Ler Uma noite só para dois. – Capítulo 41 Online

Modo Claro

ATENÇÃO.

AVISO de capítulo extremamente sensível, contendo abuso sexual que pode incomodar alguns leitores! :'(

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Quando ele abriu os olhos, seu corpo estava incrivelmente pesado. Era como se tivesse um monte de pedras grudadas em seu corpo. Sentiu formigamento e dor e com uma queimação secretamente se espalhando por sua coluna, enterrou o rosto no travesseiro e começou a gemer. O cheiro era bem diferente do que sentia em sua casa e quando ergueu a cabeça com uma sensação incrível de desconforto, descobriu então que sua testa também doía. Estava tonto, e sua boca estava incrivelmente seca, seu corpo inteiro tremia porque era evidente que estava em um estado terrível, mesmo que não o tivesse vendo com seus próprios olhos.

Naito levantou o cobertor com os braços até cobrir o meio do torso, no entanto, suas juntas estavam muito machucadas, estava frio e ele não teve escolha a não ser fechar os olhos para tentar dormir. Naquele momento ouviu o som da porta se abrindo. E ao abrir suas pálpebras, viu um homem bastante familiar parado na sua frente: Rayan, que havia se transformado em um jovem bruto durante a noite, estava segurando uma bandeja em suas mãos que estava incrivelmente cheia de comida.

Hesitou, e então se aproximou lentamente… Se afastou da bandeja, colocou-a sobre a mesa e imediatamente colocou a mão na testa de Naito. As finas sobrancelhas de Rayan ficaram franzidas.

— Sua febre está alta.

Se sua febre estava subindo, obviamente era por isso que estava com tanto frio. Naito pensou um pouco a respeito, mas não pode fazer o suficiente para chegar a entender o que era necessário ou armar um plano. Rayan colocou o remédio na boca na boca dele, segurando seu pescoço como se fosse um animal recém-nascido, deixou a água correr por seus lábios entreabertos e quando finalmente fez isso, Naito engoliu água como uma bom garoto, engoliu o remédio e fechou os olhos por apenas alguns segundos. Olhou para cima e viu Rayan. Quando o deitou, estendeu sua mão trêmula, agarrou sua manga com força e fez seus olhos azuis se misturam com os dele que já eram infinitamente negros.

— Se eu disser que sinto muito por tudo que fiz… Então você voltaria para a capital? Estou com medo por você.

Rayan fechou a boca ao som de palavras tão inesperadas e logo o olhou silenciosamente e bufou. Naito parecia ter pressa por sua resposta, porque agarrou as mangas de Rayan com mais força do que antes e disse:

— Volte para sua mãe.

— Você vai ficar com seu pai então.

Naito suspirou. Por que ele não estava prestando atenção nele agora? Não era assim no passado e, usando palavras um pouco mais sensíveis, poderia até dizer que era um bom homem que obedecia e pensava antes de agir.

— Pense racionalmente. Quanto tempo você acha que isso pode durar? Meu pai, ou sua mãe, virão nos procurar. Eles vão te matar.

— Não me importa.

— Por favor, Rayan. Me escute…

Mas Rayan olhou para Naito com uma cara incrivelmente obstinada.

O homem estava corado graças ao calor de sua própria febre, então Rayan, tentando não forçá-lo mais do que já tinha feito até agora, tocou a bochecha de Naito com ternura e até a beijou… Foi muito mais suave e delicado do que qualquer coisa que Elsie tinha feito por ele, é claro, mas isso não tirou o fato de que ainda era incrivelmente doloroso… Naito decidiu virar o rosto e, finalmente, fez a mão de Rayan descer também.

— Estamos…

Mas Rayan bloqueou a boca de Naito antes que ele terminasse de falar. Estava feroz, com um rosto zangado que dava muitíssimo medo.

