Ler Cão Real. – Capítulo 07 Online

Modo Claro

Era uma festa beneficente pelo Dia da Paz Mundial.

De acordo com o propósito de reunir-se pela paz mundial, não era permitida a entrada de armas no salão. Na entrada, seguranças revistavam cada convidado antes de permitir a entrada no salão principal. Steve Tavière também estava entre os convidados de honra. Embora fosse um traficante de armas, mantinha a fachada de empresário do ramo de suprimentos militares.

Não apenas Steve, mas também seus seguranças pessoais precisavam entrar no salão desarmados. Era a oportunidade perfeita.

Hayul havia se infiltrado como funcionário da festa e, havia entrado no salão ainda de madrugada e se escondido no depósito do salão principal. Ele conseguiu um crachá de funcionário graças às habilidades de hacker de Antonio.

Steve pretendia viajar para o exterior assim que o evento terminasse, então Hayul precisava eliminá-lo naquela festa. Lidar com Pavel Headington ficaria para depois.

[Eles começaram a receber os convidados na entrada. Você tomou o neutralizador de feromônios?]

A voz de Antonio ecoou no fone de ouvido. A festa era exclusiva para “Alfas Reais”. Todos os funcionários deveriam ter tomado o neutralizador para não serem afetados pelos feromônios deles.

— Eu não preciso.

A única vantagem de ser um “sub beta” era não ser afetado pelos feromônios dos Alfas Reais. Claro que os betas também eram, em geral, resistentes à influência dos feromônios, mas, quando se tratava de enfrentar um Alfas Real, a situação era diferente. Embora não tanto quanto os Omegas, os Betas ainda reagiam aos feromônios, e isso geralmente se manifestava em sintomas físicos. Por isso, quando um beta precisava lidar com Alfas Reais em grupo ou em contato próximo, era mais seguro tomar o neutralizador – mesmo assim, não era uma solução infalível.

Os Alfas Reais eram verdadeiras armas ambulantes. Felizmente, betas e ômegas comuns raramente cruzavam com um.

Mas Hayul, sendo um sub-beta, não sofria nada mesmo quando tinha contato físico com um alfa Real. A prova disso foram os sete anos em que viveu como servo de Pavel Headington – ele havia chupado, beijado e até engolido o sêmen do homem incontáveis vezes sem qualquer reação.

[Mas hoje haverá muitos Alfas Reais concentrados no mesmo lugar. É melhor prevenir, não? Nunca se sabe.]

Antonio despejou sua preocupação. Hayul, de fato, nunca havia participado de um evento assim e chegou a pensar em tomar o remédio, mas, ao procurar no estojo, percebeu que havia esquecido de trazer. Não só o neutralizador, mas também os analgésicos para as dores súbitas que costumava ter.

— Eu esqueci o neutralizador.

[O quê? Você fica me enchendo para me preparar direito e esquece justamente o mais importante?]

— Cala a boca. E por que esse remédio seria tão importante para mim? Meu corpo nem precisa disso.

Mesmo dizendo isso, ele se sentia estranhamente inquieto. Mas tudo ficaria bem. Sempre tinha ficado. Além disso, o tempo estava limpo, sem previsão de chuva.

Assim, depois de um bom tempo em que apenas os funcionários circulavam, os primeiros convidados começaram a entrar. Vestiam-se de maneira impecável e todos usavam máscaras tão extravagantes quanto as roupas. Com isso, era impossível adivinhar quem era Steve.

— Qual deles é o Steve?

[Máscara de palhaço vermelho.]

Antonio respondeu de imediato. Mesmo que não fosse o observador ideal que Hayul queria, ele era um parceiro útil.

Através da mira, Hayul encontrou o homem de máscara vermelha. Steve, de porte robusto e vestindo smoking, tinha um dos ombros enfaixado – provavelmente resultado do tiro que Hayul havia dado dias atrás. Talvez por isso, alguns brutamontes que pareciam seguranças o cercavam.

Ele conversava com algumas pessoas enquanto se dirigia à mesa central. Hayul pousou o dedo no gatilho e controlou a respiração.

