Ler Cão Real. – Capítulo 11 Online

Modo Claro

 

7 anos atrás, Inglaterra.

— Pavel, Pavel!

A voz do Duque de Headington ecoou por toda a mansão. Seus pulmões eram tão poderosos que sua voz chegava até a biblioteca. Ver o Duque, que sempre prezava pela dignidade aristocrática, erguer a voz assim: era sinal de que estava realmente furioso. Os criados, certamente, mal ousavam respirar, temendo que a ira recaísse sobre eles.

— Acho que meu pai voltou a ser derrotado pelo tio outra vez.

Pavel Headington, o filho mais novo que o Duque procurava desesperadamente, estava sentado em uma cadeira na biblioteca, folheando um livro com calma. Entre suas pernas abertas, um homem estava ajoelhado, com o rosto enterrado na sua virilha. O homem cuspiu o pau que chupava como um pirulito e murmurou:

— Não deveria ir atender?

— Quem disse que você pode falar?

Pavel falou com indiferença e pressionou a cabeça de Hayul. O som das páginas sendo viradas ecoou acima da cabeça de Hayul. O pênis, brilhante e molhado com sua própria saliva, pressionou os lábios e a bochecha de Hayul, que hesitou por um momento.

Era difícil se concentrar com o nome sendo chamado em altos brados pelo pai. O suor frio escorria pelo pescoço: ele sabia que a qualquer momento o duque poderia entrar de repente.

— Talvez fosse melhor você ir…

— Eu disse para não parar.

A ordem pesada veio acompanhada da mão de Pavel pressionando ainda mais a cabeça de Hayul. Não havia escolha a não ser obedecer.‘Esse desgraçado não vai parar com isso até gozar, então é melhor fazer isso rápido.’ Mesmo amaldiçoando em pensamento, Hayul abriu a boca e engoliu o membro. O pau grosso e comprido arranhando o céu da boca, enfiou-se e empurrou até sua garganta. Suprimindo a náusea que surgia, ele diligentemente engolia até a raiz e então puxava o pescoço para trás para cuspir, repetindo o processo. O pênis, como um pilar de fogo, entrava e saía de sua boca junto com o som úmido e obsceno de sucção.

Quando Hayul tentou se poupar e não engolir até o fim, Pavel empurrou sua cabeça com força, enfiando tudo de uma vez. Inserções repetidas cutucavam o fundo de sua garganta.

— Hff… hhu… hhff…

Os gemidos escapavam pela boca aberta. As veias salientes do pilar grosso roçavam contra sua língua e a mucosa da boca. Tentou mover a língua para engolir a saliva acumulada, mas só conseguia estimular ainda mais o membro que preenchia sua boca por completo. A saliva que não conseguiu engolir escorreu, descendo pelo queixo e pingando no chão.

Incapaz de aguentar, Hayul agarrou as coxas de Pavel para se sustentar. Parecendo bastante satisfeito, os dedos do homem que seguravam a nuca de Hayul se contorceram de prazer.

— Pavel! Está aí dentro?

Hayul estremeceu instintivamente, mas Pavel não o deixou recuar. Ele teve que conter o incômodo e manter a compostura.

A voz do Duque de Headington ecoou diante da porta da biblioteca. Hayul instintivamente se assustou, mas Pavel impiedosamente pressionou ainda mais sua cabeça. O incômodo de ter a garganta invadida fez com que um gemido de desespero escapasse, mas ele se forçou a aguentar.

— Senhor, o jovem mestre Pavel está em aula online com o professor Theodore.

Pouco depois, a voz do mordomo idoso soou. Por mais urgente que fosse o assunto, ninguém nunca interrompia os estudos de Pavel. Nem mesmo o duque.

— Quando a aula terminar, mande-o vir ao meu escritório.

Felizmente, o Duque se afastou sem insistir. Ele jamais imaginaria que o caçula estava, naquele exato momento, obrigando o criado que sempre o acompanhava a chupar seu pau.

