chuveiro, baixou a cabeça e olhou para Hayul.

— Você ganhou mais cicatrizes.

Os olhos azuis, carregados de vapor quente, percorreram cada parte do corpo molhado de Hayul. O olhar era cru, pesado, de uma intensidade quase palpável.

— Ouvi dizer que você se alistou no exército?

— O exército é um ótimo lugar para se esconder.

Pavel soltou uma risada curta. O som do jato de água ecoou por um instante.

— Pelo que vi no seu histórico, você foi impressionante. Reconheceram sua habilidade com armas, você entrou nas forças especiais, fez missões no exterior, saiu do exército e foi para uma empresa de mercenários, certo? E então foi recrutado como assassino pela máfia. Um tiro, uma morte. Anjo da Morte. Anjo. Ficou famoso, não é, hyung?

Se ele havia investigado, devia saber. O apelido de Anjo da Morte vinha do fracasso miserável de uma missão quando estava na empresa de mercenários, em que fora o único sobrevivente. Um nome que ele ganhou implorando pela própria vida como um cão.

— Sete anos atrás, você mal sabia segurar uma arma direito, e agora é um atirador de elite.

Pavel sorriu, como se estivesse lembrando da época em que treinavam tiro juntos. Sete anos atrás, de fato, ele era desajeitado, violento, pura força bruta. Criado como um cão de rua em meio à lama da favela, como poderia ter praticado tiro de verdade? Foi na mansão dos Headington que ele atirou pela primeira vez de verdade. Foi ali também que experimentou diferentes tipos de armas.

— Mas mesmo naquela época o hyung já tinha talento.

Pavel comentou, recordando. No começo, Hayul nem sabia segurar direito a arma, mas no fim conseguiu acertar o alvo.

— Eu fiquei sinceramente surpreso. Não achei que um iniciante seria capaz de acertar de primeira um alvo a quinhentos metros.

— Agora eu consigo acertar um alvo a um quilômetro de distância.

Hayul falou com naturalidade, enquanto pegava uma esponja e um frasco de sabonete líquido na prateleira sob o chuveiro. Não era presunção, era um fato. O box estava tomado pelo cheiro cítrico que ele não sabia dizer se vinha do sabonete ou dos feromônios de Pavel.

A água caía sem parar, mas seu buraco, onde a água não alcançava, ainda não estava realmente limpo. E era justamente ali o lugar que mais o incomodava. Toda vez que respirava, ele sentia um formigamento lá atrás, como se os fluidos acumulados dentro dele estivessem escorrendo.

— Saia. Eu quero me lavar.

— Quer que eu te lave?

— … Melhor nem falar nada.

Era óbvio. Ele não era do tipo que obedeceria e sairia tranquilamente.

Um cansaço repentino tomou conta dele. Dois homens juntos, parados em um box de chuveiro – que tipo de situação era aquela? Parecia até que estavam tendo a primeira conversa decente desde o reencontro, mas o momento era péssimo.

Sem forças até para xingar, Hayul passou a esponja com sabão pelo corpo e esfregou também entre as pernas, limpando com cuidado o interior das coxas. Resolveu encarar como se estivesse tomando banho coletivo no exército. Fechou os olhos com determinação, decidiu ser descarado e levou a mão com a esponja para trás. Puxou o quadril para trás e tentou enfiar a esponja macia entre as nádegas, quando uma onda insana de auto aversão o atingiu.

Se quisesse realmente limpar por dentro, teria de usar os dedos para raspar, mas não tinha coragem de ir tão longe. Pavel, que o observava em silêncio, soltou uma risada baixa.

— Por que está lavando tão minuciosamente? Logo ficaria sujo de novo.

— Não vou fazer mais nada hoje.

Mas aquilo era apenas uma esperança vã. Desde quando Pavel era o tipo que recuava ao ouvir “não”? Num piscar de olhos, ele se aproximou e torceu o braço de Hauyl para trás, prensando-o contra a parede. Com o rosto amassado contra o azulejo, ele tentou uma resistência inútil.

— Eu disse que não vou fazer mais!

— Não seja assim. Você ainda não está satisfeito, hyung.

Enquanto falava, Pavel estendeu a mão e fechou o registro. O som da água parou de repente. O membro duro dele encostou nas nádegas ensaboadas de Hayul. A mão do homem apalpou e amassou as nádegas sem cerimônia, enquanto isso, ele esfregava e roçava sua própria ereção, deixando tudo pegajoso.

— Pare com isso! Você é um maldito animal?

— Seja honesto, hyung. Você realmente não quer?

O tom de voz sussurrante vindo de trás dele estava carregado de deboche. E ele não tinha como negar – seu corpo o traía. Ele se debatia, dizendo para parar, mas à medida que era tocado, seu corpo tremia em pequenos espasmos, o calor subia ao ponto de queimá-lo. Até sua voz, resmungando insultos, já saía com um tom nasal abafado. Involuntariamente, seu quadril se erguia, sacudia e tremia, reagindo sozinho. O que estava acontecendo por dentro, então, nem se fala.