— Não importa o que diga, não tenho intenção nenhuma de voltar. Não tenho intenção de deixar você ir — Rayan, que parou por um momento, sorriu gentilmente e acrescentou: — Antes de tudo, você precisa descansar. Se acordar se sentindo melhor, conversaremos novamente. Porque você está doente agora e isso não é adequado.

Naito ficou aliviado ao ver que o velho Rayan havia retornado, pelo menos por alguns segundos. Disse sim em voz baixa e fechou os olhos para descansar. A medicação certamente o faria dormir rapidamente depois de horas sem fazer isso, mas, depois de alguns segundos, percebeu que não era bem assim. Durante o sono, sentiu mãos profundas tocarem suas bochechas. Dedos que tocavam em seu queixo e também desciam por seu pescoço. Desceu, e logo tocou seu peito e costas antes de parar em um ponto fixo… Lá estava o nome de seu pai, bem gravado em tinta permanente. ‘Elsie.’ Alguém havia lido o nome em voz alta. Um nome que não era comum no país e que estava escrito com tinta roxa, em letras estrangeiras. Rayan olhou para as costas brancas de Naito como se quisesse matar o sujeito com o nome que estava claramente gravado em sua pele! Ele cuspiu por entre os dentes:

— Eu vou apagar isso!

Mesmo enquanto tentava dormir, os ombros de Naito ficaram surpreendentemente rígidos diante sua voz violenta. Abriu os olhos, acomodou suas costas… Queria dizer a ele para não fazer isso ou aquilo, mas seus olhos estavam pesados demais para reagir corretamente e sua consciência, que tentava despertar, foi capturada pelo efeito do remédio tão profundamente que ficou atordoado como se tivesse de baixo de águas profundas. Rayan então olhou para as costas de Naito, desmaiado e não se rebelando. Bochechas avermelhadas e uma magreza e suor que podia ser vista perfeitamente através do cabelo preto completamente espalhado. Seu colo branco era bonito, então a mão foi direto para sua têmpora. Pegou o cabelo entre os dedos trêmulos, e o analisou, continuava tão bonito como sempre. Olhou para os cílios limpos. Os lábios de Naito, pálidos e secos pelo forte calor ainda eram bonitos enquanto cospem uma única palavra…

— Pai…

— Pai…

— Pai…

Sua cabeça estava vazia e paralisada. Era estranho que um filho chamasse o pai com tanta urgência e sensualidade contida. Sentia-se como se estivesse ouvindo e vendo um tabu sexual que nunca deveria ter escutado. Tão horrível que não conseguia controlar sua raiva crescente. Na verdade, se levantou desde o fundo… Rayan abaixou a mão e colocou os dedos na tatuagem que estava nas costas de Naito. Esfregou até que sua pele branca, que estava muito machucada e cheia de cicatrizes, finalmente ficasse toda avermelhada.

— Maníaco… Maldito, filho da puta louco do caralho!

Rayan tocou o traseiro de Naito com as duas mãos, o abriu e pôde ver o buraco com lacerações e feridas bastante exageradas. Um buraco vermelho e inchado que ele podia analisar perfeitamente de dentro para fora… As rugas se esticavam e encolhiam e, de acordo com o movimento, ficavam vermelhas até se dilatarem. Rayan só podia ver um ânus, movendo-se como se lhe pedisse para tomá-lo, para puni-lo por fazer a coisa errada.

Com os olhos desfocados, ele desabotoou as calças e quando as puxou para baixo, saiu um pênis machucado que não conseguia ficar bem ereto. Porém, ao tocá-lo, poucos minutos depois, seu pênis se levantou e Rayan foi capaz de coletar saliva de sua boca e cuspi-la na palma da mão para começar a umedecê-lo completamente.