Como o Duque havia partido, Pavel acariciou a nuca de Hayul, como se dissesse para continuar rapidamente. Para acabar com essa merda o mais rápido possível, Hayul moveu a boca diligentemente. Ele abriu a boca o máximo que podia, conscientemente relaxou a garganta, engolindo fundo, cada vez mais fundo, para depois soltar lambendo a glande do pilar.

Ele ofegava, incapaz de respirar, com lágrimas escorrendo enquanto chupava, mas o desgraçado permanecia completamente despreocupado. Apenas segurava um livro de estudos em uma mão e com a outra acariciava a cabeça do “escravo” que chupava seu pau como um cachorro, concentrando-se em sua preparação para as provas.

Era impossível não se perguntar: ‘será que ele realmente está conseguindo estudar nessas condições? Será que realmente sente prazer? Se não sente prazer, qual é o sentido de fazer isso?’

Os movimentos que entravam e saíam da boca molhada ficaram mais rápidos. O pau, encharcado, foi crescendo tanto que já era difícil mantê-lo inteiro dentro da boca; até que, finalmente, um líquido quente irrompeu violentamente dentro da boca de Hayul. Mas não acabou aí. O membro do homem pulsou e contraiu-se durante um bom tempo, despejando sémen na boca de Hayul.

Os seus músculos faciais e mandibulares, agora relaxados e sem força, fizeram com que a sua boca se abrisse, e o sémen que o homem tinha expelido escorreu em filetes para fora.

— Você tem que engolir.

A voz grave e firme caiu de repente, ao mesmo tempo em que a mão pressionava a cabeça dele. Instintivamente, ele tentou cuspir, mas o membro voltou a cutucar a sua úvula. Hayul fechou os lábios e abriu a garganta, engolindo com dificuldade o sêmen acumulado. Como o pênis ainda preenchia sua boca, não conseguiu engolir tudo de uma vez – tendo que deglutir várias vezes, em movimentos sucessivos.

Só então Pavel, como se dissesse “bom garoto”, bateu de leve e acariciou a cabeça de Hayul. A pressão da mão sobre sua cabeça finalmente se desfez. O pênis escorregou para fora entre os lábios, ainda meio ereto, apesar de ter ejaculado aquela quantidade enorme.

— Cof, cof.

Mesmo não sendo a primeira vez que engolia o esperma daquele homem, um acesso de tosse surgiu. O sabor intenso e residual do sémen na sua boca era enjoativo, e Hayul queria imediatamente enxaguar a boca. Mas, como se aquilo não fosse o fim, Pavel esfregou o pau úmido contra a sua bochecha.

— Tem que limpar direitinho com a boca antes que eu vá ver o meu pai. Ele tem um olfato bem apurado.

Com lágrimas nos olhos, Hayul encarou aquele sujeito nojento que falava absurdos com um sorriso no rosto. Os olhos azuis e brilhantes, um desgraçado, mas que era irritantemente bonito. Com um rosto fresco, digno de um modelo de propaganda de pasta de dente, e ainda assim dizia coisas tão repulsivas.

— Vou tomar um banho.

‘Filho da puta.’

Claro que engoli o resto das palavras. Mesmo sem dizer, a hostilidade que ardia em seus olhos era mais do que suficiente para se fazer entender.

— Uma vez a cada duas, você sempre desobedece.

Pavel riu de canto e deu um tapa leve na bochecha de Hayul. Irritado, ele afastou bruscamente a mão do sujeito e se levantou cambaleando.

— Obedeço uma vez a cada duas e isso já é mágico o suficiente.

Droga. Mais uma vez engoliu o xingamento, sem saber que tipo de loucura aquele pervertido poderia fazer. Hayul puxou um lenço de papel, limpou a boca e pegou o copo de Royal Milk Tea em cima da escrivaninha da biblioteca, bebendo de uma vez.

— E hoje eu vou sair para o centro.

Mesmo depois de esvaziar o copo de milk tea, sua boca continuava amarga e pesada, então ele colocou uma fatia de limão na boca e a mastigou. O azedo fez com que a saliva se acumulasse automaticamente.