Ele pensou: Quem é que estou chamando de animal? No fim das contas, Haul também não passava de um bicho no cio.

Sem nenhuma carícia prévia, Pavel enfiou o pênis entre as nádegas de Hayul. Assim que enfiou, foi sugado para dentro num piscar de olhos. O corpo dele o recebeu como se estivesse esperando por aquilo, engolindo tudo com voracidade. A força da investida fez seu corpo colar na parede úmida e depois se afastar fazendo seu rosto ser esmagado sem piedade contra a superfície molhada.

Ele apenas tremia, mordendo os lábios para engolir os gemidos. Pável puxou até quase sair e então enterrou de novo com força. Dessa vez, ele não conseguiu segurar e um grito escapou.

— Geme, hyung. É lindo ouvir você choramingando.

— Hhh, uh… uhhh.

Pavel repetiu o movimento de tirar e enfiar de novo algumas vezes. Como se quisesse enterrar até os testículos, ele meteu com tanta força que o corpo de Hayul foi esmagado contra a parede, depois desgrudou, só para ser esmagado novamente.

— Haah! Aaagh! Ahh! P-porra… Devagar, seu filho da puta, haaaah! Diminui um pouco a força! Você vai quebrar todos os meus ossos!

Mas, claro, o idiota não ouviu. Mesmo com Hayul gemendo e chorando, ele continuou enfiando com força, num ritmo brutal. Parecia que as entranhas de Hayul estavam sendo destroçadas, todo seu corpo vibrava com o impacto.

— Haaah… hyung, você nasceu pra isso. Cada vez que faço, a sensação é diferente. Você me aperta tão bem e tão macio.

— Cala a boca!

— Como pode ser tão gostoso? Hah.

Hayul desistiu de tentar conversar. Até xingar era cansativo, então ele engoliu os insultos. ‘Maldito. Animal no cio. Monstro desgraçado.’

O vapor que subia como uma sauna úmida misturava o aroma enjoativo do sabonete líquido com os feromônios de Pavel, fazendo seu estômago embrulhar. Mas mesmo enquanto amaldiçoa mentalmente, Hayul já se via dominado pelo prazer familiar, gemendo alto, balançando a bunda.

Gritando até a garganta arder, chorando até os olhos incharem, Hayul simplificou e suplicou em silêncio: que esse maldito jogo dos feromônios acabe logo, nem que seja por um instante.

***

O maldito ciclo de calor era incrivelmente longo e persistente. A manipulação dos feromônios continuou por dias, sem dar trégua a Hayul

Como não podia dar um único passo fora do quarto, ele não sabia onde estava, nem quantos dias haviam se passado. Suas roupas eram sempre um pijama, e ele não podia ter nenhum pertence pessoal, não havia telefone celular, nem TV ou rádio no quarto.

O quarto era grande o suficiente, então não havia desconforto em ficar lá. Do lado de fora, só se via um vasto jardim e uma floresta. Parecia ser uma mansão de campo localizada nos arredores da cidade, como a mansão em Belmark, mas as pessoas que circulavam pelo jardim eram todos homens de aparência ameaçadora. Estavam armados até os dentes. Mesmo apenas olhando de cima, do quarto era possível perceber as câmeras de vigilância girando por toda a propriedade.

Não havia muito tráfego de veículos, mas os carros que ocasionalmente passavam eram todos vans pretas com vidros escurecidos.

Hayul percebeu imediatamente. Que este era o esconderijo secreto de Pavel. Quando ele seguia Marco, lugares como esse também existiam. Além do penthouse no centro da cidade, havia casas espalhadas por toda parte, e onde quer que fosse, uma equipe de vigilância rigorosa o acompanhava.

Ele viu alguns homens saindo no jardim ensolarado, fumando e conversando. Eles carregavam não apenas pistolas, mas metralhadoras como armamento padrão.

‘Não parece ser só para “proteção”. Estão prontos para eliminar qualquer inimigo que apareça.’

Pelo que parecia, sempre havia alguns homens de plantão fora do quarto onde Hayul estava hospedado. Ele costumava ouvir vozes conversando em russo lá fora.

Hayul ficou curioso: quantos guardas existem nesse lugar?

Todos aqueles brutamontes obedecem a Pavel. Isso é inegável. Hayul percebeu novamente: o antigo estudante de família nobre, que gostava de esportes e equitação, que não bebia nem fumava e se contentava em dar festa de chá para amigos – aquele Pavel Headington já não existe mais. O homem havia se tornado completamente um Kirov, sem possibilidade de retorno.

Enquanto tomava um chá quente e olhava a paisagem lá fora, Hayul pensou. ‘Não vai ser fácil escapar daqui.’ Era como estar sozinho, abandonado em território inimigo.