Naito moveu os olhos levemente, como se lhe doesse e formigasse, mas ele ainda estava meio adormecido e sem saber o que estava acontecendo…

Para salvar Naito, Rayan fugiu da casa onde estava preso. Ele juntou rapidamente seus bens, e os transformou em dinheiro e contratou o famoso investidor e consultor Ruscha Bordeaux. Pronto para morrer tentando, invadiu a mansão de Elsie para resgatar Naito de suas garras, mas, Naito, até agora e o tempo todo, estava ali apenas procurando por seu pai. Não conseguia entendê-lo. Naito devia dizer que estava feliz por estar ali com ele. E envolvê-lo em seus braços enquanto falava: “Eu te amo, Rayan”.

Ainda não conseguia esquecer a voz que sussurrava dizendo que o amava.

Aqueles olhos que eram a luz de Rayan, olhos que se tornavam azuis como um mar chuvoso quando o via.

“Estou tão feliz que você tenha vindo para a capital”.

— Você disse que me amava!!

Rayan então soltou um grito inaudível cheio de tristeza e dedicado inteiramente a Naito, que estava dormindo. Ele o penetrou com o pênis completamente duro. Naito deixou escapar um leve gemido quando foi penetrado tão descuidadamente…

— Ah!!

Naito distorceu seu rosto e esticou suas mãos completamente para a frente. O gesto triste, que parecia implorar por ajuda, caiu sobre lençol em um instante, então Rayan se apressou para segurar seus dedos. Seu estômago parecia queimar com a dor estonteante que vinha de baixo. Um ardor imenso! O pai costumava meter algo mais grosso e mais comprido do que seu pênis quando eles começavam a transa bruscamente, mas agora esse homem havia se inserido tão desajeitadamente que as lágrimas se acumulavam e caiam de seu queixo. Sua boca estava toda aberta, mas não conseguia nem gemer devido a forte dor. Naito inclinou a parte superior do corpo para frente… Ele não havia colocado gel e também não o tinha preparado adequadamente, então começou chorar:

— Isso dói muito…! Ah! Dói muito!!!

Naito encolheu os ombros enquanto Rayan se esforçava sem olhar atentamente para a situação. Parecia ter perdido todos os sentidos porque não havia uma única gota de piedade no pênis que entrou completamente seco no interior e se forçou até o fundo. Rayan esfregou seu pau e Naito então se contentou em agarrar o lençol novamente usando toda sua força. Cada parte de seu corpo estava ficando em guarda e uma veia azul fria brotou até mesmo nas costas de sua mão, quando começou a tremer como se estivesse tendo uma convulsão. Nem sequer conseguia sentir as pernas porque ele estava inserido em uma posição reta incrivelmente desconfortável e rígida.

Branco como a neve, piscou… E quando Naito chorou como um animalzinho, Rayan então aprofundou a estocada de seu pênis. O odor corporal de Rayan era puro suor.

— Eu tenho que fazer isso. Tenho que fazer isso para você voltar a razão!

— Ah, ah, ah, ah…

A mente de Naito havia ficado completamente vazia. Sua boca estava aberta e ofegava descontroladamente, o que parecia quase selvagem.

No estado em que era melhor contar uma mentira, Rayan forçou Naito a levantar sua cintura e pernas até metade. Era mais aberto desta forma para que o pênis robusto de Rayan pudesse entrar muito mais facilmente… Rayan o agarrou pela cintura e então tocou a pele com o nome de seu pai gravado em tinta. Devido ao suor, sua barriga estava fortemente pressionada contra as costas de Naito e Naito estava profundo o suficiente para grudar em seus testículos todas as vezes.

— Vou apagar isso. Vou apagar esse maldito nome e vou apagar o maldito corpo dele de você também!!!

— Não! Não, não. Pare!

E como se não gostasse da resposta de Naito, que se negou, a mão de Rayan torceu os mamilos do seu companheiro desta vez de uma forma incrivelmente exagerada e violenta. O prazer emocionante começou a atingir seu abdômen em espasmos consecutivos, então Naito mordeu sua boca até sangrar… Rayan sorriu e sorriu, e então seus dedos subiram para acariciá-lo. Os mamilos ficaram incrivelmente vermelhos em comparação com as pontas excessivamente brancas dos dedos de Rayan.

