Ler A Tatuagem de Camélia – Capítulo 31 Online

Modo Claro

— Betty, reúna as criadas para esquentar a água enquanto todos se preparam para a refeição.

— Sim, senhora. Farei isso rapidamente.

Os cavaleiros barulhentos se dirigiram ao banheiro exclusivo para eles. Os itens que haviam trazido seriam organizados pelo mordomo, então, por enquanto, o mais importante era tomar banho.

No entanto, alguns cavaleiros se afastaram discretamente com suas mulheres, buscando aliviar seus desejos reprimidos durante o banho.

Igmeyer percebeu esses homens e soltou um suspiro frustrado.

As bochechas de Amber estavam coradas de excitação. Ela parecia uma fruta madura, prestes a explodir com a menor mordida.

— Igmeyer?

Quando o homem de quem ela esperava uma resposta ficou parado sem dizer nada, Amber finalmente se virou com uma expressão confusa.

Os mais perceptivos já haviam desaparecido, mas Amber, a única que realmente precisava ser alertada, continuava inocente e alheia.

— Hãã, estou ficando louco.

— O quê…?

— Vou tomar um banho rápido, vamos juntos ao banheiro.

Essa princesa pura era surpreendentemente inocente quando se tratava de assuntos na cama.

Insinuações sutis não funcionavam, às vezes, ele precisava ser direto.

— Estou ficando louco porque quero te chupar agora mesmo.

Ao sussurro sugestivo, as bochechas de Amber ficaram ainda mais vermelhas, como uma bela maçã pronta para ser devorada.

O som suave da água na banheira, e a luz das velas criavam uma atmosfera peculiar enquanto tremeluzia sobre o corpo nu. Igmeyer fitava os seios de Amber, brilhantes de saliva, e não resistiu em mordê-los.

— Ah!

Sua esposa gostava quando ele atormentava os dois ao mesmo tempo. Na verdade, era mais como se ela não conseguisse resistir. De qualquer forma, enquanto o homem chupava um e provocava o outro, Amber logo ficou molhada e moveu os quadris.

Seu corpo era bastante sincero.

Após soltar uma risada rouca, ele tirou a mão dos seios que amassava e a deslizou pela cintura lisa dela.

Ao inserir gentilmente os dedos entre as dobras e explorar um terreno já conhecido, acariciou seu clitóris sensível.

— Por que você está tão molhada, princesa?

— Ah! Não diga essas coisas…

— Posso te chupar? Estou com pressa.

Sem nem esperar por permissão, Igmeyer colocou as coxas dela sobre seus ombros. Havia uma colina dourada entre suas pernas, abertas.

Ao olhar para os pelos dourados, igual aos seus cabelos, Igmeyer engoliu em seco.

— Como pode ser tão lindo aqui…

Antes mesmo de terminar o murmuro, enterrou o rosto ali.

Ele precisava provar o néctar doce escondido naquele lugar.

Com determinação, sua língua pressionou o clitóris sensível. Ele percebeu as coxas brancas dela tremendo, mas continuou a lamber suavemente a carne macia. Chupando-o em seguida. 

— Aaah!

A estimulação foi intensa, e Amber soltou um gritinho ao torcer o corpo e puxar o cabelo do homem. Sorrindo como um pervertido, Igmeyer bebeu avidamente o líquido que escorria de suas profundezas.

Sim, era isso que ele sentia falta.

A pele delicada, o cheiro doce que emanava dali, os gemidos abafados e as respostas hesitantes temendo ser ouvidas do lado de fora, tudo isso o excitava intensamente.

Mas ele não queria fazê-la gozar tão facilmente.

Esperou por tanto tempo, então queria atormentá-la pelo menos pela metade do que ele mesmo havia suportado.

— Por quê…

Quando ele afastou os lábios, seus olhos embaçados se viraram para ele. Apesar da relutância inicial, ela agora parecia entender o que o homem queria, isso fez seu membro endurecer ainda mais. Porém, ele resistiu.

Não podia simplesmente mergulhar nela de imediato e experimentar o prazer supremo, mesmo que fosse capaz disso.

Ele queria ver sua princesa em apuros.

— Igmeyer?

— Diga o que você quer com esses seus lábios tão bonitos.

— E-eu…

— Vamos, me dê uma ordem.

Igmeyer, que até então a provocava suavemente, usou seu nariz para acariciar o clitóris sensível.

Com a estimulação interrompida retomando, Amber, à beira de perder o controle, mordeu os lábios com força para se segurar.

Ela não gostava da ideia de ordenar algo a ele, mas, ao mesmo tempo, não queria ignorar o prazer que parecia ao alcance de suas mãos.

Amber desistiu da luta interna quando o homem começou a lamber entre seus dedos dos pés.

As sensações formigantes sobrecarregaram seus sentidos e dominaram seu corpo. Igmeyer beijou seus pés delicados várias vezes, depois colocou o dedão na boca e chupou.

Sua língua macia a instigava, e Amber não teve escolha a não ser abrir os lábios.

— … Chupa.

— Onde?

— Minh—… lá embaixo…

— Como minha senhora deseja.