Sem fazer um único ruído, Pavel se aproximou por trás e, de repente, agarrou o cabelo de Hayul, puxando-o para trás e virando sua cabeça. Os lábios se encontraram. Mal havia encostado na carne macia dos lábios e logo Pavel deslizou a língua, lambendo o lábio superior do outro. Hayul apertou a boca, temendo que a língua invadisse o interior. Até ele mesmo achava aquilo ridículo: “Chupo seu pau sem problemas, mas um beijo não vou permitir, é isso?”

— Quantas vezes eu preciso repetir para você entender? Não vai sair para lugar nenhum.

Ele deu outro beijo, “mwah”, nos lábios cerrados de Hayul e sussurrou com doçura. Hayul arregalou os olhos, encarando os de Pavel, de um azul intenso. Pavel sorriu, acariciando sua bochecha com a mão pálida.

— Está com vontade de dar uma volta? Então vamos juntos.

Os lábios de Hayul, que permaneciam teimosamente fechados, acabaram cedendo.

— Você é mesmo…

Assim que a boca se abriu, seus lábios se encontraram novamente e uma língua foi empurrada para dentro. Prendeu a base da língua dele e sugou com força. Foi um beijo voraz. Sua língua foi chupada, seus lábios foram mordidos, e até mesmo o ar ofegante parecia ser roubado por completo.

Hayul ficou completamente desnorteado. Tentava mexer a língua de um lado para o outro, tentando escapar, mas isso só parecia excitar ainda mais o Alfa, deixando-o sem ar. Quando tentava puxar a língua de volta, Pavel a enrolava como uma serpente e a puxava mais fundo. Ele debateu-se, resmungando “Umph, umph!”, mas não conseguiu libertar-se da mão que envolvia a sua nuca. A mão que acariciava sua bochecha deslizou lentamente para baixo e envolveu sua cintura.

O som úmido do atrito ressoava de forma obscena, e gemidos semelhantes a soluços escapavam da boca de Hayul. Não sabia se era pela falta de ar ou pela excitação crescente, mas sua mente ficou nebulosa. Quanto mais se debatia, mais forte Pavel o prendia contra o corpo firme e quente. Cada vez que o homem soltava um suspiro rouco, seu cheiro característico se espalhava intensamente.

O cheiro cítrico único de Pavel.

Era óbvio que era por causa da falta de ar. Como o oxigênio não estava sendo devidamente fornecido, sua consciência ia se apagando. Seus olhos se fecharam lentamente e a força foi escapando de seu corpo. Quando os olhos se fecharam, o perfume ficou ainda mais intenso e os movimentos da língua que remexia dentro da boca foram sentidos de forma ainda mais explícita. A força da mão envolvendo sua cintura, o movimento dos dedos cavando sua nuca, o som abafado e pesado da respiração entrecortada dele. Tudo era tão vívido.

O homem pressionou sua parte inferior contra a dele mais uma vez. O pênis estava duro de novo. E o membro de Hayul também. Mesmo estando ambos vestidos, era como se estivessem nus, abraçados pele contra pele. Estava quente como no auge do verão.

Entre o ar pesado e úmido, soou um toc-toc, o barulho de uma batida na porta.

Os lábios, que estavam grudados de forma insistente, se separaram, e a língua que até então brincava dentro de sua boca deslizou para fora. Na ponta da língua avermelhada, que se movia de forma lasciva, via-se um fio prateado de saliva se estendendo. Ainda atordoado pelo resquício do beijo, Hayul ficou encarando sem reação, e Pavel acariciou suavemente com a ponta dos dedos o canto da boca entreaberta dele.

— Jovem mestre, o mestre está à sua procura. Já terminou sua aula?

A voz do mordomo veio do lado de fora.

— Sim. Irei até meu pai em breve.

Pavel respondeu ao mordomo, que certamente esperava do lado de fora, e então se afastou de Hayul. A mão que envolvia sua nuca e acariciava seu pescoço também se retirou, assim como a que estava envolta em sua cintura. Mas os lábios, mordidos e sugados, ainda ardiam. O rosto de Hayul também estava quente e ruborizado.