— Fique comigo, Naito. Fique comigo, fique comigo. Eu não sou tão bom quanto seu pai? Você não pode me amar do jeito que ama seu pai?

Naito não conseguiu responder a nenhuma das perguntas de Rayan, então apenas suspirou. O silêncio estava sendo demonstrado como uma afirmação, então Rayan, que aceitou esse fato, endureceu seu rosto e agarrou o cabelo de Naito para levantar o rosto até que estivesse a centímetros do seu. O pescoço branco de Naito se inclinou para trás por um segundo, então Rayan, com o rosto vermelho de raiva, olhou para o homem que estava ofegante e disse com uma voz que contrastava terrivelmente com seu olhar:

— Bem, eu não vou deixar você ir.

Quando colocou o olhar sobre ele, Naito sentiu que ao mesmo tempo um de seus dedos tocou a entrada do seu traseiro novamente. Rayan estava tentando colocar os dedos no buraco ferido da bunda dele para fazer, sabe-se lá o quê. Então, cheio de medo, Naito se rebelou mesmo tendo um corpo dolorido. Naito ganhou impulso e acertou Rayan no rosto com a mão esquerda. A parte superior do corpo do menino estremeceu devido ao soco bastante preciso e a sensação de queda foi tão incrivelmente poderosa que ele teve que se segurar para não perder o equilíbrio.

Naito não conseguia andar direito devido ao interior que tinha acabado de ser esmagado pelo pênis de Rayan e depois de alguns passos e tentativas desesperadas, ele caiu no chão com um tremendo impulso que fez barulho por todo o quarto.

‘Tenho que fugir! Rayan está completamente louco!’

Ir para qualquer lugar, apenas tinha que mover os pés e ir onde Rayan não estivesse… De repente, pensou que poderia ser possível sair, então colocou a mão no chão para ganhar impulso e correu de volta para a porta. No entanto, segundos depois, Rayan caminhou até ele, agarrou sua cabeça, puxou-o para trás e “Baque”. Jogou Naito na cama com força suficiente para fazê-lo voar. Não foi nenhuma surpresa que até o arrancou do colchão. Enquanto gemia e levantava a parte superior do seu corpo, Rayan instintivamente deu um tapa na bochecha de Naito que parecia dobrar a pele de seu rosto ao meio…

Naito, que foi atingido, também ficou cego por um segundo. Foi uma pancada específica na bochecha, mas parecia que tinha sido atingido diretamente no crânio…

Os olhos de Rayan se arregalaram porque estava surpreso com o que havia feito. A mão do menino estava tremendo e percebeu então que os dois estavam sem fôlego e, consequentemente, em um silêncio aterrorizante. Os lábios de Rayan estavam se contraindo e não havia nada que ele pudesse fazer quando olhou para Naito, saindo do quarto como se ainda estivesse concentrando toda sua energia para fugir dele.

A parte inferior de seu corpo doía tanto, e o que realmente poderia fazer nesta situação? Se deu conta no momento em que esbofeteou o rosto dele, seu coração doeu mais do que sua bochecha. Uma dor tremenda que subiu e fez seu peito travar. Como se uma pedra estivesse esmagando suas vias respiratórias até que não conseguisse respirar direito. Naito caiu, começou a engatinhar e isso foi tudo. A tensão em seu corpo diminuiu e ele pensou, incrivelmente derrotado:

“Quando eu acordar, está tudo acabado?” Ele estava cansado e fechou os olhos para esperar por um desejo que não se realizaria, mas era o melhor que poderia pedir enquanto ainda estava tão tonto.

Naito deixou sua mente ir e enquanto adormecia, Rayan só podia se sentar no sofá e colocar uma expressão incrivelmente desesperada.