Foi então que aconteceu. Uma dor de cabeça aguda, como se fosse golpeado por um punhal, o atingiu. A dor foi tão intensa que arrancou-lhe um gemido. A dor era tão intensa que quase o fez gritar. Era uma sensação desconhecida, que deixou sua mente turva. Seu braço tremeu como se estivesse tendo um espasmo e o dedo, preso ao gatilho, se moveu involuntariamente. Ele precisou cerrar os dentes para não atirar sem querer.

[Anjo. O que está acontecendo?]

O som da voz de Antônio ecoou em seu ouvido. As palavras, como se viessem de muito longe, saíam emboladas, reverberando de forma abafada. Um zumbido agudo e penetrante, como se perfurasse até o fundo do ouvido, fez com que ele apertasse os olhos com força antes de abri-los novamente.

Por que estou assim? Será que vai chover? Não era apenas nos dias de chuva – antes de uma tempestade também costumava sentir dores de cabeça repentinas. Mas dessa vez a dor veio sem qualquer aviso.

[Anjo. Você está bem? Anjo!]

A voz de Antônio ecoava sem parar. E então, o mesmo ruído de estática que ouvira daquela outra vez.

[Anjo.]

Dessa vez, porém, não era Antonio quem falava. Uma voz grave e rouca ressoou em seus ouvidos. Era Steve. Hayul se assustou e, com dificuldade, levantou as pálpebras, esforçando-se para olhar através da mira.

Lá estava Steve, com sua máscara de palhaço vermelho, encarando-o diretamente.

‘Droga. De novo. Como diabos aquele filho da puta sempre sabe exatamente para onde olhar?’

De repente, a janela do depósito onde Hayul estava escondido começou a sacudir violentamente. Em seguida, trovões estrondearam e a chuva começou a cair em torrentes.

[Então você é um ômega?]

A voz de Steve, misturada ao som da chuva, soava quase suave.

‘Mas que droga é essa?’

[Eu não imaginava que o famoso Anjo da Morte fosse um ômega.]

As palavras absurdas continuaram a penetrar em seus ouvidos. Hayul não conseguia entender o que Steve estava dizendo. Rapidamente, pegou sua arma e saiu do ponto de observação. Não podia atirar ali – se disparasse, revelaria sua posição. A dor de cabeça insuportável fazia suas mãos tremerem, e a visão estava turva. Biiii— O zumbido agudo persistia.

Abandonando a linha secreta de comunicação que usava com Antônio, pegou o celular e ligou para ele.

[Anjo. Saia pela saída de emergência dos funcionários!]

Gritou Antônio, apressado.

Descendo as escadas às pressas, tirou o fone de ouvido que estava preso à orelha e, parando por um instante, vestiu o colete de funcionário que havia preparado antecipadamente, além de colocar uma peruca e óculos.

O que estava acontecendo? Levi, que havia passado informações para Steve, já estava morto. Então quem mais teria levado informações até ele? Ou será que estava sendo vigiado? Sua mente estava um caos, mas seu corpo continuava correndo sem hesitar.

Ao entrar no corredor de serviço, viu funcionários uniformizados carregando comida e mercadorias, todos ocupados em suas tarefas.

— Leve isso para dentro.

Um homem que parecia ser o gerente ordenou. Hayul pegou a caixa de ingredientes recém-chegada e entrou na cozinha. O local parecia um campo de batalha: chefs trabalhavam sem parar, e chamas se erguiam dos fogões. Ele deixou a caixa em um canto e saiu rapidamente.

Mesmo assim, suas pernas tremiam tanto que tropeçou várias vezes.

‘Maldita chuva.’

Ao abrir a porta dos fundos da cozinha, deu de cara com o beco onde ficavam os contêineres de lixo. No final dele, atrás de uma cerca de arame, estaria estacionada a van de Antônio. Pelo menos, era o que haviam planejado. Quando abriu a porta, o som da chuva caindo forte encheu seus ouvidos.