Um dia, dois dias, três dias. Cada dia passava de forma tediosa. Era uma paz terrivelmente entediante, como ele não tinha experimentado uma única vez nos últimos sete anos. Tirando o fato de não poder sair do quarto, aquilo parecia um resort confortável. Se ficasse só ali, nem perceberia se o mundo acabasse. Preso naquele quarto, tudo o que ele fazia o dia todo era dormir, comer, tomar banho e transar como um animal com Pavel.

‘Quando isso vai acabar?’

O que mais o aterrorizava era sua própria fraqueza diante da manipulação dos feromônios.‘Malditos feromônios. O que essas merdas de feromônios têm para transformar uma pessoa num animal no cio?’ Ele amaldiçoou inúmeras vezes o deus que criou essa maldição, xingou Pavel e xingou seu próprio corpo que havia se transformado dessa maneira.

Na manhã seguinte, cedo, ele perguntou ao médico que veio examiná-lo: quando diabos terminaria aquele ciclo?

— Bem… Não tenho como saber. Pelos níveis de feromônio, parece que vai durar mais alguns dias?

A resposta foi desesperadora.

Segundo o médico, Hayul era excessivamente saudável, então seus feromônios estavam transbordando. Ele disse que, mesmo para ômegas, os feromônios são excessivamente secretados durante o primeiro ciclo de calor, mas no caso de Hayul, a secreção era particularmente intensa.

— Além disso, o Sr. Kirov também expele uma quantidade enorme de feromônios. Como o Sr. Jin está absorvendo uma quantidade colossal de feromônios alfa diariamente, seus níveis simplesmente não baixam. Deveria haver um equilíbrio, mas o Sr. Kirov não para de despejar feromônios alfa no seu corpo… Tanto o feromônio alfa quanto o ômega estão transbordando excessivamente…

O médico observou discretamente Pavel, que estava com os braços cruzados ao lado, e, com prudência, deixou de falar mais sobre o assunto, tirando uma conclusão prática.

— De qualquer forma, não há motivo para se preocupar. O senhor Jin está saudável. Acho que vai aguentar o ciclo bem.

Ele não tinha perguntado para ouvir que estava saudável. Preferiria que o choque fosse tão forte a ponto de não poder ser tratado ali e que o socorressem para o hospital. O fato de seu corpo estar saudável o irritou ainda mais.

— Curiosamente, está se adaptando rápido. Honestamente, é surpreendente. É raro ver um sub Beta mutar para ômega, e mais ainda ver alguém passar pelo ciclo de calor e manter-se tão íntegro mesmo tendo contato sexual com um Alfa Real. É o primeiro caso que vejo na minha carreira médica, de verdade.

Havia pura admiração na voz do médico, que não parava de tagarelar. Pavel, que estava ouvindo em silêncio ao lado, sorriu satisfeito e comentou:

— É claro que sim, ele é minha noiva.

A expressão de Hayul se torceu imediatamente. Deveria ter fechado a boca assim que viu Pavel sorrir daquele jeito.

— Ele é a pessoa que escolhi desde o início, então é natural. Desde a primeira vez que nos vimos, o hyung foi diferente dos outros. Parecia realmente especial. Doutor Wilson, foi assim quando você viu sua esposa pela primeira vez?

— Ah, no meu caso foi um casamento arranjado… Casei de acordo com as condições, sem tempo para sentir nada disso, e, de um jeito ou de outro, quando dei por mim, já tinha três filhos.

Era engraçado como o médico respondeu com tanta sinceridade. Pavel piscou lentamente e olhou para Hayul, recostado na cabeceira da cama. Era um olhar de fazer arrepiar. Hayul ficou ansioso, imaginando que tipo de pensamento louco aquele lunático estava tendo.

— Doutor Wilson.

— Sim?

— O Jin também poderá ter filhos, não é?

— Hã? — o médico arregalou os olhos surpreso. Hayul, que estava prestes a beber água porque sua garganta ficou seca, engasgou. Ele tossiu violentamente, sacudindo o corpo, e a enfermeira, alarmada, bateu em suas costas.

— Se é ômega, não pode gerar filhos?

Pavel perguntou de forma descarada, olhando para o médico e para a equipe que perdera as palavras. Para surpresa dele, até Pavel parecia alarmado.

— Bom, isso…

— É possível ou não?

Se o médico dissesse que não era possível, Pavel parecia pronto para matá-lo na hora. Quando a tosse finalmente cedeu, Hayul conseguiu intervir.

— Filhos? Quem é que vai ter um filho?

— Quem mais seria? Você, hyung.

— Ei, seu maluco!

Ele xingou, furioso, e se levantou de repente, mas as pernas falharam e ele cambaleou. Um dos guarda-costas que estava por perto se apressou em segurá-lo, e Pavel franziu levemente a testa.

— Quem mandou você encostar nele?

Pavel lançou um olhar gélido para o subordinado e sustentou Hayul no lugar dele. Mesmo sendo absurdo, o homem baixou a cabeça rapidamente e se desculpou. Hayul pensou: Coitado, esse cara também deve sofrer por ter um chefe errado.

 

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Continua…

 

Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online

(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
 
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog

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