Estava olhando para o nada. “Meu Deus, o que eu fiz?” Estuprou Naito, que estava dormindo, e Naito, que se rebelou, até bateu nele. Não estava com sua razão. Foi atingido na bochecha e a próxima coisa que viu foi com um olhar total e completamente vazio. O rosto de Naito continuou flutuando, como em uma fantasia… Rayan cobriu seu rosto, mas os olhos de Naito vieram a sua mente de qualquer maneira. Como um tornado.

O tinha quebrado.

Deveria tê-lo apreciado e confortado-o e em vez disso, Rayan olhou para a mão que havia batido em Naito segundos atrás. Aquela que deu um tapa na bochecha do menino. Queria tomá-lo em seus braços e abraçá-lo com força, dizendo que sentia muito, mas não conseguia de jeito nenhum porque tinha medo de encontrar seus olhos e, consequentemente, de ver seu terrível ódio contra ele. De repente, estava mudando até se tornar semelhante ao homem que o havia destruído. Tinha dito que amava Naito, mas agora ele agia da mesma forma como se não se importasse com o que acontecesse com sua mente.

— Porque está fazendo isso?

Rayan ergueu a cabeça diante da pergunta. Cabelo ruivo, olhos azuis, exótico. Era ninguém menos que o belo Sr. Ruscha. Com uma risada fascinante, Ruscha caminhou na frente dele e imediatamente despejou álcool em uma taça transparente que ele já havia preparado. Tirou o paletó que vestia, sentou-se no sofá de uma poltrona e ergueu as pernas para começar a cruzar uma sobre a outra como se estivesse sentindo-se um gato. Se serviu de um pouco de bebida em um copo e então, enquanto Rayan, silenciosamente olhava para a taça, começou a rir.

 

Você está bem? Eu ouvi o som da briga lá de fora, então fiquei preocupado.

— Você ouviu tudo?

O rosto de Rayan ficou trêmulo. Ruscha encolheu os ombros de brincadeira e depois de terminar de beber duas vezes em um impulso impressionante, se serviu de um novo copo de álcool e soltou uma gargalhada.

— Sabe que o isolamento acústico é deficiente aqui. Fez tudo tão descuidadamente e logo conseguiu apagá-lo. Acho que é demais para você então… E se você simplesmente fugir?

—… Você quer que eu fuja?

Rayan ergueu o copo enquanto murmurava essas palavras com uma voz surpreendentemente fria. Tomou um gole de álcool e olhou para Ruscha…

— E Elsie?

— Não vai a lugar nenhum. — Ruscha parou de falar casualmente. Olhou para Rayan e abriu a boca: — Se não houver mais evidências, ele deve ser solto logo de manhã. Agora não há provas suficientes para os nobres e isso vale para Elsie também. Exceto para alguns que foram capturados, quase tudo será levado. Será julgado de forma extra-oficial. Originalmente, é o mesmo para todos eles. Não há nada que você possa fazer.

Ruscha encolheu os ombros como se não fosse grande coisa. Rayan logicamente também sabia sobre essa possibilidade. Os nobres, que agora estavam sendo presos, seriam comutados ou postos em liberdade condicional tão rápido quanto um assovio.

Você conseguiu um barco?

— Vai com esse jovenzinho? Te vendo fazer tanto drama, eu honestamente não acho que ele queira ir com você.

Rayan fechou a boca diante de suas palavras. O sorriso de Ruscha começou a desaparecer quando inclinou a parte superior do corpo totalmente para a frente para ter uma conversa casual com ele. As mãos do homem tinham muitas cicatrizes, podia vê-las de todas as direções, porque Ruscha tinha virado seu copo deliberadamente com a ponta dos dedos antes de beber lentamente… Abriu a boca e secou os lábios úmidos de álcool.

— É difícil forçar quem não coopera. De resto, já tenho um documento falsificado e também um barco. Pode-se fazer tudo utilizando o seu próprio poder?