O ar úmido e pesado envolveu seu corpo, deixando-o tonto. A chuva era tão intensa que, em segundos, ele estava completamente encharcado. Parecia que ia morrer. Era pior do que qualquer tortura no inferno do treinamento.

Cambaleando, foi até o fim do beco, em direção à cerca de arame onde combinou de encontrar Antônio. A van dele estava lá, piscando os faróis.

Hayul abriu a cerca e, com esforço, puxou a porta da van.

— Anjo…

Mas Antonio não estava sozinho. Dois homens de terno preto apontavam armas para sua cabeça. ‘Merda.’ Hayul mordeu o interior da boca, praguejando mentalmente, quando alguém golpeou sua cabeça com força. E então, sua consciência se apagou.

***

7 anos atrás, Inglaterra

Era o dia da competição de canoagem entre as famosas universidades particulares de Londres – a Morton e a Hampshire. O tempo estava ensolarado e o vento, calmo. Era um clima perfeito para uma disputa de canoagem.

Como ambas as universidades aceitavam apenas descendentes de famílias com título de nobreza, a maioria esmagadora do público que lotava as arquibancadas era composta por alfas. Os estudantes da Morton vestiam uniformes azuis, enquanto os da Hampshire usavam amarelo.

Naquele dia, Hayul trabalhava como staff temporário do evento. Claro que só tinha conseguido graças às informações falsas que inserira nos documentos de inscrição. Afinal, sendo um sub beta, ele não teria permissão para trabalhar em lugar nenhum.

— Olha só os malditos Alfas Reais. Estão todos agrupados entre si.

O amigo de Hayul, que também tinha vindo do subúrbio e se inscreveu como staff, resmungou ao encarar as arquibancadas. Assim como ele dizia, no lugar mais alto, reservado à elite, um grupo de estudantes se destacava. Vestiam os mesmos uniformes que os outros, mas a aura que emitiam era completamente diferente.

Mesmo Hayul, que não era afetado por feromônios, conseguiu perceber que havia algo de distinto neles. Não era só a aparência: havia uma aura que dominava todo o ambiente. Pareciam seres de outro mundo. Para alguém que cresceu na favela, ver um Alfa Real de perto era uma novidade.

— Malditos feromônios, só me dão dor de cabeça.

Resmungando, o garoto tirou um remédio do bolso e tomou. Devia ser um comprimido para neutralizar os efeitos dos feromônios.

— Betas também são afetados por eles?

— Pelo visto, sim. Eu só tinha ouvido falar, nunca pensei que fosse de verdade. Mas também, quando é que a gente teria oportunidade de encontrar um Alfa Real na vida? Estamos a essa distância e já parece que minha cabeça vai explodir. É insuportável, sério. E o pior é que eles devem saber que os feromônios deles fazem mal para gente comum, mas continuam espalhando como se não fosse nada. E ainda se amontoam juntos.

— Devem pensar: ‘se incomodar, se afastem’.

— Filhos da mãe arrogantes. Acham que são reis ou algo do tipo.

Hayul soltou uma risada curta ao ouvir aquilo.

— Mas de certa forma eles são, não é? Os 1% do topo que governam os outros 99%. É assim que o mundo funciona.

— Merda…

O rapaz cuspiu o palavrão, irritado, e ofereceu a Hayul a caixinha de comprimidos neutralizadores.

— Valeu.

Hayul fingiu tomar, mas, em vez disso, escondeu discretamente o remédio no bolso.

— Droga… que sono. Tomara que isso acabe logo. Quero ir pra casa e dormir.

Enquanto Tom reclamava e bocejava, Hayul manteve os olhos fixos nas arquibancadas.

Os uniformes azuis… eram da Morton. O grupo de Alfas Reais reunidos no assento de honra era formado por cerca de dez estudantes, todos de aparência impressionante.

Mas, entre eles, havia um que chamava atenção de forma especial.

Um rapaz que sorria calmamente enquanto observava o rio. A distância não permitia ver seus traços claramente, mas sua aura era notavelmente madura e serena, destacando-o dos outros. Até os gestos simples – sorrir e responder aos comentários dos amigos – transbordavam elegância e nobreza.