Ela finalmente pronunciou palavras tão embaraçosas e vergonhosas, então Igmeyer teria que assumir a responsabilidade.

Enquanto o homem entre suas pernas começava a explorar, ela o observou e cerrou a mandíbula.

À medida que ele se aprofundava, logo apertou seus dedos e inclinou a cabeça para trás.

O prazer surgiu em ondas, e ela não conseguia prever até onde aquilo a levaria, nem em qual redemoinho seria pega.

Seus quadris tremeram e ela inconscientemente pressionou sua virilha contra seu rosto, Amber finalmente gozou.

— Ah, ah…!

O som da sua incapacidade de se segurar ecoou pelas paredes do banheiro e a fez estremecer.

Igmeyer, satisfeito por levar sua esposa a esse estado, lambeu o que respingou em seu rosto com uma risada.

— Como você consegue… quero dizer, como você pôde lamber isso…!?

Amber ficou chocada com suas ações. Depois que a excitação passou uma vez, ela recobrou os sentidos.

Igmeyer deu de ombros como se não fosse nada e segurou seu membro, pressionando a ponta contra entrada úmida.

— Tem um gosto bom, por que não?

— É no-nojento. Sujo!

— Você gagueja de um jeito tão fofo. Não é nada sujo. Por que acha isso?

— Bem, isso é… ah…!

Quando o membro latejante entrou, as palavras de Amber foram interrompidas.

Ela achou que já tinha se acostumado a ter sentido tudo antes, mas o pilar carnudo e grosso provou o contrário ao penetrar mais fundo, fazendo suas paredes internas se agarrarem a ele com entusiasmo.

Igmeyer, estreitou os olhos, a expressão de tesão do homem desmontava que a sensação intensa de ser acolhido por ela era avassaladora.

— Você gosta, não é? Era isso que seu corpo queria.

— Nã-não é isso. Não, ah!

— Sério? Aqui embaixo diz o contrário, mesmo que suas palavras não sejam honestas, ainda assim, é bem adorável.

Igmeyer moveu os quadris suavemente.

Amber, perdida na ilusão de estrelas explodindo diante de seus olhos, só conseguia emitir gemidos sem dizer uma palavra.

‘Sinto como se fosse morrer.’

Lágrimas se acumularam nos cantos dos olhos devido à sensação intensa. Com investidas poderosas concentradas em um único ponto, Igmeyer aumentou gradualmente a velocidade.

A cada metida e colisão de seus corpos, Amber arranhava suas costas.

Era insuportavelmente gostoso. Parecia que seu limite de prazer ficava cada vez menor, e ela nem conseguia dizer se aquilo era permitido.

— Hum, ah, ah, ahhh!

Após inúmeros orgasmos, Amber desabou de exaustão. Mas Igmeyer estava longe de terminar.

— Só um pouco… um pouco mai—

— Mm? Certo. Quer que eu meta mais rápido?

— Não, não, ahh, ahh!

Com os olhos semicerrados inundados de tesão, Igmeyer a levantou e penetrou profundamente.

Seu corpo suspenso, era sustentado pelos braços do homem. Estava com medo de cair, mas, infelizmente, essa era a posição que ele mais gostava. Amber não tinha para onde escapar e teve que se agarrar a ele.

Igmeyer, com um sorriso lascivo, beijou sua bochecha. Lambeu seus olhos vermelhos, depois sua testa, sussurrando várias vezes o quanto ela era linda.

Mesmo assim, Igmeyer não disse as palavras que realmente queria dizer.

‘Fico feliz que esteja segura. Ver você viva me traz paz.’

Embora seus corpos estivessem entrelaçados, não havia necessidade de dizer tais palavras em voz alta, por mais próximos que estivessem.

Juntos, correram até o auge do prazer.

Aquela noite foi de muita exaustão para os dois.

Fim do Volume 01

“Obs.” A “MINHA” tradução dessa Novel está disponível somente na “NOCTURNE.”

Continua… 

Tradução: Elisa Erzet 

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Amber, era uma princesa tão linda quanto uma fada.
Seu marido, que viveu como mercenário, era muito diferente dela em todos os sentidos.
Devido a um casamento forçado, Amber caiu em desespero. Ao longo dos anos de seu casamento, se ressentia veementemente de tudo sobre seu marido.
No entanto, quando ele encontrou seu fim tentando protegê-la e ao filho que ela estava esperando, Amber foi tomada pelo arrependimento e desejou voltar no tempo…
O ponto de partida da regressão foi a noite de núpcias.
— Você não olhou para mim nem uma vez durante o banquete do casamento, pensei que estivesse chateada por se tornar esposa de um homem humilde.
Ela já era como cinzas queimadas, mas ele parecia um espírito de fogo dançando sobre as ruínas.
O abraço dele era forte demais para suportar, então Amber desviou finalmente o olhar.
🌸🌸🌸
‘Foi só após te conhecer que percebi que havia um vazio dentro de mim. E então fiquei feliz, sabendo que você vai completar esse vazio.
Mas conforme essa parte em mim era preenchida, fui ficando mais ganancioso.
Ah, se eu fosse um pouco mais perverso, eu teria devorado você inteira.
 
Ps: Meu outro maridinho

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