— Estou preocupado porque… Naito ficou louco agora.

— Então o coloque em um hospital psiquiátrico.

— O que?

— É melhor do que fugir com ele. Você vai ter uma identidade falsa de qualquer maneira, então só me dê dinheiro para que eu consiga.

Se você o internar em um hospital, levará um tempo para encontrá-lo.

Rayan, emocionado com as palavras plausíveis, negou com a cabeça. Naito tinha sido encarcerado antes, então não poderia limitálo novamente, com tanta violência. Quando Rayan mostrou uma expressão ruim em seu rosto, Ruscha balançou a cabeça, jogou o passaporte falso que havia feito anteriormente na mesa do centro e encolheu os ombros.

Saia daqui antes que Elsie seja solto, e fuja logo. Corra e encontre uma maneira de fazer isso para sempre.

Ruscha lhe deu as costas sem remorso. O que fez por ele foi preparar um barco e criar um passaporte falso. Ruscha já não pintava mais nada naquela cena e era uma marca dele desaparecer após receber o dinheiro. Rayan, que o viu sair com perfeição infinita, suspirou e foi direto até Naito para levá-lo ao quarto. Olhou para ele. Devo realmente voltar para a capital de acordo com os desejos de Naito? Parecia convincente, mas seu coração não tolerava isso. O sentimento de traição junto com o amor por Naito, era incrivelmente doloroso e intenso de lidar agora.

— Eu não posso te deixar ir.

Rayan murmurou, olhando para o quarto em que Naito estava dormindo. Desistiu de tudo por ele e chegou ao ponto em que não podia simplesmente perdê-lo. Se arrependeu de bater em Naito, mas o restante das coisas estavam bem claras no fundo de seu coração. Não iria deixar Naito ir, não o deixaria escapar. Rayan olhou para as pílulas para dormir que Ruscha lhe havia dado caso precisasse e pensou que definitivamente que se o fizesse dormir o tempo todo, ele nem sequer seria capaz de pensar em escapar. Rayan simplesmente decidiu segurar a medicação e se agarrar a ela como se fosse magia. E sorriu.

— Me desculpe, Naito.

Rayan abriu a porta. __________________

Continua…

 

Ler Uma noite só para dois. Yaoi Mangá Online

Os irmãos mais novos, Naito e Alto, que perderam a mãe, deixam suas famílias há muito tempo e partem para a capital em busca de seu único parente, seu pai. Lá, seu pai Elsie, que mora em uma mansão, cumprimenta os dois com olhos lânguidos, mas ameaçadores. Elsie mostra uma resposta morna a Alto, que se parece com ele, mas também mostra um interesse sutil por Naito, que se parece com sua mãe. Ele permite que duas pessoas vivam em sua mansão.
E é aí que começa a noite secreta dos dois….
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Elsie Benjamin Jedan: 38 anos. Bonito, charmoso, carismático, tem jeito para conseguir o que quer. Mas por trás dessa fachada de homem do mundo se esconde um monstro; calculista, estuprador, sem moral, obsessivo e perigoso.
Quando seus 2 filhos vão morar com ele, ele desenvolve uma obsessão incomum por seu filho Naito.
Sob 3 condições, ele aceita que eles vivam em sua mansão, mas na realidade essas são desculpas para ter Naito sob seu rígido controle. Quando Naito o desobedece, ele perde a paciência da pior maneira possível…..
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A novel inteira é incestuosa, contém estupro e todo tipo de abuso. Gatilho a cada capítulo. Então quem não se sente bem com esse tipo de temática, recomendo que NÃO LEIA ESSA NOVEL. Pois não vou ficar colocando avisos de gatilho a cada capítulo, já estou avisando aqui, então se você for lê-la, esteja consciente que lhe avisei desde a sinopse até aqui. A história inteira é ficção, nada é real.  
✓Beijos e boa leitura~
Nome alternativo: A Night Just For Two

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