Um exemplar perfeito de um Alfa Real.

Um ser humano que, provavelmente, tinha tudo neste mundo. Que nunca caíu, nem cairia, no fundo do poço. Alguém destinado a viver uma vida dourada.

‘Como será que é viver assim?’

Hayul não sentiu inveja. Desde o princípio, eram vidas incomparáveis. Mas a curiosidade persistia: como deve ser nascer com absolutamente tudo já nas mãos?

Logo depois, o gerente reuniu os staffs. Depois disso, Hayul correu de um lado para o outro, tão ocupado que nem viu a competição. Não que se importasse. Quando o evento começou, os gritos de torcida encheram o ar.

Enquanto os estudantes estavam distraídos com o evento, Hayul aproveitou para roubar cerveja e furtar discretamente o bolso de alguns alunos ricos. Ninguém percebeu que havia um ladrãozinho no meio da plateia, todos estavam muito entusiasmados com a torcida. O clima era tão ensandecido que lembrava mais o público de um festival de rock do que o de uma competição de canoagem.

A disputa terminou com a vitória da Morton.

Embriagados pela vitória, os estudantes da Universidade Morton fizeram uma grande comemoração junto com os atletas. Ao ar livre, abriram rodas de bebida, cantaram o hino da escola de braços dados e dançaram sem parar, completamente tomados pelo álcool. Ondas azuis ondulavam sobre o gramado. O tranquilo estádio de canoagem à beira do rio, normalmente silencioso, estava agora tomado por barulho.

Hayul e os outros membros da equipe corriam sem parar, quase com fogo nos pés, carregando bebidas e comida. Os estudantes pegavam barris inteiros de cerveja e a bebiam como se fosse água.

Hayul também circulava entre os bêbados, bebendo goles de cerveja aqui e ali, pegando frutas e sanduíches para encher o estômago. Ninguém reparava em pequenas quebras de regra dos staff, já que todos riam e gritavam alto demais, exigindo apenas mais bebida aos berros.

No meio dessa correria, ele acabou esbarrando em um homem que bloqueava seu caminho. A cerveja que segurava derramou, molhando a roupa do sujeito.

— Me desculpe.

Ele se apressou em se desculpar, sem saber o que fazer, e rapidamente tentou limpar a barra de roupa molhada do homem com a toalha que carregava.

— Não tem problema.

Quando levantou a cabeça, viu que era aquele mesmo homem que ele tinha observado antes, sentado nas arquibancadas. De perto, seus traços eram tão definidos que pareciam quase irreais. Os olhos azuis, claros demais, brilhavam como pedras preciosas. Mesmo estando cercado por outros Alfas Reais, Hayul só conseguia enxergar aquele homem. Enquanto o próprio acidentado permanecia calmo, um dos colegas ao lado dele empurrou com força a mão de Hayul.

— O que pensa que está fazendo? Sujando os outros desse jeito.

Era uma toalha usada para limpar mesas, mas estava nova.

— Para onde você está olhando?

A irritação subiu, e, em vez de pedir desculpas de novo, Hayul encarou o provocador e respondeu de forma cortante:

— Foi só um pouco de cerveja, não foi? Foi um acidente.

— O quê?

O rapaz o encarou com fúria, como se estivesse prestes a matá-lo apenas por ter derramado bebida.

— Deixe para lá, eu estou bem. Me dê isso aqui.

O homem de olhos azuis interveio, murmurando com uma voz grave e agradável, enquanto pegava a toalha da mão de Hayul. Naquele instante, suas mãos se roçaram. O toque frio fez Hayul estremecer.

— Não se preocupe. É só um pouco de cerveja.

Ele limpou calmamente a própria roupa molhada enquanto sorria para Hayul. Seus olhos azuis curvaram-se de forma harmoniosa, e seu tom de voz era tão gentil quanto antes.

No meio do cheiro de álcool e do forte odor de rio que impregnava o ambiente, ele era o único a exalar uma fragrância agradável. Um frescor cítrico, como se fosse um perfume sofisticado. Hayul ficou curioso para saber que tipo de fragrância era aquela, tão boa assim.