Não era a primeira vez que se beijavam. Na primeira vez que Pavel ordenou que ele se sentasse entre suas pernas, e ele, mesmo de forma desajeitada, chupou sua parte inferior, Pavel o beijou como uma recompensa, como se dissesse “bom garoto”.

Naquele momento, ele também ficou extremamente chocado. Chegou a dizer que o homem estava louco. Como poderia sequer pensar em beijar alguém que era um sub-beta? Ainda mais a boca que havia acabado de lamber o pênis dele.

Mesmo nas favelas, que estavam cheias de criminosos e de gente da pior espécie, até mesmo ali um sub-beta como ele era considerado a escória mais baixa. Até os clientes dos prostíbulos se recusavam a deitar com subs-betas, devido aos rumores de que eram impuros.

Mesmo sendo mais saudáveis do que betas e ômegas corroídos por drogas e álcool, eram tratados como se fossem transmissores de doenças.

— Você deve ser o único louco que beija um sub-beta.

— Eu já disse para me chamar de mestre.

O tom e a expressão suave eram cheios de doçura, mas as palavras, como sempre, eram absurdas. Hayul franziu a testa e empurrou o corpo ainda colado ao seu. Pavel apenas riu e recuou docilmente, bebendo água, terminou um copo inteiro e depois ajeitou as roupas amarrotadas. Hayul não conseguiu ignorar o fato de que ele havia enfiado de volta no meio das roupas o pênis sujo de sêmen sem sequer limpá-lo. O duque de Headington não era nada fácil de agradar.

— Vá se lavar antes de sair.

— Quer me dar banho?

Pavel sorriu enquanto abotoava a camisa até o pescoço. Hayul logo se arrependeu de ter falado. Se eles entrassem no banheiro juntos sob o pretexto de lavá-lo, não sabia que tipo de coisa o homem faria. Já havia satisfeito as exigências dele, então o melhor era ele simplesmente sair.

— Espere aqui. Para onde você acha que vai?

Assim que tentou abrir a porta, uma voz grave e pesada veio atrás.

— Estou com fome.

— Devia ter te alimentado com mais do meu sêmen?

Quando Hayul olhou para ele com uma expressão de choque, Pavel, que arrumava o cabelo olhando no espelho, sorriu lindamente.

Era um mistério como aquele sujeito conseguia proferir obscenidades de forma tão elegante. O tom da voz, a entonação, a pronúncia aristocrática impecável – cada detalhe exalava nobreza, e mesmo assim ele dizia aquelas coisas. Antes de conhecer sua verdadeira face, Hayul até se perguntava se um homem como aquele chegava a se masturbar.

— Fique aqui, e se prepare para sair, até eu voltar. Vou levá-lo para um passeio.

‘Ah, sim. Muito generoso da sua parte. Seu maluco.’

Hayul olhou furiosamente para Pavel, que se arrumava perfeitamente, e resmungou interiormente. Ele não ia para uma festa, ia encontrar o pai, não entendia por que ele se arrumava com tanto empenho.

Pavel penteou os cabelos para trás sem deixar um fio fora do lugar e colocou novamente o anel que havia deixado sobre a mesinha de chá, no dedo anelar da mão direita, onde sempre o usava.

— Afinal, que anel é esse?

Sempre se perguntou. Afinal, o que era aquele anel cafona preso no dedo dele?

— O anel de voto de castidade.

Ele não conseguiu segurar uma risada sarcástica.

‘Então o boato era verdade.’

— Você realmente fez isso? Essa loucura?

— Meu pai queria.

O anel de um brega sem igual estava no dedo elegante de Pavel

— Você faz tudo o que ele manda?

— Acredite se quiser, eu amo muito o meu pai. Se não fosse por ele, eu teria congelado até a morte na neve da Sibéria.

Tinha ouvido dizer que a mãe de Pavel, Leana Kirov, era filha de Oleg Kirov, que já fora chamado tanto de sombra do presidente russo quanto de arma viva.

