Ler Fuja se puder – Capítulo 50 Online
Clang!
Dentro do estúdio silencioso, o barulho pesado da cadeira caindo ecoou. Mas isso não importava. A única coisa que passava pela minha mente era a necessidade de libertar todo o desejo acumulado.
Assim que nossos lábios se encontraram, Nathaniel me empurrou com violência contra a parede. Minhas costas colidiram com a superfície, mas eu não me importei nem por um segundo. Imediatamente, enlacei meus braços em seu pescoço e esfreguei meus lábios contra os dele com urgência.
— Ngh… uh… nnhh…
Um gemido escapou espontaneamente de mim. Não importava mais quem era meu parceiro. Já fazia meses que eu não transava com ninguém. Droga, é óbvio que eu estava faminto.
— Chupe minha língua. Me morde… Ah.
Supliquei ofegante. Nathaniel segurou a parte de trás da minha cabeça, me impedindo de se mover, e tomou minha boca de uma só vez. A força bruta com que ele sugava logo fez a parte interna da minha boca formigar. O toque da língua dele mastigando a minha me fez sentir um prazer quase enlouquecedor. Minha parte inferior ficou tensa e inchada instantaneamente, a ponto de parecer que eu iria gozar ali mesmo. Eu agarrei desesperado a cintura da calça dele – mas Nathaniel agarrou meu pulso.
— Espera aí, sua vadia desesperada.
O insulto obsceno que saiu da boca dele foi tão inesperado que eu retruquei sem hesitar:
— E você é um puto que finge ser refinado.
Ao ouvir isso, Nathaniel soltou uma risada baixa, debochada. Mordeu meu lábio inferior como um animal enquanto murmurava:
— Sim, você e eu… nós dois somos putos safados.
Sua respiração ofegante era tão intensa quanto a minha. Como se quisesse confirmar aquilo, ele mexeu a língua dentro da minha boca uma última vez antes de me soltar de repente. Enquanto eu recuava cambaleando, Nathaniel soltou o cinto de suas calças. O som metálico de cliques que batia em meus ouvidos aumentou ainda mais minha expectativa.
Quando ele abaixou o zíper e pegou seu pênis, eu não pude evitar soltar um suspiro profundo e admirado. Incapaz de desviar o olhar, curvei-me voluntariamente. Ajoelhei-me, fiquei de cócoras e estiquei a mão. Nathaniel simplesmente colocou o pênis na minha mão, e enfiou os dedos no meu cabelo, enroscando-se entre as mechas.
— …É incrível…
Aquelas palavras escaparam como um suspiro. O pilar enorme na minha mão pulsava, já completamente ereto. Era tão grande que era difícil até de segurar com as duas mãos.
Engoli involuntariamente em seco. Meu coração batia como se eu estivesse prestes a provar a coisa mais deliciosa do mundo. Quando lentamente, abrindo o máximo que pude, o levei à boca, um gemido profundo veio de cima.
— Haaahhhh…
Ele exalou um suspiro satisfeito.
Eu nunca tinha visto um pênis daquele tamanho. Era como se o corpo dele provasse que as características desse homem eram completamente diferentes das de uma pessoa comum – que tinha sido feito para reprodução e domínio. Com algo daquele comprimento, ele provavelmente alcançaria o útero… não, certamente alcançaria ainda mais fundo.
O pensamento fez meu ventre esquentar, como se algo dentro de mim pulsasse mesmo que eu não tivesse aquele órgão.
Apertei o pênis com as duas mãos e estiquei a língua, circulando a glande com movimentos lentos. Era impossível colocá-lo todo dentro da minha boca. Em vez disso, usei minha língua e lábios para cobrir a área mais ampla possível. A respiração dele acima de mim ficou mais pesada. Levantei os olhos – era difícil ver claramente a expressão de um homem imensamente alto, mas pude notar as sobrancelhas franzidas e o olhar semicerrado.
— …Haa…
Quando suguei a glande, um gemido profundo escapou dele. A mão que acariciava suavemente meus cabelos apertou com um pouco mais de força.
— Isso… Você é muito bom nisso.
Ele murmurou com a voz rouca. O gesto de alisar meu cabelo parecia um afago dado a um cachorro. Como se respondesse à provocação, abri a boca o máximo que pude e engoli seu pênis mais fundo.
— …Mmh…
Eu vi quando ele soltou um gemido, fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás. O pomo-de-adão dele se projetou nitidamente. A mão grande que acariciava minha nuca pressionou minha cabeça, mas parou no meio do movimento. Era porque eu havia parado de me mexer e estava encarando-o, como se estivesse avisando que se ele forçasse demais, eu morderia.