Sem perceber, ficou olhando para ele, perdido, e o homem também o encarou – era um olhar comum, mas fixamente, de um jeito que deixava qualquer um sem graça. Seus olhos azuis brilhavam com vida. Com um sorriso suave e um olhar caloroso, transmitia uma doçura estranha, que fazia Hayul se sentir desconcertado.

— O que quer dizer com ‘está tudo bem’? Sua roupa está cheirando a álcool!

Um dos rapazes ao lado do homem resmungou em tom nervoso e irritado. Mais uma vez, o problema era algum maldito idiota ao redor. Na verdade, não havia cheiro de álcool algum – só aquele aroma fresco que se espalhava.

— É só tirar.

Dizendo isso, o homem puxou a camiseta do uniforme encharcada de cerveja e a tirou sem hesitar. Quando seu torso firme e sem um pingo de gordura ficou à mostra, ouviu-se um coro de exclamações ao redor.

— Estava calor mesmo, caiu bem.

O homem riu aberto, sem qualquer pudor, depois de tirar a camiseta. Como podia alguém sorrir de forma tão pura e radiante? Até mesmo as gotas de suor que deslizavam de sua nuca musculosa, escorrendo pelos braços, brilhavam como se refletissem a luz. Parecia até que até o suor daquele sujeito teria um gosto doce.

Os rapazes bêbados ao redor, excitados sem motivo, começaram a rir e se aglomerar em volta dele, cercando-o.

— Que cara foda! Só você está fresco?

— Esse desgraçado me conquistou de vez!

Graças a isso, Hayul acabou empurrado para fora do centro da atenção. Os estudantes que cercavam o homem começaram a arrancar as próprias camisetas azuis, jogando-as de qualquer jeito pelo ar.

— Em homenagem à vitória da Universidade Morton!

De todos os lados, camisetas azuis voavam. Com o peito nu à mostra, os rapazes voltaram a se abraçar pelos ombros e começaram a berrar o maldito hino da escola em coro.

— Que caras cheios de energia…

Tom apareceu ao lado dele sem que percebesse, entregando-lhe um copo de cerveja.

— E aí? Conseguiu alguma coisa?

Hayul pegou o copo, riu e assentiu, batendo com a mão na pochete presa à cintura. Quando tinha chegado, ela estava vazia – agora, estava cheia e estufada. A de Tom também estava abarrotada. Pelo jeito, o cara também já tinha feito uma boa coleta.

— Saúde.

Os dois se entreolharam, sorrindo, e brindaram, fazendo os copos se chocarem. Viraram a cerveja de uma vez só, depois limparam os lábios cobertos de espuma com a mão e murmuraram baixo:

— Vamos fazer mais uma rodada e depois vazamos.

Tom assentiu com os olhos brilhando de expectativa.

Os dois se esgueiraram entre os bêbados e entraram no prédio do estádio. Em seguida, se infiltraram no vestiário e começaram a arrombar os armários de verdade. Desde o início, a ideia de se voluntariar para o trabalho não tinha sido por causa do salário miserável de staff. O verdadeiro objetivo era saquear os objetos de valor dos alunos ricos.

 

 

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Continua….

 

 

Ler Cão Real. Yaoi Mangá Online

(Do mesmo universo de: Noite De Caça.)
 
O telefone tocou em uma noite chuvosa.
Do outro lado do aparelho flui a voz de um homem que carinhosamente chama Hayul de ‘Rosie’.
[Você não sente minha falta? Eu estou quase enlouquecendo de tanta saudade.]
A ligação vinha de um número desconhecido, mas a voz de alguma forma era bastante familiar.
[Espere, irei ver você em breve.]
‘Agora me lembro dessa voz. A única pessoa que me chama de ‘Rosie’ – Pavel Yates Headington, o homem que eu matei sete anos atrás.’
***
A história de como um (Cão real) que cortou sua coleira e mordeu o dono antes de fugir, se tornou uma (Noiva real.)
Nome alternativo: Royal Dog

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