Oleg Kirov era um Alfa Real, ex-agente da KGB e também boxeador. Ele atuava como o homem de confiança do presidente, acumulou riqueza e honrarias, e subiu ao posto de um dos maiores magnatas da Rússia. Ele era famoso por apoiar o presidente nos bastidores sem mostrar o rosto, e também por ser um assassino que eliminava e expurgava opositores.

“Quem viu o rosto de Kirov está morto. Nem ouse pisar em sua sombra. Quando ele aparece, todos morrem.” Diziam que esse tipo de boato circulava secretamente nos círculos políticos russos.

O Duque de Headington, certa vez em viagem de negócios à Rússia, conheceu Leana em uma festa da alta sociedade e se apaixonou à primeira vista. Leana, uma Ômega Real, também se sentiu atraída pelo gentil e belo nobre inglês. Os dois passaram uma noite ardente juntos, e naquela mesma noite uma criança foi concebida em seu ventre.

Essa criança era Pavel.

Oleg Kirov, que já havia destinado sua filha a um casamento arranjado com o filho caçula do presidente, ficou furioso e ordenou que Leana abortasse a criança. Mas Leana escolheu fugir com o Duque de Headington. Depois de muitas peripécias, o Duque de Headington conseguiu levá-la para a Inglaterra e a escondeu em um local seguro.

Mas Kirov acabou encontrando a filha e a levou de volta à Rússia. Já em estado avançado de gravidez, ela deu à luz assim que retornou, mas morreu devido a uma hemorragia grave. Chocado com a morte da filha, Kirov ordenou que a criança recém-nascida fosse abandonada.

A Sra. Kirov, que não teve coragem de abandonar o bebê de sua filha morta, escondeu a criança em uma casa de campo isolada na Sibéria sem o conhecimento do marido e a criou em segredo.

Pavel recordava que viveu até os sete anos enclausurado na cabana cercada por florestas de bétulas. Aquele lugar era terrivelmente frio, constantemente coberto por nevascas, vazio a ponto de ser assustador. Depois que até a avó, sua única cuidadora, morreu, ninguém mais visitou aquele lugar. Foi quando a criança estava congelando até a morte sozinho naquele lugar frio e desolado, que o Duque de Headington apareceu.

Enquanto mastigava pão congelado diante de uma lareira apagada, Pavel viu o Duque aparecer como um salvador, abraçando-o com lágrimas nos olhos.

“Eu cheguei tarde, não foi? Me desculpe.”

No abraço forte e caloroso de um pai que nunca havia sentido antes, ele tomou uma decisão.

— Desde aquele momento eu decidi que faria qualquer coisa por meu pai. Não importa o que digam, eu o amo. E não faço nada do que ele não gosta.

Sua infância infeliz era lamentável, mas havia uma contradição séria naquela declaração.

— O Duque de Headington não desaprovaria você viver junto de um Sub-beta como eu?

Pavel sorriu de leve, olhando para Hayul.

— Pelo contrário, é perfeito, extremamente porque o Hyung é um Sub- Beta.

— Porque assim não corre o risco de me engravidar por acidente, e se estragar depois de brincar pode simplesmente me descartar?

O sorriso no rosto de Pavel se aprofundou. Aquilo queria dizer que sim. Não era surpresa. Já no primeiro dia em que Hayul chegou à mansão, quando Pavel agarrou e sacudiu seu pênis como se fosse um brinquedo, ele percebeu isso. Aquele filho da puta estava apenas procurando uma ferramenta de masturbação que pudesse usar e descartar facilmente.

Afinal, que diversão melhor haveria do que um mestiço do nível mais baixo, imune aos feromônios? Ele não poderia colocar seu pau na boca de betas ou ômegas indiscriminadamente. Se ficasse excitado, seu feromônio explodiria involuntariamente, e se isso acontecesse, a pessoa que o chupasse poderia vomitar sangue e morrer.

 

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Continua…

 

Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online

(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
 
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog

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