Senti os dedos enroscarem-se no meu cabelo, como que me acalmando, e concentrei-me novamente em mover a boca. O perfume adocicado que sempre pairava sutil ao redor dele agora parecia ainda mais intenso – como se estivesse se acumulando na minha garganta. Talvez fosse o fluido que já escorria dele e agora se espalhava pela minha língua.
Eu abri a boca o máximo que consegui, mas ainda assim, só consegui receber a glande. Um incômodo se esticou pelos cantos dos meus lábios, como se a pele fosse rasgar, quando tentei mover a cabeça. Mal consegui prender a ponta do membro pulsante com os lábios e movimentei a língua.
Quando passei a ponta da língua pela fenda longa e profunda na ponta arredondada, a mão que acariciava minha nuca apertou com mais força. Ofegante, levantei o olhar e vi Nathaniel olhando para mim. Seu peito, inchado e grande, a ponto de estourar os botões da camisa branca, subia e descia com respirações tão pesadas que faziam tecido e músculos reverberarem. Por um instante, senti o impulso de morder o mamilo do homem sobre aquela camisa branca bem ajustada, mas agora era impossível. Então, simplesmente abri a boca o máximo que consegui e suguei com força a glande que eu mal conseguia manter dentro da boca.
— …Ugh… mmf…
Meu gemido abafado escapou. Mesmo já preparado mentalmente, aquele tamanho era absurdo demais. Era difícil respirar, então permaneci imóvel por um momento, tentando recuperar o fôlego. Mesmo segurando com as duas mãos, ainda havia uma parte do pênis saltando para fora delas.
Huff… huff…
Respirei pelo nariz, com dificuldade, e movi a língua devagar. Eu sentia as veias grossas pulsando sob minha palma. O pênis dele estava completamente duro, inchado e quente. A umidade escorregadia no interior da minha boca me dizia claramente que ele estava prestes a gozar. Receber o sêmen de um homem na boca não era novidade para mim. Bastava só um pouco. Só um pouquinho.
‘…Isso não é “só um pouco”…’
— Chrissy.
Minha mente estava tentando raciocinar, mas meu corpo estava travado, incapaz de se mover. E então ele sussurrou:
— Precisa de ajuda?
— …!
Eu não tive tempo de pensar no que ele queria dizer.
Antes que eu pudesse processar o significado, Nathaniel empurrou minha cabeça para baixo. Com uma força brutal além da minha imaginação, fui levado impotente. O membro pesado forçou sua entrada na minha garganta fechada. O engasgo veio imediatamente, e meu estômago se contraiu, mas eu estava completamente preenchido, sem espaço para ar ou movimento – não pude fazer nada a não ser encolher os ombros.
— Gh, gbh, bh!
Só sons incompreensíveis saíam da minha boca. Nathaniel segurou minha cabeça e começou a foder minha garganta sem misericórdia. A cada movimentação da cabeça, o pênis grosso arranhava o interior da minha garganta ao entrar e sair. Com o oxigênio escasso e o ato brutal, não consegui oferecer resistência adequada. Apenas arranhei sem força as coxas grossas dele.
— Isso… ótimo…
Ouvi um suspiro de prazer vindo de cima. Enquanto meu corpo balançava para frente e para trás, sem controle. O pênis dele afundava cada vez mais fundo na minha garganta.
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Continua…
Ler Fuja se puder Yaoi Mangá Online
m caso chocante acontece: um alfa, junto com seu grupo, estupra e assassina um ômega. O promotor encarregado do caso, Chrissy Jin, recusa qualquer acordo e decide levar o caso a julgamento, determinado a garantir uma punição adequada.
É nesse contexto que ele encontra pela primeira vez Nathaniel Miller, representante da maior firma de advocacia dos Estados Unidos, o Miller. Mas a arrogância de Nathaniel não lhe agrada em nada.
Pouco depois, ao voltar de um encontro com seus pais adotivos, Chrissy se envolve num acidente de trânsito: por azar, o carro em que bateu é justamente o de Nathaniel. Diante do valor absurdo do conserto, Chrissy não tem escolha a não ser ir até o homem para explicar sua situação, mas o lugar onde Nathaniel se encontra é, na verdade, uma festa de feromônios.
Lá, Chrissy quase acaba sendo violentado por Nathaniel, mas consegue atingi-lo com um caco de vidro e escapa. A partir desse incidente, a atitude de Nathaniel muda radicalmente: ele demite o advogado responsável pelo caso e decide assumir a defesa pessoalmente.
Os dois passam a se enfrentar no tribunal. No entanto, mesmo em meio a essa relação de hostilidade, Chrissy se sente estranhamente atraído por ele. Nathaniel, por sua vez, não disfarça seu interesse por ele. Em meio a essa tensão crescente, um dos membros do júri surpreende Chrissy com uma revelação inesperada….
Nome alternativo: Run Away If You Can