Ler Entrega especial – Capítulo 04 Online
– Obrigado.
“Jintae não ligava muito pra parecer mão de vaca, ele só era sincero. Mesmo depois de vê-lo por dois anos, Gyu-won ainda se perguntava se era falta de sinceridade ele nunca saber o gosto do café do ator.
Se ele quisesse algo gelado, voltaria correndo e congelaria de novo. Mas ele não queria começar o dia treinando cachorros de rua. O café estava quente e cheirava bem. Quando Gyu-won tomou um gole com uma expressão hesitante no rosto, o café quente desceu pelo esôfago. Gyu-won olhou para Jin-tae, que trouxe a bebida quente com um fogo interno intenso, e depois soprou o café fumegante.
Era um pouco difícil dizer se ele só não estava prestando atenção agora ou se realmente queria alimentá-lo.
Durante as filmagens, os sentimentos dele eram indescritivelmente complicados. Gyu-won riu amargamente quando o diretor disse que ele transmitia angústia e profundidade. Apesar de estar em agonia. Mas a profundidade dessa agonia não era nem um pouco verdadeira.
Gyu-won começou a especular sobre o pai da criança e quem era o assassino.
(Se você não me disser, eu vou descobrir.)
Depois disso, decidiu pensar se ficaria bravo ao descobrir e teria que assumir a responsabilidade pelos filhotes, ou se deveria repensar a ideia de dar à luz com uma marmita.
Ao observar o estilo de vida e a intensidade do trabalho do apresentador, era difícil conhecer alguém de fora, então era provável que fosse alguém próximo. Se ele tivesse conhecido alguém de fora, não teria conhecido Gyu-won.
Gyu-won terminou de filmar com a cabeça longe dali e começou a ir para a empresa com Jintae. Gyu-won olhou para a cabeça de Jin-tae, que dirigia, e ficou pensando.
Jintae Cho entrou na empresa há dois anos e meio, e faz dois anos que virou gerente de Gyu-won. Durante o período de teste, ele foi indicado por Ki-joo, que ajudava outras celebridades da empresa.
Ki-joo e Jin-tae ficaram juntos por um tempo enquanto assumiam o controle. Costumavam sentar lado a lado nos bancos da frente e falar besteira.
Aí, quando via as cicatrizes do Gyu-won, que eram difíceis até de ouvir falar, ou quando estava contando algum segredo, Ki-joo se aproximava do ouvido do Jin-tae, de forma brincalhona, e ficava quieto.
Quando Gyu-won, que estava sentado no banco de trás, abria um olho e dizia que podia ouvir tudo, ele ainda lembrava da cara sem vergonha do Ki-joo dizendo: ‘é um som que te diz pra ouvir’.
– É o Jintae.
– Sim, hyung.
– O apresentador não tá te incomodando? Vai ser legal comigo?
– Que que tem pra me incomodar? Você sempre faz um bom trabalho.
– Okey. Então sempre seja legal comigo, e isso também vai ser bom.
– Sério? Ah… o que é bom?
“Gyu-won encarou o rosto do Jintae naquele momento. Mas na expressão do Jintae não tinha nada além de ‘vergonha de uma celebridade que tropeçou numa história com a qual nem sonhava em se envolver, e ainda por cima de um jeito estranho’.
(Se isso for bom… então não.)
Além disso, aquilo era assédio sexual no trabalho.
Jintae, que parecia nem entender inglês, não era o culpado. Se houvesse alguma relação com Kim Ki-joo, estaria estampado na cara dele.
Já dava pra ver no rosto do Jintae a expressão de ‘por que aquele hyung tá tão esquisito esses dias’. A expressão do Jin-tae se revelava até pela nuca, dava pra sentir o que ele estava sentindo só de andar com ele.
– É o Jintae. Meu hyung não é louco.
– Shh.
“Gyu-won permitiu que Jin-tae ficasse ao lado dele porque ele não tinha talento pra enganar, mesmo que não soubesse fazer o trabalho sujo. Porque era o tipo de pessoa que provavelmente seria pega antes mesmo de tentar trair alguém. Ki-joo achava que foi por isso que trouxe o Jin-tae.
Mas se não fosse por isso… então o gosto do Kim Ki-joo era o Jo Jin-tae.
Gyu-won observou atentamente o comportamento do Jin-tae. Jin-tae Cho e Kim Ki-joo. Quando colocava os dois lado a lado, a imagem não era muito boa, mas considerando o tempo que passaram juntos… ele tava apaixonado.
Mas o Jintae tinha a mania de apertar demais o cabelo toda vez que Gyu-won filmava com atrizes bonitas. Ele nunca perguntou sobre isso diretamente, mas dava pra imaginar.
Mas é porque…
só tem uma coisa…
– É o Jintae. Como você vira o tipo ideal de alguém?
– Eu? O que eu sou… Você vai esconder isso por mim?
– Ainda precisa esconder um pouco!
“Gyu-won levantou a voz. Era difícil não esconder demais.
Jintae se assustou com Gyu-won, que de repente gritou, e continuou:
– Ah, é isso que você quer dizer. Eu também conheço gente que se sente atraída por mim. Acho que gosto de pessoas um pouco inocentes e transparentes.
“Gyu-won pensou fundo nas palavras de Jintae.
Inocência e transparência… nada disso podia ser associado a Kim Ki-joo. Era difícil uma pessoa ser tão triste assim. Se fosse procurar alguma ‘transparência’ no Kim Ki-joo, era o tom claro da pele dele, que continuava como aço mesmo depois de tanto álcool e cigarro.
Gyu-won balançou a cabeça e riscou o primeiro nome da lista na sua cabeça. Naquele momento, Jintae continuou falando com um ar um pouco tímido.
– Eu não sou um tipo ideal… não tem nada de grandioso. Mas eu quero ser pai logo.
– O quê?
“Um brilho surgiu nos olhos de Gyu-won.”
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Gyu-won e seu empresário Ki-ju passaram
por altos e baixos juntos no diffcil mundo
do entretenimento.
Então, um dia, o proprietário
repentinamente anuncia sua renúncia
E quando Gyuwon pergunta o porquê, ela
faz um anúncio bombástico de que está
grávida,
“Ok, digamos que existam circunstâncias
Mas você e eu estamos juntos há apenas
alguns anos, e você ouviu esse tipo de
conversa no trabalho, por acaso. Você
deveria ter falado comigo primeiro! Eu te
pago pouco, então te trato como um
mendigo. Você sabe disso, né? Onde no
mundo você pode encontrar alguém tão
bom quanto eu:..!”
“Irmão, estou grávida.”
Gyu-won fica triste com o silêncio de Gi-ju
quando perguntam quem é o pai da criança
Ele se esforça para mudar a opinião de Gi-ju
de alguma forma, mas mal-entendidos e
erros vão se acumulando aos poucos